Just Friends
6 Pov Matt
Notas iniciais
Dessa vez Rebeca não impediu Larissa de ir na frente, o que a deixou extremamente satisfeita, todos se acomodaram e partimos , Rebeca tinha me avisado que o caminho seria longo, sugeri irmos de avião, mas ela me explicou que não era seguro quando filhos dos três grandes entravam no território de outro dos três grandes. No banco de trás eles conversavam, varias vozes ao mesmo tempo, fechei a janela que ligava a frente com o banco de trás, Larissa estava quieta desde que saímos do prédio.
– Está tudo bem? – perguntei segurando sua mão – você está tão quieta, está doendo? – olhei para ela, ela olhava para a janela – Lari?
– Onde estamos indo? – perguntou com a voz fraca.
– Acampamento meio sangue, Rebeca me falou um pouco sobre lá – quando pronunciei o nome de Rebeca, ela soltou minha mão e a passou no cabelo, fazendo um coque, suspirei – é um lugar protegido, feito para os semideuses, aprenderemos a lutar melhor, mitologia, grego antigo entre outras coisas.
– E minha mãe?
– Ela sabe, Rebeca falou com ela, avisou que estava na hora de irmos para o acampamento – ela bufou.
– Essa criatura é o que? A fodona desse lugar? Porque ela ta se metendo na nossa vida, na minha vida? Ela tem todo esse ar superior, me irrita, deve ser por isso que Lucas fingia não ter uma irmã – explodiu.
– Ela só está tentando ajudar okay? Se não fosse por ela, você estaria morta! Pare de ser egoísta! Pense nos outros! Anna e Dani estão assustadas, quem está tentando acalma-las? Quem está nos levando para um lugar seguro? Ela vem sendo uma amiga bem melhor que você! – assim que as palavras deixaram minha boca eu me arrependi.
– Para o carro – disse com a voz novamente fraca – Matheus, para o carro agora – repetiu, parei o carro e ela desceu, desci também e fui atrás dela, ela abriu a mala do carro e deixou a espada que pegara de Becky, fechou e saiu andando pela estrada.
– Larissa, volta pro carro – disse tentando acompanha-la – vamos, Becky disse que é perigoso ficarmos parados – ela estacou e virou-se para mim.
– Então volta para a perfeita e incrível Becky – o ar começou a ficar mais pesado ao redor dela – você tem razão, ela é uma amiga melhor, uma pessoa melhor, volta pra merda do carro, ninguém vai notar que eu sumi afinal a perfeição pode cobrir meu lugar, tanto no carro, quanto no grupo – eu sentia o chão tremer, Larissa estava cada vez mais nervosa – ANDA! PORQUE AINDA ESTÁ AQUI? VAI EMBORA – o chão começou a se abrir.
– Larissa, calma, volta pro carro – disse, tentando me manter calmo.
– CALMA? CALMA PORQUE? EU SOU UMA VADIA EGOISTA NÃO SOU? PORQUE TENHO QUE TER CALMA? – vi o resto do pessoal sair do carro confusos e assumirem uma feição assustada ao ver Larissa, seus cabelos antes dourados, estavam escuros, uma nevoa escura circulava ao redor dela e as rachaduras estavam cada vez maiores.
– Larissa! Você tem que parar! – disse Rebeca se aproximando – você consegue se controlar – Larissa pareceu ficar mais pálida.
– EU NÃO TENHO QUE PARAR! VOCÊ NÃO MANDA EM MIM – gritou e alguns esqueletos surgiram das rachaduras e ficaram parados ao redor de Larissa, seu cabelo escurecia cada vez mais e sua pele parecia ainda mais pálida, seus olhos escuros estavam opacos e não demonstravam nenhuma emoção. De repente ela caiu, a nevoa desapareceu junto com os esqueletos e as rachaduras se fecharam, corri até ela, seus cabelos permaneceram escuros e sua pele pálida, a levei para o carro, onde Vitor tentava dizer a Anna e Dani que estava tudo bem, coloquei Larissa no carro.
– Matt, o que aconteceu com ela? – perguntou Anna com uma voz embargada.
– Ela vai ficar bem, vamos, temos um longo caminho pela frente – disse e entrei no carro, Rebeca se sentou no passageiro e dei a partida, Rebeca segurou minha mão.
– Você é um filho de Zeus, tem que liderar, não pode simplesmente deixar ela dar showzinho quando ela quiser, ela tem que aprender, quem manda somos nós – disse acariciando minha mão com o polegar – tem que coloca-la no lugar dela, tudo bem?
“tem que coloca-la no lugar dela” Não gostei muito disso, mas se eu quisesse ser um líder, eu deveria segui-la.
– “Colocá-la no lugar dela” Quem você pensa que é heim Rebeca? — Anna parecia que poderia enfiar sua lança em Becky a qualquer momento.
– Eu não penso, eu sou. Sou Filha de Poseidon, eu sou treino há sete anos, e você? Você acabou de descobrir que é filha da deusa mais inútil de todas, ah o que você pode fazer com as suas palavras? Ah desculpe, nada — Nunca havia visto Rebeca tão exaltada.
– Posso ser filha da “deusa-mais-inútil-de-todas”, mas eu...- Eu não sabia o que fazer.
– CHEGA! Temos que ser unidos. Discutir não leva a nada, Anna, entenda a Rebeca, ela é treina há mais tempo que todos nós, ela sabe o que fala — Tentei acabar com a discussão, e consegui.
– Eu até posso respeitar o fato dela ACHAR que manda na gente só por treinar há mais tempo, e blah blah blah, mas não é assim, eu não vou obedecer ninguém, eu não vou aturar os desaforos dela e não admito que ela fale que minha mãe é inútil, então controle sua namoradinha — Anna estava muito irritada, mas eu precisava ficar do lado da Rebeca.
– Anna, sem discussões, a Rebeca não quer o nosso mal, ela acabou de salvar a Larissa, você não viu? — Eu continuo do lado dela, ela precisa de alguém.
– Ah Matheus, vai dizer mesmo que você vai acreditar nessa historinha? Nossa, como ela é boazinha né?
– Chega Anna! Eu não quero mais saber de discussões! A Rebeca só quer ajudar. Não quero ouvir mais nada sobre esse assunto.
– Você não percebe, mas quem parece ter um “charme” aqui não sou eu, ela está te manipulando e você nem percebe.
– Chega Anna! Eu não vou falar outra vez!
– E o que você vai fazer? Vai me magoar como você faz com todas as garotas que você fica? Não, obrigada, contra isso já estou vacinada — Anna nunca havia falado assim comigo, acho melhor eu não dizer nada, ela é minha amiga, eu não quero piorar a situação.
– Anna, por favor, acho que ele já entendeu... — Dani tentou interceder, e Anna a ouviu, afinal elas eram melhores amigas.
Eu segui dirigindo com todos calados até que Lari acordou.
– Me tira desse carro agora. Ou eu mesmo quebro a porra dessa estrada e saio dele.
– Chega de palhaçada Lari — disse Vitor já irritado. — sossega esse rabo ai, e vamos para um lugar seguro.
– Eu vou sair daqui ago... — Anna olhou pra ela.
– Você vai continuar no carro, e caladinha ai, porque nos vamos encontrar um lugar pra ficarmos seguros — ela conseguiu usar seu charme de Afrodite.
– Okay — Lari concordou, e depois que percebeu o que havia feito, se emburrou toda. Continuei dirigindo quieto, entrei em uma trilha que tinha por uma floresta e estacionei o carro.
– Gente, vamos acampar aqui. Já está escuro, está muito perigoso lá fora — peguei três bolsas no porta-malas e joguei para Becky e Dani — conseguem armar barracas sem discussão? — disse sorrindo de canto, peguei a mão de Lari e a arrastei para a floresta junto com Vitor, Anna foi ajudar Dani e Becky — preciso que vocês dois façam uma coisa.
– Pede pra dona perfeitinha — disse Lari com desdém.
– Lari chega, Matt o que precisa? — disse Vitor serio.
– Conseguem invocar mais daqueles esqueletos? Precisamos de guardas — percebi que Lari havia soltado minha mão para refazer o coque no cabelo, e ela estava mordendo o lábio como de costume.
– Vamos tentar — disse Vitor sorrindo fraco.
– Vou tentar proteger do meu jeito — sai andando deixando os dois a sós conjurando mortos.
Fui até um certo ponto que dava á uns 500m de onde estávamos, olhei para o céu e invoquei um raio, e como resultado um raio bateu em minha mão, com ele fiz um circulo envolta de onde estávamos. Um tipo de barreira que nos protegeria de quem tentar passar, acho o suficiente.
Voltei até as barracas, já estavam montadas.
– Anna dorme com Lari, Dani com Vitor e eu e a Becky ficaremos de vigias, alguma pergunta? — disse, tentando liderar o time.
– Não — disseram em uma única voz.
Depois de Lari e Vitor invocarem os mortos, eles voltaram para as barracas. Lari foi se deitar com Anna, Dani e Vitor também foram.
– Becky, quer fazer uma ronda por ai? — disse olhando nos olhos claros dela.
– Pode ser — ela sorriu e preparou seu chicote, e uma espada.
Peguei minhas armas, e saímos andando pela floresta, tentando não manter distancia das barracas. Ouvimos uns gemidos e percebemos que vinha da barraca de Dani e Vitor... Huuuuuuuummmmm. Sorri para Becky que havia já um olhar malicioso. Encostei-me a uma arvore para descansar, e ela se se encostou a mim.
Beijei-a, e ela retribuiu.
– Gosto de água salgada — sorri malicioso pra ela.
– Babaca — ela riu e me deu um tapa no ombro de leve.
– Quer ir dar uma ronda no carro? — sorri e passei a mão no quadril dela.
– Vamos — ela riu e mordeu o lábio inferior, não como Lari fazia, que era ao mesmo tempo meigo e sexy, o jeito que ela fazia era quase como escrever na testa “me coma”.
Fomos de mãos dadas até o carro e abri a porta de trás, joguei ela no carro, que era bem espaçoso. Me deitei em cima dela e nos beijamos, cada vez o beijo ficava mais quente e intenso, tirei a blusa dela e ela a minha.
– Matt...Eu nunca...Transei — ela disse corando.
– Não se preocupe, não irei te machucar — beijei o pescoço dela e tirei seu sutiã, que por sorte era pela frente que tirava, e woooow, que seios, mordisquei um e acariciei o outro, ela gemia enquanto alisava minha barriga. Passei para o outro seio, e percebi que ela estava molhada. Deslizei até sua calça e a tirei, a calcinha era azul, puxei-a também e fui beijando sua intimidade, ela gemia, dava para perceber o prazer, ela nunca havia se masturbado antes. Enfiei um dedo, ela soltou um gemido que mais parecia um choro, enfiei o dedo devagar e tirei, eu queria enfiar meu membro nela logo, pois já estava pulsando em minha cueca, enfiei o segundo dedo, agora com mais rapidez, e ela chegou ao primeiro orgasmo.
– Ta doendo? — vi que ela estava mordendo o lábio.
– Não, continue. — sorri e tirei minha calça.
– Minha vez — ela sorriu e trocou a posição, ela subiu em cima de mim, e prendeu minha mão... espera, ela ta me prendendo com aquele chicote, ai deuses.
– O que você esta fazendo? — a olhei assustado.
– Apenas brincando — ela sorriu e acariciou meu membro por cima da cueca, ela parou, e prendeu meus braços mais apertados com aquele chicote assustador — vamos jogar — ela sorriu e ficou acariciando minha barriga com a língua, isso estava me excitando de verdade, meu pênis doía de tão duro na cueca, cada vez mais querendo meter nela.
– Becky, vamos logo com isso — sorri nervoso e tentei me soltar, mas sem sucesso.
– Calma! Apressadinho! — Ela foi até meu pênis e passava a boca pela cueca — acho que hoje você não vai ganhar o que quer — ela sorriu, vestiu sua roupa, soltou minha mão e saiu.
– EI, VOCÊ NÃO PODE FAZER ISSO — disse indignado. Porra, ai meus feelings né?
– Posso sim — ela sorriu e saiu rebolando toda feliz.
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