Just Friends
41 Pov Matt
Notas iniciais
–Então terei o prazer de ser o primeiro a sobreviver. — reuni toda força que restou depois da pancada e me levantei. — Vamos la... seja la o que você for.
–Como eu disse, sou um dos sete guardiões, eu sou aquilo que todos possuem dentro de si, mas vamos logo com isso, você vai morrer de qualquer jeito.
–Pera... pera... antes de você me "matar" me responda umas coisas, ja que vou morrer tenho o direito de saber. — forcei um sorriso e a criatura se enfureceu.
–ok ok... mas diga logo. — disse com toda ira possivel.
–Se você é um dos sete... onde estão os outros seis ? — perguntei.
–Mas que pergunta idiota moleque. Estão nos outros corredores. Agora posso te matar já ?
–Não... pera... se estão nos outros corredores, onde está o ultimo, já que são apenas seis corredores ? — perguntei, estava aproveitando para recuperar minha energia e ganhar informações, antes eu não havia percebido, mas a sala que eu estava, era cheia de ossos no chão, parede com sangue e medonha.
–Você é realmente burro. 6 protegem os corredores, e 1 protege o que todos desejam.
–E o que seria isso ?
–Poder, é claro.
–E vocês são quem na verdade ?
–Chega de perguntas, vamos logo para a parte que você morre.
–Desculpa, mas isso não acontecerá... Não hoje. — passei com uma cambalhota por de baixo das pernas da criatura, corri e me escondi atrás de um monte de ossos.
–ARRRRRRGH, você consegue me irritar mais do que eu já sou. Deveria ter pego o terceiro corredor, Luxuria iria adorar ter você como prisioneiro. — disse a criatura vindo em minha direção.
–Pera... Luxuria ? — corri para outra pilha e peguei minhas adagas, tentei canalizar raio nelas, porém não tinha energia o suficiente.
–Sim... minha irmã. — veio outra vez em minha direção sacudindo aquele negocio gigante que segurava.
–Então vocês são... sim... os 7 pecados, claro... como sou burro, vocês são os sete demonios do pecado. — corri para outro monte e tentei canalizar energia de novo, porém nada.
–Você é realmente lerdo. — veio em minha direção e me deu um chute que voei longe.
–Ufhh. Calma cara... ou melhor. IRA. — sorri pra ela.
–Adeus semideus inutil. — ela levantou seu bastão gigante e veio com toda força em minha direção.
Só tive tempo para rolar para o lado, claro... a unica coisa que derrota a ira é a calma. Então vamos ser calmo Matt.
–Ei Ira, por que você não relaxa um pouco, senta ai, vamos conversar. — disse o mais calmo possivel.
–Argh, não me irrite mais ser estupido. — ela explodiu de mais ódio.
–Se não quer jogar o meu jogo, não irei jogar o seu. — dei uma piscada calma pra ela, e me sentei.
–Argh, ser inutil. — quando seu bastão veio para cima de mim, ele simplesmente me atravessou, não senti um arranhão nem nada.
–Ira não tem efeito contra calma, aprenda isso. — sorri e enfiei a adaga calmamente em seu braço e canalizei uma energia que a derrubou. — eu disse que seria o primeiro. — retirei a adaga de seu braço e segui o caminho.
Ótimo, além de ter que enfrentar um demônio da ira, tenho que enfrentar um labirinto. Bufei e olhei pro meu dedo... O anel de Hécate. Apontei ele á frente e uma fumaça saiu dele, eu a segui.
Entrei em uma sala enorme, escura, de onde eu sai, havia mais 5 portas, devia ser de onde os outros sairiam. Me sentei.
–Que bom saber que você foi esperto para enfrentar um demônio. — disse Dani saindo da segunda porta. Ela estava com a mão na barriga. — estou faminta, efeito do demônio da gula.-
Dei um leve riso.
–Eu enfrentei a ira...
–Cara, foi horrivel, tinha todo tipo de comida lá, e eu não pude comer nenhuma. Isso é triste, muito triste, sabe o que é ter uma torta de limão á sua frente, e você nem se quer poder provar ? — ela disse tristemente.
–Relaxa... ao sairmos daqui, teremos bastante torta de limão. — ri e tentei esquecer a dor que estava em minha cabeça depois da batida na parede.
Escutamos um gemido, era o de Vitor, ele estava saindo da quarta porta tombando.
–Vitor. — Dani correu até ele e o ajudou a sentar-se perto de nós.
–Preguiça... ela foi... forte. — disse ele bocejando. — tive que usar toda minha destreza pra enfrenta-la e isso me cansou.
–Deite aqui. — Dani o deitou em seu colo e ele cochilou.
Escutei um batido de asas, era Anna saindo da terceira porta.
–Ai quantas joias tinha la... tive que me segurar. — Anna se sentou com nós rindo. — enfrentei a...
–Luxuria. — disse antes dela terminar, o que a irritou.
Uma tosse, e da quinta porta saiu Jon.
–Antes que perguntem, eu enfrentei a ganancia. — disse tossindo mais, e Anna correu até ele e o beijou.
–Gente... a Lari esta demorando, não acham ? — perguntou Dani.
–Estou aqui já. — disse ela saindo da ultima porta. — Inveja é foda. — ela riu e se juntou a nós.
–Ok... vamos continuar... — disse me levantando.
–Sério isso ? Vamos descansar Matheus, todos estão cansados.
–Certo... — tirei minha mochila das costas e peguei as barracas que dentro dela estavam. — Montem ai... vou preparar uma barreira de proteção.
Fui até a primeira porta e fiz uma barreira de raio e fui seguindo isso nas proximas portas.
Havia uma porta no fim da sala, fui até ela e percebi que não era uma porta e sim um portal. Criei uma barreira em cima dele.
–Tudo pronto... — entrei na barraca que Lari estava e me deitei ao lado dela.
–Fez as barreiras ? — ela perguntou se deitando em meu peito.
–uhum. — sorri e a beijei.
–Espera um pouco... — ela se levantou e fechou o ziper da barraca. — Bem mais privado. — ela sorriu e me beijou, mordendo meu labio inferior.
–Então você quer... — sorri e tirei a blusa dela e a beijei de novo.
–Sim. — ela tirou a minha.
Tirei a calça dela, deixando-a apenas de calcinha e sutiã. Tirei minha calça ficando apenas de cueca, ela me deu um selinho e foi descendo seus beijos até minha cueca, acariciou meu membro, soltei um leve gemido quando ela o mordiscou por cima da cueca.
–...chupa... — falei, meu membro pulsava por dentro da cueca, se ela continuasse so por cima iria explodir ali. Ela retirou a cueca e o chupou lentamente, masturbando ao mesmo tempo.
Quando ela parou, tirei seu sutiã e comecei a mordicar seus seios, lambi o esquerdo e mordisquei o direito, mudando de vez pra não irritar. Mudei nossas posições ficando em cima dela, tirei sua calcinha, e enfiei devagar. Ela soltou um gemido baixo, o que me deu vontade de ir mais rapido, comecei a fazer estocadas fortes e longas, cada vez aumentando a velocidade, seus gemidos me deixavam louco, chegamos junto no orgasmo, tirei meu membro de dentro dela e a beijei.
–Queria meu banheiro agora. — ela riu e me beijou, se deitou em meu peito e dormiu. Fiz o mesmo.
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