Just Friends
15 Pov Dani
Sai com lagrimas nos olhos ainda, não sabia o porquê Lari brigaria com Rebeca, e porque Matt disse vadia quando mencionou Larissa? Eu vou falar com ele agora.
Fui até o chalé 1, bati na porta e quem abriu foi o irmão de Matt.
– Oi gatinha – ele disse sorrindo.
– Eu tenho namorado seu babaca — empurrei-o e entrei no chalé. Matt não estava. Sai e fui procurar ele. Como imaginei, ele estava no campo de arco e flechas com Rebeca. Os dois estavam no fundo do campo dando uns pega, só faltava treparem ali mesmo.
– MATHEUS. VAMOS CONVERSAR. E AGORA – disse em um tom de exigência, ele me olhou e Rebeca ficou brava.
– Serio? Agora não dá – voltou a se pegar com Rebeca, o fitei extremamente brava. Invoquei um raio solar na nuca dele, e ele deu um grito de dor.
– AAAAAAAAAAI – ele me olhou bravo – fala logo.
– A sós – olhei para Rebeca, que estava com aquela cara de bunda.
Matt veio comigo até o outro canto do campo.
– Me conte, o que aconteceu entre você e a Larissa. TUDO. Sem nenhuma exceção.
– Ah fala serio Cruella – ele se virou, segurei seu braço e ele reclamou pois estava queimando.
– Fala logo.
– Ok, eu e Larissa estávamos conversando, rindo, ai ela mencionou algo sobre achar uma pedra de Iris. Quando Rebeca surgiu e Larissa deu piti, ai nós brigamos e eu falei o que não deveria ter falado.
– Tipo?
– Olha quer parar de me fazer perguntas? Você esta parecendo uma delegada e se tocar em mim de novo te dou um choque – ele saiu andando bravo em direção a Rebeca, e se beijaram.
Fui até o chalé 13, entrei e Vitor estava dormindo, sentei na cama da Larissa e comecei a mexer em suas coisas, havia uma foto de nossa banda, todos reunidos, senti uma lagrima caindo, saudades daquela época, me deitei na cama dela e continuei vendo as fotos.
– Amor? – disse Vitor me olhando sonolento.
– Oi amor – me levantei e fui ate ele, o beijei e me deitei no peito dele.
– Amor, para de pensar nisso... Ela esta bem, apenas relaxa – ele acariciou minha barriga, o que me deixou bem mais calma. Sua mão adentrou minha blusa indo em direção aos meus seios – eu sei um jeito muito bom de relaxar – sorriu malicioso.
Ele tirou minha blusa e ficou sobre mim, beijou meu pescoço, descendo para meus seios, tirou meu sutiã e começou a chupar e mordiscar o direito enquanto massageava o esquerdo, quando o mesmo está vermelho e sensível ele passa para o outro. Ele desce seus beijos pela minha barriga e tira minha calça, ele beija a parte interna da minha coxa, e vai subindo até o elástico da minha calcinha, ele o segura com os dentes e a desce, já sem o pano ele passa a língua por toda a minha intimidade, chupando e mordiscando o clitóris, eu já gemia alto, ele enfiou dois dedos em mim, agarrei seu cabelo com uma mão e com a outra agarrei o lençol, ele colocou mais um dedo, ele tirou os dedos e começou a simular uma penetração com a língua, não demorou muito e gozei, ele me beijou.
Inverti nossas posições e desci meus beijos por seu abdômen já sem blusa, tirei sua calça que junto com a sua box foi parar em algum canto do quarto, beijei a ponta de seu pênis e passei a língua pela extensão, coloquei seu membro na boca, ele era grande, tocava minha garganta, mas eu não me engasgava mais, ele segurou meu cabelo, controlando meus movimentos, quando ele gozou engoli tudo e voltei a beija-lo, ele entrou em mim com força, nossos movimentos eram sincronizados, como nas muitas outras vezes gozamos juntos, ele se tirou de mim e me deitou em seu peito.
– Eu te amo – disse, colocando uma mecha do meu cabelo para trás.
– Eu também te amo – respondi me aninhando a ele e adormecendo.
Me levantei e fui tomar banho, merda, eu estava menstruada, entrei na banheira, o banheiro do chalé 13 era um tanto estranho, o chuveiro da banheira e a banheira era de ossos, a privada era a boca de um esqueleto, eu ri disso. Entrei na banheira e me relaxei.
Melhor você tomar uma pílula – disse uma voz em minha cabeça.
– Pilula ? espere, quem esta ai? – me assustei e olhei em volta do banheiro.
Sou eu Dani, seu pai, eu vi o que você e seu namorado fizeram, filha, se você não tomar uma pílula, você ficara gravida.
No mesmo instante eu corei, cara meu pai me viu transar.
– Mas... onde eu encontro essa pílula ? – disse nervosa já, com medo de ter um filho.
Na enfermaria, lá foi feito por meus filhos e pelos de Hefesto, porem lá tem uma área que só os deuses e Quiron sabe, na ultima maca, tem um botão aperte e se revelara uma escada, desça e la mostrara todo tipo de remédio que precisa, pegue a pílula e saia sem ninguém te ver, o nome é “sorinensia”.
– Ta... valeu pai – terminei meu banho e fui até onde Apolo havia dito.
Desci as escadas e la estava, uma estação enorme de prateleiras, havia tudo, se houvesse uma infestação zumbi, ali teria a cura, procurei o tal de sorinensia, achei eles na segunda prateleira. Peguei uma pílula e tomei.
Desmaiei no mesmo instante.
Quando acordei não me recordava muito do que tinha acontecido. Alias não me recordava de nada, não, não é isso, eu sabia meu nome, idade, quem eu conhecia, amava, meus amigos, sabia também onde estava, mesmo com minha visão meio embaçada eu reconhecia aquele lugar e aquele bela garota que me olhava assustada, era Barbara conselheira do chalé de Apolo, minha irma e eu estava na enfermaria do acampamento meio sangue.
Olhei ao redor, apenas eu e Barbara estávamos ali, mesmo sem lembrar-me do que tinha acontecido direito eu deduzi que se eu estava na enfermaria algo tinha que ter acontecido comigo, cadê aqueles que se dizem meus amigos? Tudo bem que Lari estava sumida e Matheus estava estranho comigo, na verdade desde que conheceu aquela tal de Rebeca seu comportamento com todos havia mudado totalmente, dava vontade de manda-lo enfiar aquela porra de menina no cu dele e ver se ele voltava ao normal. Se eu ouvir mais uma vez da boca dele "estou com Becky no momento" uma puta sacanagem com os amigos dele que sempre estiveram com ele. Dani foco, no que eu estava pensando mesmo? Ah é claro na ausência da minha melhor amiga Anna e do meu namorado. Porra nenhum deles percebeu que eu não estava com eles.
– Ahn Dani?! — disse Babi, só então percebi que eu estava brilhando, não de brincadeira, de verdade, estava em uma aura amarelo alaranjado e aquilo não me pareceu uma boa coisa.
– Eu Babi — disse, tentando soar calma, o que felizmente pareceu funcionar.
Ela começou a me contar que eu fui encontrada desmaiada na sala dos remédios hoje cedo e que foram feitos vários exames em mim, ate um teste de gravidez, que por sorte deu negativo, como todos os outros, eles não sabiam o motivo de eu ter desmaiado, e nem eu, isso não era bom.
Ela também me explicou que já que todos o exames já tinham sido feitos enquanto dormia, eu podia escolher entre ficar na enfermaria ou aproveitar o sol la fora.
Quando sai, um pouco zonza, a primeira imagem que me deparei foi.
Todos semideuses reunidos em um circulo mau-feito.
Fui até eles com Babi ao meu lado.
– Iremos escolher 10 semideuses, para uma missão, que se dividira em duas ao correr do caminho – dizia o Sr.D, Quiron estava com uma cara seria logo atrás dele.
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