Just A Little Faster

1 Cap. 1 - Rainy Weather


Notas iniciais
Introdução aos personagens, e mistérios da suposta moça, sempre fico meio assim em postar capítulos longos, ainda mais um com mais de 2k, mas é que tem MUITA historia, tenho historia para mais 14 capítulos, então aguardem e sobre o "Sexo, Drogas e Linguagem Impropria" aguardem ansiosamente, não que eu escreva nada pervertido Cof cof Mas esse capitulo é super de boa, sem gorduras trans. Alias, isso é uma ficção. s2 Ps: algum erro de português ou coerência, falem comigo :3

(Alarme do celular tocando)

10h55 A.M

— Okay alarme, já entendi o recado.

Era uma Segunda-Feira, dia da semana que para Killark era sempre uma tragédia, porém aquele dia se salvaria com a volta das aulas no Colégio Estadual Silver Mountain, após meses de tristeza depois de perder seu pai e um longo tempo de adaptação na cidade nova que mudou-se devido a sua mãe ter achado um emprego melhor para sustentar a família, Killark começou sua vida colegial em Silver Mountain aos 12 anos de idade mantendo-se até os dias de hoje.

Era uma manhã de clima chuvoso, que para Killark era um ótimo clima, ainda com a cara inchanda de sono levanta determinado em se arrumar para seu primeiro dia de aula no 2º ano do Colegial, ele sabia que seus amigos estariam o esperando, o que o deixava mais motivado, afinal ele tinha sido o único que não saiu em uma viagem aquele ano.

Cozinha

— Está bem arrumado, deseja conquistar o coração de alguma dama hoje?

— Não comece com as piadas mãe, eu sempre fui de me arrumar bem. Diz Killark com se bom humor. – Okay senhor bonitão, hora de almoçar antes que perda o horário para o colégio. Killark sentou na mesa de frente para sua mãe, o que normalmente sempre fazia, mas enquanto almoçava notou que sua mãe o estava observando, ele estranhado a encara de volta, mas ela não dizia nada, era um daqueles típicos momentos que estamos focados em algo ou em nossas lembranças.

— Está pensando no Pai de novo...?

— Na verdade não, mas sabe Kill... Eu sempre quis entender porque seus olhos são tão pretos, a linhagem do seu pai sempre teve olhos claros, mas você...

— Okay, isso soou como se fosse algo ruim, são só olhos, além do mais conforme a genética os olhos castanhos predominam em cima dos claros, mas sejamos francos eu sei que não é isso que está te incomodando. Um leve sorriso tinha se aberto no rosto de sua mãe. – Hoje, nesse mesmo dia ele me levou pra sair, era só mais um encontro nosso, mas aquele dia nós adotamos um gato por 18 minutos. – Desculpa mãe, a história está ficando sem sentido. – (Sorriso) Nós tínhamos o encontrado na rua, e como você sabe seu pai era alérgico a gatos, mas mesmo assim ele não se preocupou com isso, ele sabia que eu estava feliz, e isso o deixava feliz. – Entendi, e onde os 18 minutos entram na história? – Ele fugiu assim que chegamos em casa.

— Acho que não precisava saber da parte triste da história mãe. – Há ele tinha até que um nome legalzinho “Tadeu”. – Um Gato de 18 minutos, é muita coisa pra minha cabeça, aliás, está na hora...Nos vemos mais tarde. Diz Killark beijando a testa de sua mãe e pegando sua bolsa.

A Caminho Do Colégio

Sevens não era uma das grandes metrópoles, mas tinha seus 432.122 Habitantes, algumas quadras antes do Colégio a prefeitura começou a reformar a pavimentação das ruas, o que fazia um barulho ensurdecedor, barulho que não incomodava muito Killark com seus fones de ouvido a uma trilha sonora de Animals do Maroon 5, enquanto passava do outro lado das grandes maquinas de pavimentação avistou uma movimentação estranha de uma Moça com o uniforme de seu colégio em direção a um beco que dava acesso a outra rua, não ligando muito para situação passa reto, mas dá uma última olhada pra trás para conferir, nesse momento vê dois homens altos puxando a moça para dentro de um RX 8 Preto que aparentava ser do ano de 2013, Killark viu que ela tinha claramente gritado pelo movimento de sua boca, mas o barulho das maquinas tinham o abafado, sem pensar duas vezes corre em direção ao carro, mas não consegue fazer nada, em questões de segundos o carro já tinha saído, ele fica pasmo com a situação, só conseguiu ficar lá parado encarando o chão, minutos depois ele vê algo atrás de um lixeira, um dos Smartphones da Samsung, seu lado leigo em telefones diria que era um A6, após pegar o celular para analisar, que estranhamente estava sem senha e com suas configurações de fábrica, acha uma mensagem com um endereço que levava a uma casa em um bairro mais violento da cidade, e um nome, “Karin” que acreditou ser o nome da Moça, ele sabia que aquilo não era mais problema dele e sim da polícia local, mas não queria ser apenas o cara que ligaria para a polícia, decide ele que iria resolver aquilo indo ao endereço, e lá sim, ligando para a polícia, mas seu problema agora era chegar no colégio a tempo.

Colégio Estadual Silver Mountain

Praticamente todos estavam em sala e Killark não fazia a mínima ideia de quem seria o professor da primeira aula mas não queria ser recebido com sermão, mesmo não se importando com o que eles dizem, com a sorte a seu favor era o seu professor de Geografia do ano passado, que não era lá essas coisa mas serviria para o momento.

— Olha se não temos uma novidade, Killark atrasado, igual todo dia do ano não é mesmo? Fala o professor ironicamente.

— Sua pontualidade é algo que ter que ser trabalhado. Diz seu amigo Jaken do fundo da sala. – Sério que vocês ainda estão fazendo piadas da pontualidade do Killark, qual é, ano novo, piadas novas, que tal? Disse Dust cortando o clima.

— (Risos) Parece que alguém não perdeu seu mal humor, é bom te ver Dust. – Tsc. Alguém tem que ser o cara sério daqui não é mesmo, Killark ? – Você que está insinuando, quem está com as piadas é o Jaken. Diz se sentando na sua carteira – Sério Kill, jogar a culpa pra cima de mim! – Jaken e vocês dois também, tem as atividade do livro a se fazer, por favor. Repreende o Professor.

Killark não dá muita atenção ao professor e continua sua conversa, Dust se sentava ao lado da janela atrás de Killark enquanto Jaken a três carteira atrás, o Colégio Silver Mountain tinha mais de 1.400 alunos, sendo a maioria deles do período matutino, as duas primeiras aulas foram usadas para colocar as conversas em dia com Dust, e as outras tentando achar alguma coisa no celular da Moça, enquanto vagava pela galeria do celular procurando algo ouve Dust chamando sua atenção, avia um pedagogo na porta, que estava fazendo uma chamada para conferir se alguém tinha gaziado o primeiro dia.

— Jaken (Presente), Jefferson (Presente), Kall (Presente), Karin? (...), alguma Karin aqui hoje?

Quando Killark ouviu aquele nome ele tinha certeza que não era uma coincidência, era a Moça que tinha sido sequestrada, mesmo assim ficou quieto, queria realmente ajudar, mas se estregasse a história assim com certeza o deixariam de fora, após o resto da chamada e o toque do sinal para o intervalo ele saiu andar com seus amigos pelo colégio.

— Cara, alguém foi na festa da Skarlet? Ouvi que ela estava usando a casa de praia dos pais dela, ela chegou a me convidar mas eu não estava afim de segurar vela pra ela e o Dust.

— Segurar vela? Qual é cara, era uma festa! Killark disse que iria aparecer, mas né, furo com o pessoal. Killark ainda estava tentando achar algo no “seu” novo Samsung A6 que nem ouviu eles o chamarem. — A qual é Velho, sai disso, ganhou hoje e não desgruda. – É Kill, Dust tem razão, tá chato já e se você olhar um pouco pra frente você vai ver seu amor logo ali. Os amigos de Killark sempre souberam que ele era apaixonado por Faster, uma garota também da sua sala e essa era sempre uma brecha para piadas da parte dos seus amigos.

— Me lembre de nunca contar as coisas para vocês, ela é só uma amiga. – “Amiga” daquelas coloridas?! Diz Jaken tirando da cara de Killark.

— Sejamos verdadeiros aqui, Killark você já tentou algo? Não pergunto só por mim, mas pela Skarlet e o Jaken?

— Na verdade...Não, mas sabe eu acho que se eu tivesse ido a festa da Skarlet a gente podia ter tido algo.

— Ótimo, é só montarmos uma festa para esse final de semana, vocês dois ficam com as bebidas e a gente usa minha casa, meus pais vão sair em uma viagem essa quarta-feira e pretendem voltar só na próxima sexta

— (sorriso) Não me parece uma má ideia, Jaken deixa que eu pego umas três ASKOV’S da azul e da vermelha, daí se pega as Smirnoff’s e as Absolut, e o que sobrar compra em uns energético pra misturar junto, chama também o pessoal das outras salas, só não a sala do 2º Ano E, sério aquele pessoal me dá nojo.

— Sem problemas, mas o que eu quero saber aqui é, quem vai convidar a Faster?

— Já entendi aonde você quer chegar... Relaxa ai que depois eu chamo ela.

Com o final da aula e todo mundo indo para suas casas o clima de chuva ia fechando mais ainda, Killark teve um leve arrependimento de não ter pego seu guarda-chuva, estava claro que iria chover a qualquer momento, sabendo que a chuva estava próxima e que o Bairro aonde tinha o endereço o índice de criminalidade era alto decidiu pegar um ônibus. Após minutos de espera dentro do ônibus e mais 9 minutos de caminhada ele avista a casa que constava no endereço, não tinha nada de mais na casa, era bem simples, sem portões e uma garagem aberta, Killark sabia que tinha falado pra si mesmo que iria chamar a polícia quando chegasse a casa, mas a casa parecia estar vazia, quase como se tivesse abandonada, andando até o quintal da casa avista um cabo de vassoura quebrado que decide usar como sua arma, na tentativa falha de abrir a porta trancada, lembra que sua tia sempre deixou a chave da casa em cima da porta, ele com um sorriso no rosto coloca a mão em cima da porta e sente uma chave. Com delicadeza ele gira a chave que abre a porta, e o que ele vê ali dentro é nojento, a pia da cozinha estava cheia de louça suja que parecia estar ali por anos, o chão estava com restos de salgadinhos pisados, as janelas estavam todas cobertas com panos e o que deixou mais chocado foi ver a Moça sequestrada amarada com algemas na sala, com cuidado vai em direção a Moça que estava desacordada, seus pulsos não estavam machucados, ela nem mesmo tinha tentado se soltar, coisa que ele achou estranho inicialmente, segundos após Killark tocar nas mãos dela com a esperança de tirá-la das algemas, ela acorda assustada – Quem é você?! Ele leva um chute que o joga pra longe – EI! Relaxa, eu estou aqui para ajudar, lembra de mim, daquela rua que estavam pavimentando, você deve ser Karin, certo? – Era você... Como diabos você sabe meu nome? – Estava escrito no seu celular. – Celular? Hãn? Só me tira logo daqui. Killark corre em direção a cozinha e pega uma faca de serra – OW! OW! O que está pensando em fazer com essa faca? – Relaxa, apenas veja. Em minutos Killark conseguiu abrir as algemas, Karin olha aquilo impressionada, nunca tinha visto alguém abrir uma algema tão rápido assim, sem perder tempo ele a pega pela mão e anda em direção a porta, mas algo o acerta na cabeça fazendo cair desmaiado.

— Sabe, mudei de ideia em relação ao bandidos... Mas obrigado de qualquer forma por me “salvar”. Karin tinha o acertado com uma garrafa de vidro, que estava nos pés de uma mesa já gasta pelo tempo, ela não iria abandonar o corpo dele ali, mas só se deu o esforço de jogar seu corpo no quintal do vizinho.

A Caminho De Casa

Já se passava das 23h20min da noite e estava fortemente chovendo, Faster estava voltando para sua casa depois de passar a metade da noite na casa de suas amigas, mesmo com seu guarda-chuva a visibilidade era baixa, mas isso não a deixou de notar a silhueta de alguém a sua frente que estava com a mão sobre a cabeça, não como se fosse para se esconder da chuva, mas como se tivesse batido a, ela já tinha visto aquela pessoa em algum lugar seu corpo não era lhe estranho, mesmo em dúvida não sabendo se iria ajudar aquele estranho conhecido com a chuva, deixou ele lentamente vir em sua direção enquanto reduzia os passos, quanto mais se aproximava daquela pessoa mais ia se lembrando de Killark.

— Killark é você?! – Fas...Faster? Eles moravam até que longe um do outro, mas as vezes se cruzavam em direção a suas casas, mas encontra-lo de noite com suas roupas encharcas e tremendo de frio a assustou, pensando que algo tinha o acontecido, ela logo sede um pedaço de seu guarda-chuva mas ele recusa, não aceitando a resposta ela o puxa em sua direção, porém ambos não estavam tão perto assim, era uma distância bem casual para amizades.

— Por favor, você parece que passou horas na chuva, pelo menos me deixe te ajudar. – (treme) Rela...xa, estou bem. – Relaxa? Olha pra você Kill! — Shiuuu, não precisa falar alto, só vai piorar minha dor de cabeça. – É, estou vendo, tira essa mão da cabeça e se enxuga com essa toalha aqui. Faster tinha uma toalha na bolsa de precaução e o real motivo da mão na cabeça era pra estancar o sangue que saia do corte, e ele sabia que se não pegasse aquela toalha ia levantar possíveis suspeitas, discretamente pega a toalha com a outra mão e passa em torno de seu pescoço e braços. — O que aconteceu com você? – É uma longa história, eu meio que troquei o segundo ônibus pelo primeiro e fui parar naquele bairro violento, e fiquei lá por horas tentando me achar enquanto chovia, está sendo um péssimo dia, desculpa. Faster sabia que raramente ele pegava ônibus e que não iria cometer um erro desses. – Mas estou bem Faster. Ele sabia que aquela desculpa não iria durar até a próxima pergunta, tinha que arrumar um jeito de fugir daquela situação. — Faster, quer sair comigo? – Que? – Quero dizer, é uma festa, estou te convidando... Vai ser na casa do Dust no fim de semana, não sei ao certo que horas começa, mas te mando algo no WhatsApp, tenho que ir é tarde e minha casa não está tão longe – Espera mas Vo... – Boa Noite Faster! Diz ele jogando a toalha de volta e correndo em direção a chuva. Aquela noite tinha sido uma das mais estranhas noites para Faster, encontra-lo assim, distante.

Em casa

Sua mãe certamente estava preocupada em saber o que aconteceu, mas a primeira coisa que ele fez foi correr em direção ao seu quarto, gritou um Oi pela casa enquanto subia as escadas, o corte da sua cabeça não estava sangrando tanto quanto antes, mas preferiu evitar contato visual. – O que significa esse atraso sem nenhum aviso, Killark?! Grita sua mãe da cozinha que aparentemente estava inventando mais uma de suas receitas de confeiteira. – Estava na casa de uma amiga, sem malicia por favor, somos amigos! – Eu e seu pai começamos assim também, mas não pense que isso vai te livrar de explicar essa história direito! – Como disse, somos amigos, e só depois que tomar um banho e trocar essas roupas, hoje foi um péssimo dia para se sair sem guarda-chuva! Após o banho Killark percebeu que o corte de sua cabeça iria receber pelo menos um ponto cirúrgico, mas decidiu deixar cicatrizar a moda antiga, para esconder melhor usou a toalha de secar o corpo sobre a cabeça e desceu a cozinha para explicar o atraso, a noite foi longa enrolando sua mãe com explicações dessa “amiga”. Naquela mesma noite antes de ir dormir Killark deu uma última conferida no corte, minutos depois sentiu uma sensação estranha pelo seu corpo, como se tudo estivesse formigando ao mesmo tempo e com uma sensação de tortura caiu no chão de seu quarto, ele sempre tinha o costume de deixar seu quarto trancado na chave, impossibilitando que alguém entrasse de noite, naqueles poucos segundos ainda consciente ele sabia que algo de estranho tinha acontecido com seu corpo, que algo queria sair e não conseguia.

Notas finais
Que a Karin é um amor de pessoa todo mundo capitou, certo? Quero logo abrir essa historia, tem muita coisa a se falar deles, e o que está acontecendo com o corpo do Killark... Bom está passando por mudança, não a puberdade, por favor, ELE TAMBÉM NÃO VAI VIRAR UM MONSTRO, então calma lá, enfim, se quiserem deixar um comentário sobre o que acharam da historia... :3 s2
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.