Juro Solenemente
24 Entregues.
Notas iniciais
Pessoal, bom, como prometido, aqui está o hot ~corando até a alma~
Bom, sei que a maioria votou Lily/James porém iria parecer forçado demais, ela não está preparada para isso ainda, por isso o hot deles fica pro fim, ok?
Bom, vocês sabem que essa não é a minha área de escrita, nunca fiz uma cena assim então me perdoem se ficou ruim, eu fiz mais por que alguns leitores pediram por MP e a maioria concordou nos reviews...
Atacar!!!
Sirius Black.
Acordei com a claridade do quarto. Por que diabos todas essas cortinas estavam abertas? Meus olhos ardiam e minha cabeça latejava, graças aos inumeros copos de Bourbon da noite anterior. As vezes eu acho que não deveria beber, mas ai eu lembro que Marlene McKinnon está em minha vida, tornando assim impossivel não beber.
Fala sério, aquela mulher é louca, completamente louca, mas o que é pior, ela está conseguindo deixar a mim louco.
A vontade que eu sinto dela é insaciavél, é aquele tipo de tesão que apenas uma mulher pode saciar. E no meu caso, é apenas ela. Se era isso que ela queria, ela conseguiu.
Mas eu não vou deixar barato.
Por que Sirius Black NUNCA é feito de idiota.
Me levantei e fui a passos lentos para o banheiro. Lavei meu rosto e fiz minha higiene pessoal, troquei minha calça de pijama por um jeans uma camisa clara de botões.
Desci as escadas da mansão até atingir a sala de estar, onde James e Lily assistiam filme juntos. Acho que seria mais fácil se ela simplesmente se mudasse pra cá, já que não sai mais daqui.
─ Boa tarde. ─ falou James sem desgrudar os olhos da tela.
─ Que hora são? ─ perguntei.
─ Duas e meia da tarde. ─ falou Lily.
─ Acho que dormi além do esperado hoje. ─ resmunguei. ─ Viu as chaves do meu carro James?
─ Aonde vai? ─ ele perguntou.
─ Resolver uns assuntos pendentes. ─ respondi sem entrar em muitos detalhes.
─ Está lá no balcão da cozinha. ─ disse ele.
─ Até mais tarde. ─ falei indo em direção a porta da frente.
Ele olhou para mim e eu correspondi o olhar. Ele sabia muito bem aonde eu iria. Logo um sorriso malicioso se abriu em seus lábios e ele disse:
─ Boa sorte com a McKinnon.
Lily olhou para ele com um olhar interrogativo.
─ Não preciso de sorte, eu sou gostoso. ─ falei dando uma piscadinha e correndo para meu carro.
Marlene McKinnon.
Acordei pela manhã inquieta, não havia conseguido dormir a noite toda. Levantei e fui para a cozinha preparar um café, se eu não iria conseguir dormir que pelo menos ficasse desperta. As meninas ainda dormiam, preferi não acorda-las.
Tudo o que acontecera com Sirius me deixara confusa. Era pra ele estar enlouquecendo e não eu. Mas eu não conseguia esquecer os toque dos seus lábios, o calor de suas mãos pelo meu corpo me fazendo delirar, e as vezes eu me pegava buscando essas sensações no interior das minhas lembranças.
Mas isso não podia acontecer, eu não podia deseja-lo daquela forma, ele era um cachorro, ridiculo, prepotente, arrogante, gostoso, cheiroso e... Chega!
Acontece que ele simplesmente não sai da minha cabeça.
Cansada de tudo resolvi tomar um banho para tentar esfriar um pouco os pensamentos, então me afundei na banheira e deixei meus pensamentos vagarem para longe dali.
─ LENE! ─ o grito de Lily me trouxe de volta ─ LENE PRECISO USAR O BANHEIRO.
─ Tudo bem.. ─ resmunguei ─ já estou saindo.
─ Vou pra casa do James, quer ir junto? ─ ela perguntou quando eu cruzara com ela na porta.
─ Despenso. ─ respondi indo para o meu quarto, ela riu já sabendo o motivo do mau-humor.
Cheguei ao meu guarda roupa e o abri, sentindo aquele cheiro familiar. Mas que merda, será que tudo vai me lembrar o idiota do Black? Olhei para o cabideiro e logo percebi a origem do perfume, ali estava ela, a camisa do Chelsea que James havia me emprestado em seu aniversario, a camisa dele.
Sem perceber o que estava fazendo peguei-a e a vesti, desejando ficar com aquele perfume mais perto de mim. Então liguei a TV do quarto e me deitei em minha cama, me enrolando em alguns edredons não pretendendo sair dali tão cedo.
─ Lene? ─ chamou Dorcas, colocando apenas a cabeça para dentro do quarto. ─ Por que você está com a camisa do Sirius? ─ perguntou confusa.
─ É que eu.. Ahn.. Bom...─ tentei me explicar, enrolando-me com as proprias palavras.
─ Tudo bem ─ falou ela erguendo as mãos em sinal de rendição ─ Não precisa explicar, eu to saindo com Remus, você vai ficar bem?
─ Claro.
Ela então fechou a porta atrás de si e logo a porta de entrada bateu, avisando que eu estava sozinha, mas era melhor assim.
Já passavam das duas da tarde e eu estava tão desanimada ao ponto de não levantar nem pra comer, foi quando batidas na porta me trouxeram de volta para realidade.
─ Droga, por que Seu Matias não interfonou? ─ resmunguei indo atender.
Fui a passos lentos e abri a porta, dando de cara com a última pessoa que eu esperava ver. Sirius Black.
─ Parece que gostou da minha camisa. ─ ele falou sorrindo de canto
─ O que você quer? ─ perguntei entredentes.
─ Que mau humor morena, nem vai me chamar pra entrar? ─ ele perguntou, sacana ─ Ou tem medo de não resistir? ─ ele disse já entrando.
─ Black, vai embora! ─ falei com a porta ainda aberta.
─ Por que Lene? Nós dois sabemos que você não quer que eu vá. ─ ele falou se sentando no sofá.
─ Claro que eu quero, não quero você aqui. ─ falei rispida.
─ Por que você está com a minha camiseta então? ─ ele perguntou se levantando e caminhando para perto de mim.
─ Foi a primeira que eu achei, nem tinha me tocado. ─ falei com descaso.
─ Nós dois sabemos que isso não é verdade. ─ a essa altura ele já estava perto demais.
─ Black, sai. ─ falei dando alguns passos prá trás.
─ Já te falei como é sexy quando você me chama de Black, né? ─ ele falou com uma voz rouca, fazendo-me arrepiar.
─ Sirius, por favor.. ─ balbuciei sentindo minhas costas baterem contra a parede.
─ Quetinha Lene, agora é a minha vez de te dar o troco pelo banho frio que fui obrigado a tomar.
─ Sirius Black! ─ exclamei, colocando minhas mãos sobre seu peito, tentando em vão empurra-lo.
─ Você está com a minha camisa Lene, e eu quero ela de volta, agora! ─ ele falou, colando mais ainda o seu corpo no meu.
Todos os pelos de meu corpo já estavam arrepiados, e até a sua voz me excitava, eu precisava dele. Foi ai que minhas pernas perderam as forças e eu me entreguei, sem poder evitar.
─ Então tira. ─ disse mordendo meu lábio inferior.
Ele riu, uma gargalhada rouca e sexy.
Seus lábios encontraram os meus em um beijo urgente e desesperado, nossas mãos se confudiam e nossos lábios se desencontravam. As minhas mãos que antes empurravam agora torciam o fino tecido da camisa que ele usava, ansiando pelo momento em que ela não estivesse sobre sua pele que parecia estar em chamas.
Suas mãos foram para minhas coxas, apertando de leve, minhas mãos foram para sua nuca, arranhando de leve a base, fazendo-o se arrepiar. Sua boca mordia e beijava meu pescoço com certo desepero, fazendo-me gemer baixo.
Sem poder mais me aguentar meu dedos começaram a lutar contra os botões de sua camisa, rapidamento troquei nossa posição deixando-o contra a parede, deseperada demais com aqueles malditos fechos, puxei sua camisa de uma vez só, fazendo com que botões voassem para todos os lados.
Ele riu gostosamente e me pegou no colo, grudando novamente nossos lábios. Em menos de alguns segundos nós estavámos em meu quarto, ele me colocou sentada na cama e puxou a barra da minha camisa, deixando-me apenas de lingerie, ele ofegou com a visão e então se afastou um pouco.
─ O que foi? ─ perguntei ofegante.
─ Eu poderia ir embora agora. ─ ele começou ─ poderia deixa-la da mesma maneira que me deixou e ir procurar outra mulher para me satisfazer.
Senti uma raiva fora do normal ferver dentro de mim, porém ela não era maior do que a excitação do momento.
Me levantei da cama e andei até ele, falando bem perto de seu ouvido.
─ Mas você não vai, sabe por que? ─ perguntei com uma voz suave ─ Porque você poderia encher esse apartamento de mulheres e transar com cada uma três vezes que esse tesão ─ falei roçando seu sexo no meu ─ não iria passar, por que ele é por mim, e só eu posso satisfaze-lo.
Assim que terminei de falar eu o empurrei para a cama, fazendo-o cair sentado, e em um movimento rapido subi em seu colo, com uma perna de cada lado. Ele segurou minha cintura buscando mais contato, enquanto eu arranhei sua costas com violência.
Marcando, arranhando, ferindo.
Uma punição por ser tão idiota.
Ele gemeu alto. De dor. De desejo. De surpresa.
Então ele massageou um de meus seios por cima do sutiã, fazendo-me soltar um gemido. Eu podia sentir sua ereção contra meu sexo, por isso rebolei vagarosamente, fazendo-o gemer alto. Forcei as mãos em seu toráx, fazendo-o finalmente se deitar, então nos beijamos com urgência. Sirius colocou as mãos em minhas nádegas e apertou, fazendo-me gemer em sua boca, o que o estimulou a massagear-me por cima do tecido fino da calcinha, que já estava praticamente transparente de tão molhada que eu estava.
─ Mais, Black, mais. ─ pedi.
Ele riu e afastou um pouco o tecido da calcinha, penetrando-me com dois dedos, logo após com três, quanto mais o contato aumentava mais em rebolava em seus dedos, cravando minhas unhas em sua carne, e quando meus movimentos ficaram mais frenéticos ele retirou os dedos, retardando o orgasmo.
─ Black.. ─ falei frustada, ele me olhou com seus olhos que normalmente era cinzentos, mas agora estavam quase negros pelo desejo e riu do meu desespero.
─ Vamos fazer isso direito, morena. ─ falou com uma voz sensual.
Em questão de segundos a sua calça foi parar no chão, deixando a mostra o volume em sua box branca. Olhei para ele e passei a lingua pelo meu labio inferior, então rebolei mais uma vez sobre seu membro, fazendo-o gemer. Depois de algumas tentivas frustradas de abrir meu sutiã ele simplesmente o rasgou, se livrando do tecido logo em seguida. Ofegou com a visão e pressionou minhas costas, fazendo-me deitar completamente por cima dele, para que pudesse abocanhar meus seios. Eu gemi com sua lingua em contato com meu mamilo. Tão rapido quanto começou ele parou, desviando sua atenção para minha calcinha, e rapidamente se livrando dela. Apenas querendo enlouquece-lo um pouco mais eu desci os beijos pelo seu pescoço, toráx, barriga e finalmente cheguei na borda de sua cueca, descendo a mesma com as mãos. Ele ofegou, então me ajudou a encaixar seu membro em minha entrada. Eu soltei o peso de uma vez só, gemendo alto. Comecei a rebolar frenéticamente, ele desceu as mãos pela minha cintura, impulsionando-a para baixo.
─ Isso.. ─ ele gemeu. ─ Mais forte Lene.
Então com uma agilidade ele trocou as posições, ficando por cima de mim. Movimentos de vai e vem fortes se iniciaram, causando espasmos por todo meu corpo.
─ Você é uma delícia. ─ falou ele.
─ Eu vou gozar ─ gemi ─ Mais... Mais forte.
─ Goza comigo McKinnon, goza pra mim. ─ ele disse, aumentando as estocadas.
Senti seus movimentos ficarem mais rapidos, ele estava prestes a gozar.
─ Goza comigo. ─ pedi.
Então um gemido alto interrompeu sua resposta e nós atingimos o clímax juntos, ele esperou um pouco até que meu corpo se estabilizasse novamente então caiu ao meu lado, exausto.
─ O que você vai fazer agora? ─ perguntei depois de alguns minutos ─ Vai em bora como faz com todas as outras? ─ disse tantando me fazer de indiferente, mas tanto eu quanto ele sabiamos que aquela não era só uma transa, nós eramos mais do que isso.
─ Vou te contar o que vou fazer agora ─ ele disse virando-se para mim e dando um beijo lento em meus lábios ─ nós vamos dormir a tarde toda, depois que acordarmos vamos tomar um banho delicioso, trasaremos mais e eu passarei a noite aqui com você, que tal?
─ Pra mim está perfeito. ─ falei sentindo o cansaço me dominar, então a ultima coisa que eu me lembro foi de seus braços envolvendo minha cintura e sua repiração contra meu pescoço.
Notas finais
Me digam o que acharam, estou apreensiva demais.. Ficou muito forte? Ai gente, comenta por favor, to quase morrendo aqui.
Eu quis fazer algo mais safado pra combinar com Lene/Sirius quando for James/Lily será algo mais romântico..
Enfim, é isso
COMENTEM!
Beijos
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