Juro Solenemente

4 Apenas uma festa.


Notas iniciais
Não liguem para o nome do capitulo que ficou um lixo, por favor! kkkk, eu ia postar ontem, mas tive uma coisa chamada falta de criatividade aguda! Desculpem...
Bom, mas aqui está.
*notas finais*
Jouir :3

James Potter

Eu dormia tranquilamente na sala de estar da minha casa, a festa de Cher havia ido até altas horas e eu estava extremamente cansado. Me lembro de estar tendo um sonho gostoso, estava prestes a beijar uma garota sem rosto, quando senti algo gelado caindo em minha face. Seria chuva? Não, olhei para o céu do meu sonho e estava um azul limpido, sem nenhum sinal de nuvem... A não ser que...

─ Acorda veado! ─ a voz de Sirius gritou.

─ Nossa Sirius, como você é gentil. ─ resmungou Remus, ao fundo, folheando o jornal do dia.

─ Que porra é essa Sirius? ─ exclamei me levantando com o rosto e a roupa molhados.

─ Eu e o Remito tentamos te acordar, mas você não acordava e sorria feito um idiota, então decidi jogar agua mesmo. ─ respondeu Sirius divertido.

─ Ah, alo Remus. ─ cumprimentei Remus.

Remus era um garoto meio loiro, com os olhos castanhos, era meu melhor amigo e de Sirius, porém muito diferente dos nós dois, Remus era um exemplo de inteligencia e fazia faculdade de Jornalismo na Universidade de Oxford, por isso vivia lendo. Uma decepção para mim e para Sirius.

─ Oi, James. ─ respondeu Remus, concentrado na sua leitura.

─ Que horas são? ─ perguntei.

─ Hora em que você deveria estar fazendo algo util. ─ disse meu pai entrando no comodo. ─ Ah, olá Remus. ─ Ele gostava muito de Remus, pelo fato da sua inteligencia e dedicação.

─ Olá, Sr. Potter. ─ respondeu-lhe.

─ James, tenho que lhe dar uma noticia! ─ disse meu pai se dirigindo a mim. ─ Consegui uma professora particular para te ajudar com o vestibular.

Fiquei estatico. Como assim uma professora?

─ Ah não, não não e não! Remus já tentou me ajudar no ano passado, lembra? Não deu certo. ─ exclamei me levantando.

─ Não quero saber se vai dar certo ou não James, a Srta. Evans é muito competente e virá aqui todos os dias, de segunda a sexta, te ajudar com as materias do vestibular.

Sirius reprimia o riso.

─ Você só pode estar de brincadeira. ─ resmunguei. ─ Eu não tenho mais cinco anos de idade, não preciso que me ensinem nada!

─ Pois seria bom se tivesse! E não, eu não estou brincando. Sua farra acabou James. Ou você passa no vestibular esse ano, ou eu faço um testamento deixando tudo para seu primo, o Amos.

Amos Diggory é filho da unica irmã do meu pai, e meu unico primo, um garoto patetico, para falar a verdade.

─ O QUE?! ─ gritei, indignado. ─ Você não pode estar considerando a ideia de deixar todo o dinheiro dos Potter para aquele tapado do Amos.

─ Não estou considerando a ideia James, eu já me decidi. E Se ele é tapado ou não, é muito mais competente do que você ─ Sirius disfarçou uma risada com uma tosse ─ Quero ter certeza de que deixei minha empresa e meu dinheiro em boas mãos, quando não estiver mais aqui.

Eu estava pasmo, meu pai sempre tentara me obrigar a estudar, porém nunca ameaçara me tirar o dinheiro da familia.

─ Meu recado está dado James, amanhã a sua professora, Srta. Evans, começa a vir lhe dar as aulas. Pode aproveitar seu ultimo dia de farra ─ disse ele e se retirou.

E eu iria aproveitar, já havia combinado de ir para a Aphoteose ─a melhor balada da cidade─ com Sirius e Remus.

─ Dá pra acreditar? ─ perguntei, assim que seu pai saiu. ─ Srta. Evans... ─ resmunguei

─ Deve ser uma velha, feia e fedendo a presunto. ─ disse Sirius.

─ Qual é? Não é por que uma pessoa é inteligente que ela tem que feder a presunto. ─ exclamou Remus.

─ Tudo bem Remus, você não fede a presunto. ─ respondi.

─ Mas se ela é senhorita, então não deve ser velha, não é? ─ disse Remus pensativo.

─ Cai na real Remito, ela é senhorita por que é tão feia que nenhum homem à quis. Deve ser aquelas senhoras que ficaram para a titia...

─ Tomara que ela não cheire a presunto pelo menos, presunto me da enjoo... ─ disse me jogando no sofá.

xx-xx

Lily Evans

Eu estava mais do que feliz quando sai da sala de Charlus naquela tarde, não dava para acreditar que havia conseguido um emprego tão facil com um salario tão generoso sem ao menos procurar. Era como um presente dos céus.

Já haviamos combinado os dias e horarios das aulas com o Sr. Potter, começariamos amanha, das sete às dez, de segunda a sexta.

Era mais ou menos sete da noite quando sai da Potter Interprise e me dirigi à uma livraria perto dali, onde Dorcas trabalhava, o espediente dela provavelmente já estaria acabando.

─ Dorquinhas! ─ exclamei feliz, quando a vi guardando as coisas na bolsa para ir embora.

─ Quanta felicidade, dona Lily. ─ respondeu ela, sorridente.

─ Digamos que hoje é meu dia de sorte! ─ exclamei visivelmente feliz.

─ Posso saber por que? ─ perguntou ela.

─ Um emprego! Consegui um emprego. ─ exclamei. Dorcas que já sabia da minha condição, não poderia ter ficado mais feliz.

─ Mas um emprego aonde? ─ perguntou ela. ─ Você não tem tempo, tem?

─ Então, essa é parte boa! Vou trabalhar de segunda a sexta, das sete à dez. Tem como ser melhor? ─ contei.

─ Vai trabalhar no que? ─ perguntou Dorcas, pensativa.

─ Sabe o dono da Potter Interprise? Charlus Potter? ─ Dorcas assentiu. ─ Então, parece que o filho dele é um fanfarrão de mão cheia, e não quer saber de estudos nem de responsabilidades. Bom ele me pegará um salario bem generoso para ajudar esse filhinho de papai a passar no vestibular, e olha, já recebi um adiantamento ─ Respondi, balançando algumas notas nas mãos.

─ Sério? Você só precisa ajudar o garoto a passar no vestibular ─ exclamou Dorcas, espantada.

─ Só. ─ respondi sorrindo.

─ Isso merece uma comemoração, faz séculos que a gente não sai por causa da “sua situação critica”.

─ Claro que sim, vou ligar para Lene.

─ Ok, diga para ela estar pronta, em vinte minutos eu vou estar passando lá com o Sally.

─ Dorcas, você sabia que só pessoas retardadas dão nome para carros não é? ─ perguntei com um expressão anormalmente séria.

─ Para Lily, ele é meu bebe, poxa. ─ disse Dorcas fazendo biquinho.

Chegaram em frente ao prédio, Dorcas acabou subindo, por que eu precisava mudar de roupa. Coloquei um tubinho preto e azul escuro, tomara que caia e um salto, perfeito. Lene disse iriamos na Aphoteose, a melhor balada da cidade.

Chegamos lá e a festa já rolava solta, muita musica, e bebidas, como vinho, whisky e muito mais. As meninas se jogaram na pista.

─ Gente, vou ali pegar uma bebida! ─ disse depois de algum tempo.

Fui até o bar da balada e pedi um pouco de tequila. Eu adoro bebidas doces. Quando estava saindo do bar, dou encontrão com alguém, alguém esse que derruba vinho em todo o meu decote, a bebida fria entra por dentro da minha roupa, manchando e gelando meu corpo.

─ Ah não, olha o que você fez. ─ disse olhando o que fora um vestido azul, mas que agora estava todo manchado de vinho.

Olhei para o garoto, ele tinha os cabelos pretos e bagunçados, olhos de um mel esverdeado e um sorriso malicioso nos labios.

─ Quer que eu limpe pra você? ─ perguntou ele, olhando para os meus seios molhados com o vinho.

─ Parabéns! Você é o vencedor, essa é a cantada mais ridicula que recebi essa noite. ─ exclamei visivelmente irritada

Eu ia virando as costas, quando o garoto me segurou pelo braço.

─ Ei, espera ruiva. Não quer saber meu nome?

─ Não quero saber o nome do garoto que destruiu meu melhor vestido. ─ disse rispida.

─ Mesmo assim eu vou falar. ─ ele disse com aquele sorriso de canto, que ele imaginava que seduziria qualquer garota. Não sabia o por que, mas aquilo me irritou profundamente. ─ Me chamo James Po...

─ Não quero saber seu nome! ─ Me desvencilhei dele e sai procurando as meninas, morrendo de vontade ir embora.


Notas finais
Gente, hoje eu tive umas ideias novas para historia e mudei a Prévia. Bom, se quiserem deem uma olhadinha lá. *-*
E deixem reviews *-*
Recomendações também são bem-vindas cats :3333