Notas iniciais
O primeiro capitulo (assim como o ultimo) é maior que o normal, portanto os proximos episódios serão menores.

22 de Abril de 1999, 7h: 10m, no aeroporto John kennedy em Nova Yorque, Sarah, uma garota ruiva, de 23 anos esta com sua mochila, atrasada para o voo para a Austrália que havia ganho em um concurso de viagens junto com outras 9 pessoas. Ela esta perdida, e está 10 minutos atrasada, e achando que o voo decolou sem ela. Ela vê dois homens conversando, os irmãos Jack, de 23 anos, um rapaz que gosta de aventuras, e Kevin, de 25 anos.

Sarah: Ah, Por favor, poderiam me dizer aonde devo ir para pegar o voo para Austrália? Aquele do concurso. Ou ele já foi? Estou Atrasada.

Kevin: Ah, você teve sorte. Nós dois também ganhamos essa viagem. O voo está temporariamente cancelado por causa de uma grande tempestade no meio do oceano Atlântico, se tivéssemos decolado e nos encontrado com ela estaríamos perdidos.

Jack: Estão em reunião para decidir o que vão fazer. Se vão adiar, ou pegar outro caminho. Você teve sorte, caso contrário já teríamos ido sem você.

Kevin estende sua mão para Sarah, cumprimentando-a:

Kevin: Olá, sou Kevin Williams, muito prazer. E este é o meu irmão, Jack Willians.

Jack: Muito prazer.

Sarah aperta suas mãos se apresentando

Sarah: Igualmente, Sou Sarah Parker.

Kevin: Venha conosco, vou lhe mostrar aonde deve ir, o salão de espera. Estávamos voltando para lá agora.

Os três chegaram ao salão de espera, juntando-se aos outros entediados. Dois ainda dormiam. 01h25min depois chegou um homem, seu nome era Mark, piloto de avião e helicóptero, o organizador do concurso e da viagem. Também era o dono do avião em que eles viajariam, mas não estaria presente na viagem.

Mark: Olá, sentimos muito pela demora, e tomamos uma decisão. Vamos alterar o percurso e voaremos em direção a América central até o aeroporto de São Paulo no Brasil, onde faremos uma parada. De lá voaremos direto a Austrália. Façam o que quiserem ou precisarem agora, mas estejam aqui em 15 minutos para o embarque, porque não vamos esperar ninguém. Obrigado pela paciência.

Os dois que estavam dormindo, acordaram logo após isso, e não ouviram o que Mark havia informado. Um rapaz chamado Michael, os explicou. Sarah foi até a lanchonete para comer algo, e Kevin foi até ela.

Kevin: Então, você chegou atrasada. Teve muita sorte.

Sarah: É mesmo. Mas em geral, nem todos tiveram, pois o voo foi atrasado. Pelo menos não foi cancelado.

Kevin: É verdade. Então, porque você acabou se atrasando? Posso saber?

Sarah: Sim. Primeiro minha irmã Wendy, que ficou de me trazer, foi para uma festa ontem. Falei que ela tinha que acordar cedo, que eu devia estar aqui às 7h. Mas ela chegou tarde em casa. Eu acordei 6h, me arrumei e quando fui ver, ela ainda estava dormindo. Faltava 20 minutos, e eu acabei tendo que pegar um táxi. Mas o transito não estava muito bom. E acabei chegando 10 minutos atrasada. Se o transito não tivesse ruim, talvez eu tivesse chegado a tempo.

Kevin: Nossa! Sua casa não parece ser muito longe do aeroporto.

Sarah: Não, não é tão longe.

Aproveitando que estava ali, Jack pediu um sanduíche e um suco de laranja.

Logo, a irmã de Sarah, Wendy chegou no aeroporto e viu Sarah. E se desculpou.

Wendy: Sarah, me desculpe, por favor. Eu devia ter chegado mais cedo em casa, mas sabe como é... acabei perdendo a noção do tempo. Por favor, me perdoe.

Sarah: Tudo bem. Mas da próxima vez, não se esqueça que você pode ter um compromisso. Eu tive sorte do voo ter sido adiado por algum tempo, senão eles teriam decolado sem mim.

Wendy: Eu realmente sinto muito. Fico feliz que, pelo motivo que seja você não tenha perdido o voo. Eu achei que não te encontraria aqui, mas eu tinha que tentar. Mas por que o voo foi adiado?

Sarah: Por causa de uma tempestade no meio do atlântico. Agora teremos que mudar o percurso e chegaremos lá mais tarde do que deveríamos.

Sarah olha no relógio vê que faltam 5 minutos para embarque.

Sarah: Bom, tenho que ir, faltam 5 minutos para o embarque. Foi bom ver você, e obrigada por se preocupar. Até mais.

Wendy: Obrigada. Faça uma boa viagem, e divirta se.

Todos fizeram fila para entrar no avião. Depois que todos entraram, e se acomodaram, um homem se levantou antes do avião antes dele decolar, e como era um avião não tão grande ele podia falar com todos de uma vez sem precisar de microfone para que todos ouvissem. Seu nome era Willian, o guia de viagens à Austrália.

Willian: Bom dia a todos. Meu nome é Willian Jones, e eu serei o guia turístico pela Austrália. E antes do avião decolar quero dizer-lhes umas palavras. Nós passaremos duas semanas por lá, em um hotel. Cada um terá um quarto separado. Aqueles que forem casais, parentes, ou simplesmente quiserem ficar juntos, basta falar que providenciaremos um quarto de casal. Não saiam sozinhos sem minha permissão, e mesmo que eu dê, não vão muito longe. Sei que não são crianças, mas creio de nenhum de vocês foi até lá antes, e podem se perder, e não quero problemas. Se acontecer algo, eu, o senhor Mark, entre outros teremos problemas, e possivelmente não haverá outros concursos novamente. Obrigado pela atenção, e tenham uma boa viagem.

Willian pega um pequeno rádio comunicador, e se comunica com o piloto, avisando que ele já pode partir. O avião começa a taxiar e decola.

O avião está em direção a São Paulo, e todos os passageiros estão bem acomodados, e tem tudo para ser realmente uma boa viagem. Os irmãos Jack e Kevin sentaram-se lado a lado. Kevin estava bem animado, já Jack, não parecia tanto assim.

Kevin: Se estivéssemos indo para uma selva, cheio de predadores, você estaria mais animado.

Jack: Sim, eu estaria. Gosto de aventuras e perigos. Queria ter uma vida mais emocionante. Não que esta viagem não seja legal, mas preferia que fosse, quem sabe, uma selva africana.

Kevin: É eu sei, Mas sinceramente, você tinha que vir vestido dessa forma? Não estamos indo para uma floresta, ou aventura como você queria. Estamos viajando para o exterior, poderia ter se vestido com mais elegância, e não como se você fosse a uma floresta. O que os outros vão pensar?

Jack: Olha, eu me visto como eu quero, não estou nem aí para que os outros pensam. Eu me visto assim porque quero, e que se dane a opinião dos outros. Isso é problema meu.

Kevin: Ok, desculpe...

Sarah está sentada ao lado de Mary, uma mulher negra, de 28 anos. Entediada, ela resolve puxar assunto:

Sarah: Olá, sou Sarah Parker, como vai você?

Mary: Olá, sou Mary Johnson. Estou muito bem, obrigada. E você?

Sarah: Estou muito bem também. Obrigada. Já tinha viajado ao exterior antes?

Mary: Não. É minha primeira vez. Eu poderia ter ido a Paris, mas eu tive um filho, e precisava cuidar dele, pois meus pais não podiam, estavam de férias do trabalho, e não tinha com quem deixa-lo. Mas agora eles podem cuidar dele pelas duas semanas. Eles acharam que eu merecia viajar, e ter férias. Afinal, eu não aguento cuidar de um filho sozinha.

Sarah: Você tem um filho? Qual a idade dele? Como se chama?

Mary: Nick. Cinco anos. Ganhei ele aos 23.

Sara: Mas e o pai dele?

Mary: Me deixou sozinha depois de contar a ele sobre a gravidez. Ele não queria assumir o filho. Nunca mais eu o vi. Não tenho sequer como cobrar pensão, por não saber onde ele esta.

Sarah: Desgraçado...

Mary: Nem me fale. Mas e você? Tem filhos, namorado?

Sarah: Não. Eu gosto mais de liberdade. Não quero me prender a um relacionamento.

Mary: Faz bem. Essas coisas podem acabar com sua juventude.

Um rapaz, chamado Julian, estava lendo uma revista, quando outro rapaz, Jhony, puxou assunto.

Jhony: Olá, sou Jhony Lewis, como vai?

Jullian responde como se não quisesse conversa.

Jullian: Vou bem. E você?

Jhony: Vou bem também.

Jhony repara que esta lendo uma revista.

Jhony: Sobre o que é esta revista?

Jullian: Não tem assunto especifico. Será que pode me deixar ler em paz?

Jhony: Calma cara, desculpe. Na quis te atrapalhar.

Jhony ficou meio sem jeito. E vê uma garota, sentada bem atrás com cara de entediada. Ele foi até ela.

Jhony: Desculpe, posso me sentar ao seu lado?

Garota: Claro.

Jhony: Obrigado. Então, como se chama?

Garota: Jill Walker. E você?

Jhony: Jhony Lewis. Muito prazer.

Os se olharam bem profundamente. Conversaram um pouco, e em algum tempo, já estavam se dando muito bem.

Além deles, havia um rapaz chamado Michael, que estava sentado ao lado de outro rapaz, chamado Jhonatan, que estava dormindo.

O guia Willian estava sentado perto de uma mulher, que estava lendo uma revista. Ele parecia interessado nela.

Willian: Olá, muito prazer. Como se chama?

Mulher: Meu nome é Katy.

Ela parecia desinteressada em conversar.

Willian: Nome bonito. Afinal, você também é muito bonita. É casada?

Katy: Sim, sou casada, e tenho dois filhos.

Willian: Legal.

Depois disso, não puxou mais assunto.

Algumas horas se passaram. Todos tinham se conhecido melhor, até que perceberam que estavam sobrevoando uma ilha. Sarah ficou encantada com tamanha beleza que ela aparentava.

Sarah: Nossa que ilha tão bonita. Pena que estamos em grande altitude, e não dê para vê-la tão bem. Você sabe que ilha é essa?

Mary aproximou-se da janela para olhar, mas também não a reconheceu.

Piloto: Torre, estamos sobrevoando uma ilha desconhecida a oeste da Costa Rica. Poderiam identificá-la?

Torre (Voz no rádio): Vamos verificar. Não sabemos que ilha pode ser. Aguarde respostas.

O Piloto olhou para o copiloto, e o mesmo devolveu o olhar. E Ambos sinalizaram “não” com a cabeça. Os outros não se importaram muito, afinal estavam sobrevoando pela América central, e era apenas mais uma ilha. Já para o piloto, que não a identificava, estava achando estranho. Tinha montanhas verdes e vivas, era realmente muito bonita.

De repente, o piloto sentiu uma tontura, o copiloto achou estranho.

Copiloto: Esta tudo bem senhor?

Piloto: Está sim. Acho que comi algo estragado antes de dormir essa noite. Acho que foi o peixe.

Observaram agora que estavam sobrevoando um lago bem grande. Ninguém parecia ligar muito, mas Sarah olhava para ele, e começou a sentir algo estranho e uma leve tontura. Logo o avião deu uma balançada esquisita. O Piloto definitivamente não estava bem.

Copiloto: Senhor, o que há de errado?

Piloto: Nada não, eu só... Só...

Nessa hora o piloto desmaia sem mais nem menos sobre o manche, o copiloto não sabe o que fazer, se tenta acordar o Piloto, ou se tenta retira-lo para pegar o controle do avião. Era jovem e inexperiente. O avião se inclinou, os passageiros estranharam, o copiloto estava desesperado, ele retirou cinto, colocou a mãe no pulso do piloto e não sentia nada. Mesmo com a situação, ele ficou sem ação, e viu que o Piloto havia falecido misteriosamente. Os passageiros entravam em pânico, Sarah olhava para a janela e via o Lago se aproximando, todos sentiam medo, começaram a gritar, o copiloto tentou retirar o corpo do manche, mas ele estava pesado e isso dificultava. Os passageiros não sabiam o que fazer, eles se seguraram na poltrona o mais firme possível. Achavam que iriam morrer, o avião estava caindo. O copiloto, ainda não sabia o que fazer, e olhou para frente, e viu o lago bem próximo, desesperado, tentou uma ultima tentativa de tentar puxar o manche, mas o peso do Piloto atrapalhou. Não a nada que pudesse fazer.

O Avião cai no lago e afunda de uma vez até a asa. Depois disso, ele se posiciona menos inclinado, começa a afundar mais e mais. A água invade onde estão os passageiros, mas grande parte dela é bloqueada pela porta fechada da cabine, mas a qualquer momento, ela irá se soltar pela força da água, e entrará tuda de uma só vez. Até agora, ela só chegou à poltrona de Willian, mas todos sabem que devem sair o mais rápido possível, antes que o avião se afunde completamente. Jullian, em pânico, fica sem ar mesmo antes da água chegar até ele, nem mesmo consegue tirar o cinto. Willian e Katy, assim como todos os outros retiram os cintos de seguranças e estão muito apavorados. A inclinação do avião começa a ficar maior, todos tentam sair, mas a porta não abre. Todos se juntam para tentar arromba-la. Todos acabam ficando apavorados, sem saber o que fazer. O Avião está quase na vertical, e a água está quase atingindo a metade do compartimento. De repente, a porta não aguenta, e entra mais água ainda, deixando muitos submersos. Willian é um dos que está submerso e tenta subir, mas algo cai sobre ele levando-o para baixo. Jack corre para uma das saídas de emergência, e tenta abri-la, enquanto os outros, tentam inutilmente abrir a porta, esta que só se abre por um botão na cabine. Willian com muito esforço consegue subir, mas sua perna direita está ferida. E não demora muito, e o avião afunda no lago em direção ao fundo. Willian pega uma bóia, que estava em sua mochila, que pretendia usar para nadar em lugares fundos na Austrália, mas todos estão presos, e a água já estava em toda a sala. Não havia onde respirar. Jullian já está morto, Willian com a perna ferida. Quando todos estavam desistindo, e quase morrendo, Jack consegue abrir uma passagem de emergência no fundo do avião, e todos tentam passar por ela. Jack passa primeiro, seguido de Mary, Sarah, Jhony e Kevin. Willian pega sua boia e finalmente consegue subir. Jhony se lembra de Jill, ele volta para tentar salva-la, mas a encontra boiando morta nas águas. Todos eles nadam para cima, enquanto o avião afunda, levando Jullian, o Piloto, o copiloto, e o corpo de Jill, com a força de sucção para o fundo.
Quando conseguiram finalmente subir a superfície, respiraram e recuperaram o fôlego. Jack avistou algo que parecia ser grama a uma distancia, e avisou a todos. Todos nadaram até lá, onde conseguiram subir. Willian, que estava com a perna machucada, pediu ajuda, e Jack o puxou para cima. Todos respiraram, e recuperaram ar, e descansaram.

Sarah: Nossa! Eu realmente achei que morreríamos.

Kevin: Eu também. Devemos agradecer a Jack por abrir a saída de emergência. Caso contrário estaríamos todos mortos afogados agora. Obrigado.

Todos agradeceram a Jack. Se não fosse por ele, estariam mortos. Deitaram na grama, descansaram, chegaram até a dormir. Depois de alguns minutos eles acordaram, já estava quase anoitecendo, e já tinham se recuperado do acidente. Exceto Willian que ainda estava com sua perna machucada.

Kevin: Será que apenas nós seis conseguimos sobreviver? Enquanto aos outros?

Jhony: Jullian, um rapaz sem educação morreu afogado. Nem sequer conseguiu desprendeu o cinto. E vi o corpo de Jill, uma mulher boiando sem vida. Só sei que ambos estão mortos.

Willian: Eu tenho certeza que o piloto e copiloto estão mortos. Eles devem ter enfrentado algum problema no avião. Ainda três pessoas estão desaparecidas, e há uma verdadeira possibilidade de estarem todos mortos.

Jack: Acho que somos os únicos sobreviventes.

Mary: Devemos agradecer por estarmos bem. Eu não quero nem imaginar como meu filho ficaria se soubesse que sua mãe morreu.

Jack: Bem, acho que a viagem para Austrália já se tornou um fracasso. Pelo menos estamos vivos.

Willian: Oh Merda! A Viagem para a Austrália!

Kevin: Bom, devemos encontrar algum lugar para passarmos a noite nessa ilha. Não sabemos que animais vivem aqui.

Jack: Talvez tenhamos uma aventura. Hehehe

Sarah: Isso não é engraçado! Duas pessoas morreram, e não sabemos se outras três também não estão mortas! Devemos nos concentrar e pensar onde estamos, e achar um bom local para ficarmos essa noite.

Kevin: Sarah tem razão. E não podemos passar a noite aqui. Vamos andar um pouco e encontrar algum lugar antes que escureça.

Jhony: Alguém tem ideia de que horas poderia ser agora?

Kevin olha para o horizonte, e vê que o sol está começando a abaixar.

Kevin: Deve ser umas 16 horas. Vai escurecer em cerca de 2 horas, devemos encontrar um abrigo. Vamos.

Depois de alguns minutos de caminhada, eles param para descansar perto de um arbusto alto. Mary ouve um barulho estranho vindo de perto. Ela se distancia para investigar e faz uma pequena abertura no arbusto, e se assusta com o que vê, e chama todos para verem. Eles ficam sem palavras. Diante deles, estava um bando de Estegossauros, pastando junto com alguns triceratops, dois braquiossauros ao fundo, entre vários outros dinossauros herbívoros. Parecia um vale de dinossauros. Eles não acreditam no que vê. Até que Jack diz que ouviu falar de um parque de dinossauros.

Jack: É claro. O Parque dos dinossauros. Eu vi na TV há alguns tempo. Era um cara, se não me engano seu nome era Ian Malcon, que disse que foi para uma ilha junto com algumas pessoas, e nessa ilha, havia dinossauros recriados pela engenharia genética por Jhon Hammond. Três pessoas morreram. Dizem que a ilha Nublar, onde ficava o parque, foi destruída. Gastaram bilhões, talvez até trilhões de dólares para construir o parque, e gastaram mais uma boa grana para destruí-lo.

Kevin: Se foi destruído, como podemos estar aqui, e como explicar esses dinossauros vivos?

Jack: Com certeza deve ser a Ilha Sorna. O sítio B. Eu me lembro que alguns anos depois, ouve um incidente em San Diego. Estavam trazendo animais de uma outra ilha, a Ilha sorna, para fazer um parque lá. Infelizmente algo deu errado, e trouxeram apenas um T.Rex macho e seu filhote. Foi um caos total na cidade. Muitas pessoas morreram, mas conseguiram levar o Tyrannosaurus e filhote de volta para a ilha. É Isso. Esta é a Ilha Sorna.

Jhony: Oh, droga. Isso significa que podemos ser devorados pelos maiores predadores que já existiram.

Jack: Exato.

Kevin: Bom, conseguiu sua aventura, ein Jack?

Jack: É meio exagerada, e mais perigosa do que eu poderia querer, mas ta legal.

Todos, incluindo Jack, estavam amedrontados. Agora tinham que encontrar um abrigo seguro. Eles continuaram andando, faltava apenas uma hora para escurecer. Alguns ainda nem acreditavam que estavam em uma ilha cheia de dinossauros, e o que passaram no avião foi apenas o começo. Willian não caminhava muito bem, sua perna direita continuava doendo, mas não reclamava pra não atrapalhar ou outros. Eles entraram em uma mata mais densa, e ao caminhar mais um pouco saíram. E chegaram a uma área aberta, com mais mata a frente, um pequeno lago no meio, uma estrada, e do lado um edifício meio acabado e abandonado. Eles foram até a porta, e Jack o estranhou. Entraram nele, e viram vários ossos de dinossauros caídos no chão. Tinha sangue em algumas partes e uma faixa caída.

Jack: Não pode ser. Esse lugar parece com o centro de visitantes. Ian Malcon o citou algumas vezes na TV. Pela descrição e estado do lugar não há duvidas. Este é o centro de visitantes. Eu reparei até uma linha elétrica na entrada.

Sarah: Pessoas visitando uma ilha com dinossauros? Isso parece estranho.

Jack: No Parque dos dinossauros usavam cercas elétricas. Por isso poderiam trazer visitantes até aqui. Era seguro. Queriam comercializá-la. Mas um acidente fez os dinossauros se libertarem. Mas não faz sentido. Só havia centro de visitantes na ilha Nublar. Eu bem que reparei na paisagem e outras aspectos parecidos com os que Ian havia dito. Esta não é a Ilha Sorna, é a Isla Nublar!

Kevin: Mas como? Você disse que ela foi destruída.

Jack: Eu estou tão surpreso e confuso quanto você!

Sarah: Na é óbvio para vocês? Aqueles desgraçados gastaram uma fortuna preta na construção desse lugar. Queriam poupar uns milhões que fossem, e não a destruíram. E mentiram para não serem processados demais.

Mary: Faz sentido.

Willian: Bem, acho que podemos passar a noite aqui. Podemos subir até lá em cima onde os dinossauros não deverão ir.

Kevin: Eu concordo. Vamos subir e ficar por aqui essa noite. Amanhã veremos o que podemos fazer. Podemos explorar o local. Não sabemos o que pode ter aqui. Vamos ficar lá em cima onde é mais seguro.

Eles subiram as escadas. Só foi meio difícil para Willian por causa de sua perna. Mary reparou isso.

Mary: O que há com sua perna?

Willian: Ah, não se preocupe, algo caiu sobre mim no avião e acabei machucando ela. Não se preocupe.

Jhony: Quer ajuda?

Willian: Não obrigado. Eu me viro sozinho.

Jhony: Tudo bem.

Chegaram lá em cima, e viram muitas salas. Inclusive uma sala médica. Eles olharam mais, e viram uma sala que parecia ser uma sala de cinema. Entraram nela, e viram um grande telão transparente. Dava para se ver uma sala cheia de computadores. Eles foram até lá. Olharam o lugar. Havia ovos quebrados, uma sala com alguns embriões. Era a sala onde faziam os processos de DNA, pra recriarem os dinossauros. Viram até umas pegadinhas no chão. Ficaram bem impressionados. Mas à frente viram uma sala, com mais computadores ainda, com câmeras, entre outros materiais. Era a sala de controle. Viram uma arma jogada no chão, mas estava sem munição, viram uma porta com um vidro quebrado. Eles sabiam que coisas haviam acontecido por lá. E que poderiam explorar mais.

Kevin: Bom, Poderíamos explorar mais esse lugar, mas acho melhor passarmos a noite aqui. Alguns de nós estamos vestimos casacos, e roupas quentes, podemos usar como cobertores, e também vamos ter que aproveitar o calor humano, e por mais ridículo que pareça, é bom dormimos juntos.

Sarah: Mas ta na cara que algum dinossauro veio aqui e causou isso. A porta com o vidro quebrado, e a arma sem munição prova isso.

Jack: Devem ter sido Raptores. Ian Malcon falou algo sobre eles. Que todos haviam morrido. Um T.Rex pegou dois la embaixo e outro ficou preso em um galpão. Fiquem despreocupados.

Algumas horas depois, todos dormiram juntos, aproveitando o calor humano, que era praticamente a única coisa que poderia esquentá-los além de algumas jaquetas.

De madrugada, Sarah se meche para lá e para cá. Até que ela acorda, e ouve um barulho atrás da porta. Uma cabeça aparece na janela, e se vira para ela. Sarah viu que era um Velociraptor. Ela tentou acordar os outros, mas não conseguiu. O Raptor pulou pela porta, e correu em direção a ela. Quando ele ia pular em cima, ela se levanta assustada e vê que foi apenas um pesadelo. Mesmo assim ficou muito assustada, mas voltou a dormir. De manhã, todos estavam melhores. Kevin olhou em volta, e viu um telefone. Correu até ele, e quando o pegou, ele ouviu um barulho vindo de baixo. Parecia um rugido de um predador. Ele deixou o telefone, e junto com os outros, foi ver do que se tratava. Jack os reconheceu. Eram dois Metriacantosaurus. Predadores de porte médio, mas podiam fazer grandes estragos, e serem perigosos.

Jack: Fiquem calmos. Não se apavorem. Eles não podem nos pegar aqui em cima.

Os dinossauros olhavam para ele, foi em direção à escada, e diferente do que Jack havia dito os Metriacantosaurus surpreendentemente começaram a subir pelos degraus. Assustados, eles correram para dentro, os Metriacantosaurus os perseguiram. Eles viam que não podiam combatê-los, e o único jeito era fugir o mais rápido dali. E assim fizeram. Correram o mais rápido que podiam, mas Willian teve dificuldades, mas conseguiu acompanhá-los, e não foi pego. Eles saíram correndo do centro de visitantes, e se enfiaram na mata a frente dali.

Kevin: Puta que Pariu. Não sabia que alguns dinossauros conseguiam subir escadas.

Jhony: Nem eu.

Jack: Esse lugar é mais perigoso que poderia ser. Temos que tomar cuidado, e ficarmos o mais escondidos possíveis.

Mary: Bom, não vamos ficar aqui parados, aqueles dinossauros podem voltar.

Kevin: Mary tem razão. Mas não deve existir um lugar realmente seguro por aqui. Devemos encontrar um esconderijo. Isso sim.

Eles continuaram andando. E chegaram a um riacho. A água parecia ser boa, e beberam dela. Mataram a sede. Mas logo, apareceu um pequeno dinossauro.

Jack: O meu Deus! Procompsognathus.

Willian: Ele é bem pequeno. Não deve ser perigoso.

Jack: Um deles não, mas um bando sim.

Nessa hora, começou a aparecer vários Procompsognathus. Mais e mais.

Jack: Ah não! Fujam!

Todos começaram a correr, mas os perseguiram. Willian que estava com a perna machucada já não aguentava mais e caiu. Os Procompsognathus. Aproveitaram e pularam em cima dele.

Willian: Aaaaaaaaaahhhh! Socorro!!!

Todos tentaram ajuda-lo, retiraram vários dos dinossaurinhos de cima. Jack conseguiu espantar grande parte, mas três deles ainda continuaram a mordê-lo. Até que Jack acabou espantando-os também. Willian estava realmente ferido agora, e não conseguiria andar direito. Jack e Kevin o esporou em seus ombros e continuaram andando.
Até que eles encontraram uma pequena caverna, com uma pequena entrada. Lá eles entraram e descansaram. Willian mal conseguia falar.

Jhony: Não adianta. Se não fizermos nada ele morrerá.

Kevin: Eu odeio admitir, mas ele tem razão. Ele está muito ferido.

Sarah: Então, o que faremos? Não podemos deixá-lo morrer assim.

Jack: Só no centro de visitantes deve haver medicamentos.

Jhony: Tem que haver uma sala médica. Eu poderia ir correndo até lá, e pega alguns materiais médicos.

Kevin: Nem pensar! Isso seria muito perigoso. Os Metriacantosaurus podem estar lá ainda, e ainda corre o risco de reencontrar com aqueles dinossaurinhos. Quem sabe até mesmo outros predadores?

Jhony: Olha, eu nunca fiz nada importante na vida estúpida. Eu posso me arriscar. Até porque essa pode não ser a única vez que precisaremos de medicamentos.

Kevin: Eu não quero que mais pessoas morram e...

Jhony: Se não fizermos mais uma pessoa vai morrer! E quem sabe o que poderemos passar? Esses medicamentos podem salvar mais vidas. Eu preciso ir até lá, eu quero ir até lá, e você não pode me proibir. Porque você é só mais um de nós, não é nenhum líder para nos dizer que fazer!

Jack: Eu vou.

Jhony: Não, eu vou. Você pode gostar de aventuras, mas eu quero fazer algo importante. Você já nos salvou daquele avião, agora é minha vez de arriscar, ok?

Jack: Como quiser.

Kevin: Ta certo, eu não posso te proibir. Faça como quiser. Mas então é melhor ir rápido, ele pode não aguentar por muito tempo.

Jhony: Voltarei o mais rápido possível.

Kevin: Tenha cuidado!

Jhony saiu, e foi correndo. Kevin vê que Sarah não está muito bem.

Kevin: Olha Sarah, eu sei que nossa situação não é boa. Mas temos que nos manter calmos.

Sarah: Eu estou com medo. Estou assustada. Tenho medo de morrer.

Kevin: Todos nós estamos com medo, e sabemos que podemos morrer. Mas temos que ficar juntos, ok? Você precisa ser forte agora.

Kevin abraça Sarah, Mary se junta a eles.

Kevin: Vai ficar tudo bem, não deixaremos nada acontecer com você.

Jhony continua correndo até o centro de visitantes. Mas ele ouve um baralho. E vê o dois Metriacantosaurus de longe. Isso é bom, pois mostra que eles não estão mais lá, mas também mostra que ele deve ter mais cuidado, para não ser visto. Ele chega ao centro de visitantes, vai até uma sala medica, e pega várias coisas como remédios, gessos, faixas, curativos, entre outros. Ele encontra uma mochila e a usa para guardar tudo. Ele vai até a sala onde dormiram e aproveita para pegar alguns pertences dos outros. Mas ele sabe que quanto mais rápido for melhor. Ele nem repara no telefone.
Ele sai logo dali, mas não pode correr muito por causa do peso. Ele entra na floresta e anda o mais rápido que pode, prestando atenção no caminho. Tudo certo, aparentemente nenhum perigo a vista, até que ele ouve mais ruídos. Ele fica mais amedrontado.

Jhony: Devem ser aqueles dinossaurinhos, procom... sei lá o que. Preciso me apresar.

Ele continua correndo, e ouve alguns passos.

Jhony: Quem está aí?! Olhem, agora não é hora de brincadeiras!

Ele fica com mais medo. E ouve mais alguns ruídos. Mas pensa que são aqueles Procompsognathus. Ele continua correndo, mas faz uma tentativa de despista-los mudando um pouco o rumo. Na caverna, começam a ficar preocupados.

Jack: Já faz um bom tempo que ele saiu.

Sarah: Será que ele está bem?

Mary: Devemos esperar. Talvez ele possa ter pegado mais medicamentos do que o necessário. E ele pode estar vindo mais devagar, pelo peso e para não chamar atenção de predadores.

Kevin: Mary tem razão. Espero que ele esteja bem, e não tenha se perdido.

Nessa hora, Jhony chega cansado.

Jhony: Cheguei. Vim o mais rápido que pude. Peguei muitos medicamentos, mas também peguei alguns de nossos pertences onde dormimos.

Mary: Ah que bom. Tem algumas roupas na minha mochila. Eu não queria usar essa o tempo todo.

Agora todos se voltam para Willian. Eles fazem o melhor que podem.
Passou-se duas horas. Willian se sentia melhor um pouco, mas ainda não estava muito bem. Todos estavam torcendo para ele melhorar, mas de repente, e para o pânico geral deles, aparecem dois Velociraptores na entrada da caverna!

Jack: Puta que Pariu! De onde esses Raptors vieram?

Jhony: Esses filhos da mãe devem ter me seguido até aqui! Eram eles que eu ouvi!

Todos estavam apavorados e não conseguiam pensar em nada. Sabiam que iriam todos morrer, a não ser que os Raptores se contentem com apenar um deles, mas alguém iria ter que se sacrificar. Os raptores se preparam para saltarem, e nesse momento, surpreendentemente, Willian faz um ultimo esforço e se joga na frente dos raptores, para que eles o peguem.

Kevin: Não Willian!!!

Willian tenta dizer algo antes de morrer

Willian: aah, não sejam tolos, peguem tudo, e se mandem. Eu ia morrer de todo jeito! Não deixem que minha morte seja em vão!

Todos começaram a chorar e ficaram muito assustados também. Os Raptores aproveitaram, e fincaram sua garra em Willian, até que ele finalmente morre. Os outros pegaram tudo e fugiram sem olhar para trás, lamentando a morte de mais um.

Notas finais
Algumas curiosidades:-O nome dos irmãos Kevin e Jack Willians, é uma homenagem a John Williams, compositor da trilha musical dos dois primeiros filmes de Jurassic Park.-Jack é inspirado no personagem Stephen Hart(James Murray) e Michael é inspirado no personagem Connor Temple (Andrew Lee Potts), ambos da série britanica Primeval. Tanto que imagino determinados personagens na aparencia dos respectivos atores. Não apenas os dois, mas a maioria são inspirados em atores diferentes.-Nenhum personagem classico dos filmes aparece, mas são citados. Isso porque a história é idependente, e não tem relação com as histórias dos filmes e nem com os personagens. Fiz o maximo para não causar cnflitos entre os universos.