Juntos Por Toda A Eternidade
15 Capítulo 15 - PLAYBOY
Notas iniciais
O CAPITULO NÃO TA LÁ GRANDE COISA.
TO SEM TEMPO PRA ESCREVER!
FIZ AS PREÇAS, ESPERO QUE GOSTEM.
Capitulo 15
Depois do filme ficamos ali deitados por bastante tempo, nem um de nós queria sair dali, se um de perto do outro, eu não queria que aquele momento acabasse nunca.
-Stef? – me chamou, ainda com a cabeça escorada no meu peito.
-Sim? – perguntei.
-Você sabe que horas são?
-Não – falei e peguei meu celular em cima da mesinha, já passavam de quatro horas. – Quatro horas, quer um almoço quase jantar?
-Tentador – disse.
-Então o que vai querer?
-Qualquer coisa com massa – disse.
-O que, por exemplo?
-Você que manda você é o chefe italiano.
-Ok – disse me levantando.
-Vou pegar um cobertor mais quente, to com frio – disse, já era de se esperar, já que ela estava usando uma camisola preta, com preguiça de ir se vestir, não havia necessidade, estávamos bem longe de qualquer outra pessoa.
-Tudo bem.
Ela voltou alguns minutos depois, com um cobertor grosso, deitou no sofá e ficou me olhando enquanto cozinhava. Peguei o vinho e servi a ela.
-Isso parece tão familiar – comentou.
-Como assim?
-Meus pais... Depois que eu e Jeremy íamos dormir, ou pensavam que eu ia dormir, eles iam pra cozinha, meu pai cozinhava e minha mãe ficava assistindo. Eu pensava como seria bom quando eu encontrasse alguém pra ficar comigo, pra dividir esses momentos.
-E você encontrou esse alguém tão especial? – perguntei.
-Claro que sim, ele esta na minha frente fazendo uma pergunta idiota – disse se levantando e vindo na minha direção.
-Eu sou meio inseguro – me defendi.
-Não deveria, será que você não percebe que você é único pra mim. – disse chegando mais perto.
-Sou é? – perguntei a segurando pela cintura.
-Urrum – disse selando nossos lábios, apenas um selinho demorado – E nunca duvide disso.
-Desse jeito eu não duvido – disse a pegando pela cintura e a colocando em cima da bancada.
Ela passou as pernas por minha cintura, diminuindo ainda mais o espaço entre nós, ela sorriu contra meus lábios e se separou de mim.
-Ta muito apressadinho Salvatore. Termine o que esta fazendo primeiro.
-Eu posso fazer os dois ao mesmo tempo – tentei argumentar.
-Ah é? – perguntou – Então que cheiro de queimado é esse?
Só ai me toquei da fumaça preta que saia da panela, o molho inteiro havia torrado.
-Vou dar uma volta pela casa. Se importa? – perguntou.
-Não, pode ir.
Ela me deu um ultimo selinho e sumiu pela casa, fiquei pensando como o nosso tempo aqui estava sendo bom, sem interrupções, sem hospitais pra ela, não havia mais nada o que fazer, Elena parecia bem, ela fingia estar. Eu sabia de tudo, mesmo ela tentando esconder, ela foi ao medico antes de ir pra minha casa no dia do trabalho, ele havia dito á ela que não havia mais o que fazer, que seus rins estavam parando, e era apenas uma questão de uma semana pra ela piorar, a semana que eu irei transformar na melhor semana da vida dela.
-Stefan Salvatore o que significa isso? – perguntou aparecendo com uma revista da Playboy em suas mãos.
-Minha Playboy onde achou? – perguntei brincando com ela, eu já sabia qual seria sua reação.
-No seu quarto, junto com muitas coisas. – disse com raiva.
-Pode me dar? – perguntei, já sabia sua resposta.
-Claro, divirta-se com ela essa noite, vai precisar dela e das suas mãos – disse ela me dando as costas e se jogando no sofá, olhando para a parede. – Não sabia que você era desse tipo.
-Que tipo? – perguntei sem entender.
-Que colecionava revista de mulher pelada quando era criança.
-Quando se tem doze anos, seu pai te pressionando todos os dias você tem que achar uma diversão, pra não entrar nas drogas...
-Era bom pra você? – perguntou com raiva.
-Foi bom por um tempo, só que eu me mudei, conheci a garota mais especial do mundo e me apaixonei perdidamente por ela, e queimei todas que eu tinha comigo.
-Ótimo, aquelas vão ficar bem dentro da lareira. – disse se levantando.
Ela foi ate o meu quarto e pegou todas e jogou dentro do fogo na lareira.
-Adeus Miss de Junho, foi bom enquanto durou. — falei.
-Idiota – disse revirando os olhos.
-Então, jantar? – perguntei.
-Urrum- disse tomando um gole de seu vinho enquanto via as revistas queimarem. — Ardam no inferno prostitutas.
-Exagero...
-O que fez pra nos esta noite?
-Lasanha, você disse algo com massa.
-Perfeito, espero que esteja boa, pra compensar as suas atividades. E pra você não precisar suas mãos esta noite.
-Eu também preciso – falei. Ela comeu um pedaço da lasanha. – Estou aprovado.
-Precisará de suas mãos pra mim, me tocando Salvatore – disse em meu ouvido, seguido de uma mordida do meu pescoço, me deixando completamente arrepiando.
Notas finais
DEIXEM REVIEWS!!
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