Julie Stark

29 R: constroem uma máquina do tempo...


Notas iniciais
e tem outro!

Eu: o que deu nele Fred?

Fred: eu não sei, vamos lá!

– olha eu projetei isso a cinco anos e não sei se vai funcionar mais podemos tentar construir- disse Howard abrindo o holograma- comecei a projetar para dar um jeito de papai poder ver o vovô de novo, mais meio que percebi que estava perdendo tempo e parei com o projeto.

– como você acha que não pode funcionar! E muito possível! – eu gritei.

– você poderia ser a pessoa mais jovem a ganhar um premio nobel de física! – gritou Fred

– e mais como vou fazer para funcionar se falta um algoritmo na equação?! – ele gritou.

– deixa eu ver essa equação? – eu disse e peguei o papel- e um algoritmo logico, se analisarmos o resto da equação podemos ver que falta um 5, coloca isso e pronto!

– como você – ele disse tomando o papel da minha mão- mais e claro! Você e um gênio, olha isso Fred.

– você e muito boa nisso Julie! – ele disse olhando o papel- como você...?

– analisa esse negocio direito que você entende como- eu disse.

– pera – ele disse e olhou o papel- ata e mesmo.

– dããã – eu disse.

– pronto vamos construir uma máquina do tempo – disse Howard- ou melhor o J.A.R.V.I.S vai, qual o tempo de espera do projeto?

– 2 horas – ele disse.

– obrigado J.A.R.V.I.S. – disse Howard- vamos dar uma volta?

– pode ser, vamos a sorveteria? – propus.

– gostei – disse Fred- Howard?

– vamos –ele disse- eu dirijo!

Fomos ate a sorveteria e ainda passamos no Starbucks para um café, quando voltamos estava pronta (fácil, muito fácil).

– ei e bem legal – eu disse, a maquina tinha um formato parecido com a de uma esfera- vamos fazer um passeio?

– vamos, mais não podemos ir para uma época em que nos existíamos – disse Fred- se nós nos encontrássemos com nos mesmos causaria uma fissura no espaço tempo.

– e verdade – eu disse- vamos ver o vovô?

– como? – eles disseram

– vamos até a época da segunda guerra mundial, e ajudamos a o desenvolvimento do soro para o capitão américa, o vovô estava ajudando no desenvolvimento – eu disse- e também eu consigo mudar a cabeça das pessoas para elas fazerem o que eu quero.

– como? – perguntou o Howard.

– como isso – eu tirei o celular do bolso- eu posso emitir ondas eletro magnéticas para mudar a opinião das pessoas mesmo que a distância.

– e como você manda os comandos? – perguntou Fred (eu não contei a ele sobre isso)

– voz, pelo mais baixo que eu fale funciona – eu disse- só precisamos de roupas usadas na época, e nomes falsos.

– mais como vão nos deixar ajudar? – disse Howard.

– com isso posso fazer o que quisermos – eu disse apontando para o celular.

– como vamos conseguir essas roupas? – perguntou o Fred.

– no armário de fantasias – eu disse- tenho certeza que tem roupas da década de 40.

– vamos lá – disse Fred.

Escolhemos as roupas e ficaram muito boas, me maquiei, passei um batom muito vermelho que era usado na época, Howard se vestiu como um cavalheiro da década de 40, Fred parecia um típico adolescente mais também com certo toque de descrição, e eu parecia uma jovem estudante, saia ao estilo militar, camiseta branca, casaco, meia calça e salto alto.

– qual serão nossos nomes? – eu perguntei.

– não podemos usar o sobrenome Stark – disse Howard- seria estranho.

– concordo – disse Fred eles ficaram discutindo nomes mais fui pesquisar na internet.

– Edward – disse e apontei para Fred- Howard você se chama Anthony, e eu Mary.

– mais por que? – perguntou Fred

– são nomes comuns daquela época – eu disse.

– perceberam que são os dois nomes do papai né? – disse Howard- Anthony Edward Stark e o nome completo dele.

– e por isso que escolhi esses- eu disse- são nomes comuns daquela época mais ainda assim homenagem ao papis, e ainda acho que pode influenciar o nome futuro dele, vamos?!

– vamos – eles disseram

–vou ajustar a data – disse Howard.

– vou arrumar a mala – eu disse (claro que vamos levar outras roupas, não vamos ficar lá um dia)

– vou... vou fica atoa – disse Fred.

– arruma a sua mala Fred – eu disse- eu acho que e melhor não levar o celular né, vou só levar o dispositivo que pode ser preso na minha orelha.

– e bom ne – disse Howard que arrumava os comandos e checava o sistema.

– duas meias calças, três saias, blusas de outras cores, preciso de outros sapatos, não posso esquecer os casacos – eu disse.

– suéteres, duas calças sociais, terno, meias, pijama, sapatos – disse Fred

– pijama, vestido de festa – eu continuei- sapato combinando, maquiagem.

– pra que tanta coisa – disse Fred.

– eu preciso de roupas diferentes – eu disse

– está tudo pronto! – disse Howard- vamos?

– vamos.

Entramos na máquina e assim que estávamos partindo Fred perguntou:

– qual será nosso sobrenome?

– ae.... Murphy – eu respondi- e um dos sobrenomes mais comuns nos estados unidos.

– pode ser – eles disseram.

E adentramos no espaço tempo.