Julgamento
1 Prólogo: Epitáfio.
Notas iniciais
É confuso assim mesmo. Relaxem, tudo será esclarecido.

–Vamos voltar, antes que alguém nos note. Temos que chegar antes do anoitecer se quisermos falar com Asar.O homem tragou seu cigarro e franziu a testa.–Asar?–Você o conhece por Osíris. — A ruiva puxou seu manto ao seu redor.–Por que ele? Achei que isso fosse sobre Sokaris e o Tuat.A ruiva abaixou a voz enquanto ambos passavam por um grupo de homens na rua.–Eu também. Mas não é. Sokar não controla o que acontece, ele é um guardião, um acompanhante para a morte, não quem a controla. Além do quê, eles não diria algo como aquilo...Ele puxou o braço dela pra que ficassem cara a cara.–Falar o quê? Do que você está falando?Ela suspirou e se aproximou.–"A morte a ninguém espera". Sokar nunca diria isso. Ele é o eterno paciente da morte. –Achei que você havia mandado gravarem aquilo.–Eu sei. Mas eu não mandei. E a lápide estava lisa no começo do dia. Então a questão é: quem foi?
Notas finais
Digam o que acharam!
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