Notas iniciais
Desculpem essa escritora maluca pela demora da postagem, mas as provas acabaram esta semana e eu comecei a escrever de novo agora. Para compensar a demora na postagem vou postar varios capitulos por dia, hoje vou postar três.
J. desculpa de verdade pela minha demora, mas em época de prova eu prefiro parar tudo e ficar só estudando, mas agora vou voltar, espero que você tenha tido paciencia comigo e não tenha me abandonado. Esse capitulo tem uma surpresinha para você no final e esse demonio vai aprontar uma boa antes de morrer, mas isso é só mais la para frente.
Espero que gostem.
Bjosbjos
Ass.: D.

Diogo Narrando

Já era 15:30 quando começamos a nos aprontar para voltarmos para a estrada e aproveitar para começar a ir atras da historia e de como conseguiríamos achar aquele demonio.

-A Ana falou quem ele é e aonde mora?

-Na verdade, não. Apenas falou do caso e que era em Brasilia, mais nada. Desta vez vamos ter que procurar tudo.

Ela deu uma risada e concordou com a cabeça.

-Bom, esse caso vai ser bem complicado, um desafio para a gente sem a Ana para ajudar.

-Eu concordo com isso, ela fazia todas as pesquisas.

Ela entrou no carro com o notbook que ela tinha acabado de comprar em uma loja no hotel, na verdade, lutando contra o computador porque ela não sabia mexer.

-Essa porcaria não para de aparecer mensagens, o da Ana não fazia isso!

Entrei no carro e peguei o notbook da mão dela começando a instalar as coisas e o moldem.

-O da Ana já tinha tudo colocado e instalado, o seu é mais do que novo tem que mexer em todo.

Ela revirou os olhos e depois de tudo colocado dei o computador para ela.

-Bom, agora vamos começar por onde a Ana começava, procurando as pessoas que sumiram nos registros da policia e em reportagens, depois falamos com as familias e ver o que se encaixa com uma possessão.

Quando acabou de falar ela suspirou e abaixou a cabeça.

-Não sei como ela fazia tudo isso.

-Saudades?

-Muita.

-Daqui a pouco eles ligam ai você fala com eles dois, puxa a orelha deles.

Ela deu risada.

-Pode ter certeza disso!

Liguei o carro.

-Pronta.

-Sinceramente? Não.

Me aproximei dela.

-Mas eu estou aqui com você.

Ela sorriu e se aproximou mais, me olhando nos olhos. Completei o espaço entre nós dois. Esperei por aquele beijo desde que eu conheci ela.

Ela se afastou.

-O que aconteceu aqui?

-Uma coisa que sempre fui louco para fazer.

Ela ruborizou e começou a mexer no notbook para disfarçar, mas eu conseguia ver de longe que tinha um sorriso no rosto dela.

Respirei fundo e pegamos de novo a estrada para Brasilia.