Journey of Love
13 Capitulo 13
Notas iniciais
P.O.V OLIVER
Acordo de um pesadelo. Me mecho na cama tentando entender o que estava fazendo peso no meu braço esquerdo, só então me lembro: Felicity.
São poucas as vezes que eu acordo antes dela. É uma pena, pois não consigo ve-la dormir.
– Bom dia! — falo quando a vejo dar sinais de que irá acordar.
– Bom dia! — responde ainda de olhos fechados.
Eu fico olhando pra ela. Ela está tão linda, mesmo tendo acabado de acordar.
– Ai! Minha cabeça doi! — reclama fazendo uma carêta.
– Isso se chama reçaca! Acontece quando se bebe muito! — respondo com um sorriso.
– Eu sei o que é, gênio! — responde irônica. — Vai ficar me olhando ou vai me traser uma aspirina? — responde com uma arrogância fingida.
– Me desculpe, magestade! — falo pegando a aspirina na comoda.
[...]
Estavamos na sala vendo um filme, cada um em um sofá, quando alguem bate na porta. Levanto meio receoso, não estavamos esperando ninguem...
– Boa tarde! — fala um homem um pouco mais baixo que eu, todo de terno.
– Posso ajudar? — sou direto. Ouço Felicity levantar e se aproximar.
– Meu nome é Ray Palmer! Eu sou... Felicity!? — ele começa falando, mais se interrompe ao ve-la.
– Ray? — seu tom é confuso. Quem é ele? Como eles se conhecem? Varias perguntas passam pela minha cabeça, mais a unica que saiu foi:
– O engomadinho, sai daqui? — a frase sai meio sem querer. Tipo quando a Felicity fala sem pensar.
Eles me olham sem entender nada.
– Como? — ele pergunta com um semblante confuso.
– Olha. Vou falar sériamente com você agora e preciso que você me entenda. — ignoro os pedidos de Felicity pra eu parar de dar "Petí". — Minha linda amiga colorida e eu estavamos vendo um filme. Por favor saia da minha casa pois eu não gostei do jeito que pronunciou o nome dela e do jeito que esta me olhando como se eu fosse o maior louco desse mundo!
– Amiga Colorida? — repete o que eu disse.- Esse é um comportamento proteor de mais para alguem que é só sua amiga... Colorida. — Sua voz que antes era calma, agora é ignorante.
– Tem algum problema? Sim eu me preoculpo com ela. E realmente acho que sinto mais do que amizade e/ou atração física. — percebi o que eu falei. — E tambem acho que passei muito tempo com a Felicity, pois eu estou falando igual a ela... — quando eu falo a Felicity olha pro nada, como se proceçasse a informação que acabou de ouvir essa informação não deveria ter saido do jeito que foi...
– O que disse? — fala fechando a porta na cara daquele cara. Acho que me lembro dele, ele é dono da empresa que concorre com a minha! Onde Felicity o conheceu? Quer saber? Isso não vem ao caso agora, a final, acabei de meio que me declarar. Eu fico em silêncio. — O que disse? — tenta novamente me obrigando a falar.
– Eu disse que eu acho que estou sentindo algo mais do que uma atração física ou amizade... — repito.
– Algo como? — pergunta rindo. Eu não respondo. Me aproximo lentamente de seu corpo e a prenço contra a porta, inclino mimha cabeça roçando meus lábios nos dela. Nossas respirações recentemente aceleradas se misturam. — Me beija logo!
Eu não espero mais um segundo, preciono seus lábios nos meus em um selinho demorado que logo depois vira um beijo sedento e cheio de segundas intenções.
– Ah! Desculpem! — fala Roy — Eu vou voltar la pra cima. — ele está aparentemente envergonhado por ter pego a gente no flagra. O olho com ódio. Ele estragou o clima.
– Tudo bem! Eu e Oliver já estavamos subindo... — fala Felicity me puxando pela gola da camisa e me fazendo subir as escadas.
– Nós estavamos? Estranho... Achei que estivessemos nos pegando na frente da porta mesmo... — sou irônico, mas sempre com um sorriso no rosto.
– Achou errado!
– Sabe o que eu acho errado? — ela balança a cabeça negativamente. — Que, mesmo que acidentalmente, eu me declarei pra você e você não me respondeu nada... Você sente o mesmo? — minha voz é cheia de esperança.
– Antes que eu responda isso, me responde uma coisa: Você ficou com ciúmes de Ray Palmer ou foi só impressão? — ela é irônica.
– Eu adimito... Ciúmes. Mais não é justo! Ele é um babaca! E não pense que não vou querer saber como se conheceram. — falo me defendendo.
– É... Um babaca! — ela sorri. — Sim! — fala subtamente.
– O que?
– Sim! A resposta, é Sim! — olho pra ela com meu maior sorriso. Ela está vermelha e sorridente. A beijo e ela corresponde imediatamente. Ela se aproxima mais, fazendo nossos corpos, que já estavam colados, se precionem. Ela me empurra até a cama e tira a minha camisa. Passando a mão em todo meu abdomem. Tiro a dela, que sorri e desabotoua o fecho de seu sutiã. Nos viro na cama e a beijo apaixonadamente. Levo minha boca a seu seio direito o chupo e mordo enquanto ela se contorse embaixo de mim.
Com os dedos tremulos ela tira a minha bermuda e eu tiro seu short jeans. Brinco com o tecido de sua calcinha, e a tiro logo em seguida. A beijo novamente, e enquanto isso ela tira a minha cueca e acaricia meu pênis.
– Oliver! — ela fala com a voz rouca de tesão. Eu entendo oque ela quer, mais antes de a penetrar, a olho completamente nua bem embaixo de mim. Ela esta linda!
A penetro lentamente, tomando cuidado para não machuca-la. Quando já estou todo dentro dela, começo um movimento de vai e vem ritimado. Felicity geme de prazer e rebola contra meu pênis procurando mais atrito. Aumento a velocidade e seus gemidos ficam cada vez mais constantes, até que ela grita. O grito vem acompanhado de um longo suspiro de prazer. Ela goza e logo depois eu gozo. Respiro fundo e me jogo ao seu lado.
P.O.V FELICITY
– Acho que me apaixonei por você... — eu murmuro baixo.
– Que grande momento pra se apaixonar, não é? — seu tom é triste, o que faz meu coração se quebrar em pedacinhos ele não respondeu. – E agora eu estou morrendo de medo, pois não recebemos noticias dos malucos que estão nos perceguindo a dias e isso não pode ser uma noticia boa. Eu estou preocupado, não comigo... Estou preocupado com você!
– Olie! — O repreendo, mais ele ignora e continua a falar.
– Não! — da uma pequena pausa, organizando seus pensamentos. — Eu já sei por que eu fui te buscar na sua casa mesmo quando Laurel falou que você conseguia se esconder sosinha. Eu fui por que você de fato não consegue! Mais o mais importante, eu fui por que eu me importo! Me importo por que te amo! — fala e eu sorrio e o beijo apaixonadamente.
– Nada vai acontecer comigo! Eu sei disso pois eu sei que você vai me proteger! — falo segurando seu rosto entre minhas mãos. — Tive uma ideia! Que tal você me ensinar auto-defesa? Assim eu poderia ter pelo menos uma chance de defesa se por um acaso eu fosse atacada... — para um pouco parecendo pensar na minha ideia.
– Ótima ideia! Eu adorei... Não precisarei ficar me preucupando tanto com você, alem de ter a oportunidade de te ver de roupa de ginastica. — eu sorrio e bato em eu braço.
– E eu a chance de te ver mais tempo sem camisa! — retruco.
– Tarada!
– Você se confundiu, amor. O tarado é você! — falo e ele da um grande sorriso de canto.
– O que disse?
– O tarado é você! Ficou surdo?
– Do que você me chamou? — fala ainda sorrindo.
– De tarado! — ainda não estou entendendo.
– Não Felicity! Da primeira vez você me chamou de... — fico pensativa.
– Oh! Amor... Qual o problema? — meu tom muda pra preocupado. Será que fui rapido de mais?
– Absolutamente nenhum! — se aproxima e me beija rapidamente. — Eu te amo! — ele sorri.
– Eu tambem te amo! — nos beijamos, e o resto vocês já sabem...
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