Journey

35 Treinta y cinco


Notas iniciais
Último capítulo, migos. Sabe o que isso significa? CARRY ON MY WAYWAAAARD SOOOON *flashback com momentos da fic* fjdsldflsfj enfim, eu sempre digo que finais são um pouco insatisfatórios, então desculpa qualquer coisa. Mas tô torcendo pra que vocês gostem! ♥ Tá, chega de falar, é melhor vocês lerem logo porque tá monstruoso de grande esse capítulo! (Eu ia colocar o epílogo a parte, mas eu não tava a fim de abrir um capítulo só pra isso, sei lá dsjdksk anyway) Feliz leitura!

– Hm, alguém, é? E ela é bonita? — Bobby perguntou

– Então... eu acho que é melhor eu pegar uma cerveja pra você, tio Bobby.

– Aquela coisa toda de nunca mais querer outra torta. Você tá falando em casamento, garoto?

– Eu não sei, por favor, não use essas palavras fortes. Deixa eu terminar de falar.

– Você vai enrolar a moça, é?

– Não é uma moça! — Dean apoiou a testa na mão. A televisão era o único barulho no meio do silêncio dos dois. — Quando eu fui atrás do Sam, eu... conheci esse cara e... eu acho que eu gosto dele de verdade, tio Bobby. — Dean levantou a cabeça e suspirou. Puxa, como era bom dizer aquelas coisas em voz alta. — Você não vai falar nada?

– Wow. — Bobby arregalou os olhos — Eu vou aceitar aquela cerveja agora.

Deu uma corrida até a geladeira e encontrou seu pai fazendo um sanduíche na cozinha.

– P-pai, o que você tá fazendo aqui?

– Um sanduíche. — ele estava sério. Dean não sabia dizer se ele tinha ouvido sua conversa ou não. Talvez aquela fosse sua cara séria de sempre.

– T-tá tudo bem com o senhor?

– Sim.

– Tem certeza?

– Vai logo pegar sua cerveja.

– Ok. — presumiu que aquilo tinha sido apenas um chute inofensivo. Abriu a porta da geladeira — Ah, quase esqueci. A Ellen convidou a gente pra comer lá.

– Hoje eu só quero comer meu sanduíche e ir pra cama. — pegou seu prato e saiu da cozinha — Eu me desculpo com ela depois.

– Ela vai entender... — esperou seu pai sair da cozinha para falar uma meia dúzia de palavrões e chutar a geladeira. Respirou fundo e voltou para a sala com as duas cervejas na mão, como se nada tivesse acontecido. Bobby abriu a garrafa, enquanto Dean se certificava de que seu pai não estava mais lá.

– Calma, ele já subiu.

– Você acha que ele ouviu alguma coisa?

– Se ele ouviu, está fingindo que não. Mas senta aí, me conta mais sobre esse cara.

Dean virou o rosto depressa.

– Sério?

– Vai em frente, o choque inicial já passou. — Bobby respondeu, enquanto Dean ainda o encarava surpreso — Vamos, garoto.

– Tudo bem. — sentou-se — O n-nome dele é Cas. Castiel...

E depois de passar o resto da noite toda contando como foi sua jornada de verdade, Dean se sentiu mais confiante para talvez ligar pra Cas. Invadiu o quarto de Sam a procura do cartão com número que Gabriel lhe deixou e depois, ficou encarando para o pedaço de papel durante uma meia hora em seu quarto.

– Quer saber, ele deve estar ocupado. Nem deve se lembrar mais. — ele disse, enquanto discava o número — Eu vou me arrepender tanto disso depois.

– Alô? — alguém atendeu do outro lado da linha. Nunca foi tão bom ouvir a voz de Gabriel. Dean demorou um pouco a responder. — Olha só, isso é algum trote ou?

– Gabriel? Sou eu. Dean Winchester.

– Dean?! — riu — Nossa, achei que você tinha morrido naquele banco de carro, abraçando a guitarra.

– Sério, e você chorou no meu enterro?

– Não foi necessário, o que o Castiel chorou valeu por dois.

– Ai, cara, nem me fale. Ele tá aí? E-eu posso falar com o Cas?

– Não, ele não está, ele foi pro Tibete viver com os monges.

– O quê? — se tratando de Castiel, aquilo não era nada impossível — Sério?

– Não! — Gabriel riu muito — A gente tá aqui no meio de uma maratona de The Walking Dead, mas ele não quer falar com você.

– Eu duvido.

– Tá, você tem razão, eu tô mentindo. É uma maratona de Downtown Abbey. — Dean conseguiu ouvir um "Gabriel, me dá o telefone" ao fundo e depois um barulho de interferência, até que, finalmente, Cas pegou o telefone.

– O-oi. — Dean começou

– Oi. — era possível ouvir uma emoçãozinha vindo da voz de Cas — É muito bom ouvir a sua voz.

– É melhor ainda ouvir a sua. — Dean não conseguia parar de sorrir. Agradeceu por estar sozinho no quarto.

– Então, como você tá?

– Melhor agora. — Dean riu — E você?

– Eu não sei, com saudades do meu namorado, eu acho.

– Que otário esse seu namorado.

– Como eu faço pra visitar ele?

– Bem, hoje é natal, você pode pegar uma carona de trenó até a casa dele. — fez uma tentativa de piada — Ou sei lá, um helicóptero. Acho que é mais provável.

– É uma boa ideia. — Cas riu e eles ficaram em silêncio por uns segundos — Então...

– Eu... só liguei pra desejar feliz natal mesmo...

– Ah... Feliz natal, Dean!

– Feliz natal, Cas. — desligou e ficou segurando o telefone nas mãos por um tempo, pensando no que tinha acabado de acontecer.

E ainda não conseguia parar de sorrir.

***

– Onde você vai romper o ano, Dean? — Jo perguntou durante uma pausa do ensaio

– Na minha cama, dormindo, eu espero. — sorriu

– Mas por quê? — ela estava desacreditada

– Ele não considera ano novo uma razão para comemorar. — Sam disse, do outro lado do sótão, enquanto dividia uma garrafa de água com John — Ele acha que é só um dia como qualquer outro.

– Apesar de que os fogos são legais. Mas sim, isso aí que ele disse.

– Besteira, eu sempre consigo arrastar ele pra uma festa de ano novo. — John entrou na conversa — Lembra ano passado? Meia noite e você tava lá beijando aquela garota, é... Lisa?

– Sim. Bons tempos.

– E vocês me deixaram em casa com o tio Bobby, como de costume. — Sam comentou baixinho — Bons tempos.

– Então Jo, o Dean só tá amargo assim porque não tem ninguém pra beijar esse ano. — John riu sozinho e Dean começou a ficar levemente irritado.

– Bem, muita gente passa o ano novo lá no bar, se vocês quiserem ir... — ela convidou, meio sem jeito — deve ter muita gente pra beijar lá.

– Pai, eu posso falar com você um segundo? — Dean disse, saindo do cômodo, seguido de John.

– O que foi?

– Eu que pergunto. O que foi isso? — Dean sussurrou — O senhor tá tentando me jogar pra cima da Jo?

– Eu tô tentando te ajudar, ora.

– Então para com isso! Eu quero dizer, a Jo é legal, mas ela é só minha amiga, ok?

– Mas eu ouvi você conversando com o Bobby outro dia e... enfim, eu ouvi, Dean.

– V-você ouviu...? — Dean fechou os olhos — Se você ouviu, você sabe que não é da Jo que eu tava falando, né?

John consentiu em silêncio. Dean não acreditava que estava mesmo prestes a ter aquela conversa, àquela hora, sem nenhum aviso prévio ou preparação.

– Então, tá, eu namorei um cara. E daí?

– Por quanto tempo?

– Uma semana, mas...

– Talvez tenha sido só uma fase, Dean. Sabe, só curiosidade. Isso é normal.

– Não foi uma fase. — deu um soquinho na parede e virou o rosto para evitar o olhar de seu pai — Eu penso nele a droga do tempo todo.

– Para de besteira, Dean, você só tá confuso.

– Eu não tô confuso.

– Escuta o que eu tô falando, você só precisa ficar com uma garota de novo que...

– Epa, eu nunca disse que eu deixei de gostar de garotas.

– Então vamos voltar pro ensaio e esquecer essa história.

– Mas eu não quero esquecer essa história! E olha que eu tentei, mas não tem como. Droga, eu... eu tava feliz lá. Feliz igual a você e a mamãe.

– Não traga a sua mãe pra conversa! Isso é diferente, Dean...

– Então me explica qual é a porra da diferença! — levantou a voz, surpreendendo até a si mesmo. Provavelmente até Jo e Sam tinham ouvido. John começou a ficar vermelho. — D-desculpa, pai.

– O que tá acontecendo? — Sam colocou a cabeça pra fora da porta.

– Pra dentro, Sam! — os dois falaram ao mesmo tempo, enquanto se encaravam.

– Por favor, pai, não precisa ser assim...

– Última chance de voltar pro ensaio e esquecer essa palhaçada.

– Então, me desculpa. — virou as costas para John e correu para seu quarto. Sam veio correndo logo em seguida.

– V-você tá arrumando suas coisas? Ele te expulsou de casa?

– Não, eu que não aguento mais ficar aqui. — falou enquanto colocava um punhado de roupas dentro de uma mochila — Sabe, Sam, eu acho que acontece tanta merda na nossa vida que quando acontece uma coisa boa, a gente não devia deixar escapar.

– Mas pra onde você vai?

– Vai lá ficar com a Jo. E pede desculpas por tudo.

– Eu vou ligar pro Gabriel.

– Não precisa Sam.

– Espera aqui, não vai embora!

Nesse meio tempo em que Sam saiu do quarto, John parou na porta e ficou assistindo Dean fazer as malas.

– Olha, eu até esperava uma coisa dessas do Sam, mas de você? Nunca.

– Já chega, pai. — pegou sua mochila, sua guitarra e desviou-se dele para sair.

– Você vai abandonar a banda também? — John o seguiu pela escada até a porta.

– Eu não acredito que você tá pensando na banda numa hora dessas.

– Que bosta é essa? Eu saio por vinte minutos e vocês entram em guerra? — Bobby disse, entrando pela porta da sala, com uma sacola de compras na mão — Você não vai expulsar o menino, John! Pelo amor de Deus, ele é seu filho!

– Tá tudo bem, tio Bobby, eu preciso ir. Obrigado por tudo.

– Você tá louco? Tá um gelo lá fora. — Bobby largou as compras no sofá, trancou a porta e guardou a chave consigo — Tá todo mundo de cabeça quente e não se resolve nada assim. Amanhã vocês conversam melhor.

– Eu não tenho mais nada para conversar com esse mal agradecido!

– Cala a boca, John. Pode colocar suas coisas de volta no quarto, Dean. — Bobby ficou esperando suas ordens serem cumpridas — Anda, garoto!

Ninguém mais naquela casa estava com espírito de ano novo. John foi para cama cedo, assim como Bobby e Sam, aparentemente. Dean ficou acordado, olhando pela janela. Estava muito frio mesmo. Quando um barulho altíssimo e um vento forte invadiu seu quarto, começou a pensar que talvez sair andando naquela noite realmente não era a melhor das ideias.

– Que porra é essa? Um tornado? — deitou-se e tampou os ouvidos com um travesseiro. Em menos de um minuto, o enorme barulho havia parado, só para dar lugar a um toque-toque infernal no vidro da sua janela.

Dean levantou-se e abriu a janela, só para encontrar Castiel no seu gramado, tacando pedrinhas. Mas aquela não era a coisa mais inacreditável que avistou.

– Tem um helicóptero no meu quintal.

– Oi, Dean!

– Tem um helicóptero no meu quintal. — ele repetiu

– É do Balthazar.

– Ei, Dean? — um sussurro veio de dentro do quarto dessa vez. Sam estava parado na porta, coçando a vista — O Cas já chegou?

– O quê?

– Eu telefonei pro Gabriel e dei o endereço. — sorriu ao ver o quanto o irmão estava surpreso — De nada.

– M-mas... um helicóptero?!

– Tchau, Dean. — Sam correu e puxou o irmão para um abraço.

– Ok. — partiu o abraço — Diga tchau ao tio Bobby por mim.

– Pode deixar.

– E trate de entrar nessa faculdade, hein.

Sam concordou com um sorriso e ajudou Dean a passar suas coisas pela janela. Apoiando-se nos canos e na calha, Dean chegou ao chão com pouca dificuldade e antes que pudesse sacudir suas roupas, foi imprensado contra a parede da casa por Cas, que o recebeu com um beijo devastador. Dean correspondeu com toda vontade, mas interrompeu o beijo ao lembrar-se do fato de que havia um helicóptero no seu jardim.

– Mas será que você leva tudo ao pé da letra?

– Desculpa. — Cas olhou com uma carinha de desânimo. — Eu tentei vir rápido, foi numa hora ruim?

– Não poderia ter sido melhor. — Dean sorriu e acariciou sua bochecha — Ei.

– O quê?

– Eu acho que eu te amo.

*** Epílogo ***

Eram pouco mais de 15h. Sam estava saindo da sua aula de Direito Constitucional, quando percebeu que alguém acompanhava sua caminhada.

– Você tá tão crescido, eu mal reconheci. — Gabriel tirou o pirulito da boca para falar — Faz quantos anos, dois?

– Três. — Sam respondeu, mantendo o ritmo da caminhada — Você não mudou nada.

– Eu sei. Eu até tentei deixar a barba crescer uma vez, mas então o Castiel fez o favor de elogiar e foi aí que tive certeza de que tava brega.

– Ah, é? — Sam riu — E como vai o Cas?

– Desistiu da sociedade e está vivendo numa casa na árvore com o Dean. — os dois riram juntos — Mas sério agora, ele tá bem feliz. Eles estão.

– Isso é muito bom, muito bom mesmo. — Sam sorriu — Dean sempre liga no Natal e no meu aniversário, mas ele nunca diz onde está.

– É porque eles estão viajando. Ou melhor, estavam. — Gabriel parou na frente de uma cafeteria de esquina — Sabe, é melhor a gente se sentar um pouco.

Jogou seu pirulito fora, puxou Sam para dentro do estabelecimento e só voltaram a falar quando já tinham dois cafés e um pote de biscoitos amanteigados sobre a mesa.

– Tá tudo bem com eles?

– Sim, sim. — mexia o café com a colherzinha — É só que... ai, eu não posso falar, o Dean vai me enforcar com uma tiara.

– Como assim? — Gabriel ignorou a pergunta e continuou a mexer a colherzinha compulsivamente — Por favor, Gabriel.

– Ai, não faz isso comigo, Sammy. — suspirou

– Foi você que começou!

– Eu sei... É só porque eu acho que você merece saber... — respirou fundo — Tá, faz o seguinte. Dez horas, amanhã, eu te pego na porta de casa.

– Você não vai falar o que é?

– Dez horas.

***

Sam tinha se perdido um pouco com todas as voltas que Gabriel fez na estrada, mas podia jurar que aquela praia na qual pararam era a mesma que eles frequentaram na semana do festival, há três anos atrás.

– Gabriel, eu disse que não era pra estacionar em cima... — Dean veio correndo assim que viu o carro e parou quando viu quem estava lá dentro — Sammy? V-você tá aqui?

– Sim, graças a mim, de nada. E não adianta fazer a Madalena arrependida, Deano. — Gabriel disse, enquanto os dois saiam do carro — Se o Sam quiser te dar uma corça por não ter convidado ele pro seu casamento, não sou eu que vou impedir.

Mas Sam estava muito longe de estar zangado. Na verdade, ele não conseguia parar de rir.

– Que foi?

– Nada não. — ele riu mais um pouco — Muito punk rock seu casamento na praia.

– Podia ser pior. — Dean deu de ombros — Ele queria um casamento wicca. Você sabe o que é isso?

– Gabe, você não tem noção de como essa pessoa falava mal de casamentos na praia. — Sam se divertia — Eu adoro o Karma.

– Ah, cala a boca. — cruzou os braços e ficou assim mesmo enquanto recebia um abraço do irmão.

– Sam? — Gabriel cutucou seu braço — Assim não dá, ele tá batendo na porta do meu carro. Eu vou lá abrir.

– Ele quem?

– Ah, pode abrir, Gabe. — Sam arregalou os olhos — Então... desculpa, Dean. Ele quis vir.

– Eu não vou causar nenhuma confusão. — disse John, se aproximando dos filhos — Eu só precisava ver você.

– E o tio Bobby ficou em casa? — Dean estava de cara séria.

– Ele tá morando com a Ellen agora. — Sam comentou, mas resolveu sair de perto quando viu que nenhum dos dois estava prestando atenção.

– Então, — John quebrou o silêncio primeiro — você ainda toca?

– Profissionalmente? Não. — Dean abaixou os olhos e riu — Agora eu só toco para a minha garota.

– Você disse garota?

– Disse. — virou-se para o mar, de onde Cas vinha andando na direção deles, com uma menininha loira no colo — Ela tem três anos.

– Dean, o juiz de paz já chegou, vamos lá? — Cas falou, antes de perceber que o pai de Dean estava ali — O-olá.

– Wow. — John abriu um sorriso ao olhar para a menininha — Eu não estava esperando isso. Nossa, ela... ela é linda, Dean. Ela parece a sua mãe.

– Pai, ela é adotada. — Dean revirou os olhos.

– O senhor quer segurar ela no colo? — Castiel perguntou

– Eu posso? — Castiel fez que sim com a cabeça e John pegou a menina com cuidado. Cas e Dean se afastaram, enquanto Gabriel, Sam e John enchiam a pequena de atenção.

– E aí, você acha que seu pai já gosta de mim?

– Honestamente? Não. — Dean passou o braço por volta de Cas — Mas não é você que tem que mudar.

– É a sociedade que tem que mudar.

– Cala a boca, Cas.

– Eu também te amo, Dean.

Notas finais
DESTIEL É MEU SHIP SUPREMO DAS GALÁXIAS ENTÃO ELES MERECEM UM FINAL FELIZ QUE NEM UM COMERCIAL DE MARGARINA SIM! sjadkjsdjsaldjlsa Desculpa o ataque, eu tô emocionada. Mas sério agora, muito obrigada a todos vocês que leram. Eu juro que não tava esperando tanta gente assim. Essa fic era só uma historinha destiel que eu comecei a montar na minha cabeça na sala do vestibular, antes da prova, porque eu tava muito nervosa (lol pois é). Eu comecei por causa de mim, mas foi graças aos seus comentários lindos que eu consegui terminar (ai, que clichê, mas é verdade, gente, vocês não sabem o quanto eles incentivam ♥). Sintam-se amados. Bem, é isso, desculpa o textão. Talvez, quem sabe, no futuro eu faça um spin-off da fic focado em sabriel, então é, a gente se esbarra aí pelo site. ♥ Beijos em todos, EU AMO TODO MUNDO NESSA FESTAAA slsldksd tchau
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!