José Rodrigues: Mi Corazón.
4 Tentando seguir em frente.
Notas iniciais
Como sempre o Verytas encontrar-se lotado. O que é esperado para uma sexta à noite. Os estudantes circulam. Bebem e dançam desenfreadamente. Acho que eles pensam que o mundo acabará em breve.
Faço de tudo pra não pensar na Ana. É minha noite. No caminho para a boate decidi seguir o conselho dos meus amigos e exorcizá-la. Sei que não é fácil. Mas é necessário fazê-lo.
Apesar do grande movimento de estudantes no local, conseguimos localizar Clara e suas duas amigas em um reservado. Assim que Clara vê o Eric ela solta um exclamação e se atira nele. Eles trocam um beijo apaixonado na nossa frente. Sinto uma pontada de inveja. Will cumprimenta as outras meninas, eu fico de lado tentando passar despercebido sem sucesso.
– José! nossa há quanto tempo, que bom que veio. — Clara me cumprimenta assim que solta Eric.
Até a loira desmiolada percebeu a minha ausência. Uma das amigas dela. Outra loira. Acho que o seu nome é Megan sorri pra mim com interesse. Ela não me atiça. No entanto como estou exorcizando a Ana engato uma conversa com ela.
Menos de cinco minutos depois me arrependo amargamente. Essa garota tem o papo mais chato do planeta. Megan só tem um assunto. Ela mesma. Minha cabeça vai explodir se ouvir mais um “eu”. Bebida entorpecedora nem uma no planta vai me salvar dela.
Depois de um tempo resolvo ignora-la fingindo que a estou ouvindo. Enquanto ela fala de se mesma observo a pista de dança, o bar e os outros reservados. Perto de nós, quatro mulheres comemoram algo.
–... e que ela esteja sempre conosco.- entoa uma afrodescendente de corpo violão e trancinhas. Consigo ouvir por que ela está falando acima da música e as quatro se encontram a dois reservados do nosso.
– A Vida!- outra essa de cabelos castanhos dando no ombro entoa.
– A vida! — respondem as outras três.
Elas unem os copos no centro. E cantam.
– Arriba, a barro, a centro, a dentro!- cantarolam sorridentes e tomam a bebida de uma vez.
Só mente uma delas não tem presa de ingerir o conteúdo. Ela sorri bebericando a bebida aos poucos. A garota irradia felicidade. Apesar dos olhos serem tristes. O que me intriga. Passo a observá-la com mais atenção.
A garota é morena, seu cabelo castanho é curto dando a impressão que ela levou um choque, pois ele é espetado para todos os lados. Sua boca bem feita em forma de coração ostenta um sorriso cintilante. É ela não é meu tipo de mulher. A morena é muito magra, mais magra até que a Ana.
No entanto apesar da magreza ela é cheia nos lugres certos. Talvez seja modelo. Por causa da luz ambiente não diferencio a cor dos olhos.
– Você não ouviu nada do que estou dizendo o não é? – Megan reclama me fazendo olhar pra ela.
– Desculpe minha mente voou longe. — acho que apesar da sinceridade não foi o certo a dizer.
– Percebe-se. — fala emburrada.
Eita! Ela não quer minhas desculpas? Azar. Will me olha feio. Contenho-me para não lhe mostrar o dedo do meio. Irritada Megan me ignora. Graças a Deus. Sua nova vitima é o Will e a amiga dela.
Retorno minha atenção ao outro reservado onde estão as quatro. Agora três. A morena não se encontra entre elas. Esquadrinho em volta e não a vejo.
Onde será que ela foi?
Percebo de repente que só pensei na Ana por um instante. A morena me fez esquecê-la mesmo que por alguns segundos. Meus amigos diriam que tenho futuro.
Há vou atrás dessa mulher.
– Vou dar uma volta. — aviso a Eric. A boca dele está ocupada então ele me da um ok com o polegar.
Percorro todo o espaço procurando por ela, não a encontro. “Talvez ela tenha ido embora” penso resignado. Resolvo ir ao banheiro. Quando saio ouço alguém me chamar.
– José?
A voz vem de um lugar perto da fila do banheiro feminino. Ela agita a mão e me aproximo. Reconhecendo a mulher.
– Stella!
Agente se abraça. Stella é namorada de outro amigo nosso que morava no apartamento ao lado. Ele se formou antes da Ana. E não entrou mais em contato.
– Como é bom vela! E o Dan?- ele era ciumento então devia esta por perto.
Ela parece sem graça.
– Não sei dele, terminamos um mês depois da formatura. – revela jogando o cabelo preto para traz. Stella é descendente de japoneses.
– Sinto muito. — digo um pouco abalado apesar dos ciúmes dele os dois eram ótimos juntos.
Ao contrario de mim ela não aprece sentida, Stella toca meu ombro olha pra mim e morde os lábios.
– Eu não sinto, sabia que eu tinha uma queda por você?
Fico mudo, essa é nova pra mim. Ela fita o banheiro parece pensar.
– Eu vou ficar só essa noite na cidade. Uma amiga minha me emprestou o apartamento dela. É aqui perto. — ela fala tremula. Puxa o ar e solta. — eu nunca fiz isso então é pegar ou largar. José. Quer ficar comigo essa noite?
O que um homem em sã consciência, faz em um momento desses? No meu caso eu reflito. Stella nunca foi de se jogar ela é uma pessoa que pondera antes de resolver fazer algo. Uma mulher está se dispondo a ficar comigo ao menos essa noite. Em minha mente vejo a Ana sorri pra mim. “Ela é do Christian” grita meu inconsciente.
Olho pra Stella. Realmente olho pra ela. Porra ela esta gostosa simples, porém gostosa. Sinto meu pênis dar sinal de vida. A Ana não me inutilizou pras outras mulheres como eu havia pensado. Só pra Megan. Amém.
Levanto a mão e toco o rosto dela ela segue o movimento os olhos fechados.
– Agora?- murmuro dando uma mordiscada na orelha dela fazendo a se arrepiar.
Meu pênis vibra quando ela olha pra mim cheia de paixão. Estou começando a ficar duro.
– Sim. Por favor. — diz tremula.
Dou um selinho nela, mas demonstro que quero mais.
– Mostre o caminho.
Ela sorri me arrasta pela pista. Fala com um casal que me olhar com ar interrogativo. Ela não da muita bola e me leva ao apartamento que realmente não é longe da boate só a uma quadra.
O Prédio não tem elevador, vamos de escada ela não fala muito. Stella para no terceiro andar. Seguimos por um corredor bem iluminado até paramos no apartamento 56.
Com as mãos tremulas ela abre a porta. Ela me permite entra primeiro. Assim que ela tranca o apartamento ela vira e me olha incerta. Há não mesmo.
Sem uma palavra eu ataco a boca dela e a prenso na porta, nossas línguas travam uma batalha de controle. Suas mãos vagueiam em mim. Enquanto eu roço os seios dela por sobre o vestido. Ela geme em minha boca. A contra gosto me afasto. Ela ofega. Meu pênis quer liberação.
– José?- indaga tremula com um toque de incerteza.
– Muita roupa, tira o vestido. – ordeno.
Ela parece mais confiante agora.
– Por que você não vem aqui e tira?
– Você gosta dele?
Com um movimento de cabeça ela confirma.
– Então é melhor tirá-lo você mesma, por que em minhas mãos ele virará trapos. A calcinha também. — acrescento.
Muito lentamente. Acho que é pra me torturar. Ela retira o vestido. Os seios saltam convidativos, não os quero agora. Mais lento que o vestido ela retira a ultima peça. Antes que a pequena peça caia eu envolvo Stella em meus braços e volto a beijá-la. Só a solto pra abri minha calça e abaixá-la um pouco liberando meu pênis.
– Desculpe se não for delicado. — falo dando uma mordida de leve em seu lábio inferior. Levanto aperna direita dela.
Não espero resposta e a penetro. Stella me engole todo. Ela grita.
– Ahhhhh!!
Eu paro.
– A machuquei?
– Não. Continua José. — ordena rebolando.
HÁ. Obedeço com maior prazer. Pego a outra perna dela e ela e a envolve em mim. Seu interior é quente e eu me perco em sensações. Minhas estocadas são fortes. Sinto-a ficar tensa e então ela goza. Eu demoro um pouco quatro estocadas depois dela sinto a minha vindo. Mordo os lábios, mas mesmo assim solto um gemido rouco e gozo. Nossas testas se encontram, nossas respirações ainda irregulares. Minhas pernas tremem. Mas ainda sustento-a. Não sai logo dela. A sensação é boa.
– Quero mais. — ela diz.
– Me dê cinco minutos. E sou todo seu. — digo ofegante.
Stella ri eu rio junto. Com cuidado a deito no chão fico por cima. Meu pênis volta a ficar duro dentro dela sem estimulo. Eita!
– Já? – ela balanças sobrancelhas divertida.
Minha resposta é uma estocada bem forte que a faz jogar a cabeça pra traz e gritar. E continuo meu vai e vem frenético. Ela não demora a gozar eu vou em seguida.
Fazemos mais duas vesses uma no banheiro e outra em sua cama. Passo a noite com ela.
Às três da manhã meu celular toca. Stella que encontrar-se abraçada a mim resmunga e vira pro outro lado. Tateio atrás dele e atendo.
– Alô?- murmuro sonolento.
– Jose, é Ana.
Só em ouvir a voz dela. Deixa-me feliz e desperto. Então percebo que alguma coisa esta erada. Ela quase nunca me liga.
– Ana, oi! Onde você está? Você esta bem?
– Estou em Cannes, no sul da França e estou bem.
Ainda curtindo sua lua de mel. É o todo poderoso pode levá-la aonde quiser. Tenho um repentino acesso de raiva fria.
– Sul da França, hein? Você esta em alguém hotel de luxo.
– Hum... não. Estamos hospedados em um barco. — praticamente posso vela morder os lábios em embaraço.
– Um barco?
– Um grande... e luxuoso.
– Imagino. — digo friamente.
– José, preciso de seu conselho.
– Meu conselho?- se pareço atordoado é por que estou. Da mesma forma que ela raramente me liga, também é uma raridade ela me pedir um conselho. Isso me desarma. – Claro.
Ela quer presentear o Christian com um maquina fotográfica. Como não sabe qual marca é a melhor resolveu me chamar. Posso não ter o dinheiro dele, mas ao menos sirvo pra alguma coisa...
Oh merda! Olho pra Stella que ainda dormia. Eu estava indo tão bem. Suspiro e me acomodo melhor na cama, tento voltar a dormir.
Quem sabe um dia a esqueço.
Só não será hoje.
Continua...
Notas finais
Calma meninas estou trabalhando pra ele esquecer a Ana, mas leva tempo, vocês viram que ele tentou coitado. Mas quem apareceu ou ligou? Então um pouquinho de paciência.
Stella não é nossa heroína, é um dos nomes dados por uma de vocês minha lindas. Peguei emprestado. O que acharam dela? Querem que ela volte no futuro?
Enquete : Qual desses nomes vocês querem que seja o da nossa heroína?
Fernanda.
Luíza.
Isadora.
Maya.
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