Jonathan Davis
7 7th.
Formou-se um silêncio um tanto constrangedor, que rapidamente fora sucumbido pelo toque polífono do meu celular.
Abri o zíper da minha mochila e afundei a minha mão por entre a roupa amarrotada, tentando aceder ao objecto ruídoso. Achei-o e retirei-o com alguma dificuldade. Fiquei pasmo ao checkar quem era o remetente. Olhei para Gerard, que logo se tornou cúmplice.- Quer que eu atenda? — perguntou.- Sim, por favor.Sem hesitar, tirou-me o celular das mãos, espreitou o nome, e, logo percebeu que a minha situação era grave.\'- Sim? — Filho, volta para casa, por favor. — do outro lado a voz não parecia exaltada ou fervorosa, pelo contrário, parecia convidativa e amena. — Deve ser egano, senhor... — Não pode ser engano... Quem é você?!\'Gerard, desligou rapidamente a chamada, pis não teria argumentação. Voltando a sua atenção para mim, perguntou:- Pode contar-me o que aconteceu? Fugiu de casa?- Eu tenho um pouco de vergonha... Isto não vai soar normal e, tenho a certeza, de que não vai acreditar em nada daquilo que eu relatar... — divaguei.
Notas finais
hm... não ando a ter muitas ideias o quanto gostaria, lamento o capítulo pequeno e horrível.
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