Joking...
3 Capitulo 3
Notas iniciais
Assim que entrou no covil Oliver percebeu que algo estava estranho, ele deu alguns passos até que viu um homem sentado na cadeira que Felicity se sentava, ele se aproximou do arco e o pegou. O homem girou a cadeira e Oliver pode observa-lo claramente, parecia um palhaço, daqueles que as crianças tem medo, um palhaço medonho e assustador.
—Veja quem chegou! –Exclamou animado.
Oliver colocou seu arco em posição e apontou a flecha para o palhaço.
—Quem é você e o que quer aqui?
—Que direto... Gostei! Não sei por que a cupcake reclamou tanto de você.
—Quem é você?- Repetiu a pergunta.
—Prazer senhor Vigilante, eu sou apenas um pobre palhaço... Alguns me chamam de Coringa outros de Joker depende donde o senhor estiver, mas prefiro senhor Joker ...
—O que quer aqui?
Coringa fez uma expressão pensativa.
—Preciso da sua ajuda. –Falou de mau gosto, com um pequeno sorriso no rosto, como se esconde-se um segredo.
As partas se abriram e por elas entraram Megan/Felicity, Sara, Thea, Laurel e Roy. Todos olharam para Oliver em duvida.
—Olli, o que está acontecendo? –Perguntou Laurel com uma voz irritantemente fina, Megan desejou arrancar sua garganta fora.
Coringa bateu palmas animadas e Thea sentiu vontade de rir e abriu um pequeno sorriso, sempre adorou palhaços.
—Venham, venham! Quanto mais companhia melhor! –Ele olhou Thea e seu sorriso se alargou. –Olha, olha, uma estrelinha para iluminar o dia!
Todos encararam Thea que abandonou o sorriso.
—Não iremos te ajuda!
—Oras, oras, por que não senhor Vigilante?
—Temos outras preocupações. Agora, como entrou aqui?
—Que preocupações? –Perguntou Megan/Felicity surpreendendo a todos.
—Como assim ‘que preocupações’? A C.O.M.E.I.A!
—Desde quando isso é uma preocupação? –Rebateu, Megan estava animada, finalmente diria umas verdades para o senhor Vigilante. –Assuma logo Oliver, a C.O.M.E.I.A não é uma preocupação, ela só serve para você sentir-se mais másculo.
Megan olhou para todos os seus ‘parceiros’, sentiu que sentiria falta de Thea e Roy. Seu olhar parou em Oliver que ainda tentava ‘engolir’ o que ela tinha dito, de fato, o senhor Queen é muito bonito.
Se soube-se se divertir eu estaria perdida, pensou abrindo um sorriso e andando até o Coringa.
—FELICITY! –Gritou Oliver saindo do seu transe, dramático. –Venha para cá?
—Por que eu iria? –perguntou num tom de voz que eles não conheciam um tom de voz irônico.
—Você pode se machucar, não sabemos quem ele é. Apenas venha para cá, posso te defender.
—Você não sabe quem ele é? Coitadinho de você, está na frente de um assassino muito maior do que todos que você já enfrentou, lembra-se do palhaço de Gotham? Aquele que tentou matar o Batman? Coitado do morceguinho. –Sussurrou para si. –E, por favor, você iria me defender? Acho que deveria está pensando em como irá se defender!
Ninguém parecia acreditar no que Megan dizia, ela foi até o Coringa e abriu um grande sorriso quando ficou frente a frente com ele.
—TIO! –Gritou animada abraçando-o.
—Olá Cupcake!
Antes que alguém pudesse dizer algo o covil foi invadido por pessoas vestidas de palhaços e com fantasias de animações infantis.
—Felicity, o que... –Começou Laurel, dessa vez com a voz normal, mas foi interrompida.
—LAUREL! –Gritou Megan rindo, Laurel se assustou. –Ainda bem que se pronunciou. Tenho um presentinho para você.
Um homem/palhaço se aproximou com um buque de rosas brancas, igual ao que laurel tinha dado a Felicity anos atrás, Megan pegou o buque nas mãos e caminhou até Laurel. Sara e Oliver não saíram donde estavam.
—Lembra-se disso? Você mandou que eu leva-se um igual a esse, lembra-se? PEGUE! –Gritou, Laurel segurou o buque com medo. –Vou lhe contar um pequeno segredinho, promete guarda-lo? Eu odeio que mandem em mim! Odeio pessoas que se acham superiores... Então agora vamos brincar de um joguinho bem legal que aprendi com tia Harli, se você acertar eu lhe dou o antidoto!
—Antidoto? –Perguntou assustada.
—Para o veneno. –respondeu calmamente, como se estivesse falando do tempo.
Laurel não conseguiu perguntar mais nada, suas mãos começaram a queimar e logo adquiriram uma cor vermelha, era o sangue, ele começou a sair por seu nariz e ouvidos.

—Tchau, tchau Laulau! –Disse vendo-a pedir ajuda.
Megan se virou saltitante para o lado do tio J, ele estava com um sorriso psicopatamente orgulhoso. Sara e Oliver foram até Laurel.
—Cuidado, quem tocar nela se contamina e eu só tinha um antidoto e eu usei em mim! –Aviso-os.
—Vamos direto ao ponto, como o senhor Vigilante gosta, vocês vão nos ajudar com algo.
¥
Sara estava chorando.
—Por que te ajudaríamos? Vocês mataram minha irmã! –Megan revirou os olhos.
Não foi o Coringa que respondeu, foi Megan.
—Por três motivos! Primeiro: Você não se importava tanto com sua irmã, nunca se importou para falar a verdade, pegou o namoradinho dela sem dó nem piedade, depois fugiu com ele. –Sara se encolhia a cada palavra dita. –Esse é seu maior pecado Sarinha, bom pelo menos dizem que é. Segundo: Porque vocês precisam da minha ajuda para deter a C.O.M.E.I.A e só eu posso ajuda-los. –Megan abriu um sorriso triunfante. — Eu posso parar Damian Darhk e faze-lo se ajoelhar aos meus pés quando quiser. E terceirinho e ultimo, mas não menos importante, eu implantei pequenas bombas dentro de cada um, elas são pequenas como grãos de arroz, mas potente como uma dinamite! Morrerão antes que possam me mandar um tchauzinho!
Ninguém (Sara, Thea, Roy e Oliver) podia acreditar no que ouviam.
—E Diggle?
—Muito boa seu pergunta Thea, Diggle não ai ser afetado, ele é meu amigo! E sabe quem sou e o que quero, sabe também que se me ajudarem não farei mal a ninguém.
Oliver a encarava com decepção, raiva e ressentimento, por Laurel, por todos eles, por ele.
—Por que está fazendo isso conosco? –Perguntou magoado.
Megan deixou o sorriso morrer, como se tivesse recobrando a consciência e voltando a ser Felicity, mas logo um sorriso mais psicopata e doentio surgiu no seu rosto.
—Sempre á pessoas acabando com a diversão, essas são as pessoas que mais odeio... Há pessoas mais divertidas que outras... Mais importantes que outras... E quero uma dessas pessoas de volta, elas são mais importantes Olli. —Fingiu a voz de Laurel ao pronunciar o apelido.
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