Johnny... O bom detetive
44 Parte 04: Predestinados // Capítulo 15: Entre chupões e bola gato
Notas iniciais
— Essa é a visão do paraíso. Seu corpo é perfeito e é tão branquinho. Dá vontade de deixar marcas por todos os lados.
A jaqueta foi retirada imediatamente tal como a calça e a camiseta. A visão que Lucas teve foi a de Johnny apenas de cueca boxer na cama. As últimas peças, as botas, foram retiradas. O moreno cheirou a planta do pé, lambendo em seguida e chupando os dedos. O rosto lascivo do alfa dominante fez com que o coração do ômega disparasse.
— Vou gozar só de me olhar assim...
— Xiu. Melhor ficar caladinho enquanto faço o serviço. — Lambeu os dedos dos pés, passou a língua por toda a extensão da perna até dar uma mordida na coxa esquerda. Johnny gemeu.
— Pensei que... ah... que fôssemos logo para o finalmente como antes.
— Não se preocupe. Antes estávamos no cio. Agora é diferente.
Lucas mordia cada extensão das pernas e coxas do parceiro. Deixou marcas de chupões e mordidas na pele clara e sem pelos.
— Como fui? — Fez contato visual, escorando o queixo sobre a cueca. Johnny estremeceu com aquela estimulação. Estava duro e ainda por cima a cabeça de Lucas fazendo peso em seu membro.
— Bom.
— Nessas horas precisamos ser sinceros. O sexo precisa ser um momento de puro prazer. — Encostou a cabeça de lado e roçou no pênis do outro como se estivesse dando um "sim". Por fim, abocanhou o membro ainda sob a cueca. — Essa coisa já está assim? Ainda nem começamos.
— Fica roçando tua cabeça de cima na minha cabeça de baixo. Deu no que deu.
Lucas soltou uma gargalhada, irritando Johnny.
Antes de tirar a cueca, Lucas subiu o abdome trincado de Johnny com beijos e lambidas. Passou por cada músculo abdominal, lambendo o umbigo, e chegando aos peitos. Abocanhou o mamilo esquerdo e apertou com os dedos o direito. A atitude foi inédita para o detetive. Em nenhum momento sentiu tanto prazer antes do sexo.
— Me sinto estranho.
— Como? É ruim ou bom?
— Humph... não é ruim. Apenas me sinto estranho.
— Pense que isso é o que as mulheres sentem quando vão amamentar — mordeu o mamilo.
O cheiro doce praticamente embriagou o alfa. Ele cheirava a pele branca do ômega como se fosse o último resquício de oxigênio. Chegou até as axilas.
— Espera. Isso não é nada higiênico.
— Do que está falando?
— Eu tô suado. É sério que vai lamber minhas axilas?
— Seu suor é perfume pra mim. — Segurou os dois braços de Johnny. Meteu o nariz na axila direita, causando uma crise de risos no companheiro.
— Eu tenho cócegas aí.
Mas Lucas não deu muito ouvidos. Lambeu, cheirou as duas axilas. Passou a chupar o pescoço até finalmente chegar na boca. Ambos succionavam com as suas línguas.
— Ah... ah... espera. Se continuarmos assim, vou gozar rápido. Preciso tomar um banho.
— Já disse que não precisa de banho.
— É serio. Eu tô com tanto calor que sinto que vou morrer derretido.
Lucas deixou uma marca roxa de chupão no pescoço antes de sair de cima. Ambos respiravam profundamente. A cueca boxer ficou molhada pelo lubrificante natural que insistia em sair do ômega.
— Okay, chefe. Se é banho que você quer, banho é que tomará. Eu te darei uma ajuda.
O alfa ficou nu. Seu pênis quase rijo chamou a atenção do ômega, que segurou com a sua mão. O ato pegou de surpresa Lucas.
— Você tem uma trena?
— Oi?
— Uma trena.
— Por que quer uma trena no meio do nosso sexo?
— Tem ou não tem?
Lucas pegou o objeto dentro de uma caixa no guarda-roupa.
— Aqui está. Agora pode me dizer para que tanto quer isso?
— Obrigado. — Com as duas mãos, Johnny masturbou o colega até o membro deste ficar endurecido.
— Puta que pariu. Não acredito que você tá fazendo isso. — Disse, ruborizado. — Quanto mediu?
— 22 centímetros. Essa anaconda entrou em mim. Como?
Depois de uma pausa para medir o tamanho do pênis do Lucas, Johnny retirou a cueca e foi para o banheiro.
Minutos depois...
— O que pensa que tá fazendo?
— Te ajudando a se banhar hehe.
Literalmente o moreno banhava Johnny. Pegou a esponja de banho, esfregando as costas do companheiro. Passou shampoo da Dove nos cabelos pretos, causando bastante espuma.
— Ai meu olho. Tá ardento.
— Espera. Tem a ducha da privada. Põe o olho e aperta aqui.
— Assim? Merda. — Johnny se inclinou um pouco para frente a fim de usar a torneirinha e tirar o shampoo do olho. O moreno viu o bumbum macio e volumoso na sua frente, dando um tapa. — E que porra foi isso?
— Hehehe. Eu sempre quis fazer isso. Adoro uma bunda carnuda.
— Cretino. Aposto que olhava para a minha bunda várias vezes.
— Claro que sim. — Pegou Johnny pela cintura, aproximando-o e dando um beijo na boca.
Com o dedo do meio, Lucas limpou o orifício do parceiro. Fez movimentos circulares.
— Esse lubrificante dos ômegas é sensacional. Nem preciso comprar no sex shop. É por isso que eu te escolhi como meu casal. Nunca me conformaria foder betas.
Virou Johnny, agachou-se, beijando a glande dele. Olhou o rosto avermelhado do ômega antes de iniciar um sexo oral ali mesmo.
— Gosta quando faço um bola gato?
— Pa-para de dizer tais safadezas.
— Não seja tão certinho. No momento do sexo, vale tudo.
Johnny sentiu todo o seu órgão dentro da boca do moreno. Ele era muito bom naquilo.
— Tô quase... — Ele ejaculou na boca do alfa. — Cospe. O quê?
— O sabor é irresistível.
— Você engoliu. Por que fez isso?
— Eu não podia deixar cair uma gota.
— Cachorro — Johnny deu um cascudo nele. — Até parece que eu sou uma vaca leiteira e você um bezerro.
Lucas lambeu os lábios depois de beber o que tanto quis, voltou a beijar o namorado.
— Segura meu pau. Assim. Sente isso. Sentiu? Isso vai ser o tanto que vai entrar nesse seu traseiro gostoso. Até o talo. Vai arregar?
— N-não...
— Bom garoto. Pois se prepara. Eu tenho caixa de preservativos. Hoje eu vou acabar com todas as camisinhas da caixa. São seis.
— SEIS?!!!!
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