John Peteehan - a Aventura Começa Aqui!

4 Capítulo IV - O Pelliper e o ovo misterioso!!


Notas iniciais
John Peteehan encara mais uma chuva a sua frente. Mas agora um Pelliper o sequestrou. O que será que ele vai fazer? Como será que ele vai chegar a Floaroma?

Já chovia mais forte naquela hora. Nada como um temporal daquele dia, não. Apenas uma \"garoa\" desta vez. A chuva era fina e intensa, mas sem raios ou trovões. Chimchar estava em sua pokébola, pois não gosta de chuva. E outros pokémons? Bah! Não tenho mais nenhum! Eu queria outro. Na primeira oportunidade, eu iria pegar meu segundo! Correndo na lama, com minha calça jeans convencional suja, avistei um Pelliper cortando os céus desengonçado com uma sacola presa na boca.

— Estou vendo coisas ou aquele Pelliper quer ser um Delibird? — Pensei eu, confuso.

Todo treinador pokémon sabe que o Delibird tem um dilema: entregar presentes. Ele é como um carteiro, que voa pelo céu com seus pacotes para dar para alguém. Seu único ataque é o presente explosivo, que é como uma bomba dada de presente. Ele é conhecido também por ser o entregador de presentes do Papai Jynx, que todo natal entrega presentes para todos.

— Ahh! — Gritei eu sufocado pela gola da minha camisa, quando fui levantado pelo Pelliper e carregado até a toca dele, no alto de uma gigante árvore.

— Ei! Essa árvore parece com... — Falava eu desajeitado comigo mesmo, enquanto procurava entre os cartões postais. — Fortree! Uma das Fortrees! Que maneiro! Ouvi dizer que a cidade que fica perto dessas árvores leva esse nome também! Que divertido!

Já anoitecia, e estava sem minha pokétch e sem minha mochila, Pelliper havia levado tudo para um canto do ninho; um buraco, no qual ele dormia sobre.

— Agora o jeito é dormir, né. — Então eu dormi e esperei o dia seguinte.

De manhã, fui acordado por bicadas do Pelliper. Logo atrás estava o Chimchar, caído sobre as folhas da toca no alto da árvore. Ele parecia... molhado? É, acho que sim. Pelo que parece, ele saiu da pokébola para me proteger e levou uma surra. Agora eu tava com raiva. Mas o Pelliper não parecia maldoso. Ele ficava com um ovo azul na boca e me bicando. Como se.. quisesse me dar o ovo. Será? Eu não sabia, mas eu aproveitei o momento e peguei o ovo da boca dele, peguei minha mochilha e minha pokétch, botei o Chimchar na pokébola e pulei 30 metros abaixo. O Pelliper ficou olhando, e subitamente usou o psíquico, que me fez aterrissar seguramente no chão molhado e lamacento. Depois ele usou o ataque Sol Da Manhã, que fez a manhã se abrir num sol lindo. Eu entendia nesse momento que ele queria que eu pegasse o ovo. Era um presente para mim.

Algumas horas depois, depois de treinar um pouco o Chimchar contra um treinador de Mareep (foi uma batalha acirrada, mas eu venci a disputa), cheguei a Floaroma. Havia um portal na cidade escrito: \"Floaroma, a cidade das rosas e tulipas\". Foi divertido, tinha uma feira lá. Comprei alguns poffins. Minto, comprei VÁRIOS poffins, pois não sei fazer direito eles e meus pokémons precisam de comida. Pera, eu disse isso? MEUS pokémons? Eu ainda não tenho 2 pokemons, isso demonstra que estou com muita vontade de tê-los. E esse ovo, ia chocar quando? Que pokémon ia nascer dele? Eu não fazia a mínima ideia.

Entre um restaurante e outro, encontrei um monte de gente fantasiada. Parecia um carnaval aquilo ali. Na floricultura, achei a Thaz. Estava com seu mais novo Budew, que pude reconhecer pois enrolava seus chicotes nela e abraçava.

— Oi Petee! — Disse ela, quando me viu.

— Oi. — Disse eu — Esse Budew é seu novo pokémon?

— Ow, sim. — Disse ela, com a voz mais fraca e triste. — Sabe, o Piplup..

— O que aconteceu? — Eu estava meio preocupado, de algum modo.

— Ele não gosta de mim. É muito raivoso, muito demais para um Piplup. Então tenho treinado mais a Budew, pois é carinhosa e charmosa.

— Ah.. — Eu estava interessado no Piplup, adoro Empoleons, gostaria de ter um. — Que pena. Bom, então, como estão os torneios?

— Ah... não participei de nenhum ainda. Esse vai ser o primeiro! Tou super confiante!

— Que bom! Então vamos para lá?

— Vamos! Como tão as batalhas de Ginásio?

— Uma insígnia!

— Parabens!

O torneio estava começando. Vários treinadores mostrando suas habilidades. A Thaz atuou com o Budew. Ele usou os esporos atordoantes, e depois usou as folhas mágicas. O brilho das folhas mágicas refletiu nos esporos, fazendo o Budew brilhar, e logo depois ele usou plantar raízes, então seus chicotes saíram pela terra, batendo nas folhas mágicas que giravam rapidamente em volta de Budew, fazendo ele aparecer denovo triunfante. Boa estratégia, desse jeito Budew ficou muito feliz e foi muito aplaudido, o que lhe rendeu muitos pontos.

Depois veio a segunda fase. Todos os pokémons foram vestidos, e em seguida dançaram. Budew foi meio atrapalhado. Thaz foi classificada entre os 8 primeiros, para o 3º round. Começavam as batalhas.

— Vai Thaz! — Dizia eu.

— Moleza! — Ela dizia. Budew vai! Esporos atordoantes!

— Não, Dratini! — Dizia seu adversário, que obviamente tinha um Dratini.

— Dratini! Use sopro do dragão!

— Budew, desvie e use espinhos venenosos!

Dratini: x-x

Thaz venceu as quartas de finais, e assim foi também na semi-final.

— Vai, Charmeleon!

— Vai, Budew!

— Charmeleon, garras de metal!

— Budew, folhas mágicas!

Charmeleon: \'~.~

— Budew, continue com folhas mágicas!

— Charmeleon combustão!

— Budew esporos atordoantes!

Os esporos atordoantes mudam a habilidade do adversário para insônia, e então o Charmeleon perde o combustão.

— Charmeleon! Vai! Lança-chamas!

Budew: x-x

— Volte Budew. Você fez o que pôde.

— Valeu Thaz! Me deu a insíginia de graça!

— Olha, ôô... coisinha, eu perdi hoje mas vencerei o resto da minha vida!

— Meu nome é Anderson, e maluquinha nunca irá vencer!

— Olha os insultos! — Disse o senhor Contesta, chefe dos torneios.

— Humpft — Exclamou o Anderson.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.