Jogos entre guildas
1 Prólogo: A decisão
Notas iniciais
Bom, minha primeira long-fic (a ideia dela surgiu durante uma aula de matematica, cade meus colegas agora dizendo que eu não sou produtiva nessas aulas, hein -q)
A capa não é de minha autoria, achei a imagem no google imagens (o site não entrava) cortei um pedaço dela e coloquei o titulo, se alguém souber quem é o autor, eu agradeço ^^
Ah, e só mais uma coisinha, esse conselho da magia que aparece ai é totalmente inventado, personagens originais, ok? Não segue o padrão do mangá nem as referencias originais, então antes de virem xingarem "ain, no manga num é assim..." lembrem que isso é uma fanfic, fan, fã, fic, ok?
Era só isso mesmo, espero que gostem, se divirtam e vejo vocês depois, meus cupcakes ♥
Um grande problema está afetando o reino de Fiore, a falta de interesse dos membros das guildas em completar missões. Isso nunca afetou o reino e nem nenhuma das guildas, mas dessa vez, com a proximidade do dia dos namorados vários magos e magas se concentravam na sua vida amorosa, esquecendo-se das missões.
O conselho mágico precisa agir antes que isso se torne algo mais sério e decidi criar um jogo entre as guildas, com regras bem simples, os quatro jovens magos que mais completarem missões, tendo êxito e destruindo o menos possível, obvio, receberão um incrível prêmio, que nada mais é do que um encontro com as quatro magas mais desejadas (de acordo com as pesquisas de uma velha senhora desocupada).
Agora Jellal, Gajeel, Natsu e Gray precisam correr se quiserem garantir um encontro com Erza, Levy, Lucy e Juvia.
Que os jogos comecem!
Prológo, a decisão.
Um silêncio sepulcral preenchia a imensa sala de reunião, nenhum dos conselheiros presentes ali se dignava a falar algo após o discurso de um dos integrantes sobre o acumulo de missões.
—Isso não nunca foi um problema antes... –Uma mulher disse, quebrando o silêncio.
—Antes. –Um mago respondeu cortante. –Não adianta falar o que era feito no passado, o que importa é o que acontece agora.
—É engraçado ouvir isso vindo da boca do mago que tanto defende os seus ancestrais e a magia antiga. –A mesma mulher respondeu, ácida.
—Calem-se os dois. –Um outro mago, mais robusto e experiente, disse autoritário antes que uma briga se iniciasse. –Já temos um problema urgente para lidar, não quero perder tempo resolvendo intrigas infantis.
Mais uma vez o silêncio se fez presente, desta vez durando menos tempo.
—Qual o motivo dessa negligenciarão com as missões? –Uma voz ao fundo foi ouvida. –Nunca em toda a história tivemos algo assim...
—Aparentemente... –O mago robusto começou a falar, analisando os relatórios que tinha em mãos. –O motivo é a... vida amorosa dos magos? –Finalizou, visivelmente confuso.
—Como assim? –Ele não era o único confuso, outras vozes se manifestavam, em pequenos burburinhos.
—Calados. –Falou, sem alterar o tom e calando todos ali. –Aqui apenas diz que o que está afetando o desempenhos dos magos em suas respectivas missões é a vida amorosa deles, apenas isso.
—Mas... isso não faz sentido. –A revolta na sala estava tomada, eram vozes altas, discussões e cada um tentando ser superior ao outro, usando argumentos sem fundamentos para explicar o fato.
—Ah, tão burros, a sorte de vocês é que a magia não corresponde aos pontos de QI porque senão, duvido que alguém aqui dentro ainda seria um mago. –Uma voz que até então não havia se manifestado se sobressaiu aos demais e calou as outras a soltar uma risada abafada por um leque colorido.
—Ah, começou... –O mago robusto disse ao ver quem havia se pronunciado.
—Jura que nenhum de vocês sabe o que está acontecendo com nossos maguinhos? –A mulher disse, batendo em sua própria testa. –Estamos falando de adolescentes, pequenos serezinhos cheios de hormônios, é claro que eles estão se focando em suas vidas amorosas, principalmente nesta data que se aproxima.
—Data? –A pergunta foi ouvida. A mulher balançou seu leque e revirou os olhos.
—Leigos... –Sussurrou. –O dia dos namorados.
—Nunca tivemos problemas com esta data antes.
—Como você mesmo disse não adianta focar no passado, precisamos focar no presente e para a sorte de vocês, eu tenho a solução.
—Nunca gosto de ouvir essas palavras de sua boca, Neide. –O líder disse suspirando.
—Ah, que ofensa. –Disse fingindo drama. –Mas irei relevar.
—Qual sua grande ideia? –Perguntou alguém aleatório, ostentando sarcasmo.
—Ignorarei essa sua falta de respeito com minha pessoa e prosseguirei. –Disse e fez um suspense antes de berrar. –Um jogo entre as guildas.
—Um jogo entre as guildas? –O líder disse, parecendo decepcionado.
—Sim, me diga o que atrairia mais esse jovenzinhos competitivos do que a chance de competir com outras guildas e poder exibir a vitória?
—De certa forma faz sentindo. –Uma mulher suspirou, dando o braço a torcer.
—E promoveríamos uma competição, pode funcionar, colocaremos um troféu, um titulo ou algo relacionado como prêmio? Porque duvido que eles participem apenas pelo prazer de serem considerados os “melhores”.
—Eu não duvido, mas acho interessante a ideia de pormos um prêmio, atrairia mais magos e quanto mais participando mais rápido essa crise será resolvida.
—Prêmios, pufffff, ninguém mais gosta de prêmios, que coisa antiquada. –Neide disse se abanando.
—E o que sugere? –Perguntou o líder, dando maior atenção as ideias da mulher.
—Me diga você, o que atrai jovens magos cheios de hormônios? –Disse sorrindo.
—Lutas? –Perguntou e a mulher bateu a mão em sua testa, ah, leigos.
—Não, mulheres. Ah, nem sei porque eu ainda tento. –Respirou frustrada e se abanou.
—Vamos dar mulheres como prêmios? –Perguntou uma mulher arregalando os olhos.
—Não, deuses, você são esquisitos. –Disse e se suspirou. –Colocaremos as quatro magas bonitas e sensações do momento para serem usadas como prêmios, os quatro magos que mais realizarem missões receberam como pagamento um encontro com elas.
—É uma ideia ridícula. –O líder respondeu depois de alguns segundos avaliado a fala da mulher.
—Você possuiu alguma melhor? –Perguntou e ao sentir o silencio sorriu e prosseguiu. –Acreditem, eu sei que isso funcionara, essas meninas são ótimas, vão dar motivação a qualquer mago deste reino.
—E quem são elas?
—Erza Scarlet, a Titânia, Lucy Heartphilia, Levy McGarden e Juvia Lockser. –Disse batendo palminhas.
—Porque elas, em especifico?
—Fiz algumas pesquisas... –Respondeu sorrindo e ao ver as faces dos membros suspirou e quase berrou. –Sou uma senhora desocupada.
—Não sei não, não gosto da ideia de usar jovens magas como prêmios... –O líder disse suspirando.
—Ah, nem vem com falso moralismos, estou sem saco para hipocrisia hoje. –Deu de ombros.
—Neide, essa é uma coisa séria, não podemos simplesmente dizer sim para uma ideia maluca dessas.
—Claro que podem, eu formulo todas as regras e as enviou para todas as guildas e inclusive falo com as garotas. –Neide disse com um sorriso.
—Você vai fazer isso mesmo? Sua memoria não é das melhores...
—Que ultraje. –Respondeu se fingindo de ofendida. –É claro que sim, vamos lá, o que temos a perder?
—Muita coisa.
—Ah, qual é? O que me diz?
Notas finais
O que acharam? Espero, de coração, que tenham gostado ^^
Comem, prease, tia Jubia fica muito feliz com os comentários, respondo todos com muito carinho, então pufavo, seu dedo não vai cair não, meu amô!
Um grande beijo para vocês, meus cupcakes, espero ver vocês nos comentários ♥
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