Notas iniciais
Depois de séculos sem postar.... eis o novo Ato de ATLAS! ♥ Boa leitura!

FRIA

“Eu desejo, como qualquer ser humano, sentir-me em casa onde quer que esteja.”

– Maya Angelou


Luz do sol…?!

Eu podia sentir os refletores me envolvendo de novo. A luz branca e forte, me puxando para o lado, sem me deixar escapar. É totalmente claustrofóbico
continuar aqui dentro, mas pelo meu bem, continuei deitada e quieta; exatamente o que o homem de jaleco branco me mandou fazer.

É estranho confessar.... mas eu jurava que podia ouvir as sirenes de Polícia.

— Senhorita Everdeen? Abra os olhos. Já acabou. — Uma voz anunciou, e eu voltei a piscar, suspirando pesadamente de alívio.

Um zumbido robótico soou, e então as luzes se apagaram. Por um momento, achei que iriam me deixar ali, então é quando minha maca começou a se mover, me puxando novamente para baixo. As luzes se reacenderam, mas já estava fora do tubo metálico.

— E então? Como foi? — O homem de jaleco (a pessoa que afirma ser meu médico) se aproximou enquanto tentei me levantar e fiquei sentada na maca com muito esforço. Minhas costas estavam terrivelmente doloridas por ficar tanto tempo deitada. Ele puxou um aparelho de metal na ponta com cabos de borracha, e tocou a coisa no meu seio esquerdo. O frio da coisa de metal sob minha pele me faz arrepiar.

— Eu não sei… — Respondi nervosa. Será que tem mais alguma coisa errada comigo? Porque me enfiaram neste tubo estranho? — Acho que fui bem.

— Sim, sim. Você se comportou direitinho. — Ele disse, exibindo um sorriso amarelo para mim. Em seguida, retirou a coisa de metal fria do meu peito e puxa outra coisa estranha do bolso. — Estenda este braço. Isso. Vamos tirar sua pressão.

E então, as horas e dias seguintes se passam e se seguiram assim. Com mais testes. Diversos deles, de diferentes formas. Minha nova rotina das primeiras horas que eu acordei: Desde que eu caminhei pelo meu quarto do Hospital pela primeira vez, comi, e me olhei no espelho.

O médico que conversava com Gale – o cara que eu vi pela primeira vez e deixou aquele jornal pavoroso – me puxou para fora do meu leito em direção aos laboratórios no mesmo dia.

Disseram que precisavam fazer testes comigo para ser se meu cérebro estava normal. Eu não entendi. Não conseguia ver muita coisa do lado de fora, um dos enfermeiros colocou na minha cabeça um casaco cinzento que cobria minhas costas, com as mangas enroladas no meu pescoço e eu o segurava com força. Um deles empurrava meu cabo de ferro de rodinhas com minhas bolsas D’água e de soro.

Eu estava sendo escoltada até o tal laboratório por vários médicos. E conseguia ouvir o suspiro de choque das outras pessoas sentadas no hospital, com seus olhares incrédulos queimando sob minha pele. Chamadas em alto- falante no teto. Rodinhas deslizando e falatório. Era tudo que eu conseguia ouvir até desaparecer em uma sala com ar-condicionado e portas automáticas de vidro.

Estou aqui trancada dentro do laboratório a quase seis dias.

Por que estou aqui? Porque estão fazendo testes comigo? O que aconteceu comigo antes de acordar?

Os médicos me dão injeções todos os dias. Fazem escanes de mim.

As perguntas vem, e nenhum deles me dão a resposta. Não importa quantas vezes eu implore e tente perguntar sobre isso de novo todos esses dias que estou aqui dentro. Eles todos apenas negam com a cabeça e dizem “não se preocupe, quando os testes acabarem, avisaremos para sua mãe”, desconversando.

Mas eu não conheço minha mãe. Nem sabia que tinha uma. Isso não está me ajudando.

No sétimo dia, um médico diferente entra no meu laboratório. Uma mulher. Eu estou agachada em um dos cantos atrás dos balcões, abraçando meus joelhos e com a testa encostada neles. Ela se aproxima e sinto seus dedos tocarem meus cabelos. Levo um susto, e acabo assustando ela também com minha reação de defesa.

— Calma, calma, mocinha — Ela diz, com as mãos erguidas. Estou tremendo. Não quero ninguém perto de mim hoje. — Calma, ei… eu sou a doutora Dixie Tunner. Não vou machucar você.

Não reajo por um tempo, e ela também não. Minha cabeça dói, e eu rujo, tocando nela enquanto me balanço. Ela parece entender, pelo modo que estou, que não sou normal.

— Mocinha, está tudo bem. Está liberada do laboratório hoje para tomar um pouco de banho de sol lá fora… fará lhe sentir bem.

— Não toque em mim. — Praticamente berro a ameaça, quando ela tenta
novamente me tocar. Ela imediatamente, se encolhe.

Nós duas ficamos em silêncio. Eu encaro seus olhos escuros, negros, tão
profundos que parecem que irão me engolir. Escuto um murmúrio atrás de Dixie, os médicos.

Eles estão me observando.

Gale tinha me dito antes que eu ataquei vários médicos feito um animal selvagem na primeira vez que meu cérebro me deu o impulso de “despertar” do meu coma. Ninguém sabe como isso aconteceu. Talvez eles achem que vou reagir desse modo de novo.

Para falar a verdade, não me parece nada mal arranhar a cara deles para assim os extrair respostas de como vim parar aqui e porque não me lembro de nada, mas isso só os fará querer me trancar aqui por muito mais tempo, isolada, como um rato de laboratório, continuando os testes, as voltas no tubo metálico e as injeções. Preciso parar com isso. Com certeza, a antiga garota dona deste corpo nunca reagia assim.

Preciso fingir que sou ela. Apesar de eu não ser.

— Katniss… vai te fazer bem respirar ar puro… — Dixie chama de novo, alguns passos mais afastada agora.

Eles estão me deixando sair um pouco. Não deveria ficar feliz? Suspiro e indireto minhas pernas.

— Desculpa. Tá. E-eu quero ir lá fora.

— Boa menina. — Ela parece realmente aliviada. E ainda com receio, toca meu ombro. Eu não a afasto dessa vez. — Venha. Eu te ajudo a empurrar o cabo das bolsas d’água'.

— Você sabe o que tem nas bolsas? — Pergunto, a mais simples das minhas dúvidas daqui.

— Um soro especial, querida — Ela simplesmente, responde. Não acredito nela. Estão deixando isso na minha veia desde que acordei. Deve ser algo além disso. — Vamos, vamos.

Dixie me abraça com um braço e o outro empurra meu cabo com rodinhas. Eu agarro meus braços com as mãos e os encolho os ombros. Eu ainda me sinto desprotegida. Eu não sei.

Não me lembro o que tem lá fora.

Passamos por dois médicos que estavam perto de porta de vidro. Ambos fingem me ignorar completamente, enquanto passo por eles.

O frio bruto do ar-condicionado do laboratório me fazia sentir congelada, mas ao sair pelas portas e senti-las novamente se fechando atrás de mim depois de uma semana trancafiada, sinto como se um calor humano me abraçasse aqui fora. Sigo Dixie até um elevador, com os passos de dezenas de pessoas que não conheço passando por mim, me empurrando.

Barulho. Passos. Sussurros. Conversas. Crianças. Parece e tudo novo. Estou vendo e ouvindo tudo pela primeira vez.

Entro no elevador com ela. Dentro dele, está um garotinho loiro de olhos azuis segurando em uma mão um balão de ar e outro a mão da mãe; também loira e alta. Uma menininha com a cabeça raspada brinca com um videogame nas mãos, sentada em uma cadeira de rodas e com dois médicos ao seu redor; segurando um cilindro de oxigênio. Me sinto um pouco incomodada. Olho para cima. Os andares descem devagar. 24… 23… 10… 9… 5… 4… e então percebo que o garotinho loiro está me encarando.

— Hã… oi… — Digo baixinho para ele, acenando discretamente.

Ele apenas encolhe os ombros, e olha para frente de novo. Quando o elevador para no segundo andar, ele sai, de mãos dadas ainda na mãe; puxando seu balão.

Loiro. Olhos azuis… ele… ele me é familiar… essa pessoa… sempre…

— Katniss, chegamos querida. — Dixie me chama, segurando a porta do elevador parece que alguns segundos longos e eternos. Balanço a cabeça. Eu estou pensado em coisas demais.

A barulho ainda mais aqui. É a recepção do Hospital. Tudo é tão diferente do meu quarto, dos corredores pálidos e dos laboratórios dos últimos andares onde estive desde que acordei:

Tudo parece ser feito de madeira rústica, e onde não há madeira, surge extensas paredes pintadas de branco (algumas pintadas de rosa
ou azul bem claro). Ha várias poltronas, filas e bipes de senhas, fico confusa e com medo de me perder no mar de gente. Ha muitas crianças e idosos passando por mim. E alguns deles me observam passar um pouco desajeitada e mancando por causa da minha falta de circulação de sangue nas pernas.

Porque eles estão me olhando? Parem de me olhar.

— Ah, me desculpe. Preciso trocar meu crachá. Espere um segundinho só, vou entrar aqui na sala de Atendimento. — Dixie menciona, apontando para uma porta branca ao meu lado com uma placa dizendo “Proibido Passagem de Pessoal Não Autorizado”.

Não sei o que fazer. Não quero ficar aqui por muito tempo, e também
não quero que ela me deixe sozinha. No final, a médica já desapareceu pela porta, sem esperar pela minha escolha. Apoio minhas costas na parede, com os mãos geladas dentro dos bolsos do meu casaco. Ergo os olhos ao meu redor.

Posso ver Dixie na minha frente no pequeno escritório por trás da janela de vidro, remexendo apressada em uma gaveta. Então me viro para não precisar encarar um casal sentado em um banco ao meu lado, e olho fixamente para a parede. Mas acabo encontrando um Quadro de Avisos.

“Amanhã, o Hospital funcionará normalmente com o feriado”.

Diz um aviso impresso. Há vários papeis sujos e amassados espalhados, pinados com alfinetes. Todos sem importância. Mas um pôster em especial me chama a atenção.

Um pôster alfinetado no meio do Quadro, que diz: “Deus é Amor”.

Não sei por quê, mas sinto meu coração endurecer.

Deus… Deus… eu me lembro de Deus. Eu… e-eu… ia para a Igreja… um dia eu acho que me zanguei… eu…

Não consigo lembrar. Dói. Então toco no papel e puxo para ver o que há em baixo dele. E lá está: Uma homenagem impressa de uma garotinha chamada “Ryley” que morreu e ajudou no primeiro transplante bem-sucedido de coração do Hospital.

Toco no quadro, em no rosto da menina. Tão pequena… ela me lembra alguém… e então me pego perguntando: Por quê alguém pinaria um pôster grande de “Deus é Amor” em cima de um recado tão nobre sobre a menininha que morreu e doou seu coração para salvar outra pessoa?

Eu não consigo entender. Por quê?

Porque Deus não a salvou?

Então, no meio do nada, tenho uma outra pergunta no pensamento:

Porque Deus não me salvou… no meu acidente?


[…]


Aqui fora é confortável. É fresco e agradável também. Sinto meus dedos dos pés tocaram a grama verde e a sensação e muito prazerosa. Sinto como se fosse anos que eu não fazia isso.

Estou sentada em um balanço. Aqui, o vento bate no meu pescoço e no meu rosto, e permaneço de olhos fechado. Dixie tinha razão, aqui fora é muito melhor. Apenas o contato do sol na minha pele fez como se eu me sentisse uma bateria de carro esquentando. Me senti acolhida, no aconchego do calor solar. Tento fazer mais nada, apenas permanecer aqui, sentada e ouvindo as crianças brincarem nesse jardim interno do Hospital.

Há algumas crianças brincando ao redor dos brinquedos. Algumas estão com tubinhos de oxigênio e carregando para todos os lados seus cilindros, similar ao que eu usava no meu quarto. Algumas estão com algum membro enfaixado ou de cadeira de rodas. Também a adultos – seus pais – os vigiando brincar, sentados em cadeiras fora da grama, ao lado da porta do Refeitório Hospitalar, que é a saída do jardim.

Me sinto estranha, pois sou aparentemente a pessoa mais velha a estar sentada em um dos brinquedos. Mas eu não ligo. O ar puro, o sol e as risadas das crianças me fazem me sentir bem. A pureza de não ter memórias deixa minha mente clara e pacífica. Me sinto em paz.

Eu já senti uma alegria assim antes?

Abro os olhos.

E eu enxergo por um segundo... alces brancos correndo no jardim....

— O que?! — Grito ao contemplar aquilo. Minhas mãos escorregam pelas cordas do balanço e me levanto.

Tento esfregar os olhos, mas quando olho para a parede de folhas que cerca o jardim novamente, encontra nada.

Não tem nenhum animal aqui. Eu estou enxergando coisas.

Eu estou ficando louca.

— Ei. Paciente 451? — Uma voz chama, e uma mão pequena toca meu ombro por trás. Ainda estou com os olhos estreitos em direção à parede de folhas; incrédula. Volto a me sentar devagar no balanço, um pouco trêmula até olhar para ver quem é.

Uma enfermeira jovem – uma garota que deve ter uns vinte anos de idade, não passando disso – está parada ao meu lado, com o avental branco e as unhas das mãos ligeiramente sujas de terra. Ela é esguia, até mais alta que eu e tem cabelos longos ruivos presos em um coque no topo da cabeça atrás de seu quepe amassado. Seus olhos âmbar estão desfocados, como se estivessem repletos de tristeza e amargura. Sua pele é bem pálida, e em um dos braços finos, segura uma bandeja de prata, com dois copos de água com aspirinas.

Meu remédio diário obrigatório.

Hoje não…

— Sim.

— Está na hora do seu remédio. — Ela diz, levando a bandeja na altura do meu rosto.

Hoje não…

— Ei. Você está bem? Parece que viu um fantasma.

Hoje não…

— 451? Oi? — a enfermeira começa a ficar irritada, me cutucando e balançando ligeiramente a bandeja na minha frente. Ela vira a cabeça e direção onde encaro, tentando ver o que vejo e parece que ela está confusa. Mas meus olhos desfocam a bandeja e cravam na parede metros a minha frente.

— Vamos logo, anda. Não tenho o dia todo. Eu tenho mais gente para entregar as doses de remédio.

Permaneço calada, imóvel como uma estátua. Talvez se eu ficar assim, ela
desista de me dar essa coisa horrorosa e vá embora de vez, me deixando em paz. Ela também fica em silêncio, e eu espero que ela dê meia volta e volte para dentro do Hospital. Mas não é isso que ela faz. Ela continua ali, me cutucando, insistindo no remédio.

Uma onda de raiva começa a me possuir desta vez. Vá embora. Vá embora. Ela não vai. A enfermeira cansa de me cutucar e parte para empurrar pelos ombros com força.

— Me escuta aqui! Por acaso além de maluca é surda também?! – A enfermeira sussurra ligeiramente alto, arremessando o copo descartável de água nos meus lábios. – Engula.

— HOJE NÃO!

Cega de raiva, empurro-a no chão com força e ela tropeça.

Uma fração de segundos. A enfermeira acaba batendo a cabeça em uma das pedras. Sua bandeja na grama, e eu me levanto e enxergo as minhas pílulas caídas no chão. Não penso em mais nada. Ergo meu pé e as esmago.

É quando uma das senhoras que vigiava as crianças ali emite um grito horrível, apontando para mim.

— Meu Deus! Socorro! — A mulher idosa corre até a onde a enfermeira ruiva está caída, segurando sua cabeça. — Acudam! Está sangrando!

Só quando um círculo de pessoas começa a se formar ao nosso redor é que me dou conta do que eu acabei de fazer. O sangue úmido da cabeça da enfermeira ruiva suja a ponta dos meus sapatos, e a mulher idosa chora copiosamente. Arfo. Largo as cordas do balanço. Estou prestes a correr para fugir, mas tropeço na bandeja e alguém me agarra com força.

— O que pensa que está fazendo?! — Meu médico, o dos laboratórios, aparece me sacode ligeiramente com o rosto enfurecido próximo ao meu. Meus dentes estão trincados. Ele está me machucando. — Eu sabia que era um erro por uma garota com seu problema aqui fora com as outras pessoas! Alguém por favor, leve a Finch para dentro e cuidem do ferimento! —

Ele ordena a um outro enfermeiro, moreno que está com a enfermeira ruiva nos braços. E em seguida, volta com o rosto vermelho para mim.

— E você… vou te trancar nos laboratórios até eu bem entender. Apenas seus pais poderão te liberar agora, está entendido!?

Assinto com a cabeça com os lábios apertados, minhas lágrimas já rolam pelo rosto. Estou assustada.

O que eu acabei de fazer?

— Ei, ei, ei. — Uma mulher aparece, e me agarra pelos ombros também, me afastando dele — O que tá fazendo? Ela é só uma garota, não precisa gritar com ela na frente de todo mundo! — Diz firme, com o braço agora me apertando em um abraço.

— Me desculpe, Aibileen. Mas se não acabou de ver, essa menina acaba de
violentar sem razões uma enfermeira que apenas estava fazendo seu trabalho…

— Ela estava me forçando a engolir a porcaria dos remédios! Eu não os quero! — Grito tentando me defender, e empurro meu corpo na sua direção, mas o braço da mulher não permite que eu avance contra ele. Arfo novamente, e levanto minha cabeça.

A mulher está me encarando.

— Você tava obrigando ela engolir a porcaria dos remédios, Dr. Jacobson. — Ela diz, suavemente. — Quer saber? Deixa ela comigo. Cuido da mocinha até o horário do Almoço acabar.

— O que? Não! A Paciente 451 precisa ser examinada por mim o tempo todo, ela é especial, perdeu a memória, e…

Um outro enfermeiro diferente chega até o jardim e começa a afastar as crianças e pais curiosos ao nosso redor a na pequena poça de sangue do machucado que provoquei em Finch. Uma mulher roliça também chega para limpar a poça com um pano úmido.

As crianças me olham com incredulidade e medo, se afastando para dentro do Hospital. Minha mão aperta o braço de Aibileen com um pouco de força mas ela insiste em me segurar. O mesmo enfermeiro volta e comunica alguma coisa no ouvido do meu médico. Seu rosto se contorce em uma careta e volta para nós.

— Terei que ir para uma cirurgia agora, tenho que substituir um amigo. Dixie saiu do prédio, por isso… não terei escolha. Aibileen, certo. Cuide da paciente até eu voltar, mandarei alguém daqui a pouco.

— Deixa comigo, senhor. — Ela diz, com um sorriso nos lábios.

— Uma hora e meia. Nada mais. — Ele avisa e me encara. Ele está com raiva de mim. Abaixo os olhos, até o ponto de fixá-los na grama.


[…]

Notas finais
*Atenção, aviso importante do auto-falante do Hospital: * "Seja caridoso. Salve uma autora. DOE UM REVIEW!"
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.