Jogo da Morte
2 Olá. Meu nome é Bumbo.
Notas iniciais
Mais um capítulo! weeee
Dessa vez, este só foi escrito por mim, Sayaka ;3;
Espero que gostem u3u
Aceitei a proposta de Mizuki. Tempo depois, eu me recuperei e nós recuamos para o mundo normal. Esperei ansiosamente ela me dizer o que necessariamente íamos fazer lá no Vortex. Eu estava muito insegura sobre isso, mas mesmo assim não desistirei, ficarei do lado de Mizuki não importa o que aconteça.
Ela respirou fundo, depois de alguns segundos, começou:– Vamos em uma casa abandonada, lá encontraremos a ''caixa'' e iremos ao Vortex.– Que casa? Disse eu, surpresa.– Ela fica na cidade de Cherrycrown, á 100 quilômetros daqui. Existem outros portadores da ''Caixa'', cada caixa tem o nome de uma letra. A que iremos pegar tem o nome de ''B''. Essa caixa irá nos teletransportar imediatamente para o Vortex. Lá teremos que lutar contra os outros portadores, cada um terá um nome de uma letra. Alguns estarão em grupo, como nós.– E o que faremos se uma de nós morrer? Eu não tenho mais tanta habilidade na espada, aliás, nem sei onde ela está. – Arrumarei outra para você. Por isso só iremos num dia marcado. Será daqui aproximadamente duas semanas, até lá você já vai estar treinada, juntamente a mim.Eu e Mizuki não sabíamos onde ir, então procuramos um povoado qualquer, foi uma longa caminhada até acharmos um.Dito e feito; cabeças descobertas, partimos a correr, dentro da noite que caía, em meio do nevoeiro frio.As luzes já estavam acesas quando chegamos lá, e jamais esquecerei a alegria que experimentei ao ver as claridades amarelas através das janelas e portas.Encontramos um garotinho no caminho, ele estava caído no chão, Mizuki ignorou e seguiu em frente, eu peguei o garoto nos braços, e fomos procurar ajuda. O garoto não pertencia a ninguém, ele só estava nos atrapalhando, então resolvemos deixá-lo com uma pessoa qualquer, porém, antes mesmo de eu colocá-lo nos braços daquela mulher, o garoto sussurou em meus ouvidos:– Meu nome é Hiro.Aquilo me deixou angustiada, e com um grande peso na conciência, jamais pensaria o que poderiam fazer com ele. Porém, continuamos. Encontramos uma casa abandonada e dormimos lá, ninguém sabe o que poderia acontecer no dia seguinte.Tive mais um de meus sonhos estranhos. Desta vez, não foi no Vortex, foi um pesadelo, aliás. Estava minha avó, aquela triste cena que ocorrera comigo a algumas semanas atrás, se repetiu. Lá havia o corpo de minha avó estendido no chão, quando eu corri para fora, prestes a ser atropelada eu acordei.Mizuki percebeu minha angústia e desespero, então me abraçou e sussurou em meu ouvido:– Acalme-se, tudo já passou.Aquilo me confortou. Depois disso dormi tranquilamente, e tive um outro sonho, bonito de se ver. Tinha uma lua, ela brilhava no reflexo no mar. O barulho das gaivotas faziam um eco naquela imensidão azul. Foi uma experiência ótima, alías para mim, que só visitei esse lugar uma vez na vida.Estava de manhã. Acordei vendo Mizuki decalça, andando por aí que nem um cabrito. Antes mesmo de eu avisar ela gemeu.– Ai.Entrou uma ''ferpa'' no pé dela, eu ia avisar, mas ela nem sequer me deu tempo. Ninguém mandou ela ficar saltitando por aí.– O quê está fazendo? Tem muito trabalho a vir hoje, querida.Primeiramente fiquei confusa, até Mizuki me lançar uma espada, aí ficou tudo claro. Hoje eu vou treinar, eu nem lembro direito como usar, vai ser difícil. Eu tentava, tentava, tentava muito. as a espada mal se equilibrava em minha mão. Até que eu fiz um golpe certeiro, atingindo a um manequim. – Yatta! – Isso! Sayaka! Passaram-se algumas horas, e lua cheia apontava no horizonte e resplandecia, avermelhada, através das camadas superiores do nevoeiro. Corri até a casa incontinente. Mizuki já estava lá, tomando banho. Eu já fui preparar o jantar. Eu estava satisfeita, por ter reaprendido a apunhalar uma espada tão facilmente.Estava na hora do jantar. Eu e Mizuki estávamos sentadas no chão, comendo numa mezinha que estava presente na sala de estar. A comida estava boa, o clima agradável, até que uma pessoa bateu em nossa porta, fazendo com eu ''gelasse''. Eu fui cambeteando até a porta, ninguém sabe o que poderia haver atrás de lá, quem sabe um outro portador da caixa? Mas não. Abri a porta e havia um duende, dei um suspiro aliviado e perguntei o que ele queria. – Eu quero cookies! – Hã?– Alguém me dê cookies!Mizuki estava me olhando surpresa, e suspirou:– Sayaka, por que você está falando com a parede?Ela se levantou, e viu que não era mentira, havia mesmo um duende ali. – Desculpe, mas eu não tenho cookie.– Tá, então me deixe morar aí. — Disse o duende — Ele disse de uma maneira tão fofa, que acho que vou deixar ele morar aqui. Porém, eu o interrompi e o puxei pelos braços, levando-o para dentro de casa.– Qual é o sua espécie? — Perguntei.– Boggart. Meu nome é Bumbo.– AH SEU BAIXIM DISGRAMENTO — Disse Mizuki.– Hã? — Dissemos eu e Bumbo. – DUENDES SÃO DO MAL, PEGA ELE ÇAIACA! — Gritou Mizuki, angustiada.– Vou pesquisar sobre você, pera. — Disse eu, ignorando Mizuki.– ''Um duende inglês doméstico. É muito travesso e aficionado em assustar as famílias movendo objetos da casa. Gosta de apresentar-se na forma de animais. Possui a virtude de conceder desejos.''
– Wooow! -Disse ela, impressionada pelo fato de ''conceder desejos''.– ''Porém, só concede desejos a aqueles que realmente se importa. Este um duende muito orgulhoso, dificultando a posse dos desejos desejados. Eis uma criatura amigável, fácil de se lidar.''– Isso sou eu? — Disse o duende, surpreso, junto conosco.– Sim, haha! — Disse eu, dando um sorriso feliz para o duende.E dali saiu uma grande amizade, com um ser místico. Não sei se já dev-– Nossa! Esqueci, ei! Esta é Sayaka, eu sou Mizuki. Nós iremos partir para uma aventura, você gostaria de ir com a gente? — Disse Mizuki, quase soltando os pulmões na hora. Falando mais rápido que Eminem. Ah, é mesmo, ela me interrompeu.– Vamos deixar isso para amanhã. Vamos dormir. Vou pensar mais no assunto. — Disse o duende, soltando um único bocejo que o fez cair no chão.Eu e Mizuki não sabíamos onde colocar o duende, ele irá dormir conosco? Mizuki é estranha. Até ela ouvir sobre ''conceder desejos'' ela mudou totalmente sua opinião pelo duende.
Notas finais
Espero que tenham gostado ' u '
Ah, aguarde o próximo capítulo!
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