Notas iniciais
Olá! Vamos a mais um capítulo ! Como sabem hoje serão 2!!!!!!!!!!!!!! Então nessa quarta ainda saíra mais um capítulo em, espero que gostem!!! Boa leitura ♥ Deixarei meus comunicados para o próx, beijos ♥

Pov Oliver

Rapidamente fui ao encontro de Felicity, passando por cada corredor sem fazer o mínimo de barulho. Como ela havia dito, havia uma sala guardada por 5 seguranças, me escondi atrás da parede para que não me vissem.

" Estou te vendo Arqueiro".— Escutei através do comunicador, procurei a dona daquela voz, eu precisava ver se ela estava bem.

— Não encontrei sua localização, Observadora._ Disse, verificando mais uma vez a posição dos homens.

"Olhe para cima."_ Pediu e mais que rapidamente a vi, acenando pela fresta do duto de ar. Como ela havia chegado ali? — " A bomba está dentro da casa, com uma duas mulheres ao redor, posso lidar com elas e sair com a Ivy King, porém ainda terá esses homens para você"— Salientou.

— Não se preocupe, eu sei me cuidar, todavia irei te ajudar no momento que terminar com elas._ Explicitei.

"Tudo bem, tenho umas coisinhas que podem te ajudar"._ Ouvi dizer entusiasmada. -'' Vou te mandar minhas esferas T, aperte para ativar, ela é pontiaguda, injetará automaticamente um veneno retardante que fará o movimentos desses homens cessarem na mesma hora''._ Explicou. -'' Peguei na minha sala antes de sair''.— Completou e mais uma vez fiquei surpreso, esse tipo de dispositivo, só era dado a um agente que soubesse manuseá-lo perfeitamente bem, além da diretora Lyla Diggle, nunca vi ninguém a usando, porém, tenho que tentar não me surpreender com cada coisa que descubro sobre Felicity, ela já me mostrou o quanto é diferente e também um gênio entre todos.

— Como pretende fazer para que elas cheguem até aqui?_ Questionei, focando nela que rastejava, no duto, pensei que ela iria fazer algum som, mas não, ligeiramente saiu duto, pela saída de ar, na parede ao meu lado, respirando rapidamente.

— Trouxe elas até você. _ Disse tentando controlar a respiração. — Estou muito fora de forma._ Completou revirando os olhos e com seu costumeiro falso bico de irritação.

Peguei as esperas da sua mão e reparei em um detalhe que não tinha visto antes, ela estava com luvas de choque, Felicity realmente é uma caixinha de surpresas.

" Estou ficando entediado, podem logo terminar com isso?"— Escutei Tommy resmungar pelo comunicador, ele estava certo, estamos enrolando, porém parte de mim, não quer deixar Felicity ir. Mas é preciso.

— Você está com uma ruguinha na testa, você faz isso quando está pensando muito._ Felicity falou baixo se aproximando de mim. — Vai dar tudo certo._ Finalizou dando um beijo em minha bochecha. — Temos que ir e desculpa pelo o que irei fazer.

— Felicity o que você?_ Não consegui terminar a frase a loira tinha saído do nosso até então esconderijo e parecia tomar coragem, os guardas já corriam na direção dela, parece que ser imprudente é de família.

— Ei! Grandões!!! Venham me pegar!_ Exclamou, com um sorriso desafiante e eu pensando que única louca que gostava de confusão era Meghan.

Corri parando ao lado de Felicity que estalava o pescoço e todo o corpo, esperando o confronto iminente, até que eles chegaram. Puxando mais que rapidamente minha pistola atirei no joelho do primeiro e Felicity habilmente chutou a face do mesmo que bateu contra o chão desacordado, o maior dos homens veio em minha direção com uma expressão furiosa, mas Felicity que estava dando trabalho aos outros três, indicou por um segundo o que faria, ela iria entrar na sala, assenti olhando para o meu oponente, com pressa de ir dar apoio a Felicity avancei sobre ele com um chute certeiro em sua coxa, desferindo socos e bloqueando suas investidas de contra ataque, no momento em que me distrai procurando por Felicity, que tinha derrubado mais um deles com uma joelhada no abdômen, observei correndo para a sala que guardava a bomba e sem esforço algum, chutou a fechadura abrindo a porta, ela saiu da minha visão e os outros dois voltaram-se para mim, meu oponente vendo que não era meu foco, acertou em cheio um soco diretamente em meu peito, com raiva e querendo ficar de olho na loirinha, puxei uma das esferas T e apertando-a de forma lente, injetei no braço dele, que tentou se movimentar, mas em vão, soquei sua fase, provavelmente com tanta força que havia quebrado seu nariz e o deixei cair.

Escutei tiros vindo da maldita sala.

— Arsenal?_ Chamei._ Arsenal!_ Vociferei.

" Estou ocupado, alguém acionou um alarme de segurança, tem mais deles chegando aqui fora."— Disse e pude ouvir mais disparos pelo comunicador.

— Merda, a Observadora pode estar precisando de ajuda e eu não tenho como ir agora._ Confessei, enquanto corria para trás de uma das paredes, já que começaram a atirar contra mim.

"Ela está bem Arqueiro, quando acabar irei verificar".— Exclamou junto a xingamentos a quem o atacava.

Escutei um grito, que não seja de Felicity, que não seja dela!

Pov Felicity

Lancei meu corpo contra a primeira mulher ruiva que apareceu em minha frente, com destreza ela envolveu meu cabelo em suas mãos com força me jogou entre as mesas que estavam no local, vi a bomba em uma redoma de vidro, pelo menos achei ela, gemi ao levantar e a loira que parecia ter dois metros de altura e mais músculos que Oliver, chutou meu rosto quando tentei levantar, gemi de dor e me coloquei de pé, quem elas acham que são para ficar me batendo assim? Dig e minhas irmãs já se encarregaram disso hoje. Subi em umas das mesas encarando as duas, essa monstra musculosa, vai piorar as feridas que já tenho, pressinto isso, mas tudo bem.

Saltei em direção a ruiva, que sinalizou para a loira que poderia lidar comigo, presunçosa, girei meu corpo em diagonal desferindo um chute diretamente em seus pescoço para desnorteá-la e a mesma se abaixou agarrando minhas pernas levantando meu corpo, com minha cabeça pendendo em suas costas puxei sua camisa e ativei as luvas de choque encostando-as em sua pele, ambas as mãos e ela começou a tremer no mesmo segundo, joguei meu corpo em direção ao chão levando o corpo dela com o meu já que seria o amortecedor de minha queda, rapidamente peguei uma das esperas e injetei em seu pescoço, sem ver o resultado, cruzei meus braços para receber o impacto da joelhada que a loira monstruosa me deu, vendo o que fiz com sua parceira, merda, ela é três de mim e eu não estou no meu melhor, havia deixado meu tablet dentro do duto de ar assim que Oliver chegou então desligar as luzes manualmente seria plano, procurei o disjunto enquanto tomava distância, até que parei contra a parede e ela sorriu vitoriosa.

— Acho que a ratinha do FBI não tem para onde correr, fique calma , sua morte será rápida e indolor._ Vociferou pegando sua arma e parando em minha frente e a apontando para minha cabeça. Pisquei diversas vezes, fingindo olhar para ela girei meu pescoço um pouco e percebi o disjuntor ao lado da porta, eu terei que correr. — Diga suas últimas palavras ratinha._ Pediu ameaçadoramente.

Impulsivamente cuspi em sua fase e no momento seguinte ela apertou gatilho, joguei minha cabeça para fora da mira da bala e agarrei sua mão e joguei arma para o lado, virei sua mão em 180C e escutei seu grito quando a quebrei, lhe dando choques consecutivos em seguida. Mas a monstruosa, girou socando meu braço, a soltei e corri, alcançando sua arma, pulando por cima do corpo da ruiva e desliguei a luz, minha vantagem seria essa.

— Se acha que se esconder, vai retardar sua morte, está totalmente equivocada._ Escutei sua voz próxima. Ela quer me fazer falar, mas não o farei.

Me direcionei para para onde estava a bomba, ela estava ali.

— Achei a ratinha._ Soprou em meu ouvido, no instante que agarrou meu pescoço com sua mão boa, usei minhas pernas como impulso e pulei alto o suficiente para socar sua cara, essa mulher tinha me dado um chute no rosto. Usado sua mão como apoio e ficando de ponta cabeça, prendi minhas pernas em sua cabeça, forte, para fazê-la ficar sem ar, ela tentava se soltar cambaleando para trás, agarrei sua perna direita e soquei com toda a força seu joelho, quando senti seu corpo caindo, como se estivesse nadando fui para frente, usando os braços para impedir que me estabanasse no chão.

Então a luz se acendeu.

Pov Oliver


— Lis! Nossa essa mulher é mais forte que eu!_ Escutei Tommy dizer, enquanto corria para ajudar Felicity a levantar, encarei a loira que Tommy mencionou e a mesma com o rosto roxo, como uma vítima de enforcamento e a outra uma ruiva com lesões por todo corpo e marcas em suas costas, pareciam ter dado uma boa luta a Felicity que respirava rapidamente contra o abraço de Tommy. Trinquei os dentes. — Virei seu fã Lis, agora só irei querer você para me defender, aliás, se puder me defender agora, Ollie não me parece muito feliz._ Falou se afastando seu corpo do de Felicity que sorriu timidamente.

— Ainda estamos em missão, vamos levar essa bomba logo._ Vociferei para ambos. — São duas horas de viagem pela frente._ Completei indo pegar a maldita bomba.

— Iiii ficou de mau humor._ Tommy exclamou, mas se calou vendo que eu estava a ponto de atirar nele. — Vou ir por a dona Ivy King no carro, espero vocês lá._ Disse, tirando-a de dentro da redoma de vidro e se retirando.

— Você vai mesmo sempre fazer cena ao me ver com o Tommy?_ Felicity falou vindo em minha direção e colocando a mão sobre meu peito.

— Não, umas vezes como agora ele vai se tocar e sair de fininho._ Retruquei sem sorrir.

— Não sei o que faço com você._ Soltou abraçando meu corpo.

— Você já faz mais do que o necessário._ Assumi. — Fiquei desesperado, preocupado de você._ Confessei.

— Eu sabia que viria por mim Oliver._ Falou com a voz abafada pela minha camisa.

— Por um momento achei que tinha te perdido, o tiro , o grito._ Falei, cheirando seu cabelo, buscando uma prova de que era ali mesmo.

— Mas eu estou aqui certo? Não estou? Formamos uma boa dupla lá fora._ Exclamou se parando-se do meu corpo e olhando dentro dos meu olhos.

— Formamos sim, você me surpreende a cada minuto._ Salientei, colocando-a meu meu colo, recebendo um chiado da mesma.

— Você tem que parar com essa mania de me pegar no colo._ Reclamou.

— Não mesmo e você já estava ferida quando viemos para a missão por causa das suas irmãs psicopatas e encarar aquelas mulheres alo , te deixou mais machucada, então vou cuidar de você._ Pontuei.

— Nunca imaginei você Oliver Queen, dizendo que cuidará de alguém , por livre e espontânea vontade._ Retrucou.

— Não é de qualquer um Felicity!_ Respondi. Saindo pela porta e vendo os caras que trocaram tiros com Tommy caídos pelo chão. — É você e se me permitir, vou estar aqui a todo momento para cuidar de você._ Confessei.

— Eu permito._ Ela sussurrou em minha orelha.

— JÁ POSSO COMEÇAR A SHIPPAR OLICITY?_ Escutamos Tommy gritar no momento em que nos aproximamos do carro e ela desceu do meu colo.

— Olicity?_ Questionei.

— Oliver e Felicity._ A loira explicou, mesmo que estivesse totalmente corada encostada na porta do carro.

— Tommy para de falar asneiras!_ Falei abrindo a porta do motorista e os dois entraram no carro.

— Não é asneira, eu quero vocês juntos e pronto e se eu decidi, vai acontecer._ Ele exclamou animado.

— Tommy !_ Felicity o repreendeu com um peteleco em sua orelha e eu ri da ação da mesma.

— Eu tinha esquecido dessa sua violência. Não ria Ollie, doeu._ Choramingou massageando a orelha.

— Desculpa Tommy._ Ela exclamou com um sorriso de lado.

— Não desculpo não._ Ele falou cruzando os braços emburrado.

— Desculpa ela Tommy._ Mandei o olhando seriamente.

— Desculpada Lis._ Falou baixinho. — Olicity se unindo contra mim o cupido, tudo bem, eu aceito isso e meu coração continua aberto.

— Você é um idiota._ Falei ligando o carro.

— Os dois são._ Felicity disse risonha e antes de dar partida me permiti virar o rosto para olhá-la mais uma vez, com os cabelos bagunçados, os óculos em seu rosto, retirando o colete, ferimento por todo o corpo e por fim, uma visão perfeita de uma mulher especial e forte, notando meu olhar ela mordeu os lábios, quis ir beijá-la na mesma hora.

— Parem de ser melosos, me respeitem._ Tommy nos interrompeu e virei para dar partida ao carro. — Agradeço._ Resmungou ligando do carro no volume mais alto, dirigi calmamente pelas ruas de Central escutando a voz doce de Felicity cantarolava junto a de Tommy em uma música que eu nunca tinha escutado, mas só de ver seu sembrante sereno e animado, meu coração se aqueceu, essa mulher tem o dom de mudar meu humor só com um sorriso, ela realmente é diferente.

Pov Sara

" Ela está em missão senhor", escutei um agente dizer para Lis e Tommy , eu havia os seguido, aliás a Oliver para ver o que ele faria e a cena dele com ciúmes e carregando Lis me fez rir e decidi deixá-los se resolver, por mais estranho que posso parecer, ver a forma que eles se olham e o jeito que mudam quando um fica perto do outro, me fazia feliz, Lis e minha irmã e se Oliver que eu também amo como um irmã for seu final feliz, eu aprovo e ajudo para que fiquem juntos, mesmo que tenha que ameaçar Oliver algumas vezes, está na mais que na hora da caçula ser feliz de verdade e não só se afundar em trabalho com falsa felicidade.

Olhei para as mulheres a minha frente dançando sensualmente e umas me olhavam desejosas mesmo assim não consigo querer nenhuma delas, cá estou eu na Verdant, após sair da base sabendo que Ava realmente não estava lá, não era para me afetar não vê-la, ela havia me traído! Mas, escutar que ela estava em missão me deu um sentimento de desconforto e saudade que só pude correr para o que me faria esquecer, bebida, boas doses de uísque com vodca, contudo não tinha feito efeito nenhum.

Sara? Você está a dez minutos tocando esse anel, distraída, quer conversar?_ Roy disse e focalizei em seu rosto, reparando o quão funda estão suas olheiras e seu sorriso triste, engoli meu sofrimento e virei de frente para o balcão, com Thea ainda em missão sei o que ele pode estar sentindo, mesmo sendo um civil e confiando em Thea, Roy a ama e já faz semanas que está longe da esposa, ele precisava de alguém que o escutasse.

— Não muito mas e você Roy? Como está?_ Perguntei, bebendo mais um gole da minha provável ressaca no dia seguinte, mesmo que eu não fique bêbada, a dor de cabeça que vem depois é uma merda.

— Não muito bem. Se me contar o motivo dessa expressão de derrota posso pensar em querer me abrir com você._ Disse, dando a volta no balção e sentando-se ao meu lado. — Aproveita que contratei mais pessoas para me ajudar e posso ter esse tempo de folga._ Falou descontraído, mesmo com o som alto tocado pelo DJ da boate e o barulho das pessoas em nossa volta, eu conseguia escutar Roy perfeitamente.

— Vou resumir, Ava me traiu. _ Soltei vendo sua expressão surpresa. -Agora é sua vez._ Completei.

— Ava? Ava te traiu? Não consigo acreditar!_ Exclamou. — Vocês conversaram?_ Perguntou atento.

— Sim e acredite, ela não negou Roy, não negou._ Falei dessa vez esticando a mão pegando a garrafa de uísque e bebendo com vigor, mas Roy a puxou de minha mão, não reclamei o efeito dela já estava feito, evitar que eu me lembrasse de toda a conversa de duas noites anteriores e de como acabou.

— Não se afogue na bebida Sara, não vai ajudar em nada._ Disse calmamente. — Tentei fazer isso, uma semana depois da partida de Thea, sabe quando o coração é interligado a de outra pessoa?_ Assenti. — O meu apertou de uma forma que pensei que morreria, o pensamento que Thea poderia estar correndo perigo se tornou gritante. _ Falou pegando a bebida do meu copo e o virando direto. — Mas, fui ao pai dela mesmo com nossas desavenças e ele me falou que Thea estava bem e que logo vocês a trariam de volta e eu desde então, tenho posto fé de que ela realmente esteja bem, mesmo que sonhe com ela todos om dias chamando por mim, desesperada e com medo, me prendo ao pensamento de que logo a terei comigo._ Soltou e notei seu olhar cair em suas mãos, mirando seu anel de casamento, algo que o deixa firme é pensar que ela voltará para ele, me vi em Roy por um segundo, solitária buscando respostas em um objeto, ele estava sofrendo mais do que eu, muito mais, contudo, conseguia se preocupar com outra pessoa verdadeiramente. — Não sei como aconteceu as coisas entre você e Ava, mas pelas poucas vezes que as observei juntas, pude ver que mesmo que ela não demonstrasse tanto quando você e o que sentia, era nítido o amor dela, os detalhes é o que importam Sara. Eu acredito cegamente no amor, posso até ser tolo, mas não acho que Ava tenha te traído, não mesmo._ Finalizou me olhando firmemente e sério, quis por um momento me prender em suas palavras, esperar que fosse verdade, mas não era, não depois de tudo, eu só queria apagar de mim esse maldito amor, mesmo que fosse difícil eu o faria.

— Roy, obrigada, mas diferente de você eu não consigo acreditar nela, Ava ao menos tentou se explicar._ Falei dando de ombros e ele assentiu. — E Thea, não posso te dizer que ela está bem, só tive notícias dela ao ir na missão, pedi para um agente em meu comando para vigiá-la._ Expliquei, escondendo a parte sobre o cativeiro e ele me olhou com interesse, literalmente no que eu falava. — Não, Dig e Ava me disseram que ela havia sido mudada de local a um tempo atrás._ Repeti o que sabia para ele. — Desde então não tenho falado com meu informante._ Falei, soltando um suspiro, não conseguir contato com Rene me irritava mais do que deveria, eu também estava preocupada com Thea.

— Entendo, agradeço por cuidar dela Sara, sei que não pode fazer muito, mas realmente agradeço._ Disse sorrindo, mesmo que fosse um sorriso ainda triste.

— Vamos trazer Thea de volta Roy, Oliver e Tommy não deixaram nada acontecer com ela._ Falei e é verdade, vamos trazer Thea de qualquer jeito, até Felicity por fim aceitou retornar a FBI, lutando contra seu próprio medo, mesmo que eu desconfiasse que tivesse a ver com o conselho de um certo Queen, ainda assim, estávamos de volta e Thea e todas as mulheres do Bordel Lux seriam salvas.

— Eu sei que ela vai voltar Sara, confio em vocês._ Disse, pondo a mão em meu braço e se levantando em seguida. — Tenho que voltar ao trabalho, acha que fica bem sozinha Sara?_ Perguntou-me com um tom preocupado.

— Ficarei, mesmo que eu beba seu estoque todo de uísque ficarem bem. Agora vai, pois se Thea voltar e saber que você negligenciou o comando da Verdant, ela te mata._ Roy riu e se afastou subindo para o escritório, ele é um bom homem.

Fui pegar novamente a garrafa que Roy havia pego de minha mão anteriormente e mais uma vez ali estava ele em meu dedo anelar, brilhante e fazendo sua presença. O mesmo anel que eu analisava distraída quando Roy veio falar comigo, solto um sorriso de lado, lembra de quando o dei a Ava me trazia lembranças alegres mesmo que ela não tivesse aceitado se casar comigo, foi um dia memorável.

FLASHBACK ON

— Sara! O que pensa que está fazendo?_ Escutei a voz mulher da minha vida gritar, com a voz abafada pelo seu capacete, hoje completaríamos seis anos de relacionamento, então decidi fazer o que já deveria ter feito, pedir a mão de Ava em casamento, eu e ela não tínhamos mais nossos pais vivos, os dela faleceram um ano após os meus, mas foi morte natural , então eu não poderia pedir a permissão deles primeiro, todavia, fui ao cemitério levar flores e contar meus planos, sei que de onde estiverem, eles sempre quiseram a felicidade dela e eu daria minha vida para que a filha deles fosse feliz. Com a ajuda de Felicity, que fez todo o preparo com coisas românticas que ela tanto gostava, preparei a comida favorita de Ava, comprei o vinho que a deixava com os olhos brilhantes, minha irmã havia passado dois dias em meu apartamento colocando enfeites, escolhendo músicas lentas, significativas em sua playlist e me escutando reclamar ansiosa de como Ava demorava para voltar de missão. Mesmo assim hoje, no nosso dia especial, ela tinha conseguido retornar e com pressa controlando meu nervosismo, busquei o anel na joalheria e o escondi em meu bolso e depois fui buscar Ava, que estava impaciente ao celular dizendo o quanto eu deveria já estar no aeroporto esperando-a que eu sabia o quanto odiava atraso, e eu realmente sabia, mesmo assim foi impossível chegar na hora com o senhor que me atendeu desejando boa sorte para eu que só queria sair correndo, para matar saudade de quem amo.

— Se eu te disser terei que te matar, então senta logo na moto amor, vamos tenho algo para te falar._ Disse sentando na moto, incentivando-a a fazer o mesmo.

— Você está muito misteriosa Lance, se aprontou qualquer coisa enquanto eu estava fora..._ Senti o tom de ameaça em sua voz, enquanto ela sentava na moto e abraçava minha cintura..

— Amor, eu não aprontei nada!_ Soltei risonha.

— Seeeiii._ Falou desconfiada. — Merlyn e Queen não te levaram para aquele antro de perdição que é a Verdant, certo? _ Perguntou, enquanto eu ligava a moto, ela tinha uma implicância sem fim com Ollie e Tommy, que por não saberem que estamos juntas, os dois todo dia tentavam a chamar para sair e ela se não dava uma resposta dura, fingia que nem escutava e saía andando. Eu me divertia vendo o quanto eles a chamavam de certinha e megera, pois para eles era algo de outro mundo não conseguir sair com quem quisessem.

— Amor a Verdant é só uma boate e não fui tive coisas a fazer._ Soltei, para a deixar curiosa. Acelerei e seus braços me apertaram com mais força.

— Que coisas?! Quer nos matar Lance?!_ Praguejou no momento que comecei a ir mais rápido, eu adorava o jeito que ela ficava indefesa em cima da moto, Ava tem medo de andar de moto com qualquer pessoa, mas comigo não, confiava em mim, mesmo que eu pudesse as vezes fazer umas loucuras para arrancar delas expressões sem ser a de séria que ela carregava a qualquer momento.

— Você vai descobrir, se segure, vou acelerar mais._ Olhei pelo espelho e a vi assentir, prendendo-se mais ao meu corpo, então imprudentemente acelerei , desviando dos carros e pessoas com tanta leveza que nunca tive, todavia, hoje ao meu ver eu poderia fazer de tudo. Em menos de meia hora chegamos ao meu apartamento, Ava foi a primeira descer e foi abrir a garagem.

— Não acredito que cheguei viva, você um dia nos mata com essa moto._ Vociferou com uma expressão de raiva e um sorriso, ela amava a adrenalina de estar sobre duas rodas comigo. Desci da moto e fui em sua direção dando-lhe um selinho rápido, ampliando o sorriso dela.

— Também te amo e não reclama, fizemos amor nessa moto e você não reclamou._ Provoquei, enquanto entrelaçava nossas mãos.

— Convencida._ Soltou por mim. — Vamos , detesto suspense, o que que tem para me dizer falar?_ Quis saber assim que chegamos na porta.

— Não me apresse, esperei dois dias e posso esperar até que entre em casa._ Falei quanto ela me fuzilava com o olhar.

— Não acredito..._ Exclamou no momento em que visualizou meu trabalho, a mesa arrumada perfeitamente para um jantar romântico, pétalas vermelhas por todo o espaço da sala, fotos nossas por todo canto e com uma melodia tocando ao fundo, por desencargo de consciência deixei sua música predileta , que ela tanto amava tocando repetidas vezes. Tirando a caixinha do anel de meu bolso chamando sua atenção para meu ato, ajoelhei em sua frente, mesmo nervosa e tremendo de ansiedade, por fim consegui olhá-la, pegando sua mão e sua expressão era de choque mesmo assim ela não se afastou.

Estou meio nervosa, mas acho que consigo._ Falei tomando fôlego. — Há seis anos atrás em um dia de folga, você corajosamente me chamou para sair e eu como uma verdadeira cretina pensei que seria mais um caso._ Disse e ela ainda me olhando sem piscar soltou um sorriso. — Contudo, não foi como planejei e eu agradeço por isso, por ter ficado ao meu lado quando te afastei com todas as minhas forças, por te me consolado e ficado comigo sendo meu porto seguro, agradeço por você ter me apoiado a voltar a fazer o que gosto mesmo comigo escondendo tudo de todos e retraída, só de saber que você estava de olho em mim me deixava feliz. Ava, não somos um casal perfeito, pode no futuro não dá certo, mas hoje, aqui no presente, eu te amo e quero viver para sempre ao seu lado, quero que seja minha esposa._ Declamei pausadamente. — Quer se casar comigo?_ Perguntei por fim.

Lágrimas desciam do rosto de Ava, do mesmo jeito que nos meu e eu não conseguia controlar, ela se ajoelhou em minha frente, sem soltar nossas mãos e sem descolar o olhos do meu. Ela não tinha respondido e por um milésimo de segundo vi seu olhar de dor, mas que foi mascarado rapidamente, comecei a hiper ventilar, temendo o que me diria.

— Sara... eu, nossa isso é uma surpresa._ Soltou calmamente.

— E?_ Questionei esperando sua resposta.

— O que disse foi lindo, lindo demais eu viveria a vida ao seu lado e pretendo fazer isso, viver com você é o que quero._ Enrolou, ela sabe o que quero ouvir. — Mas, nosso trabalho não é um dos melhores e eu tenho medo de tomar uma decisão agora e pagar por ela depois, ou você._ Baixei o olhar e tentei soltar sua mão, porém ela não permitiu, pegando ambos os anéis e colocando sobre sua mão e pondo a caixinha no chão. — Eu não vou dizer o que sinto pois você sabe, todavia, não quero que fique triste não estou negando seu pedido por que não quero me casar contigo Sara, eu quero, você é a mulher da minha vida, única pessoa que me entende e completa, sou sua por inteiro e esse anel é uma prova do nosso amor._ Falou pondo um em meu dedo. — Quando estivermos longes ou que você pense em desistir de nós, lembre desse momento e o amor que te fez fazer tudo isso._ Apontou para a sala.- Por mim, eu só acho que não é o momento, ainda vamos passar por tanta coisa juntas, não sou a mulher perfeita para você, sou distante, não sei demonstrar sentimentos, sou a maior causadora de nossas brigas, sou dura muitas das vezes e acabo te magoando, entretanto, se eu precisar dar minha vida por você, pela sua felicidade, eu farei sem pensar duas vezes, passarei cada dia da minha vida, lutando para que seu sorriso nunca de esvaia e se um dia for por minha causa, me perdoe, sou cética e prudente sem você, por isso preciso da sua imprudência e afeto para me manter de pé, você é a minha metade mais pura._ Completou dando um beijo em meu rosto. Eu estava chateada por ela não ter aceitada, mas cá está ela, com a mão estendida esperando que eu repita seu movimento o mesmo que fez a pouco, cogitei em não o fazer, mas meu coração é que manda e ele tomou a dianteira, coloquei o anel no dedo de Ava e ela se aproximou para me abraçar.

— Vamos ter pétalas para tirar por dias._ Resmunguei olhando a sala por cima de seus ombros, arrancando dela uma risada, quebrando a tensão.

— Podemos começar amanhã, senti sua falta e eu ainda tenho que te dar um presente, trouxe uma coisinha que você vai gostar, mesmo que não seja nada comparado a surpresa que me fez._ Confessou se afastando.

— Estou curiosa amor, mas primeiro vamos comer, depois como um casal apaixonado que somos dançaremos no meio da sala, aproveitaremos tudo o que planejei e por mim quero recebo seu presente, combinado?_ E ela assentiu se levantando, sei o que ela tem para me dar Dig disse-me que Ava encomendou um conjunto raro de armas de cabo branco e feitas de titanium puro, altamente cortante para me dar, portanto sei que ela havia escutado uma conversa minha com Meghan quando entusiasmada falei sobre elas, e o fato dela me conhecer tão bem para entender o quanto eu queria, me faz ver que ela é realmente a mulher da minha vida.

— Sara, você desligou o forno?_ Perguntou, correndo para a cozinha e a segui.

— A não, aaaaa não!_ Esbravejei, estava saindo fumaça do forno, eu não tinha desligado a droga do forno. Ava com destreza, desligou a forno e pegou as luvas para tirar a carne queimada a colocando sobre a bancada dando risinhos.

— O que vale é a intenção. Acho melhor pedirmos comida de algum restaurante cozinhar ainda não é seu forte._ Soltou indo em direção ao arroz experimentando-o. — Está salgado demais, eu gosto de tailandesa o que acha?_ Falou pegando celular enquanto eu olhava minha obra prima que tinha dado errado.

— Tailandesa está bom._ Resmunguei e ela parou o que estava fazendo e beijou meus lábios.

— Obrigada pela surpresa, está perfeito._ Assenti sorrindo, como fui me apaixonar por essa mulher tão dura e doce ao mesmo tempo?

FLASHBACK OFF

Fechei as mãos em punho, direcionando o olhar para qualquer coisa menos o bendito anel, há um ano atrás a pedi em casamento e a alguns meses ela virou alguém mais distante que o normal e a três noite soube que ela me traiu, minha vida era rodeava ao que ela me fazia, relembrar esse momento me deu uma dor no peito, larguei a bebida e com certeza dificuldade em respirar, levantei, tropeçando nas pessoas que dançavam animadamente, não pude evitar era como se eu fosse morrer , eu precisava de ar, respirar estava se tornando impossível, encontrei a primeira porta de saída e corri para o mais longe do cheiro de cigarro, vômito e cigarro que era da Verdant, apoiei meu corpo na parede mais próxima, colocando a mão sob o peito, tentando me controlar , meus pensamentos rodavam em minhas irmãs, Tommy, Oliver, Thea e por fim Ava, respirei, eu teria que ficar bem.

Aos poucos fui voltando ao normal, andei para onde tinha deixado minha moto, com o rosto de Ava marcada em minha mente, será que ela estava indo bem em sua missão? Será que lhe aconteceu alguma coisa? Funguei, tentando limpar essas perguntas da minha cabeça, eu não tenho mais obrigação nenhuma com ela, preciso me tocar disso.

Mesmo assim, ainda tentava entender a sensação de medo que me tomou de repente enquanto pensava nela, além de tudo, espero que ela esteja bem.

Pov Felicity

— Bom dia queridíssima chefinha!_ Curtis exclamou entrando em minha sala. — Sua pele está mais brilhante, está mais linda do que nunca, olha o brilho desse olhar! Nem esses roxos e os curativos na sua pele escondem sua beleza._ Mentiu descaradamente.

Quase 36 horas longe desse meu amigo interesseiro e bajulador e eu pensando que ele não viria com muitas perguntas, indiquei que se sentasse e Curtis o fez, colocando em minha mesas todos os papéis que eu não tive de assinar nesse final de semana

— Vamos, me diga o que quer saber em?_Perguntei de imediato e ele sorriu.

— Assim que eu gosto direto ao ponto. Posso saber porque a chefinha não me disse que está saindo com o mulherengo Queen?_ A olhei assustada. — Sem essa carinha, Meg me disse tudo e ficamos trocando figurinhas a noite inteira._ Falou batendo palmas, — Ela me falou que ontem viu ele te deixando na porta do apartamento com direito a selinho._ Animou-se ao me contar o que sabia. Meghan havia entrado furtivamente, assim como Sara e Laurel em meu apartamento para esperarem meu retorno da missão e passamos nossa madrugada como um grande clube de confidências, Meg assumindo que beijou Tommy, o que eu já esperava, Laurel contou a todas sobre seu lance com Ray, Sara chorou por horas dizendo o quanto sofre por Ava ainda, aquilo me doeu tanto e contei sobre Oliver, tudo o que aconteceu desde o momento no elevador até agora e foi um alívio poder dividir cada momento com minhas irmãs, no final sempre teremos umas as outras mesmo.

— Você e ela não passam de dois fofoqueiros!_ Retruquei.

— Chefinha você está lambendo no prato que cuspiu, não tem moral para me chamar de nada não._ Devolveu e ele estava certo a menos de duas semanas eu havia dito com todas as letras que não queria nenhum contato com nenhum deles e aqui estou eu, amiga de um que pode virar meu cunhado, com outro como quase cunhado e um que bem... esse é mais complicado.

— Curtis!_ O repreendi, se eu der assunto ele vai querer falar por horas. — Como vai o andamento do projeto?_ Perguntei.

— Com o jantar arrecadamos bastante se posso dizer, verifiquei com o nosso financeiro e o RH e eles deram um número exato de novas contatações de pessoal que pode ser feita._ Explicou e eu assenti, dando uma olhada na lista.

— Mande essa lista para Laurel, ela tem uma reunião ás 10h com o financeiro e quero que ela de uma revisada antes de começarmos as entrevistas._ Ele então concordou, mas não antes de fazer uma careta. — E se eu escutar vocês discutindo, você vai ver só._ Ameacei e sua careta tornou-se maior. — Como sabe, voltei a ativa._ Ele assentiu, prestando atenção em minhas palavras. — Se eu tiver que viajar por dias até, ficando longe da empresa quero que vá enrolando os acionistas até eu voltar._ Ele concordou. — E quanto ao projeto você é totalmente capacitado para tomar conta de tudo, sem você nada disso teria acontecido..._ Apontei ao meu redor, o apoio e conhecimento dele tinha me ajudado muito na criação do projeto. — Coisas que tem de ser tratadas com Meg, você pode mandar diretamente para Dig se ela estiver fora._ Falou.

— John Diggle?_ Assenti. — Ele continua com aqueles enormes braços? Sei que ele é casado, mas esse homem na minha lista ultrapassa os três playboy, ele ativa minha deusa interior, que saudade de ver ele treinando sem camisa, já tive sonhos com isso sabia? _ Perguntou e eu não pude segurar o riso, notando Dig e Tommy entrando na sala, mesmo surpresa por eles estarem aqui.

— Estou me sentindo traído._ Tommy falou fazendo-se presente, tentando conter o riso.

— E eu acho que vou manter meus braços bem cobertos daqui para frente._ Dig disse deixando Curtis branco papel.

— Pensei que nosso lance era especial Curtis!_ Tommy falou ajoelhando-se na frente do meu amigo que nem piscava.

— E eu pensei que você era casado._ John disse vindo me abraçar. — Oi Lis._ Completou dando um beijo em minha testa, com seu traje de segurança e um sorriso de lado, ele também estava se divertindo com a expressão de Curtis.

— Ele é casado._ Respondi prontamente.

— Eu vou , eu vou... ir enfiar meu rosto na pia e me afogar, adeus mundo cruel!_ Curtis exclamou enquanto pegava a lista em minha mesa e saía correndo em direção a porta. — MEU DEUS ESTÁ APARECENDO MUITO HOMEM GOSTOSO NESSA EMPRESA LOGO DE MANHÃ, SOCORRO!_ Gritou assim que Oliver passou pela porta e Curtis entrou no elevador.

— Ele vai ficar bem?_ Oliver que com seu terno azul escuro, demarcando seus músculos e que realmente combina com ele, mostrando sua camisa branca com dois botões aberto e uma expressão preocupada. Como pode ser tão delicioso só de olhar. Balancei a cabeça olhando para todos os outros.

— Ele vai sim, Curtis é meio dramático, mas tudo bem._ Respondi rapidamente.

— Olha Ollie, Lis ficou te secando tanto que agora está toda corada, que linda a Lis._ Tommy zombou apertando minha bochecha, que desgraçado!

— Eu tenho que te relembrar que ela é especialista em armar brancas?_ John mencionou no momento em que eu tentava tirar meu salto para tacar em Tommy.

— Brincadeirinha, brincadeirinha, solta!_ Tommy dizendo, puxando minha mão e então soltei o salto. — Sua convivência com o Ollie está te deixando mais violenta do que já é._ Ele falou correndo para longe de mim.

— Tommy sua língua ainda vai acabar te matando._ Dig falou enquanto se sentava em um dos sofás.

— O que estão fazendo aqui? Não estou reclamando, mas o que quererem?_ Perguntei, sou curiosa não aguento esperar.

— Estávamos entendiados, portanto viemos fazer uma visitinha._ Oliver falou, sentado-se na cadeira em frente a minha.

— Na realidade, Ollie ficou com tanta saudade que quis vir te ver e eu John que somos totalmente Olicity viemos ver nosso futuro casal que já é favorito!_ Tommy falou, Oliver colocou a mão sobre o rosto e eu tenho certeza que já estava como um pimentão.

— Eu vim porque tenho que conversar com Meghan sobre questões do departamento de segurança como me pediu Lis. Se quiser matar alguém, pode ser Tommy._ Indagou e Oliver gargalhou tirando meu nervosismo, como gosto de escuta-lo rir.

— Nem John está te apoiando Tommy._ Oliver provocou.

— Ele só não quer assumir._ Tommy resmungou.

— Eu não preciso ficar tomando partido, logo, meu Olicity estará mais vivo que nunca._ Dig falou.

— Vocês dois parecem duas adolescente que passam o tempo falando sobre um casalzinho de novela._ Oliver respondeu.

— E vocês três parecem três crianças atoas._ Retruquei, o assustando e tirando riso dos outros dois. — Enfim, já que fizeram algazarra, podem ir, os dois._ Apontei para Oliver e Tommy. — Ambos tem duas empresas para gerir e não pode ficar só nas costas de Ray e Dig, Meg está na sala dela._ Ele assentiu se levantando.

Agora sei o que Curtis e a gracinha sentiram quando os expulsou._ Tommy resmungou mais uma vez.

— Sem essa, pode ir, Oliver, vai._ Falei para o Queen que ergueu seu corpo, muito atraente da cadeira, sem se importa com a presença dos outros , deu a volta em minha mesa, girando minha cadeira e dando-me um beijo rápido, todavia, quando ele tentou se afastar, o puxei de volta aprofundando nosso beijo, eu tinha sentido saudade dele e só de poder o beijar, me deixava estasiada.

— Uh-uh._ Escutei um falso soluço e soltei Oliver que sorria mais do que nunca, cretino. — Obrigada, agora posso ir feliz._ John disse sorrindo, enquanto saía da sala.

— Eu não vou falar nada, já que ninguém vai me defender._ Tommy disse dando de ombros. — Mas, por favor, parem de ser tão melosos na minha frente, sou amigo da Lis, terei pesadelos._ Reclamou entre risos e Oliver foi para o seu lado e acenaram para eu enquanto se retirava, consegui escutar a última frase de Tommy antes dele entrar no elevador dizendo: " Ainda vai negar que se apaixonou?", contudo, depois disso não ouvi mais nada.

Ele disse que Oliver está se apaixonou?

Levei meu dedo indicador ao lábio, lembrando do beijo de segundos atrás e me fazendo a mesma pergunto, ainda vou negar que estou me apaixonando?