Jogo Perigoso

22 Luxúria


Notas iniciais
Opa! Hoje é dia de postagem! Vou deixar os comunicados para o próximo capítulo que já postarei! BOA LEITURA AMORES!

Pov Felicity

" — Continue._ Falei enquanto adentrava o banheiro. Ele me olhou assustado por ter sido pego no seu ato de libertinagem. — Por favor continua._ Pedi mais uma vez. Oliver apoiando suas mãos na parede do box do banheiro, nu , com toda sua masculinidade amostra e erotismo me analisava como se esperasse que eu corresse ou tampasse os olhos, mesmo com minha pele corada pela vergonha e excitação, eu não correria. Não mesmo. "

ANTES

— Thea está a salvo em um lugar seguro, porém ela só retorná a Star quando vocês prenderem Chase e acabarem com todo o esquema. Tememos pela sua vida, ele pode estar nesse momento a caçando._ Escutei o diretor Queen dizer, cada palavra dos dois me enchia de ânsia... mas senti um pequeno alivio em meio a tudo pela irmã de Oliver estar a salvo — Thea está em Corto Maltease. Sobre a agente Sharpe... ela se sacrificou por Thea, para salvá-la. Sharpe não chegou ao esconderijo junto ao informante e sua irmã. Ela ficou e não sabemos se sobreviveu ou está nas mãos de Chase._ Completou e por fim aguentando tudo quieta senti vontade de gritar, como eles puderam fazer isso conosco? Com Ava? Ela não havia traído Sara, ela teve que esconder essa missão suicida a todo custo, ela pode estar morta, permiti que as primeiras lágrimas descerem, Meghan pela primeira vez levantou a voz para Laurel e eu quis abraçar as duas, meu Deus, nós todas estávamos bem, além de tudo juntas começando algo novo e agora... voltamos ao começo, posso ver que minha irmã mais velha tenta manter a compostura para que eu não desabe, ela é assim, minha fortaleza. E fez certo mandando Meg até Sara que também precisa de nós, minha irmã em uma cama de hospital e quando acordar pode ser que tenha que escutar que o amor da sua vida morreu por causa de uma missão, sob ordem de dois homens que tanto admirava.

Apoiei a mão na bancada, fechando os olhos, as lentes ainda me incomodavam, mas o sentimento de frustração, medo, dor e muita raiva tomavam conta do meu corpo, olhei para Oliver, sem que o mesmo percebesse, como eu queria continuar deitada em seu braços, no espaço seguro que estava entre nós, como eu quero que o pesadelo de ter Chase de volta seja mentira, porém pela expressão de culpa vinda dos diretores, sei que tudo é verdade e o fato de Ava não estar aqui... Ava... nunca fomos próximas, contudo minha irmã sempre me falou do amor delas, eu ajudei com toda a felicidade do mundo a preparar o momento em que Sara a pediria em casamento, eu hackeei câmeras de segurança para vigiar o primeiro encontro delas e agora... mais uma pessoa que Sara ama pode ter sido tirada pelo mesmo homem que uma vez acabou com nossas vida uma vez.

— Ava pode ter morrido por que vocês apenas queriam nos unir?_ Perguntei encarando-os, com rapidez passei por todos, parando de frente para eles, meu instinto era o de fugir, tudo me corroía e eu só queria extravasar, deixar sair minha irá.

— Felicity..._ Minha irmã disse apenas e eu entendi no ato, ela viu que eu tinha chego ao meu limite, pouca vezes eu levantei a voz para eles ou qualquer pessoa, porém vendo minha determinação, se calou, nem por um momento limpei minhas lágrimas, eu queria que ambos vissem como é quando manipulam sua vida, talvez eu não soubesse nunca que Chase estava de volta, se eles tivessem permitido Ava e Dig tivessem nos dito a verdade antes... minha irmã não teria sido impulsiva a ponto de parar em um hospital, com toda certeza Meg, Laurel voltariam e se empenhariam para prender Chase, não tenho certeza, muitas das coisas ruins poderiam ter sido evitadas se todos os envolvidos soubessem a verdade.

— CHASE NÃO É O ÚNICO MONSTRO QUE CONHEÇO, VOCÊS DOIS SÃO!_ Esbravejei deixando lágrimas rolar de meus olhos copiosamente, quis o conforto do abraço de Oliver, mas nesse momento percebo que ele pode não estar em meu alcance. — Vocês, os dois, nos manipularam, um a um, queriam que voltássemos? Okay. Mas assim? Mandando a própria filha! A FILHA DE AMBOS! Para um psicopata que pode ter feito tudo de ruim a Thea. Vocês não mediram as consequências do tamanho da merda que estavam se metendo apenas para ter a porcaria da equipe de volta? São as nossas vidas que estão em jogo e vocês pouco ligaram, apenas por uma missão, tudo pela missão!_ Gritei mais uma vez, liberando toda raiva em meu peito, falando tudo o que estava engasgado, minha irmã tentou se aproximar, protetora e zelosa como é, mas fiz o aceno a afastando, eu não queria ficar aqui, não diante desses homens. — Eu preciso ficar um pouco sozinha, vou lá fora pegar um ar._ Finalizei, respirando lentamente tentando me recompor.

— Não Lis, você vai para casa descansar. Não tem muito mais que deva escutar aqui._ Minha irmã falou olhando em meus olhos e percebi que a dor dela em ver meu estado era grande quis ir confortá-la, mas ela apenas balançou a cabeça me incitando a sair e eu assenti em resposta.

— Eu tenho nojo dos dois e Malcolm estou decepcionada._ Falei mirando ambos que desviaram do meu olhar, então dei de ombros não tinha mais nada o que se fazer e eu acredito que Oliver e Tommy queiram ficar a sós com com seus pais. Sem olhar para trás, para não fraquejar e correr em direção ao Queen, que eu sei que observava cada movimento meu, saí da base.

Um vento frio veio contra mim e abracei meu corpo com força, ainda não tinha tirado a roupa do treino com Oliver...

Caminhei rapidamente até meu carro, percebi tarde demais que dois homens estavam me seguindo, eu poderia voltar a base, mas iria de encontro a eles que perceberiam que eu já os tinha notado ou poderia atravessar a rua e foi o que fiz e constatei que eles realmente queriam a mim e faltava pouco até que eu alcançasse o carro, última coisa que eu poderia querer nessa noite é uma confusão, ainda mais desarmada, esgotada e confusa, por que senhor ? Tudo de ruim tem que vir na mesma hora?

Minhas lentes começaram incomodar mais, então apressei meus passos, dando uma pequena olhada para trás observei que os homens fizeram o mesmo, não tinha a mínima noção de que horas poderiam ser mais, já estava tudo deserto e eu estranhei, tirei a chave de um dos bolsos e rapidamente abri a porta do motorista, porém, senti meu braço sendo agarrado e meu corpo puxado para longe do mesmo.

— O que querem comigo?_ Perguntei, encarando os dois homens, que eram mais baixos que Oliver e Tommy e que aparentemente estão bêbados pelo odor de álcool que posso sentir, só o que me faltava. Sério Deus? Por que eu?

— Queremos você delicinha, quem deixaria uma mulher tão bonita assim andar sozinha?_ O mais estranho deles, o barbudo me respondeu. Tentando passar a mão em meu rosto, mas cambaleou apoiando-se no seu parceiro. Eles poderiam até me assaltar que eu não me importaria, mas parece que mesmo bêbados e pelo olhar de luxúria que me lançavam e me causava nojo, dava para ver que eu não sairia daqui tão facilmente. Suspirei pesadamente, eu realmente não queria confusão.

— Olha ela ficou muda Mike, a delicinha não quer responder nós._ O outro falou para o barbudo que riu e eu revirei os olhos, eu só quero ir para meu apartamento...

— Acho melhor saírem da minha frente e me deixarem passar._ Disse sutilmente, prendendo mais forte meu cabelo, estalando o pescoço em seguida, eu não quero ficar argumentando com dois desconhecidos bêbados, minha vida já tem muita droga junto para que eu tenha que lidar com eles. Respirei fundo, o treino com Oliver havia sido cansativo e eu sentia meu corpo doer, além de estar enxergando um pouco embaçado nesse momento, droga de lente, mas eu não permitiria que nenhum dos dois colocassem as mãos em mim, então eles me deixariam ir por bem ou por mal.

— Olha a delicinha fala._ O barbudo respondeu tirando um canivete de seu bolso, dei um passo para trás. — E fala duro, mas queremos fazer uma festinha com você então ou fica calada e nos acompanha ou poderemos brincar de um jeito diferente._ Salientou e seu parceiro que parecia estar se divertindo riu.

Com a pouca paciência que me restava massageei em volta de meus olhos, só pode ser carma, não é possível.

— Você não vai conseguir me ferir com isso._ Me apressei em dizer ao barbudo apontando para o canivete. — E nem você, eu já vi a garrafa._ Direcionei meu olhar duro para seu parceiro que escondia dentro de seu casaco uma garrafa quebrada, imaginei se não fosse eu aqui e sim uma mulher indefesa, voltando para casa ou indo para qualquer lugar encontrando esses dois nojentos, vermes.

— A delicinha acha que consegue fazer algo contra nós? Sozinha? Pequena desse jeito? Se defender de nós dois?_ Então ambos gargalharam, idiotas.

— Mexeram com a garota errada!_ Disse baixinho, desviando do barbudo que avançou com o canivete em direção ao meu peito, dando um chute certo no abdômen do segundo e como percebi que estava mais bêbado soquei seu rosto com força e ele caiu no chão apagado.

— O que você fez com ele garota?!_ O barbudo gritou e no meu momento de distração chutou meu joelho e tentou mais uma vez me ferir com o canivete, porém mais sóbria e como sou uma agente treinada, segurei seu braços com força e com destreza arranquei-lhe a arma e lancei longe. Ele me olhou assustado, senti apenas raiva, ele tentou me atacar! Soquei seu rosto, com rapidez não deixei que ele se afastasse, levei sua cabeça em direção a meu joelho e o choque entre ambos me fez desequilibrar, mas nada me parou, levantei com um gancho esquerdo, o meu favorito em seu peito, em seu olhos pude ver o pavor, porém, mais uma vez, não cessei meus golpes, segurei em seu pescoço apertando com toda minha força, vi seu rosto ficando vermelho com o sangue parando circular...

— Para por favor!_ Ele pediu. — Por favor você vai me matar!_ Pisquei diversas vezes, o que eu estava fazendo? Ele é apenas um civil. O soltei, corri em direção ao meu carro, com pressa o liguei e pus o pé no acelerador.

O que eu fiz? E por que sinto meu corpo mais aliviado? O que me deu na cabeça? Eu poderia ter matado um homem apenas por estar de cabeça quente, essa é uma atitude que qualquer um esperaria de Meg ou Sara, mas dessa vez eu quem joguei minha dor e fúria para outra pessoa.

Porém não tive culpa, eles estavam no lugar errado, na hora errada e com a garota errada. Fui acalmando minha respiração.

Entrei na garagem do prédio. Acenei rapidamente para o porteiro e preferi subir as escadas, não tenho certeza em qual momento minhas lágrimas voltaram a descer, todavia, eu não conseguia evitar, entrei no apartamento, enfim lar doce lar. Retirando cada peça de roupa e jogando pelo caminho, andei em direção ao banheiro, um banho era disso que eu precisava.

Liguei a banheira e no tempo que ela enchia, eu iria tirar essas lentes, me olhei no espelho e eu não me reconhecia, não a mesma que almoçou na mansão com seu vestido e óculos alinhados, com um sorriso estampado no rosto, não a mulher que treinou até cansar com Oliver Queen e assumiu que também era apaixonada por ele, essa Felicity na minha frente, é uma cópia mal feita, uma parte escura de mim que eu preferia esconder.

Com toda a delicadeza, retirei com cuidado cada uma das lentes e peguei meu óculos reserva que ficava sempre guardado na gaveta do banheiro.

Encarei mais uma vez o meu reflexo, nua , sorriso triste e um olhar cabisbaixo, tirei o laço do meu cabelo e os deixei livre, sempre me orgulhei de ser a mulher que não se deixava atingir por quaisquer situações ruins e que sempre se mantinha sã, no entanto agora eu realmente só precisava de uma pessoa para me fazer voltar a ser aquela Felicity.

Oliver Jonas Queen. O homem que me fez ver que posso tentar outra vez, ele que não se escondeu de mim me mostrando quem era de verdade, como eu quero ir ao seu encontro, consolá-lo, cuidar de cada parte sua que pode ter sido quebrada por seu pai, beijar-lhe e dizer que juntos estamos em paz, por que sim, ao seu lado estou bem em seu braços estou segura e eu não nego. Não mais.

Caminhei em passos largos até a banheira e deitei dentro dela, a água quente cobriu todo meu corpo em questão de segundos e todo meu cansaço parecia ir sumindo aos poucos e eu agradecia. Fechei meu olhos, visualizando o rosto de Oliver quando assumiu que precisava de mim e seu jeito receoso em admitir seus pensamentos... sorri de leve, ele viria até mim, constatei, nossa conexão estranha, não nos permite ficar muito tempo longe um do outro e pela forma que meu coração batia só de pensar nele, sei que ao menos eu não conseguiria.

Quando meus pensamentos tentaram seguir direção a tudo o que foi falado na base os bloqueei, eu preciso estar forte para encarar o que virá pela frente, pelas minhas irmãs. Eu preciso. Falei para eu mesma como uma prece, me ensaboei rapidamente e lavei meu cabelo e ao me enxaguar , saí secando-me e ligando o secador, olhei mais uma vez em frente ao espelho, mesmo que continuasse com aparência abatida, algo mudou... meu olhar, ele tinha uma determinação diferente e meu sorriso era verdadeiro, eu tinha uma pequena esperança de que meu porto seguro viesse por mim. Eu sei que ele viria.

TOC...

TOC...

Escutei duas batidas leves, larguei o secador, corri apressada para o meu quarto e sem ter outra opção que me agradasse, coloquei a blusa de Oliver em meu corpo, com uma calcinha... apenas, eu não preciso de uma proteção contra ele, não contra Oliver.

Prendi o cabelo e corri descendo a escada, que fosse Oliver, que fosse ele!

Liguei a luz a sala e ao abrir a porta me deparei com Oliver, de um jeito diferente como se tivesse medo de dizer alguma coisa errada. Sorri, sentindo meu coração e corpo se aquecerem só com sua presença.

— Eu pensei que demoraria mais para vir._ Falei enquanto ele me analisava, não me sentia tímida na sua frente, ainda mais por querer tanto ele perto de mim. — Entra Oliver não precisa ficar parado me encarando_ Continuei e o puxei pelo braço, ele não teria a opção de sair o meu lado.

— Pensei que não quisesse ficar com ninguém._ Sua voz saiu temerosa ao dizer essas palavras, eu sei o que falei naquele momento, mas se ele soubesse que eu nesse momento de seu carinho e calor... o quanto preciso dele.

— E não queria, mas Oliver, você não é qualquer um, é por quem estou apaixonada e com quem me sinto segura, e eu sabia que viria, pois você também precisa de mim._ Expliquei calmamente, para que ele entendesse que eu não havia me retraído ou quisesse retirar tudo o que dissemos um ao outro, andei até a cozinha me afastando um pouco dele, todavia, como de costume senti Oliver percorrer todo meu corpo com seu olhar.

— Sim Felicity, eu preciso de você, fiquei com medo de que não me quisesse aqui._ Escutei sua voz temerosa e dei dos passos, voltando e parando na sua frente e pude ver que ele falava a verdade, seus olhos demonstravam isso.

— E eu fiquei com medo de que não viesse._Confessei, de cabeça erguida e ainda o encarando.

— Felicity eu não deixaria de vir a você, não mesmo e virei sempre que quiser._ Falou baixinho e eu assenti, dando um passo em minha direção e me abraçando. Sua respiração contra meu pescoço, me arrepiava de uma maneira surreal, com Oliver tão perto, meus pensamentos nebulosos desaparecem, mas pode sentir que os dele o corroem, pela forma quem me aperta com força.

Ambos parados na sala do meu apartamento, procurando refúgio um no outro, somos mesmo duas peças quebradas, que completam uma a outra, não posso dizer ao certo, quando comecei a ter sentimentos por Oliver, não posso dizer que neguei até o momento em que ele assumiu que era apaixonado por mim. Não posso me enganar dizendo que estar tão perto dele, não me faça relembrar os sonhos nada inocentes que tive. Oliver mexe com meus sentidos, com todos eles.

— Quer conversar?_ Perguntei para que escutasse e ele se afastou, deixando seu olhar se prender ao meu.

— Não, você quer?_ Disse, mantendo suas mãos grudadas as minhas.

— Também não, Oliver ficar ao seu lado me faz esquecer todo o fardo, tudo o que está lá fora._ Admiti levemente.

— Eu sinto a mesma coisa._ Confessou com um pequeno sorriso divino que era seguido por seus olhos, como é lindo, tão belo.

— Dorme comigo?_ Perguntei diretamente, não sei o que me deixou tão corajosa, mas quando Oliver está comigo não consigo me frear.

Sua expressão de surpresa foi nítida e o olhei apreensiva, será que eu tinha ido longe demais? Fiz errado? Oliver piscou várias vezes enquanto apertava minha mão com força, será que ele não quer? Ele vai ir embora? Me deixar?

— Para de morder os lábios Fe-li-ci-ty._ Pediu, com a voz rouca, respirando lentamente, eu estava mesmo fazendo isso, não posso parar, estou nervosa, droga. — Por favor, para, eu não consigo raciocinar direito quando faz isso._ Pediu mais uma vez, como se fosse uma martírio para ele meu ato, pude notar o quão aflita sua expressão se tornou, respirei lentamente, me acalmando e deixando de os morder e Oliver sorriu como se tivesse agradecido. — Por que ficou nervosa?_ Me perguntou, agora mais controlado.

— Você ainda não respondeu minha pergunta._ Assumi.

— E precisa de uma resposta?_ Falou, me olhando divertido, realmente, não precisava.

O puxei em direção as escadas, sem pressa e ele seguiu meus passos, entrei em meu quarto e notei que havia deixado a toalha na cama fiz um sinal para que ele esperasse e corri para deixá-la no banheiro.

— Eu não sou desorganizada, só aconteceu dessa vez, nenhuma outra, certeza!_ Disse me embolando e gesticulando loucamente em sua frente e Oliver encostado na parede apenas riu.

— Tudo bem Felicity._ Falou. — Essa camisa realmente fica linda em você._ Continuou, dessa vez não mascarando seu olhar quente e que fazia minha pele incendiar.

— Você já me falou isso._ Disse com a voz brincalhona.

— Vou repetir quantas vezes for preciso._ Confessou.

— E eu vou gostar de ouvir._ Admiti, sentindo minha pele corar.

— E eu vou amar te ver envergonhada sempre._ Completou e com rapidez me se aproximou e me ergueu, colocando-me em seu colo.

— OLIVER!_ Exclamei, enquanto ele apenas ria, eu havia soltado um gritinho horroroso, como ele pode me pegar de surpresa assim , eu não estava preparada.

— Desculpa!_ Falou fazendo um falso olhar de cachorro e andando comigo pelo quarto e parando de frente aos porta retratos meu e das minhas irmãs. — Nossa, essa é você?_ Perguntou pegando em sua mão livre uma foto minha em minha fase gótica hacketivista. Velhos tempos de faculdade.

— Unrum e a de cabelo vermelho repicado é Meghan, nós gostávamos de nos destacar._ Expliquei e ele riu da minha explicação. — Me coloca no chão vou te mostrar umas fotos minha de das minhas irmãs que você nunca imaginaria._ Pedi e ele me soltou rapidamente.

— Essa eu preciso ver._ Sorriu marotamente sentando-se na ponta da cama, enquanto pegava o albúm.

— Achei!_ Exclamei e levei até ele, minhas irmãs com certeza me matariam. — O que ver aqui não pode dizer a elas entendido? Segredo nosso?

— Juro que não falo, segredo, como todos os outros._ Concordou, enquanto abria a primeira a foto e via uma Laurel , com pompons rosas em suas mãos e roupa de líder de torcida, minha irmã era uma líder nata, porém na adolescência foi uma daquelas que infernizam nerds, como eu. Fase complicada, dentro de casa.

— Eu não posso acreditar, Laurel era uma das meninas que eu adorava ficar em época colégio!_ Disse encarando a foto.

— Cretino! Então se tivesse conhecido minha irmã teria ficado com ela? _ Perguntei fingindo irritação.

— Com certeza, ela não era de jogar fora._ Falou rindo de mim e dei um tapa em seu braço, idiota.

— Cafajeste._ Soltei fazendo um bico, enquanto ele gargalhava.

— Calma essa é a Sara?_ Questionou e eu assenti, Sara em sua festa de 15 anos, com um vestido, o que ninguém poderia acreditar, lilás, usando um salto prata, cabelos soltos e de mãos dadas a um menino que ela gostava na época. Como uma princesa e seu príncipe, o que ninguém poderia saber é que nessa mesma noite, ela beijou a irmã do menino e não ele. — Eu quero tanto essa foto. Tanto.

— Nada disso, você prometeu segredo._ Ele concordou, mesmo que a contra gosto o que Oliver, Sara e Tommy tem que um gosta tanto de aprontar com o outro?

—Cabelo azul sério? Todas?_ Exclamou, e eu ri automaticamente.

— Vou explicar, aos 13 anos vimos um filme que a protagonista tinha o cabelo colorido em azul e eu e minhas irmãs queríamos ter um igual e meu pai falou que não se pode seguir um exemplo de uma atriz qualquer e minha mãe foi lá e pintou o cabelo dela em tom azul e disse que suas filhas seguiriam o exemplo dela, então ficamos todas assim._ Soltei e ele riu mais ainda.

— Deve ter sido o mesmo que Thea assistiu aos 8 e minha mãe quase enlouqueceu, a menina vendo que minha mãe não iria ceder, pegou uma de suas colas escolares, junto com a tinta do hidrocor azul e jogou no cabelo, ficou com aquela lama grudada por uma semana, não foi ao colégio e minha mãe ria toda vez que a via._ Falou e nós caímos na gargalhada, meu Deus e eu pensando que só minhas irmãs fossem loucas. — E para completar, eu e Tommy fomos implicar, como dois garotos de 16 anos, tiramos sarro da caçula, que contou a a dona Moira que para nos ensinar a não rir da nossa irmã, nos mandou fazer as vontades de Thea por um dia inteiro._ Falou como se ainda se ressentisse por isso. — Tivemos que nos vestir de bonecas, para seu chá com bonecas e ursos! E elas nos maltratava!!! Nunca vou me esquecer , ela era uma verdadeira peste._ Completou rindo mais ainda.

— Eu teria gostado de ver vocês, os dois vestidos de boneca._ Confessei e ele me olhou ultrajado.

— Felicity Smoak, nós ficamos lindos de boneca se quer saber._ Respondeu galanteador, só Oliver para falar algo tão engraçado e parecer sexy.

— Não estou dizendo o contrário!_ Admiti e ele concordou desconfiado.

— Meu Deus, não me diga que você e Meghan comeram um elefante._ Falou vendo uma das fotos mais recentes.

— Claro que não, foi um rodízio de pizza e Meg queria o prêmio final, hambúrgues e pizzas grátis por um mês inteiro, quantos aguentássemos comer por dia._ Expliquei. — E nós ganhamos._ Salientei sorridente, como nosso ato de coragem, mesmo que tenhamos passado mal por um bom tempo e só Meg tenha aproveitado o prêmio.

— Estou ficando cada vez mais surpreso com as proezas das Smoak Lances e como me explica essa foto?_ Falou apontando direto para uma foto de Meg, Laurel e Sara apoiando-se uma na outra e eu de braços cruzados ao lados delas fingindo seriedade.

— Foi na despedida de solteira do Curtis, elas passaram da conta e para Sara estar bêbada, teve que ser um belo porre, elas não se lembram de nada daquela noite e disseram que teve até strippes. Eu tive que cancelar uma viagem para voltar e buscar as doidas._ Exclamei.

— Pelo menos tem estória para contar, já que elas não se lembram!_ Riu alto. — Não posso julgá-las eu e Tommy fazíamos isso até três semanas atrás._ Confessou.

— E porque pararam?_ Perguntei observando ele fechar o albúm e coloca-lo de lado.

— Você apareceram e mudaram nossas vidas, nos colocaram na linha._ Respondeu como se não fosse nada demais, porém não contive minha expressão nítida de felicidade.

— Somos boas nisso._ Respondi prontamente, com convencimento, algo que posso estar pegando de Oliver.

— São sim._ Retrucou. Virando-se para mim. — Tommy foi ficar com Meghan e Sara. _ Soltou e eu quase me amaldiçoei, por ter perguntado das minhas irmãs, na presença dele me esqueci de tudo, mas sorri ao saber que Tommy estaria cuidando delas. — E eu deixei Laurel no Ray._ Completou.

— Elas vão ficar bem certo?_ Perguntei, elas podem estar sofrendo como ou mais que eu e meus pensamentos focados em um só homem, eu estou mesmo tentando fugir de tudo.

— Vão, meus amigos cuidaram das suas irmãs._ Salientou. — Assim como estou aqui para cuidar de você._ Assumiu.

— Eu sou uma má irmã se confessar que no momento em que você entrou pela porta esqueci-me delas?_ Quis saber, com a consciência pesada.

— Não._ Respondeu segurando em meu queixo, passando com leveza seus dedos em meus rosto. Fechei os olhos, relaxando contra seu toque. — Todas vocês precisam se distrair um pouco, tudo isso pode ser pesado demais, para encarar de uma hora para o outra, mas tudo vai dar certo no final._ Finalizou, pondo sua mão em minha coxa.

— Eu estou aliviada por sua irmã estar bem._ Falei de todo o coração, mesmo sem o olhar.

— E também Felicity._ Disse. — Eu posso ser um irmão ruim se confessar que meus pensamentos estão focados em uma única pessoa e é a mesma que quero beijar, desde a hora que cheguei.

— Não, se a pessoa for eu, quero que me beije._ Admiti abrindo os olhos lentamente para ver um sorriso de lado brotar em seu rosto e como se nada mais o tivesse segurando, Oliver tirou o tênis, ficando apenas de meia e em seguida retirando a camisa, me fazendo arfar, como da primeira vez, ele sorria cretinamente e me instigava a tocá-lo, porém, não o fiz, me mantive afastada, tenho certeza que estou corada, mas como não ficar? Ele parece cada vez mais atraente quando o olho.

— Não morde os lábios._ Voltou a falar roucamente.

— Se não?_ Sorri desafiadoramente para ele, brincando com fogo, querendo ser queimada por ele.

— Pode sofrer as consequências._ Respondeu rapidamente, erguendo meu corpo e o jogando na cama, colocando-se por cima de mim e literalmente, me fazendo cócegas! Cócegas!

— AAAAAA! Me solta Oliver, me solta!!!_ Gritei, enquanto ele se entretinha em me fazer rir idiota._ MEEEE SOOOOLTAAA!!!_ Exclamei e ele não parou! _ Vai ser assim?

Parei de me debater e comecei a desferir soco em direção ao seu peito, não foi muito efetivo já que ele os segurava , porém fez com que o mesmo parasse de me fazer cócegas. Usando as pernas como medida se de segurança, enlacei suas costas, o prendendo a mim e Oliver devolveu prendendo minhas mãos acima da minha cabeça.

— Você joga sujo._ Falou, mostrando a posição que estávamos, eu com a camisa erguida até a barriga, lhe dando uma visão privilegiada da minha calcinha preta, posso ver que pela ardência em minha pele, eu já estava toda vermelha, cabelo bagunçado e totalmente e merce de Oliver.

— Oliver..._ Suspirei, mas ele não me deu tempo de responde-lo, soltando minhas mãos, Oliver levou elas até minha cintura acima do laço da calcinha e me apertando com força, no momento em que colou nossos lábios, de uma forma urgente, fazendo meu corpo se acender como uma chama, respondi com o mesmo vigor.

Arranhei seu ombros, no momento em que Oliver mordeu meu lábio inferior, me causando dor, uma gostosa e prazerosa dor, santo Deus, esse homem é quente!

Fazendo uma linha até seus pescoço, desferi beijos molhados e no fim, suguei e mordisquei sua pele deliciosa.

— Ah Felicity._ Sussurrou em meu ouvido, assim que apertei mais minha perna em volta de seu quadril. Segurei na nuca de Oliver e o beijei com afinco, sem pensar se era certo ou não, apenas deixando meu corpo falar, encostei minha intimidade a sua para poder sentir seu membro, que já estava ereto , Oliver suspirou mais uma vez, nossos lábios, sugavam, mordiam e clamavam um pelo outro, nossos beijos eram de pura luxúria e contemplação, adoração e carinho, rápidos e lentos, apenas querendo sentir o sabor um do outro, apenas pedindo um contato maior.

— Quero mais..._ Soltei com a voz entrecortada, em meio a nossos beijos, eu não estou certa se é minha consciência falando ou meu desejo que aumentava em ter esse homem dentro de mim, sentir sua ereção por baixo dos panos me frustrava, eu realmente preciso sentir ele.

— Tem certeza?_ Perguntou olhando em meus olhos. Cessando seus movimentos, ambos suspirávamos de forma descompassada.

— Tenho._ Disse, voltando a mim, eu tenho certeza? Ou é apenas um desejo momentâneo? — Não sei._ Respondi e vi o sorriso de Oliver se tornar triste.

— Tudo bem Felicity. Teremos todo o tempo do mundo para isso, não precisa ser hoje e nem agora, apenas quando se sentir preparada._ Falou se afastando de mim. Ajeitando minha camisa e levantando da cama. Fiz errado? Droga!

— Oliver, desculpa._ Falei me sentando na cama, para me aproximar dele.

— Não precisa se desculpar, eu é que preciso me controlar._ Disse fingindo um sorriso. — Eu vou tomar um banho, tem problema?_ Perguntou.

— Não, tudo bem, o primeiro a esquerda, tem uma toalha que pode usar na segunda gaveta._ Respondi e ele depositando um beijo em minha testa, se retirou.

E me joguei contra a cama. Droga o que eu fiz?

Pov Oliver

Encostei a porta do banheiro, não faz sentido fechá-la, quando somos apenas eu e Felicity no apartamento, peguei a toalha, jogando-a sobre a pia, retirei o restante das minhas roupas com rapidez e entrei dentro do box, colocando o chuveiro no frio, pois o que eu preciso nesse momento é um banho gelado.

Sem estremecer ao sentir as primeiras gotas d'água gelada em minha pele, comecei a repassar em minha mente, meus momentos com Felicity.

Ela estava tão entregue, eu não queria passar dos limites, não quis, mas quando ela começou a suspirar, me apertando mais contra si, nem meu pensamento mais racional , conseguiu não sair da linha, não quero ir rápido demais, Felicity não é qualquer uma e eu não quero tratá-la assim, quero que se senta totalmente segura comigo, quero que entenda que vou respeitá-la a todo momento, eu fui tão burro ao corresponder como um adolescente com os desejos a flor da pele ao sentir seu toques, eu poderia me controlar. Para quem acho que estou mentindo? Eu não consigo me controlar perto dessa mulher. Não quando morde os lábios daquela forma, não quando esfrega seu corpo no meu como se me quisesse dentro dela, não quando suspira meu nome daquele jeitinho tão sexy e doce. Merda Oliver! Controle a merda dos seus hormônios.

Olhei em direção ao meu membro e ele continua erguido, nem a água gelada está acalmando meus nervos, merda.

Também, não posso pensar em Felicity grudada em mim e com aquela calcinha de renda preta, sobre sua pele dourada, deliciosamente sob minha mãos, com aquelas curvas e que curvas!!!! Gostosa demais, linda, sexy, perfeita, maravilhosa... Felicity é tudo isso e muito mais, tão bela. Tão quente e ao mesmo tempo delicada.

Maldição! Oliver porque meus pensamentos não me ajudam a ficar menos exitado? Em vez disso minha ereção latejava, como se precisasse se livrar dessa tensão de não estar dentro de Felicity.

Encostei uma de minhas mãos na parede do box, teria que ser a moda antiga, desde que me tornei adulto nunca precisei me masturbar, pois sempre tive alguém que o fizesse por mim, mas para que eu me acalme e volte para o encontro de Felicity, eu teria que fazer isso, me livrar de toda a tensão e ir deitar ao lado da mulher que me espera.

Fechei os olhos, recebendo a água gelada de bom grado, levei minha mão livre sobre meu membro, imaginando como se fosse Felicity a fazê-lo, comecei com movimentos lentos de vai e vem, pensando na loira dona de meus pensamentos, me dando prazer, lembrando de sua boquinha tão convidativa, que um dia iria me receber inteiro dentro dela e como eu espero por isso, movimentei mais com destreza e rapidez , arrancando um suspiro alto de minha garganta, preciso libertar meu gozo. Coloquei a cabeça na parede, como posso desejar tanto uma mulher e ficar dessa maneira por ela?

— Continue._ Escutei, não poderia ser ela... Poderia?

Pov Felicity

Oliver estava demorando demais no banheiro, como sou estúpida, eu o quero tanto ou mais do que ele possa me querer, ele me respeita e espera para quando eu esteja pronta e eu estou, minha incerteza desaparecera, não é apenas desejo carnal o que sinto, mesmo que seja grande, eu quero! O quero!
Levantei da cama e em passos rápidos alcancei a porta do banheiro, ele não havia trancado, pude ouvir um suspiro saindo de seus lábios, antes de vê-lo.

AGORA

" — Continue._ Falei enquanto adentrava o banheiro. Ele me olhou assustado por ter sido pego no seu ato de libertinagem. — Por favor continua._ Pedi mais uma vez. Oliver apoiando suas mãos na parede do box do banheiro, nu , com toda sua masculinidade amostra e erotismo me analisava como se esperasse que eu corresse ou tampasse os olhos, mesmo com minha pele corada pela vergonha e excitação, eu não correria. Não mesmo. "

— Felicity?_ Indagou olhando em meus olhos, porém nada disse, sem vergonha e tendo em minha mente o que eu queria, retirei a camisa jogando-a de lado. — O que você está fazendo? _ Questionou-me, parado de frente para mim, ainda dentro do box, sua ereção se fazendo presente constatando a expressão descrente de Oliver, ele me queria. Esse é o efeito que causo nele.

— Vamos tomar banho juntos._ Decretei retirando a calcinha e meus óculos, tomando coragem e com esforço para não tapar meu corpo com as mãos, sinalizei para que ele me desse espaço e assim o fez e eu entrei debaixo do chuveiro, sentindo a água gelada bater em meu corpo, me arrepiando inteira.

— Felicity, me diga o que quer de mim?_ Oliver perguntou colocando os braços na parede atrás de mim, colando nossos corpos, fechando a água, e sobrando apenas o barulho das nossas respirações, seus rosto demonstrava confusão e seus punhos, o jeito que ele tentava manter o controle.

— Quero você e tenho certeza que te quero, como nunca quis ninguém._ Confessei.

— Você é tão perfeita._ Ele soltou com um sorriso maroto. — Tão linda._ Continuou analisando todo o meu corpo. — Tão gostosa!_ Exclamou por fim.

— Te quero, agora!_ Falei e ele destinou seu olhar para o meu e o que eu pude ver ali era admiração pura, meu coração não se controlando contra o meu peito, palpitava com força.

— Mandona!_ Respondeu, fazendo o que pedi.

Oliver pressionou seu corpo contra o meu, eu podia sentir sua ereção firme contra minha coxa. Então beijou meus lábios carinhosamente, aproveitando cada toque, enlacei seu pescoço com minhas mãos, no momento em que Oliver me ergueu e colou meu contra a parede, não reclamei, não dessa vez, uma de suas mãos foram até meu seio apalpando-o com total delicadeza, porém desejosamente, me excitando.

Uma de suas mãos foram até minha entrada, dedilhando até minha intimidade e parando a centímetros dela, encarei Oliver com expectativa, que ele correspondeu, me penetrando com seus dedos, gemi baixinho, eu não gosto de preliminares, ainda mais quando quero tanto ele, pude escutar seu suspiro pesado, ele ainda tentava se controlar. Então começou a movimentar sus dedos lentamente dentro de mim, me fazendo rebolar contra eles, sua outra mão indo em direção aos fios do meu cabelos, puxando-os com leveza me excitou mais ainda, ele só pode estar brincando comigo.

— Quero te sentir Oliver._ Confessei entre pequenos gemidos, fazendo com que ele retirasse seus dedos, me olhando com desejo , luxuria e maldade, colocou seu membro de forma lenta em minha intimidade, não forçou ou foi diretamente, ele queria aproveitar o momento, me respeitando a todo gesto seu.

Dizer que o quero não se compará a tê-lo dentro de mim, grande, quente e pulsante. Gemi com mais vontade quando ele se colocou inteiro dentro de mim, esse homem é deliciosamente um pecado!

— Eu estou tentando me controlar não geme assim, por favor._ Pediu com os olhos fechados.

— Não quero que controle!_ Exclamei, até quando ele vai me tratar como uma boneca? Quando eu apenas quero mais e mais dele? — Faça sexo comigo Oliver, me foda, mas não se contenha!_ Vociferei com ousadia.

— Então vou te levar para o quarto._ Decretou com tom de promessa, retirando-se de dentro de mim rapidamente, saindo comigo em seu colo ambos molhados e não dando a mínima. Meu corpo se chocou contra o colchão com força, mas não liguei, esse Oliver, o que me causa tantos o sonhos impuros e que transmite sexo ardente apenas com o olhar com um sorriso cretino, esse estava a minha frente, sem se controlar, sem pensar no depois, apenas no agora. — Então você quer que eu te foda Felicity?_ Falou dedilhando a parte interior da minha coxa, com a voz rouca, com seu corpo me provocando a tocá-lo e me desafiando a fazê-lo, aumentando meu tesão a cada segundo.

— Quero._ Retruquei fazendo o que ele mais odeia, mordendo os lábios. Oliver apenas lançou um sorriso totalmente cafajeste em minha direção e seguida por uma piscadela. Afastando minhas pernas uma da outra, Oliver começou a traçar pequenos beijos que em linha reta começando do vale entre meus seios, passando pela barriga, o que me arrepiou demais e parando em minha intimidade, o encarei mais uma vez e Oliver me olhava mordendo os próprios lábios, ele é quem irá me enlouquecer.

— Geme meu nome._ Falou autoritário antes de sugar lentamente meu clitóris, fazendo todo o meu corpo se arquear, levei minhas mãos diretamente aos lençóis os agarrando com força, Oliver, então sem pedir permissão me penetrou com um, dois, por fim três dedos, enquanto beijava, mordiscava e sujava meus lábios vaginas, fazendo movimentos de vai e vem com os dedos, ele sabia exatamente o que fazer, sua outra mão apertando minha bunda com força.

— OLIVER!!_ Gritei sem me conter no momento em que ele retirou os dedos e me penetrou com a língua, chupando com gosto, jogando minhas pernas sob suas costas, empinando-me mais em direção a sua boca que continuava deliciosamente me fazendo delirar. Gemi mais uma vez e mais outra, sem me frear.

Oliver então voltou a me penetrar e dessa vez com quatro dedos, levantando a cabeça para me olhar , vendo minhas reações, enquanto eu rebolava contra sua mão com força, sem vergonha e gostosamente.

Então inclinando seu corpo contra o meu sem parar de penetrar minha intimidade com seus dedos, ele colocou um dos meus seios em sua boca, agarrei com tanta força o lençol, que se ele não tiver rasgado é milagre, soltei um suspiro longo e profundo, Oliver chupava o bico do meu seio com vigor e depois voltava rodeá-lo com a língua, como se estivesse satisfeito com um se preparou para ir para o outro, porém, antes, deu um selinho em meus lábios.

— Você é gostosa demais Felicity._ Soltou e abocanhou meu outro seio, joguei minhas pernas, outra vez em seu quadril. — Porra Felicity._ Gemeu parando de me penetrar com os dedos e soltando meu seio, apenas me olhando, estávamos ambos suados e suspirando querendo mais. Ele pode me meter em suas mãos contudo, ele ainda sim, não pode brincar comigo para sempre, quando sei que ele me quer. — Fe-li-ci-ty..._ Rosnou, no momento em que levei minha mão até sua ereção molhada e colocando-o em minha entrada, úmida e pronta para recebê-lo, Oliver não me parou, permitiu que eu fizesse o que quisesse, então com um impulso grudei mais nossos corpos, com ele inteiro dentro de mim, mordendo meu ombro, causando uma ardência que me fez suspirar, então senti uma palmada em minha bunda, cretino!

Rebolei contra seu membro, incentivando-o a continuar, arranhei com minhas unhas bem feitas, toda a extensão das suas costas e as cravei fortemente e pude ouvir o rosnar de Oliver contra meu ouvindo, aumentando o tesão, a atmosfera entre nós é de verdadeira luxúria e desejos contidos, um corpo procurando o outro, uma conexão além do normal.

Oliver então começou a se movimentar, estocando levemente, permitindo que minha intimidade se acostumasse com o seu tamanho.

— Mais..._ Pedi baixinho e pude sentir Oliver indo mais rápido, firme e duro, gemi, gritei seu nome, o arranhei, mordi e beijei seu pescoço deixando marcas, a sensação de tê-lo dentro de mim me deixava fora de órbita, nunca senti algo tão enebriante é como chocolate, uma vez seria impossível de provar. — O-li-ver..._ Murmurei contra seus lábios, beijando-o, sentindo minha intimidade apertar-se contra o seu membro, sentindo ele tão entregue como eu, tão dentro de mim, tão meu. — Você é meu._ Falei encarando-o desejosa.

— E você é minha._ Disse. — Vira._ Mandou e eu o obedeci, mas sem tirá-lo de dentro, apoiei meus braços travesseiro, Oliver prendeu meu cabelo em sua mão e os puxou sem delicadeza, rude e eu adorei! Então como um animal, prestes a devorar sua vítima, ele empurrou firme seu membro em minha intimidade, apertando minha cintura com força, estocando duramente, me fazendo gemer enlouquecedoramente seu nome, querendo ele, pedindo por Oliver, pedindo por mais. Ele começou a alternar seus movimentos, aumentando minha libido, com toda sua sexualidade em ação. Oliver começou a me masturbar enquanto literalmente me comia de quatro e eu rosnei, sentindo o êxtase se apoderando do meu corpo, com a visão anuviada pela paixão.

— Oliver, eu vou..._ Murmurei.

— Goza para mim Felicity._ Mandou com sua voz rouca e eu obedeci, lambuzando todo seu membro, me sentindo ainda excitada, eu queria que ele gozasse, queria que seu orgasmo também acontecesse. Quero que seu prazer seja como o meu, quero que sinta o que sinto.

— Tão quente, tão apertadinha e minha!_ Salientou, voltando a estocar com forçar e eu respondi com vigor rebolando e o excitando-o. — Felicity, onde você quer que eu goze?_ Perguntou baixinho, sem parar de se movimentar.

— Boca, por favor._ Respondi também quero poder sentir o gosto de Oliver assim como ele sentiu o meu.

— Vem..._ Me chamou retirando-se de mim, parado e respirando fundo, tocando o próprio membro enquanto gozava, sem pedir ou dizer nada, me aproximei agachando-me em sua frente e abocanhei seu membro, com minha boca, sabendo que ele não caberia, então com a extensão que eu conseguia, chupei, passei a língua sentindo seu gosto agridoce e pude ver quando a pele de Oliver se arrepiou e eu estremeci com tamanha visão sexual de um homem tão entregue a mim. — Vem cá Felicity._ Ele disse me puxando, fazendo com que deitássemos um de frente para o outro e beijando meus lábios, carinhosamente e eu correspondi sorrindo contra o beijo, suas mãos circundaram minha cintura abraçando-me, enlacei nossas pernas uma na outra, para que fiquemos totalmente colados.

— Obrigada. _ Falei quanto ele parou de me beijar.

— Pelo o que Felicity?_ Perguntou.

— Por esperar até que eu estivesse pronta, sem cobrar ou exigir nada._ Expliquei olhando-o diretamente.

— Te respeitar é o mínimo que eu poderia fazer Felicity, não agradeça._ Disse e sorriu em seguida. — Obrigada por me fazer o homem mais realizado do mundo, isso o que fizemos, foi especial para mim, não uma foda, não só sexo._ Completou.

— Também foi especial para mim._ Confessei, e nós dois sorríamos e nos olhávamos abobadamente.

— Será que quando acordarmos, você ainda vai me querer ao seu lado?_ Perguntou de repente.

— Te faço a mesma pergunta._ Retruquei, apoiando a cabeça em seu peito e sentindo o sono chegar, então bocejei.

— Eu te quero ao meu lado todos os dias Felicity._ Falou beijando minha testa, abraçando-me mais ainda, me senti protegida e segura, com o calor de seu corpo e sua respiração em meu rosto, me permiti dormir, sabendo que nessa noite eu não terei sonhos com Oliver, pois o tenho comigo.

"Loving can heal
Loving can mend your soul
And is the only thing that I know
I swear it will get easier
Remember that with every piece of ya"

"Amar pode curar
Amar pode remendar sua alma
E é a única coisa que eu sei
Eu juro que fica mais fácil
Lembre-se disso com cada pedaço seu"

Notas finais
Espero vocês no próximo em! Beijões ♥ Eai? O que acharam?