Jogo Perigoso

26 Incontroláveis


Notas iniciais
OPA! Hoje é dia de postagem! Deixarei os comunicados para o próximo capítulo que será postado mais tarde! Tenham uma boa leitura!

Pov Felicity

LOCAL: HOSPITAL CENTRAL/STAR CITY
HORÁRIO: 0h30h

— Vou perguntar apenas uma vez e quero que me diga a verdade, quem estava no comando dessa operação, sei que tem um de vocês que é o mandante e se mentir tenha certeza que ela, não vai ter misericórdia e nem eu._ Sibilei para o homem em minha frente. Há exatamente uma hora chegamos no hospital, depois que ter deixado a jovem vitima em sua residencia, o que foi doloroso, uma família não deve passar por isso, mas depois de Tommy nos informar que não haviam conseguido tirar nada dos criminosos no hospital, decidimos que era hora de agir. Fazer dezenas de soro da verdade em meia hora, não foi tão difícil, com as substâncias certas e uma blea ajuda das enfermeiras que foram bastante solícitas, eu consegui. Mas voltar aos velhos tempos em que eu e Meghan interrogávamos pessoas ou melhor torturávamos criminosos até que falassem isso sim é doloroso, demais. Ser agente é o que eu era e o que voltei a ser, não apenas uma CEO "santinha" em Star, não apenas a irmã ou agora namorada, sou uma agente que ama adrenalina de estar lutando contra oponentes mais fortes, que gosta de usar toda sua genialidade para o bem e criar novas armas e desse jeito continuar sendo a melhor, mas, voltar a origem, a esses momentos que me faziam ver o quão duro pode ser vestir esse uniforme. Respirei sem deixar de encará-lo.

Havíamos falado com cada um dos homens nesse andar em que os policiais faziam guarda, já que todos iriam presos assim que dessem seus depoimentos e por fim estávamos de frente ao que menos se feriu, sentado na maca, preso a ela por um algema. Assim que entrei injetei em seu braço o soro, não dando a oportunidade para que ele mentisse, a ameaça foi puro instinto e ser ameaçadora dessa forma é algo que pensei que não reviveria dentro de mim, mas se é preciso, não tenho como controlar.

— Eu não... eu não.. sei._ Mentiu com certo esforço e pude ver Meg se aproximando, tínhamos fechado o quarto em que estávamos e Laurel e Sara vigiavam para ninguém atrapalhasse. O suor em seu rosto era nítido, com mais ou menos 1,80 de altura, calvo e uma cicatriz em seu rosto o deixava com um ar medonho, realmente, ele transpirava medo, mesmo assim tentava mentir. — Eu conheço, eu já ouvi falar de vocês, as gêmeas Alfas, eu conheço tudo sobre vocês._ Vociferou, me pegando totalmente e completamente de surpresa. Afastei-me dele por ver que se agitava, joguei a seringa na lixeira mais próxima, tirando qualquer objeto cortante de seu lado.

— Se nos conhece então acho melhor responder as perguntas dela._ Meg parando na frente dele com uma expressão fechada, limpando sua faca no uniforme, distraidamente. Ela odeia facas detesta até, mas essas são umas das minhas lâminas, pequenas e letais e minha irmã sempre tinha uma dessas para caso como estes. Suspirei, realmente só quero que isso acabe.

— Então, me diga, quem está no comando? Como ele é? Só queremos isso, nos entregue ele e você ficará bem._ Tentei negociar parando ao lado de Meg, medi o batimento cardíaco dele e cada vez aumentava mais, nossa presença o amendontrava , mesmo assim ele lutava contra o efeito do soro.

— Eu não posso, vão me matar se eu falar qualquer coisa._ Ele chiou.

— Nós podemos fazer pior, muito pior._ Meg disse cética, um momento antes do homem, puxar a lâmina da mão dela, tive pouco tempo para reação com o reflexo afiado, empurrei minha irmã contra a parede e no momento que ele com sua única mão solta, tentou me ferir, o desarmei e soquei seu rosto, deixando minha raiva ser liberada, prendi sua cabeça ao colchão com a lâmina apontada para seu pescoço, seu medo e pavor era exposto em cada tremor do seu corpo, mas não me afastei, se era para ser do jeito ruim, seria.

— Burrice, pensou que eu era a irmã má? Ela pode acabar com você então como o efeito do soro já está em seu sistema imunológico, comece a dizer, quem estava no comando da operação?_ Meg encarando-o, minha respiração era descompassada, mas ainda estava controlada e minha irmã tinha razão, ela pode não ser a irmã má.

— Eu.. ah, é o alto, o que lutou com você por último, ele é o líder, ele é assustador._ Respondeu olhando para mim e revirei em minha mente a quem ele se referia e eu logo me lembrei, o mesmo que foi imune aos meus choques, ele não é um homem comum, ninguém deveria ficar de pé com tamanha carga sobre seu corpo, mas ele ficou. O que me deixava curiosa, inclinei a cabeça em sua direção, sem sorrisos ou expressões de que iria ficar tudo bem, pois não iria.

— Quem é ele?_Perguntei incisiva.

— Tobias Church._ Soltou e o olhei confusa, esse nome, eu conheço esse nome.

— Ele é diretamente ligado a Adrian Chase?_ Meg questionou passando a lâmina na bochecha dele, pude sentir um pouco de seu sangue escorrendo sobre meu dedos, mas não me afastei ou o soltei.

— É o cão do chefe, por favor, não digam que eu falei, eu não consigo não dizer a verdade, por favor, Church vai me matar se descobrir que falei algo a vocês, por favor._ Ele implorou, fechei os olhos, tentando conter minha ira, apertando seu pescoço com mais força. Eu só precisava respirar. Mas senti me corpo ser puxado com brusquidão, não me debati ou pestanejei, não havia escutado a porta ser aberta, mas agora Sara me segurava com firmeza. E Laurel examinava o homem que havia apagado.

— O que temos?_ Laurel perguntou enquanto saíamos da sala.

— Tobias Church._ Meg falou socando a parede, assustando um dos policias.

— Ele é o homem que ajudou Chase no sequestro da mamãe e do papai e foi solto por terem pago a fiança dele, filho da puta._ Sara exclamou me soltando, sentindo o mesmo que senti a minutos atrás, raiva.

— Ele está cumprindo ordem de Chase outra vez._ Falei simplesmente.

— E ainda continua sendo o cão dele._ Laurel disse prontamente.

— Mas dessa vez lidaremos com ele da forma certa, Tobias vai se arrepender de não ter nos entregado Chase naquela época._Meg sibilou.

— Ele vai, com toda a certeza._ Finalizei me afastando e indo em direção ao carro, mesmo com tanta raiva, eu ainda e simplesmente precisava ver e sentir o calor de Oliver, ele me faria ficar em paz, sentimentos ruins tendem a querer se apossar de mim, tenho tanta fúria, tanto ódio a todo momento que ele, somente ele, sem falar qualquer coisa, apenas com um abraço saberia controlar e é dele que eu preciso nesse momento.


Pov Oliver

LOCAL: DEPARTAMENTO DE POLÍCIA/ STAR CITY
HORÁRIO: 03H30 DA MADRUGADA

— Teve algum resultado com ele?_ Questionei virando-me para Tommy, estávamos a mais de três horas interrogando os homens de Chase, os policiais liberaram mais que rapidamente a sala de interrogatório para nós, ao verem que eu realmente estava irritado, Meghan, ainda não havia voltado com meu carro, nenhuma delas tinham vindo até aqui, apenas Felicity havia avisado por mensagem a Tommy que as três passaram por aqui e levaram a menina de volta a sua família, fora isso nem sinal delas. Eu e ele tínhamos tentando de tudo um pouco, dor, pressão psicológica até dissemos que ganhariam redução na pena, já que todos seriam acusados de sequestro, formação de quadrilha e desacato a agentes da lei. E pegariam muito tempo na cadeia, porém nem com isso conseguimos nada, absoluta e completamente nada. Os mais feridos pelas garotas estavam recebendo cuidados médicos, contudo, eles também alegam "não saber" de nada, parecem devotos a Chase de um jeito doentio.

— Não, nada. Mas com esse meu instinto me diz que ele sabe muito mais do que aparenta. Ele em nenhum momento vacilou, quis jogar comigo e disse que eu me arrependeria de me meter no caminho do chefe dele. Esse homem acredita fielmente em que vai sair daqui._ Olhei através do vidro e reparei na fisionomia do nosso acusado, sentado confortavelmente na cadeira, com as pernas em cima de mesa, como se não se importa-se em estar nessa situação. Mesmo algemado ele ostentava um sorriso vitorioso.

— Ele realmente sabe._ Respondi apenas. — Qual o nome dele?

— Não tenho ideia, a digital dele não está no banco de dados do departamento e não tenho como comparar com o banco de dados do FBI._ Falou, dando enorme suspiro, estamos de mãos atadas.

— Vocês realmente não conseguem resolver nada sem nós não é?_ Pude ouvir a voz de Meghan que vinha com um sorriso triunfante.

— Vai se danar gracinha._ Tommy respondeu prontamente enquanto como nós ela, parou ao nosso lado para olhar através do vidro. — Ele está dando problema não é?_ Questionou perscipcaz.

— Está, ele não fala._ Disse logo em seguida, me virando e encostando na parede e Tommy ergueu os braços em sinal de desistência e se jogou em uma das cadeiras do corredor.

— Nós descobrimos que esse homem é um dos mais ligados a Chase._ Felicity disse enquanto caminhava em nossa direção, com seu tablet em mãos e uma seringa. A olhei confuso.

— E eu e Sara no hospital descobrimos que todos tem um pavor extremo de que Chase saiba que eles nos deram informação._ Laurel disse, andando até nós e como as outras, coberta por curativo e sem o colete.

— Como se o que Chase possa fazer a eles seja pior do que as duas vão fazer._ Sara respondeu me deixando ainda mais confuso.

— Vocês conseguiram alguma coisa dos outros?_ Tommy perguntou curioso.

— Claro, as gêmeas foram bastante persuasivas, se essa for a palavra certa._ Sara nos disse e como Meghan, Felicity encarava o homem, com uma expressão cansada, todos nós parecemos estar exaustos.

— Querem me explicar o porque de Felicity estar com uma seringa e vocês ficam se referendo as duas assim, a todo momento?_ Questionei encarando uma de cada vez.

— Nós apenas somos boas em conseguir informações._ Felicity falou vindo em minha direção.

— Exatamente. Apenas isso._ Meghan respondeu sombria.

— Me abraça?_ Pediu assim que parou em minha frente a analisei, Felicity não mais sorria, não do mesmo jeito que entrou no carro a horas atrás, a olheira em abaixo de seus olhos eram visíveis e a mesma parecia ter feito muito esforço nesse tempo. Não questionei o que ela havia feito, apenas coloquei seus braços em volta do meu ombro e circundei seus corpo, colando-o ao meu e a senti leve, como se precisasse disso, relaxada o suficiente para se sentir melhor. — Obrigada Oliver.

— Quer me contar o que houve?_ Quis saber. Pude ver Sara e Laurel se despedindo de nós com um aceno, falando algo sobre conversar com os policiais do departamento, mas não dei atenção. Meghan sentou ao lado de Tommy e ela parecia estar no mesmo estado que Felicity.

— Eu e Meg interrogamos cada um dos homens outra vez, depois de vocês falarem com eles e foi cansativo demais._ Respondeu-me, com a voz abafada pelo pano da minha camisa.

— Eu fico feliz que conseguiram melhor resultado que nós. Mas porque Laurel e Sara não as ajudaram?

— Porque eu e Meg somos uma boa dupla em relação a interrogatório e também usamos métodos não convencionais._ Falou com normalidade. Como método não convencional pensei em tortura, o que não acho impensável para Meghan, não mesmo, mas Felicity não é tão cruel assim, não como as outras, não como eu. Ela é como Tommy, ele nunca partia para violência, quando se tratava de interrogar alguém, mesmo sendo explosivo ele apenas saía e eu ficava com o trabalho sujo, não consigo ver Felicity sendo " quem faz o jogo sujo''.

— Tortura?_ Disse baixinho e ela respirou lentamente.

— Pode se dizer que sim. Essa seringa em minha mão é o soro da verdade, preparado por mim para fazer com que a pessoa fale o que queremos ouvir._ Explicou calmamente sem me soltar.

— E qual o papel de Meghan?

— Ela induz eles a responderem minhas perguntas._ Disse levantando a cabeça e depositando pequenos beijos em meu pescoço. — Quero tanto sair daqui e ficar só com você._ Falou para que eu escutasse, com a voz baixa.

— Eu também Felicity._ Com um tom ameno respondi, acariciando seus cabelos.

— Não querendo atrapalhar o casal, mais já atrapalhando, temos que entrar Lis._ Meghan falou, fazendo com que Felicity se afastasse de mim e assentisse, agarrando com mais força a seringa e o tablet.

— Se precisarem de ajuda estaremos aqui._ Disse, indo para o lado de Tommy enfrente ao vidro.

— Não precisaremos._ Meghan retrucou, entrando com Felicity e pude ouvir o barulho da chave quando ela trancou a porta.

— Acho que não estou preparado para ver o que elas vão fazer._ Tommy disse sem virar o rosto.

— Por que? Nós já presenciamos esse tipo de interrogatório, você já me viu fazendo isso várias vezes.

— Eu sempre te contive Ollie. Mas elas, parecem saber exatamente o que fazer e como e não me parece legal, não mesmo e é pessoal._ Indagou e eu entendi, esse homem deve fazer parte do passado delas, uma droga de passado que Adrian Chase arruinou.

— Vou ativar o som._ Falei apertando o botão para que ouvíssemos tudo o que fosse dito lá dentro, se elas precisarem, se eu apenas perceber que estão correndo perigo, quebro essa porta no meio, mas ninguém irá tocar nelas.

Pov Tommy

— Posso sentar ao seu lado enquanto o casal maravilha tem seu momento?_ Meghan perguntou já se sentando, normal e típico dela, desde o momento em que ela chegou com um sorriso eu estranhei, era um sorriso falso, não o provocativo que conheço e amo, mas um colado em seu rosto para disfarçar algum sentimento.

— O que vão fazer com ele? Por que tenho a impressão de que não sei de tudo?_ Questionei, minha intuição nunca falhava em relação a essa mulher e quando ela deitou em meu peito, de livre e espontânea vontade, eu soube que tinha algo errado.

— Torturar, somos boas nisso e temos raiva o suficiente. Mas com ele é pessoal, esse homem é Tobias Church que é totalmente leal a Chase, se tem alguém que pode nos dar informação necessária é ele._ Soltou com rapidez, ela não mentiu ou tentou disfarçar e pela sua expressão, soube que era toda a verdade, por mais cruel que ela fosse.

— O que ele fez a vocês?_ Perguntei com a voz baixa, analisei seu corpo, havia pingos de sangue em sua bota, mas nada falei, esse nosso trabalho incluem todo o tipo de ação e eu não posso julgá-la, mesmo que não aprove e repudie esse tipo de método, não julgo. Como um menino, me agarrei em seu corpo e como um homem tentei passar toda a segurança que ela precisava nesse momento.

— Ele ajudou no sequestros dos meu pais e foi solto um tempo depois._ Confessou abertamente. Beijei sua testa em demonstração de carinho e seu corpo estremeceu, ela vulnerável dessa forma me assusta, muito, mas também aquece meu coração ver que ela confia em mim. Senti sua respiração contra meu corpo lenta, seu corpo parecia descansar sobre o meu, ela está realmente exausta, observei Ollie e Lis, eles ainda conversavam, então deixei que minha namorada, tivesse seu momento de descanso, não precisei dizer nada em resposta a suas palavras, eu não posso dizer que sinto muito e ou falar que ela não deve entrar naquela sala e se vingar do homem que teve relação com a morte de seus pais, todavia posso ser seu porto seguro e é isso que vou ser, mesmo que tema que essa raiva a consuma mais uma vez.

Eu falo de Ollie e como quero sua felicidade, digo que é nítido ver o amor dele por Lis, mas não consigo ver o quanto eu já amo essa mulher, cheia de falhas e defeitos, qualidades e cicatrizes incuráveis, eu amo uma mulher e ela me faz ser forte para dividir sua dor comigo e sua alegria, eu sou mesmo um idiota, um verdadeiro idiota. Como fui cair nessa armadilha do destino? Ironia mais clara em minha vida.

— Já está na hora._Sussurrei. — Depois disso aqui, você vai descansar entendeu gracinha?_ Disse observando-a bocejar e soltar um pequeno sorriso.

— Ok docinho, eu prometo que vou descansar._ Respondeu dando um beijo rápido em meu lábios e se levantando em direção a Lis e Ollie. Deixei meu temor tomar conta no momento em que as duas entraram na sala e o sorriso de Tobias se alargou, se esse homem pensar em tocar em minha garota ou em Lis, o mato, limpa e dolorosamente.

Pov Felicity

— Olá gêmeas, quando me contaram que a equipe Alfa estava de volta não acreditei, nem um pouco, mas ver as duas em minha frente me faz relembrar o quanto são deliciosas, continuam a mesma coisa, meu chefe vai adorar saber que estão atrás dele._ Tobias falou com um sorriso assim que entramos na sala. Freei meu passos, Oliver estava me observando do outro lado, só sua presença já me acalma, cair no jogo de provocação desse homem não é o objetivo.

Encarei Meg que andava de um lado para o outro, olhando-o com desdém, sua raiva era palpável mas ela nada fez. Um avanço. Andei em direção a Church mantendo minha pose e alto controle em mente.

— Como minha carga de choque não te queimou vivo?_ Questionei esticando seu braço e injetando o soro, ele nem ao menos reclamou.

— Tire os pés da mesa._ Meg mandou e ele obedeceu na mesma hora ainda com seu sorriso sarcástico.

— Hum, continuam as mesmas a inteligente incontrolável que se faz de santinha e a assassina que se finge de louca, observei as duas enquanto lutávamos._ Falou sem responder as minhas perguntas. Rolei os olhos, ele quer entrar em nossa mente e deixava bem claro isso. — Me digam, como é ver um dos homem que ajudou a matar seus papaizinhos livre entanto ambos estão mortos, soube que sofreram tanto que tiveram que se aposentar, uma pena._ Sibilou ardilosamente, respira Felicity, você é superior a ele, você consegue se controlar. Com esse pensamento, não o respondi, apenas pus seu dedo sobre o teblet, colhendo a digital e me afastei colocando-o sobre a cadeira. Eu e Meg lado a lado encarávamos Church.

— Como a carga não te fritou?_ Meg perguntou sutilmente.

— Eu tenho um dispositivo inserido em meu corpo que evita esse tipo de coisa, benzinho, sempre gostei mais de você, mesmo que a loirinha de óculos, seja meu fetiche pessoal, não repara minha posição lindinha, mas se você quiser estou totalmente disponível._ Soltou e mais uma vez revirei os olhos.

— Nojento._ Falei, pelo menos temos uma resposta.

— Por que não deixa o soro fazer efeito em seu corpo em vez de lutar contra ele?_ Questionei, vendo com sua respiração se tornou pesada, mesmo com uma expressão vitoriosa, ele parecia contestar o que estava acontecendo em seu corpo.

— O que injetou em mim vadia?_ Ele disse me olhando e pude ver Meg erguendo sua lâmina e indo em direção a ele.

— Benzinho, a vadia sou eu._ Ela respondeu duramente, passando a ponta da faca no peitoral dele rasgando sua camisa e o tirando.

— Ui, já vamos ao finalmente?_ Ele retrucou encarando-a.

— Quanto tempo para o soro fazer efeito?_ Meg perguntou se me olhar.

— 1 minuto se ele lutar contra._ Respondi mantendo-me afastada.

— Então vamos aos finalmente._ Ela falou e pude ver o sorriso de Church falhar no momento em que Meg inseriu a lâmina em seu ombro o rasgando levemente em linha reta. Fechei os olhos, visualizando todo o mal que ele ajudou a por em minha vida, para não me sentir culpada em vê-lo sofrer, Meg pode se vingar por nós e eu não me meteria.

— Só isso que pode fazer?_ Ele quis saber com um ar soberbo.

— Church, onde Chase está? Cadê Ava Sharpe?_ Perguntei em voz alta, no momento em que minha irmã rasgava a pele do outro ombro dele, sujando as mãos com sangue, sem ao menos piscar, com uma expressão mais sombrinha.

— ESTÁ SE SEGURANDO VADIA? SEI QUE PODE FAZER MAIS QUE ISSO!_ Church gritou, incitando Meg , ele queria tirar ela de si, dei um passo para frente, não mais que isso.

— Posso sim, eu posso fazer pior que isso._ Minha irmã falou apertando com força ambos os ferimentos dele, deixando a lâmina de lado. — Está melhor ?_ Ela questionou com um sorriso frio, Church gritava, dolorosa e desesperadamente. Ele merece isso, falei de novo para eu mesma.

— Vadia._ Ele soltou. — Quer saber o que foi melhor ? Jogar o corpo da sua mãe semi morta naquele jardim, enquanto ela pedia por favor , não me mate, ao lado do marido morto, foi deliciosamente engrandecedor ver um trabalho bem feito e nenhuma de vocês pode fazer nada._ Soltou, então corri, me jogando sobre a mesa, lançando sua cadeira no chão, não a tempo de evitar que Meg não cortasse parte do rosto dele, mas o suficiente, para evitar um estrago maior, Church gargalhava doentiamente, o estrondo na porta fez com que nós duas a mirássemos e Tommy apareceu com a expressão fechada seguido por Oliver.

— Tira ela daqui._ Pedi e Tommy mais que rapidamente segurou minha irmã que rosnava e se debatia enlouquecidamente.

— Ele quer brincar com você!_ Exclamei dando um tapa leve em sua fase , minha irmã estava descontrolada.

— Eu quero acabar com ele._ Ela disse tentando se acalmar, usando todo seu esforço.

— Eu vou acabar com ele, mas preciso que você vá._ Assumi e ela viu a determinação em meu olhar.

— Pode ir, eu fico com sua irmã aqui._ Oliver disse diretamente para Meg que assentiu e se deixou ser levada por Tommy. — Vou ficar perto._ Falou para mim, sem direcionar o olhar a Church.

— Vem que agora somos nós dois._ Disse levantando o corpo caído de Tobias que me olhava com receio.

— Então é agora que você me bate até que eu confesse meu crimes?_ Ele questionou me analisando sorrateiramente.

— Não. É a hora que te dou uma chance de falar, antes que minha raiva aumente e eu termine o que minha irmã começou._ Respondi duramente, tirando minha própria lâmina do cinto e a batendo com força sobre a mesa. — E então vai falar por bem ou terei que arrancar na força? E te digo, que estou sem paciência._Finalizei.

— Então o que quer saber?_ Perguntou me olhando diretamente, o efeito do soro o havia dominado.

— Tudo, começando por onde está Chase?

Notas finais
Nos vemos no próximo, beijos!