Jogo De Mentiras.
4 Football on the Roof!
Notas iniciais
Capítulo com nome estranho né?
Eu queria fazer uma coisa legal... Mas essa perseguição... Não ficou legal!
Além do mais, não ganhei comentários, então não espero nada...
Mas fiquei inspirada com a conversa que eu tive com o Math...
Então, está aí!^^
Jogo de Mentiras.
Capítulo 4 → Football on the Roof!
“Amanhã depois do treino.” Shindou havia dito.
E lá estavam. Tenma, Shinsuke, Kariya, Kirino e Akane. O Sol cintilava em plena cinco horas.
Mas... Onde estava Shindou?
“Pessoal! Oi! Desculpem, eu fiquei preso na biblioteca.”
“Quem consegue ficar preso na biblioteca?” Disse Kariya com sarcasmo.
“Chega! Sem provocações, por favor, Kariya.” Tenma.
“Não fiz nada. Calma.”
“Como faremos isso?” Perguntou Kirino. “Como Tenma seguirá, Tsurugi? E ainda mais com a gente? Não dá para passar despercebido. Chamamos muita atenção juntos.”
“Vamos nos separar. Aqui, Tenma. Pegue isso.” Shindou.
“O que é isso?” Tenma segurou o pequeno dispositivo.
“E um rastreador. Você vai seguir Tsurugi sozinho. E nós vamos nos separar, e nos reunir no local em que estiver com ele.”
“Tudo bem. Eu vou seguindo então.” Tenma.
“Tenma, deixe o rastreador na jaqueta. Não vai perdê-lo dentro dela.”
“Ah, tudo bem. Não demorem!”
Tenma foi observado ate sair de vista, e então Shindou voltou a falar.
“Vamos nos separar. Akane você está com a câmera?”
“E por acaso, você já me viu sem ela?”
“Só estou garantindo. Não sabemos o que vamos descobrir, mas creio que qualquer informação será vital.”
“Sabe o que nós parecemos?” Kariya perguntou, ganhando a atenção de todos. “A turma do Scooby-Doo, só não temos a máquina de misterio e nem um cachorro falante.”
Shindou, Kirino e Akane caíram. Shinsuke estava com uma pequena gota.
“Tenma já está longe. Não será fácil achar Tsurugi, nós deveríamos ficar por perto, por precaução.” Shinsuke.
“Claro. Um de vocês vai pelo lado norte, e um de nós pelo oeste.” Shindou.
“Kariya vem comigo. E você vai com Kirino e Akane, capitão.” Shinsuke.
“Por que eu?”
“Você quer ir com Kariya?”
“Não seria incômodo.”
Shinsuke riu, revirando os olhos.
“Tudo bem, então. Vamos, Kirino-Senpai? Akane-Chan?”
“Hai.” Akane pulou ao lado de Shinsuke o acompanhando.
“Bobão.” Kirino falou quando passou ao lado de Shindou.
Shindou fechou a cara, e fez um tom de deboche.
“Bobão. Hunf!”
Kariya riu. E riu. E riu.
“E você ai, seu baka! Do que está rindo?”
“Eu sempre pensei... Que você não fosse infantil, fazendo essas coisas. Mas você também é!”
“Fique quieto. Vamos. Vamos pelo leste e vemos o que Tenma consegue descobrir.”
****
Tenma não havia demorado muito ao achar Tsurugi. O problema era segui-lo, sem que o azulado percebesse. Até que estava indo bem. Fazia meia hora que estava o seguindo, e Tsurugi não havia dado sinal de desconfiança. Tenma queria saber se seus amigos estavam bem, qualquer tipo de comunicador como o walkie-talk seria bom. Mas o moreno se lembrou, de que não devia chamar atenção.
Pegou apenas o celular e ligou a Shinsuke.
“Estamos na Winter Coffee.” Disse o baixinho.
“Porque vocês estão no oeste?”
“Shindou disse para nos separarmos. Ele não está com a gente.”
“Entendi. Sabe, estou surpreso que o Tsurugi não tenha desconfiado da minha presença. Isso até que é engraçado. Ele não é tão atento quanto deveria.”
“Eu também estava pensando nisso. Tem certeza que está seguindo a pessoa certa?”
“Não tem como não ser ele. Eu o reconheço de longe.”
“Acho que o Tsurugi está distraído hoje.”
“Sabe, eu acho que...! WO-AH!”
“Tenma?”
Tenma por puro reflexo se esquivou pelo lado direito. Ele ia ser acertado diretamente no estomago, se não houvesse desviado da bola.
Um chute como aquele só podia ser o Death Drop ou o Death Sword.
“Por que... fez... isso??”
“Por que está me seguindo?”
“Tenma? Tudo bem?”
“Eu estou bem Shinsuke... Eu... Só...”
“Me dáisso!” Tsurugi pegou o telefone do moreno. “O que você pensa que está fazendo?"
“T-Tsurugi?”
“Não, minha tia. O que pensa que estáfazendo?”
“Éque...”
“Você contou a ele sobre o Quinto Setor?”
“E por que não contaria? Você está arriscando sua vida. Sabe disso.”
“Ah!” Tsurugi continuou a andar. “Você parece minha mãe.”
“Pode devolver meu celular?” Tenma pediu e logo o aparelho estava de volta em sua mão. "Shinsuke, vou desligar. Até mais."
“Falei para não me seguir.”
“Na verdade, não falou. E mesmo que tivesse falado, eu não o faria. Agora, deixa de ser idiota e para de seguir o Quinto Setor.”
“Me obriga.” Tsurugi virou para Tenma com um sorriso debochado.
“Bom, se você não vai parar. Pelo menos, pode me dizer, onde estamos indo? Como você sabe onde eles estão?”
“Eu tenho contatos. Não émuito difícil.”
“E para onde estamos indo?”
“Não preciso responder isso.”
“O... Que?”
Quando Tenma se deu conta, estavam em sua rua.
“Você sabia o tempo todo que eu estava te seguindo.”
“Sabia. E você achava que eu estava distraído. Mas na verdade, eu estava levando você, onde você deveria estar. Sua casa.”
“Isso não é justo! Eu quero ajudar!” Falou Tenma, enquanto entravam pelo jardim de trás.
Nesse momento, um sequencia de coisas aconteceram. O celular de Tenma tocou alto, e duas vozes, denominadas a serem de Shindou e Kariya, gritavam impacientemente com ele. Porque diabos, Tenma havia voltado para casa?
Logo depois, foi arrastado, até o galho mais alto da árvore de sua casa. Quase caiu se Tsurugi não tivesse o puxado.
“Com que direito você...!”
“Quieto.”
“Mas...!”
“Tenma cala boca.”
“O que você vê?”
“Escute com atenção. Diga-me o que ouve.”
“A voz de Aki.”
“Escute mais uma vez. Ela não esta sozinha naquela casa.”
“Deve ser Ichinose.”
“E aquela limusine ali?” O azulado apontou para a entrada da casa.
“Eu não sei.”
“Ele não está tentando passar de despercebido.”
“Ele quem?”
“Tem outro lugar que nós possamos ver? Eu conheço a voz, mas preciso ter certeza.”
“Para ver a conversa? Só se for no telhado da vizinha da frente, Tsurugi.” Disse Tenma sarcástico.
Tsurugi desceu da árvore.
“O que vai fazer?”
“Desça. Ligue para Shinsuke. Preciso de um ângulo melhor.”
“EU NÃO SEI DESCER DA...!”
“Não grite. Não grite idiota. Apenas desça. Vamos Tenma!”
“Se eu me machucar, eu mato você.”
“Tudo bem. Apenas o faça com pressa. Rápido. Antes que ela perceba que você tenha chegado.”
Tenma desceu, mas se desequilibrou e caiu de cara no gramado. Tsurugi ficou com uma gota.
“Nem para descer de uma árvore você serve, Matsukaze.”
“Cala boca e me ajuda. Sasuke consegue sentir meu cheiro. Ele vai começar a latir a qualquer minuto.”
Logo saíram da casa. Precisavam achar um jeito de ver melhor.
“Você quer invadir a casa daquela mulher? Eu não acho uma boa ideia. Ela tem ótimas flores. Nunca vi ninguém la.”
“Dá um jeito. Eu preciso ver melhor.”
“Eu já sei!”
“O que?”
“Eu posso fingir que nossos pais querem algum tipo de flor, para, sei lá, alguma ocasião especial. E então nós podemos demorar um pouco la.”
“Acha que funciona?”
“Já te decepcionei alguma vez?”
“Ah, me deixa ver. Teve aquela vez quando você caiu de cara na escola, aquela que você tropeçou umas quarenta e sete vezes na bola, e também teve aquela vez que...”
“Tá, Tsurugi, eu entendi. Eu já entendi.”
“Mas eu nem cheguei à metade... Da metade... Do começo.”
“Chato.” Tenma tocou a campainha. Uma senhora de meia-idade, chamada Komiko, atendeu.
“Olá, meu jovem. Tenma estou certa? Entrem, por favor.”
Tenma sorriu e entrou. Tsurugi ficou desconfiado, porque alguém teria tanta hospitalidade assim? Mas entrou também. E viu que Matsukaze já conversava com a senhora há algum tempo.
“Tsurugi, essa senhora tem uma história fascinante! O pai dela era o mágico do Mar!”
“Ahn?”
“Ah, gostaria tanto que pudessem ouvir a história toda. Se eu fizer alguns biscoitinhos e um chá quente, vocês ficam?”
“Claro!” Tenma se animou.
“Ah, com licença, senhora... Mas poderíamos ver seu terraço? Aquelas flores realmente são lindas.”
“Sempre me falam isso. Fique a vontade. Tenma, eu conheço sua mãe. Você deve se lembrar de mim.”
Tsurugi e Tenma foram ao terraço.
“Você faz amizades até com velhinhos.”
“Não, eu a conheço. Ela contava histórias para mim em Okinawa, eu não sabia que ela era dona dessa casa. Contudo, suas histórias me fascinavam.”
Tsurugi andou. E viu o que queria ver. Ele sabia que era Goenji. O tempo todo. Mas precisava estar certo.
E também, o que ele fazia na casa da Aki agora? Estava a chantageando, ameaçando? Bom, ele não sabia.
“O que você acha que ele quer?”
“Não sei, sabia que era ele. Mas não faz sentindo sua presença aqui.”
“Shinsuke, Shindou, Kirino, Kariya e Akane estão vindo.”
“Mais alguém?”
“Não está bravo?”
“É claro que sim. Envolveu gente demais. E você já era um peso. Alias, podia ter deixado Akane de fora.”
“Ela que decidiu isso. Não eu.”
“Mas você queria saber o que eu estava fazendo.”
“Você estava arriscando sua vida.”
“Você também está arriscando a sua agora.”
“Deixe o futebol ser feliz como está agora.”
“Eu deixo quando você tocar em alguma bola novamente.”
“Talvez você esteja paranoico. Olhe para eles, talvez estejam conversando sobre sua amizade. Ela está grávida, Tsurugi.”
“Ou talvez, ele esteja a ameaçando, a chantageando. Talvez, Tenma.”
Ambos se encararam.
“Ei, que clima de briga!” Shindou acalmou os amigos.
“Tenma!” Shinsuke.
“Eu sabia que quando tinha visto aquela limusine ela era um problema. E eu também sabia que não era de Tenma.” Kariya riu e Tenma o olhou com desprezo.
“Muito bem. Agora que estamos aqui, qual é o alvo?”
Tsurugi suspirou.
“Tudo bem. Goenji está conversando com Aki, sobre alguma coisa. Não sei o que é. Mas também e bom alguma foto, caso precisemos de provas algum dia.”
“Certo. Deixem-me trabalhar.” Akane pegou sua câmera, e puxou Kirino consigo.
Os outros conversaram sobre alguma coisa, enquanto a hora passava. Com o horário diferente do habitual, o sol só ia embora seis horas em diante.
Conversaram. Conversaram. Conversaram.
Tsurugi se aproximou para falar com Akane.
“Tsurugi.” Tenma gritou.
No exato momento em que este girou, um homem estava com uma faca, pronto para atacá-lo. Tsurugi se abaixou, dando uma rasteira no homem e o fazendo ficar sufocado, quando chutou a parte debaixo.
“O que é isso?”
“Menos perguntas. Mais ajudas, por favor.” Disse Kariya mordendo o braço de uma cara.
Capangas? Capangas do Fifth Sector? Só podia ser brincadeira.
Mas não era.
****
Shindou deu uma cotovelada no homem de preto, e ele caiu no chão. Parecia abalado, nunca, em hipótese nenhuma havia lutado com alguém. E cada vez que o fazia, surgia mais.
Kariya era ágil em seus movimentos, e fazia seus oponentes cambalearem. Mas estava ficando cansado. E eles só podiam usar o corpo, para atacar/defender, os vasos e o que mais encontrarem para ter vantagem. Mas aqueles caras tinham facas, pontiagudas e grossas.
Shinsuke deu um salto, e machucou o tornozelo de um.
Tenma e Tsurugi além de cercados, estavam ofegantes.
“O que... A gente... Faz? Parece que eles nunca acabam.”
“Vamos correr.”
“Para onde?”
Tsurugi apontou para o norte.
“Telhados? Vamos correr sobre os telhados?”
“Prefere morrer?”
“Não podemos usar nada? KIRINO-SENPAI!”
Nesse momento, o rosado percebeu a agitação. Empurrou o capanga para longe, mas outro pegou Akane.
Não tinha como sair. Em qualquer lugar pareciam cercados.
“Mande uma mensagem de texto. No primeiro sinal, a gente corre.” Tsurugi sussurrou a Tenma.
Tenma não pensou duas vezes, pediu para Kariya e Shinsuke distraírem os capangas, e aos outros que na menor das possibilidades fugissem.
“Cansaram de lutar, foi?”
“Olha só, Ted. Cansaram.”
“Red, são crianças tolas.”
“IIIIIIIIIAAAAAAAAH!” Kariya pulou em Red e começou a bagunçar seu cabelo, Shinsuke segurou sua perna.
“Soltem-me seus pirralhos!!”
“Agora!”
Nesse momento, Akane pisou no pé do capanga e saiu correndo. Sua câmera. A câmera.
Ela ia voltar, mas foi impedida por Kariya.
“Não dá tempo. Eles vão vir atrás de nos. E estão armados.”
“Vamos. Temos que ir.” Shinsuke correu.
Tsurugi, Shindou estavam em outro telhado, quando Kirino, Kariya, Tenma, Akane e Shinsuke pensavam em pular.
“Não há tempo para pensar!” Shindou.
“Você quer nos matar, Tsurugi!” Shinsuke.
“Pulem logo. Eles estão vindo atrás.”
Kariya voltou para trás, tomou impulso e foi. Logo depois, Shinsuke. Akane. Kirino.
“Vamos Tenma! E só pular!” Shinsuke.
“É muito alto...” Choramingou o moreno.
Tsurugi revirou os olhos e voltou.
“Estamos devagar demais. Eles estão se recuperando, e vão vir. Até porque, ainda há outros. Vamos despistá-los. Mas precisa pular.”
Tenma tomou impulso e pulou. Tsurugi foi atrás.
Os capangas estavam se aproximando, e dessa vez pareciam maiores, e prontos para luta.
Pularam de casa em casa, mas não conseguiram despistá-los.
Pararam no final de um telhado. Kariya quase caiu, mas Kirino o segurou.
“Cuidado.”
“Estamos cansados.” Shinsuke disse entrecortado.
“Não há tempo. Shindou, acha que pode usar a Kami no Takuto?” Tsurugi.
“Se eu tiver uma bola, acho que sim.”
“Vamos nos separar.”
“Aqui.” Tenma entregou uma bola a Shindou. “Eu sempre tenho uma na bolsa.”
“Tome impulso. Vocês vão depois dele. Peguem a bola.” Tsurugi.
Shindou foi para trás e em seguida chutou a bola, pulando ao mesmo tempo para outro telhado.
“Kirino, pegue a bola ate aquela chaminé! Acha que consegue?”
Kirino pulou de casa em casa ate a bola.
“Chute a Shinsuke!”
“Shinsuke!”
“Pegue a bola, a três casas. Vá!”
“Não deixarei a bola cair!!”
“Eles estão jogando futebol no telhado, isso é tão legal!” Tenma se animou.
“Queria poder tirar fotos. Ou estar lá com eles.” Akane apontou para o pôr do sol. Shindou e os outros estavam bem ao leste.
“Lamente outra hora, eles estão longe. Mas os capangas não. Olhem.” Tsurugi.
“Ai, caramba! Vamos!”
Pularam mais algumas vezes. E ainda eram seguidos.
“Temos que deixar Akane fora dessa...”
“Se ela descer agora, eles vão a seguir, não é uma boa ideia.” Tenma.
“Andem! Tem um mercado ali, uma escada de emergência. Vamos!” Akane.
Akane e Tsurugi chegaram no tempo certo. Mas Tenma havia escorregado em uma telha.
“Wo-ah!”
E o capanga pegou sua jaqueta.
“Me solta!!!” Tenma se desprendeu de sua jaqueta e pulou para o outro telhado.
“Você está bem?” Tsurugi.
“Vamos. Vamos. Vamos!”
Desceram a escada de emergência e saíram às pressas do mercado.
Correram mais, e mais.
Tenma havia passado reto, quando foi puxado pela gola da camisa, por Tsurugi.
“Aí não idiota.”
“Cadê Akane?”
“Usou o caminho da Torre.”
“Eles se foram?”
“Não sei.”
“Eram capangas do Goenji?”
“Não sei.”
“O que eles queriam?”
“Dar um aviso, eu acho.”
“Por quê?”
“Pare de fazer perguntas.”
****
Tenma chegou cansando em sua casa. Não havia nenhuma limusine, enquanto se aproximava.
Tenma apenas sentou no sofá e suspirou pesado. Sasuke pediu um afago.
“Ah, oi, Sasuke. Diga-me, o que você acha de futebol no telhado?”
“Au?”
“Ah, resolveu voltar. Estava em treino noturno?” Aki.
“Não, eu só fiquei um pouco mais com meus amigos...” Mentiu Tenma.
Não gostou de mentir. Não via porque a razão. Mas também não podia mentir e dizer que havia pulado os telhados dos vizinhos, atravessado metade da cidade, porque havia capangas o perseguindo. Se bem, que para capangas, aquelas facas não estavam com nada.
“Aki... O Goenji esteve aqui? O que ele queria?”
“Fazer as pazes. Manter amizades por perto.”
“Ele... Se desculpou?”
“Sim... E me deu parabéns pelo bebê.”
“Ichinose deve estar feliz com isso.”
“É... Tenma, eu...”
Mas Tenma não escutava mais nada. Havia desmaiado de tanto cansaço. Foi uma longa tarde.
Sasuke se acomodou no chão e fez o mesmo.
E Aki, não falaria nada, do que ousou em tentar dizer agora.
Notas finais
Mas tentei...
E obrigada pelas conversas no face, Math-Senpai! ^^
Até a próxima, Nyah!'s
Morangos ou Melancias?
Bye! 0/
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