Jogando Com Prazer
11 Aoi
Notas iniciais
Plagiaram JCP. É. Lá no fanfiction.net
A história já foi devidamente excluída, e a "autora" também excluiu o perfil de usuário dela. A questão é a seguinte: eu não tenho cadastro no fanfiction.net, e essa história só está cadastrada aqui! Ou seja: é alguém que lê aqui também u.u
Portanto, aí vai meu recadinho pra você. É. VOCÊ que tem a cara de pau de plagiar as histórias dos outros.
Da próxima vez que pensar em postar algo que não é seu, lembre-se de que plágio é apenas uma CÓPIA. Nunca terá a essência do autor, pois essa é única e incontestável.
A todos os outros leitores queridos que comentam, ou mesmo os que acompanham anonimamente, meu muito obrigado.
E EU FIQUEI MUITO GAY COM ESSES 82 REVIEWS!!!!!!
Sem mais delongas...
Enjoy!
Aquilo com certeza foi surpreendente. Nunca, em nenhuma hipótese, eu imaginei que Uruha pudesse ser tão doce.
Ele sempre fez questão de parecer o mais distante possível, como se nada do que estivesse acontecendo lhe afetasse. Logo no começo da banda — quando ele ainda ficava com garotas — eu vi várias meninas chorarem pelo moreno, todas alegando que ele era tão frio quanto uma pedra de gelo.
Mas não era aquele homem que eu estava vendo à minha frente.
Eu nunca tinha o visto pronunciar uma frase com tamanha segurança, como se aquela fosse a única coisa certa a se fazer.
E aquele pedido no final... Seus olhos demonstrando insegurança, a primeira fraqueza que eu via em semanas.
Merda! Eu estava confuso. Meu coração implorava pra que eu me jogasse de cabeça naquele relacionamento, mas minha cabeça dizia que era melhor manter um pé fora d'água, pra não correr o risco de me afogar.
Olhei para nossos dedos entrelaçados, relembrando tudo que acontecera entre nós desde quando voltamos a nos falar.
Acariciei seu rosto com a mão livre, contornando os lábios de formato único.
- Eu aceito — murmurei, quase como se aquilo fosse errado.
E o sorriso que surgiu em seus lábios foi tão espontâneo e brilhante que eu me senti ofuscado.
Aproximei-me lentamente, roçando nossos narizes, sentindo seu hálito quente se misturar ao meu. Acabei com nossa pequena distância e juntei minha boca à sua, iniciando uma dança erótica entre nossas línguas que se tocavam em sincronia.
- Oh! Pelo visto já se reconciliaram.
Takanori. Incrível como ele parece ter um radar que só funciona nas horas mais impróprias.
- Desculpem. Eu tentei controlá-lo, mas vocês conhecem o Ruki — disse Reita.
- Isso porque você é frouxo! Se ele estivesse com o seu pau enfiado na bunda não teria como fugir, concorda? — ditei em um tom ríspido.
Uruha sorriu.
- Ou vice-versa.
Rolei os olhos.
- A ordem dos fatores não altera o produto. Da próxima vez mantenha seu namorado mais entretido, Rei-chan.
- Para de drama, Aoi. Nós só interrompemos um beijo, nada demais — disse Ruki jogando-se em um dos sofás.
- Você interrompeu um beijo de início de namoro, esse é o problema — falou Kou.
Ruki abriu a boca, mas fechou-a em seguida. depois deu um dos seus sorrisos maliciosos, daqueles que praticamente dizem " eu já sabia".
Akira sorriu e veio me dar um abraço.
- Estou muito feliz por vocês. Yuu, cuide muito bem do meu amigo ok?
Assenti.
- Pode deixar.
- E Kou... Trate o Yuu com carinho, certo?
Uruha me abraçou por trás, beijando meu pescoço de leve.
- Ele está em boas mãos, não se preocupe.
- Quando acabar o momento melação vocês podem me avisar, por favor? — questionou Ruki com o cenho franzido.
- Vá se fuder, Taka! Você vive se agarrando com o Akira por aí e nós nunca falamos nada — disse Kou, apoiando a cabeça no meu ombro.
- Mas eu não pareço tão gay quanto vocês!
- Claro, Ruki. Você tem a pose mais heterossexual da banda, principalmente quando está de frente pro espelho e fazendo biquinho. Relaxa, chibi. Você é muito macho — ironizei.
O menor estreitou o olhar e apontou um dedo na minha direção.
- Você está andando muito com um certo guitarrista de coxas roliças, Sr° Shiroyama.
Sorri de lado.
- Talvez.
- Ele fez exatamente isso no salão, e ainda usou a palavra look — debochou Uruha.
O vocalista deu de ombros.
- O importante é que eu fiquei sexy. Você não acha, Yuu?
Ergui a sobrancelha e analisei o corpo do menor rapidamente.
- Bom, não querendo te ofender, mas... O Uruha é mais sexy e mais gostoso.
Kouyou quase convulsionou de tanto rir, e até mesmo Reita teve que segurar o riso.
- Koi... Ele está me tratando mal — fez uma falsa cara de choro.
Akira abraçou-o, deitando a cabeça dele em seu peito.
- O Aoi é um bobo, Ru-chan. Pra mim você é o homem mais sexy do mundo, até mesmo quando veste aquele seu pijama que parece um uniforme de futebol.
E quem não conseguiu segurar a risada dessa vez fui eu. Lágrimas saíram dos meus olhos.
- Reita, você é meu ídolo! — eu disse quando finalmente consegui me recompor.
O chibi cruzou os braços e foi sentar-se na poltrona que eu havia ocupado anteriormente, fingindo-se ofendido.
A porta se abriu e Kai passou por ela como um touro, repuxando os próprios cabelos.
- Não. Aguento. Mais! — disse largando-se em um dos sofás.
Aquela frase já era de praxe, nós a ouvíamos todo ano, principalmente na época que antecedia as turnês.
- O seu problema é sexo, Kai — afirmou o vocalista.
- Jura? Me conta uma novidade agora — satirizou. — Eu quase não tenho tempo de ver o Nao.
- Nós podíamos sair sábado — refletiu Uruha. — Fazemos nossa comemoração de início de namoro e convidamos os rapazes da Alice Nine, o que acham?
Kai arregalou os olhos.
- Vocês estão namorando? Sério?
Assentimos em conjunto.
Ele meneou a cabeça e sorriu, exibindo as covinhas.
- Agora essa banda está perdida de vez! Todo mundo se pegando nos recônditos da PSC.
- Sim ou não? — insistiu Uruha.
- Eu topo. Posso falar com o Hiroto também — respondi.
- Pode contar conosco — falou Reita.
Nosso líder jogou a cabeça pra trás.
- Eu também vou. Preciso passar um tempo com o meu bebê.
Ruki sorriu maliciosamente.
- Estou sentindo que essa comemoração vai render muitas surpresas interessantes.
U&A
Acordei com mordidas suaves sendo depositadas em minha nuca, me fazendo suspirar de satisfação.
- Ohayo, dorminhoco — sussurrou ao meu ouvido.
Esfreguei os olhos, ainda de bruços.
- Ohayo. Que horas são?
- Quase 10h00.
Agarrei o travesseiro com mais força.
- Por que você me acordou tão cedo? — nós só tínhamos ensaio às 14h00.
- Saudades — beijou meu ombro.
Suspirei, resignado. Eu já devia ter me acostumado com tais atos.
Uruha fazia aquilo sempre que dormíamos juntos. Começava com beijos suaves, mordidas leves e palavras ditas ao pé do ouvido, mas sempre terminava com sua ereção roçando minhas nádegas, mesmo que por cima da roupa.
Seu corpo implorava por uma bela noite de sexo — não que o meu estivesse diferente -, e sua impaciência era quase palpável, apesar da promessa que ele havia me feito.
Sua língua traçou uma linha reta da minha lombar até o pescoço, eriçando minha pele.
- Gostoso — murmurou.
E logo minha nuca era atacada mais uma vez. Beijos rápidos, dentes raspando pelo local, sua respiração contra minha pele... Tudo aquilo me enlouquecia, pois aquele era meu ponto mais sensível.
Senti meu membro começar a endurecer, mesmo com atos tão simples. Eu estava absolutamente suscetível a toques nos últimos dias. Qualquer faísca poderia gerar uma explosão.
- Kou? — chamei, manhoso.
- Diga, meu anjo — seus dedos brincavam com o elástico da minha boxer.
Ondulei o quadril, sentindo seu falo totalmente rijo contra minha bunda.
Eu estava quase disposto a ceder. Nós já havíamos discutido sobre posições, acessórios, nível de dor e tudo o mais que um novato no mundo homossexual — como eu — precisa saber. Meu notebook estava lotado com vídeos caseiros de homossexuais, além de todas as pesquisas sobre BDSM e alguns brinquedinhos de sex shop que poderiam auxiliar na hora da tão temida penetração. É. Porque eu com certeza seria o passivo na nossa primeira vez, isso estava claro na minha cabeça... E eu estava morrendo de medo!
Por isso mesmo decidi fazer um teste antes, só pra saber como era a sensação.
- Tira a roupa, Uru — pedi.
Eu não vi, mas sabia que seus olhos estavam arregalados.
- Quê?!
- Você pode tirar só a boxer se quiser — sorri de lado.
Senti seu peso me abandonar e aproveitei para virar de barriga pra cima, captando o momento exato em que ele se desfazia da única peça que cobria sua masculinidade.
Mordi o lábio para reprimir um gemido.
Era estranho. Eu não conseguia ficar excitado com nenhum dos vídeos que eu assisti, sentia até um pouco de nojo... Mas com Uruha era diferente. Meu corpo parecia entrar em ebulição toda vez que ele me tocava.
- E então, Yuu-chan? — sua voz tirou-me dos meus devaneios.
Kouyou estava completamente nu, com uma ereção despontando entre as pernas e o típico sorriso malicioso nos lábios.
Tomei um pouco d'água para tirar o amargo da boca.
- Sente-se na cama, costas apoiada na cabeceira.
Uruha obedeceu sem ao menos pestanejar.
Fiquei de pé sobre o colchão e tirei toda a minha roupa, expondo-me por completo.
Seus olhos brilharam e a língua umedeceu os lábios ressecados.
Engatinhei sobre a cama e apoiei um joelho em cada lado de seu quadril, suas coxas ficando entre minhas pernas.
Passei a mão por seu pescoço, encostando nossas testas.
- Promete que não vai me penetrar?
Ele suspirou e pousou as mãos na minha cintura.
- Prometo.
Selei seus lábios rapidamente.
- Eu confio em você.
Desci o corpo lentamente, não deixando seus olhos em momento algum, e quando minhas nádegas se acomodaram sobre seu membro um gemido lânguido deixou seus lábios, minha cintura sendo castigada por suas unhas.
- Merda, Yuu! Você é uma perdição.
Uma das suas mãos foi até minha nuca e logo nossos lábios estavam conectados em um beijo. Intenso. Forte. Necessitado. Línguas se encontrando erraticamente, saliva sendo trocada, meu lábio sendo mordido a todo momento e meus quadris se movendo por vontade própria.
Era estranho, mas não ruim. Meu corpo parecia acender com a fricção ritmada e os beijos indecentes que trocávamos. Meu falo roçava em seu abdomên, sendo manipulado indiretamente, me fazendo gemer.
Sua boca desceu para meu pescoço, dando alguns chupões e mordidas, aumentando ainda mais o meu desejo.
Fechei os olhos e apenas me deixei levar. Eu podia sentir toda a extensão de seu membro roçando entre minhas nádegas, sua glande por vezes tocando minha entrada. Tudo isso contribuía para o descontrole do meu corpo que se movia cada vez mais rápido, ansioso pela conclusão do ato.
Um tapa violento estalou em minha coxa, fazendo-me gemer, oscilando entre a dor e o prazer. O ato se repetiu em minha outra perna, minha pele automaticamente ardendo em chamas.
- Ah, Uru — arfei.
Sua boca encontrou meu mamilo, prendendo-o entre os dentes e puxando-o com força.
Tombei a cabeça para trás e arranhei seu braço, descontando um pouco da dor ali.
Suas mãos separaram ainda mais minhas nádegas, aumentando o contato e o calor que tomava conta de todo meu corpo.
- Kou... Me toca — implorei.
Ele atendeu meu pedido, começando uma felação rápida em meu falo até então negligenciado.
Gemi sem pudor algum, tornando a fricção ainda mais erótica, o choque entre nossos corpos causando um barulho indecente.
- Yuu, eu vou...
Antes que ele terminasse a frase pude sentir seu sêmen escorrendo entre minhas pernas.
Com mais alguns movimentos habilidosos em minha ereção também me desfiz em sua mão, melando seu abdomên.
Apoiei minha cabeça em seu ombro, minha respiração saindo entrecortada.
- Uau! Você realmente me surpreendeu, Aoi-chan. Isso foi incrível.
- Eu também gostei. Foi... Intenso.
- Isso só me dá mais vontade de transar com você — acariciou meus cabelos.
Engoli em seco. Não havia mais motivos para adiar algo pelo qual nós dois ansiávamos.
- Sábado. No sábado você me terá por completo, Uruha.
Meus cabelos foram puxados de leve e eu ergui o rosto, atendendo ao seu pedido mudo.
- Você tem certeza, Yuu? Está seguro em relação a isso?
- Estou.
E ele sorriu, exibindo os dentes infantis.
- Então eu tenho quatro dias para organizar tudo, certo?
- Certo. Mas há uma condição, Kou.
- Qual?
Encostei a boca em seu ouvido, assoprando delicadamente.
- Eu quero você de cinta-liga e meias 7/8. E isso é uma exigência, Takashima Kouyou.
Um sorriso sacana brincou em seus lábios.
- Pode deixar, meu loiro. Sua exigência será cumprida à risca. Tem preferência por cor?
Me mexi sobre seu colo, obrigando-o a abafar um gemido.
- Brancas.
Um tapa forte estalou em minha nádega esquerda.
- Fetiche? — questionou em divertimento.
- Talvez... Você fica lindo com essa cor.
- Hm... Então eu estarei todo vestido de branco pra você, meu anjo — sugou o lóbulo da minha orelha.
E foi a minha vez de reprimir um gemido.
U&A
Quarta-feira. Sala de descanso. Eu e Uruha nos pegando no sofá, ambos com ereções aprisionadas dentro das calças.
- Ohay... Oh! Será que vocês não conseguem ficar dez minutos sem se agarrarem?
E Takanori — pra variar — interrompendo nossos momentos a sós.
- Vá se foder, Ruki! — disse Kou, ajeitando-se melhor entre minhas pernas.
- Isso é tarefa do Rei-chan — fechou a porta. — Se desgrudem que eu tenho um presente pra vocês.
Respirei fundo, tentando acalmar meu corpo que ainda se encontrava em situação crítica.
- Nos dê cinco minutos, chibi — pedi.
- Até parece! Não há nada aí que eu já não tenha visto. Pare de se comportar como uma garotinha virgem, Yuu.
Uruha beijou meu rosto e se afastou, sentando-se com as pernas cruzadas.
Imitei-o.
Ruki sentou-se na mesinha que estava à nossa frente e nos entregou uma caixa, embrulhada em um papel de presente vermelho, com estampas de corações.
- Feliz início de namoro.
- Nós podemos abrir aqui? — perguntou Kou, desconfiado.
- Devem!
Trocamos um rápido olhar e rasgamos o papel ao mesmo tempo.
A caixa era toda preta, e também tinha estampas de corações.
- Abram logo — incentivou Ruki.
Uruha tirou a tampa, e meus olhos se arregalaram automaticamente.
Ali havia diversos artigos de sex shop, alguns eu já conhecia, outros não. Bolinhas tailandesas; plugs; brilho labial que aumentava a temperatura do beijo; lubrificantes aromatizados; anel peniano; óleo para massagem; algemas de cetim; um vibrador azul...
Segurei o objeto entre as mãos, tentando entender pra que serviam as pequenas ondulações que cobriam todo o brinquedo.
- Ru-chan, pra que diabos eu preciso de um vibrador? — perguntei inocentemente.
O chibi rolou os olhos e tirou-o da minha mão.
- Caso você não tenha percebido, esse vibrador é menor que os normais, e mais flexível também. As ondulações massageiam o interior... Sério, isso daqui vai te fazer gemer como uma puta.
Corei violentamente.
- Mas... Não vai machucar?
Ele estalou a língua.
- Isso é ótimo pra preparar, Aoi. O importante é que você esteja relaxado na hora da penetração. Na verdade esse presente é mais seu que do Uru, mas eu espero que os dois possam se divertir bastante — sorriu sincero.
Me encaminhei até ele e abracei-o.
- Obrigado.
- De nada. Apenas... Se livrem logo dessa tensão sexual ok? Eu quase posso tocá-la — piscou. — Até daqui a pouco.
Segundos depois ele estava fora da sala, deixando-me ainda mais envergonhado.
Uruha me puxou pela cintura e fez com que eu sentasse em seu colo, tomando meus lábios com ânsia.
Quando finalmente nos separamos seus olhos estavam escurecidos pelo desejo. Um sorriso perverso adornou seus lábios.
- Sábado você não me escapa, Yuu-chan.
Notas finais
E o próximo FINALMENTE é o tão esperado Lemon.
Desculpem pelo surto lá em cima amores, mas eu realmente fiquei muuuuuuuuuuito chateada, but...
Reviews e chocolate me fazem feliz *-*
Até segunda amores!!!!!
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