Jenete And The Hunter

5 Capítulo 4: Presa em outra realidade.


Notas iniciais
Boa Leitura. E uma dica eu me inspirei nesse capitulo um pouco no filme jogos vorazes, mas no caso eu só tinha visto o trailer no tempo que fiz esse capitulo(não foi a tanto tempo, mas gosto de exagerar)

POV Narrador.

Justin correu para a direção de Jenete. Quando a alcançou sentiu um grande peso sobre seus ombros e tentava segura-la o mais forte possível para que ela não fugisse e se empenhou em ignorar os gritos e os socos que ela dava nele.

Ele a sentiu terrivelmente quente e assim que a tirou da água a viu tremer e se movimentar sem parar e ouviu um som olhou para a água e viu uma moça.

-Não devia ter entrado no meu caminho. – disse a moça de cabelo colorido. Ela jogou uma forte quantidade de água nele. – Bem deixe me vê-la.

A moça nadou ate a beira do lago e quando pós suas mãos na terra tomou a forma de uma mulher e seus cabelos ficaram em um tom vermelho escuro e se agachou para avaliar Jenete.

-Talvez tenha uma utilidade maior na água.

Ele se levantou e pegou a moça pelo pescoço.

-Você nunca a levara.

-Acompanho você a muito tempo jovem caçador e devo dizer que ela não é igual as outras. E ela não será morta.

-É o que pensa. – disse ele forçando o aperto.

-E você terá que nadar muito para tê-la tanto de corpo como de alma. Ela não será tão fácil e duvido que conseguira conquista-la.

-Por que ela seria diferente?

-Por que ou a caça ou tem um relacionamento com ela. – ela se transformou em água.

Jenete deu um grito ele foi em direção dela que agora estava paralisada. Colocou seu ouvido no peito dela e pode ouvir o coração dela, mas também pode senti-la terrivelmente quente.

-Foi envenenada.

POV Jenete.

Eu podia ver ele agora, mas não podia me mover e nem conseguia dizer uma palavra.

-Olá. – uma moça de cabelos azuis apareceu para mim e fez uma referencia.

E de repente eu estava numa sala que tinha uma chaminé, estava sentada num sofá grandioso e vermelho, avia mais outros três sofás iguais a este e tinha diversos quadros, avia algumas estantes e diversos jogos.

-Sou Katrinda.

-Onde estou?

-Não posso dizer, mas estará a salvo.

-E o que fizeram com ele?

-Nada, mas se serve de alivio logo o verá, mas…

-Mas o que?

-Só o verá se fizer a escolha que a leve ate ele.

-O que você está falando?

-Estou falando que se fizer a escolha certa se verá longe dele. Longe da possível morte. Sabe vocês tem um destino, mas ele está dividido em dois caminhos.

-Que caminhos?

-Um você e ele serão reis do clã ao qual você é destinada e se ambos fizerem as escolhas erradas você acabara morta e ele um homem arrependido. Ah! Me esqueci a outro caminho, mas esse você só o pegara por escolha e vai ser a partir de agora.

-O que?

-Vou lhe explicar. Você está morrendo e terá a sua frente depois de algum tempo duas portas uma a levara ao caminho que eu te disse e outra a levara para outra vida você será livre será uma sereia a rainha de todos os mares. E é claro que o jogo comece!

Me vi num campo.

-Bem vida Jenete MCather Waldorf! – disse uma voz masculina. – Você está no jogo destino! – ouvi aplausos. – Bem você tem uma espada e sua missão é simples passe por esse campo, mas um aviso fique de olhos abertos e nunca feche seus olhos.

Vi duas portas e sai correndo em direção a elas. Ouvi um barulho de assas, me virei e vi um grandioso dragão. Dei um pulo e tentei acerta-lo com a minha espada. Cai por fim no chão e olhei para o animal que voava ainda. Fechei os olhos e imaginei um tipo de furacão só que feito de água em volta do dragão. Abri meus olhos e vi isso acontecer. Fiz com que o furacão virasse uma bolha de água e ao ver ele perder o movimento coloquei-o com cuidado no chão, mas meu cuidado foi para nada, pois ele explodiu. Fechei meus olhos “Nunca feche seus olhos” Abri-os rapidamente, mas me vi mais longe ainda das portas. Corri o mais rápido que pude. Vi um tipo de reflexo e parei bruscamente.

Era um espelho grandioso. Apoiei meus dedos tentando atravessar o vidro fui colocando mais força e senti meus dedos passarem e isso foi o suficiente para me jogar para o outro lado estava agora mais perto da porta andei confiante, mas senti uma rajada de vento que me empurrou para longe.

-Querida pode crer que dependendo de mim você morre agora. – vi um rapaz encapuzado.

Me levantei e comecei a lutar com ele estávamos lutando com nossas espadas e eu já avia acertado ele cinco vezes e ele já tinha me acertado três. Mirei em seu estomago e empunhei a espada lá. O garoto caiu e eu tirei a espada e pensei na água me levando ate a porta e foi exatamente o que aconteceu.

-Parabéns chegou a porta agora escolha que destino prefere. – a moça de cabelos azuis apareceu e depois que acabou de falar sumiu.

Eu não sabia que porta escolher.

-Por um mandado de lá cima venho dizer que a porta a sua direita a levara para seu mundo e a esquerda a leva para um novo mundo, uma nova encarnação.

Não sabia quem tinha mandado dar as dicas, mas agradeci.

Pensei nas palavras e todos os acontecimentos anteriores e pensei principalmente no que aquela mulher avia dito. Analisei que as palavras “você e ele serão reis do clã ao qual você é destinada e se ambos fizerem as escolhas erradas você acabara morta”, mas eu sentia que preferia morrer por meu povo ou me casar com aquele homem do que fugir para outra vida.

A levara para outra vida você será livre será uma sereia a rainha de todos os mares

Ser livre tudo bem que eu nunca pude ser realmente livre, então só estou tendo mais ou menos o conhecimento dessa palavra agora, mas ser uma sereia e poder cuidar de um povo diferente, viver no mar deve ser muito bom, mas tem o meu povo e tem esse outro povo que precisa de uma rainha também.

O que escolher? Cuidar do reino ao qual fui destinada ou cuidar desse novo reino? O que vou fazer?

Notas finais
E aí gostaram do capitulo? Que porta vocês acham que ela vai escolher? E obrigada pelos elogios, ultimamente estou sentindo a necessidade de ter reviews.