Jenete And The Hunter
2 Capítulo 1: O começo
POV Jenete.
Era difícil achar um clã ou reino vampiro, mas também só fazia dois mês que meu mundo desabara. Que comecei a fugir. Ouvi dizer que aviam jogando um caçador apos eu ter chegado a Dark Flower uma floresta horrenda. Demorei duas semanas para sair de lá.
E bem apesar de odiar o fato de estar suja eu agradeço, pois prefiro estar suja do que morta. E o que me levara a isso foi meus pais que me avisaram.
Foi maravilhoso ver o espirito de minha mãe Roselina que avia morrido a algum tempo. Minha mãe estava com um maravilhoso brilho, mas suas feições e seu jeito me diziam que eu estava em perigo e não é que ela acertou, pois enquanto fugia sofri umas setenta tentativas de morte, todas eram de caçadores enviados por Ravenna.
Eu nem avia simpatizado muito com aquela loira, mas ao ver que meu pai não sofria mais eu os deixei em paz, mas como eu poderia prever que esse seria meu maior erro.
E onde está a droga de um lago? Algum lugar que aja muita água? Ate agora só encontrei pouca quantidade de água e o máximo que eu podia fazer com ela eram moedas.
Moedas que podiam me dar o bastante para pagar um dia em algum lugar. Eu ate podia criar algo mais grandioso, mas eu não sabia como fazer a água ficar em maior quantidade. Apesar de minha mãe ter tentado me ensinar milhões de vezes nunca consegui e ela sempre dizia que essa era a parte mais difícil e que quando eu precisar esse poder ira funcionar, mas ate agora não vi funcionar.
Logo, logo iria escurecer e eu poderia correr com a minha velocidade normal e me alimentar um pouco. E eu ate podia me alimentar a luz do dia e me alimentar de humanos em vez de animais, mas eu não conseguia fazer tal crueldade.
Balancei a cabeça e voltei minha atenção ao vilarejo que eu passava agora.
Vi um moço de cabelos pretos e olhos castanhos, ele se vestia bem o que me fez concluir que era um nobre.
-Moço o senhor poderia me dar uma informação, por favor? – O homem me olhava de cima a baixo com ar de desdém.
-Moça eu…
-É claro que sim. – um jovem de cabelos vermelhos e olhos cinzas que me olhava com um ar de desejo.
Dei meu melhor sorriso e me aguentei para não revirar os olhos.
-Gostaria de saber se algum riacho aqui perto.
-Tem sim é aqui perto se quiser posso leva-la. – quis dar um tapa nele.
-Não obrigada, mas muito obrigada pela informação. – disse fazendo uma referencia e saindo.
-Você pode não achar o rio não quer mesmo que eu a leve? – insistente.
-Não obrigada vou andar por mais alguns lugares antes de ir ao rio.
-Mas uma mulher tão bela não deve andar por ai tão suja. – olhei nós olhos dele.
-Olhe eu já disse não precisa me ajudar. – ele me deu uma sonora risada e o encarei surpresa. E bagunçou seu cabelo.
-Devemos sempre nós ajudar mesmo que não sejamos do mesmo clã. – ele me seu um sorriso que me permitisse ver seus dentes pontiagudos. Era um vampiro assim como eu.
-Nossa ando muito distraída. – respiro fundo e fecho meus olhos e tento me conectar ao mundo.
E logo senti a presença de vampiros, familiares – humanos que são viciados no veneno que um vampiro solta ao morde-lo e também que são fieis em dar sangue, obedecer e seguir um vampiro ate a sua morte. – e humanos sem a marca.
-Está fugindo de alguém?
-Sim e não só estou fugindo de casa e logicamente da minha família que está querendo me levar de volta. – estava mentindo um pouco, mas o que eu disse tinha pontas de verdade.
-Está demasiadamente pálida. – disse o homem moreno.
-A quanto tempo não se alimenta?
-Só uma semana e meia. – disse dando de ombros e vendo a cara de espanto deles.
-Não está com uma terrível fome? – perguntou o moreno meio tenso.
-Não. Agora com licença. – disse saindo em direção a um beco escuro e correndo pra aonde vem o som de água.
O sol já estava se pondo, mas eu continuava sentada aproveitando os fracos raios que secavam minha roupa e meu corpo. Uma flecha acertou perto da minha cabeça me levantei na hora e olhei ao redor não vi ninguém e mergulhei na água. Mais flechas foram atiradas enquanto eu nadava para frente e para mais fundo.
Fiquei nadando e quando as fechas pararam sai da água. Olhei ao redor e de repente cai no chão. Observei o homem loiro de olhos castanhos com uma faca.
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