Jeff stories: o quarto livro
1 O diario
Notas iniciais
Eu estava assustado, perdido não sabia o que estava acontecendo, não sabia nem onde eu estava, estava perdido, so havia uma placa enorme a minha frente escrito ,Gravity falls...
Ola, me chamo Jeff ishida, tenho 13 anos, moro na cidade de Mistery... sim “Mistery”, apenas pelo nome já se percebe que não é uma cidade normal, minha mãe é uma professora de fisica e meu pai um cientista, eles são fissurados em ciência, dessa maneira tendo pais tão apaixonados por ciências eu também acabei me apegando por ela. Mas isso não é o importante dessa historia, minha vida era normal, monótona e chata, mas numa semana... tudo mudou...
Uma semana atrás...
Eu estava me preparando para ir para a escola...
—JEFF SE APRESSE SEU ONIBÚS JÁ VAI SAIR!!!-Essa é minha mãe Karen Ishida , mesmo sendo professora era muito impaciente em certas coisas- Aqui esta sua mochila meu bem, cuide-se na escola.
Minha não aceitava que eu havia crescido, ainda me tratava como uma criança de três anos.
—mãe eu não sou mais criança, pare de me tratar assim.
Ela deu um sorriso bobo de mãe, e me mandou ir.
—Tenha um bom dia na escola pequeno gênio- esse era meu pai Bill ishida.
—Ok pai, até logo.
O ônibus já estava saindo, quase não consegui pega-lo
—mais um segundo e você perde o ônibus- Esse é Caio, motorista do ônibus e amigo da minha família- não posso mais ficar esperando você em frente da sua casa, sou motorista de ônibus escolar e não de taxi.
—Taaaaa me desculpe, tive um contra-tempo.
—o que? Não achou suas meias...
—k k k, muito engraçado Caio.
Entrei logo no ônibus e fui direto para o fundo...
—guardei seu lugar- essa é mari, minha amiga mais próxima- tem que se adiantar ou irar perder o ônibus na próxima.
—me desculpe tive que guardar o... bem você sabe.
—voce ainda tem aquele livro?
—sim, eu não descansarei até achar o autor e os outros livros...
O livro que estávamos falando é um diário que achei na floresta, o diário assim como que o escreveu continuam um mistério, o diário não tinha nome, so uma foto na capa com uma mão de seis dedos e um numero 4 escrito no meio...
—preciso manter esse diário longe do alcance de todos, até mesmo dos meus pais, se eles descobrirem vão querer o diário para estuda-lo, e não irão querer me devolver.
—mas se você tem que esconde-lo de todos, por que contou para mim?
—porque eu confio em você Mari, voce é minha melhor amiga, não vejo motivo para esconder algo assim de voce.
Assim que terminei de dizer isso vi ela dando um sorriso de canto de boca, ela é a única pessoa que eu confiaria um segredo assim, mas tudo vai mudar quando es descobrir o escritor desse diário...
Assim que voltei da escola, não perdi tempo, voltei para casa correndo pois não estava muito afim de espera o ônibus, assim que cheguei em casa logo percebi que a porta estava trancada, meus pais não estavam em casa, por sorte minha mãe sempre guarda as chaves embaixo de uma pedra falsa do lado da porta caso algo assim acontecesse, peguei a chave abri a porta e corri para o meu quarto, fui direto para o guarda roupa onde existia um fundo falso onde eu guardava o livro, mas quando fui pega-lo...
—ONDE ESTA O LIVROOOOO!!!!!
Eu gritei desesperado, nem me importei se alguém poderia ouvir eu só queria achar o livro, procurei desesperado pela casa quando derrepente...
“clik” alguém havia abrido a porta de casa, era minha mãe, por sorte ela não havia escutado o grito.
—Jeff? Chegou mais cedo hoje?
—aa... sim claro, eu não estava afim de esperar o ônibus então vim com a Mari de bicicleta.
—a que bom, mas Jeff voce viu seu pai hoje?
—não, eu não o vi...
Então eu resolvi procurar o livro em segredo, se minha mãe desconfiasse ela poderia descobrir o diário...
Então eu subi para o quarto, revirei o guarda-roupa inteiro, mas A DROGA DO LIVRO HAVIA SUMIDO.
Estava anoitecendo, eu havia passado o dia procurando o diário, já eram quase meia noite e meu quarto estava uma bagunça, de repente ouvi minha mãe gritar para eu ir dormir, eu não havia achado o diário, já havia desistido de procurar por hoje...
“amanhã eu continuo” pensei enquanto bocejava, eu estava exausto.
Eram aproximadamente quatro da manhã, ouvi barulhos vindo do porão, qualquer criança ou adolescente nessas circunstancias ficaria assustado, mas eu queria ir ao fundo disso, literalmente ao fundo.
Desci as escadas escuras do porão quando de repente comecei a ver uma luz azul muito forte vindo la de baixo juntamente com vozes de adultos conversando... ERAM MEUS PAIS.
—Nós finalmente conseguimos amor—disse meu pai— abrimos o portal.
Desci as escadas calmamente até ve-los na frente de um portal em forma de um triangulo de cabeça para baixo, eles estavam com o meu livro.
—A QUANTO TEMPO VOCES ESCONDEM ISSO DE MIM?- eu gritei com raiva deles por terem criado um portal com meu livro.
—filho?—disseram meus pais assustados
—quando vocês pegaram o meu livro? Como vocês descobriram da existência dele?
—escute filho-disse meu pai- esse livro tem segredos e magias muito poderosas e perigosas, temos de protege-lo para que não caia nas mãos erradas.
—E ACHAM QUE A MELHOR MANEIRA DE FAZER ISSO É ROUB
NDO ELE DE MIM?!
—nos fizemos isso para o seu bem querido-disse minha mãe com aquela maneira acolhedora dela- voce poderia acabar invocando magias perigosas e desconhecidas, nem nós ainda sabemos do que esse livro é capaz deixe que nós f...
Antes que ela terminasse a frase eu roubei do livro das mão do meu pai.
EU SEI DO QUE ELE É CAPAZ...
—FILHO NÃO FAÇA ISSO!!!
—SE VOCES NÃO CONFIAM EM MIM EU TEREI QUE PROVAR A VOCES
Assim que terminei de falar me joguei dentro do portal apenas com o som dos meus pais gritando por mim...
Assim que acordei percebi que estava numa floresta... era gravity falls...
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