Notas iniciais
Gente, já avisando, que vocês podem ignorar o título dos capítulos, porque eu não sei dar nome pra nada hahaha.

JEFF THE KILLER

Bom, talvez eu seja apenas um assassino idiota, mas de uma coisa eu tenho certeza: por mais estranho que seja, eu sempre, SEMPRE amei Jane.

Eu não mataria ela de modo algum, por mais que eu já tenha jogado fogo nela. Mas acredite em mim, eu não fiz por mal, apenas queria que ela ficasse igual a mim. E depois percebi que eu falhei.

Enfim, era mais um dia de assassinatos. Matar era um tipo de hobby. Eu me sentia extremamente feliz em matar qualquer um!

Fui para a primeira casa que vi. Todas as luzes apagadas. Madrugada. O mesmo cenário de sempre.

Entrei na casa por uma janela. Achei estranho a janela daquela casa estar aberta em plena madrugada. Quer dizer, depois de tantos noticiários falando sobre assassinatos, até eu deixaria minha janela fechada.

Observei o novo cenário do assassinato. Era o quarto de uma criança, obviamente um menino, já que o quarto tinha carrinhos de brinquedo e muito, MUITO lego.

Acho que matar crianças é muito mais divertido do que matar qualquer outra pessoa adulta ou adolescente, porque crianças se assustam fácil.

Olhei para a cama do garoto. Bati no chão de madeira com o pé para acordar o menino. Ele não acordou. Estranho... Geralmente todos acordam com esse barulho. Abri a porta do armário e a bati com muita força. O menino não acordou. Estressei! Puxei o cobertor do menino e não me conformei com o que vi! Aquele menino já estava morto! Esfaqueado! Quem tinha sido o MALUCO que roubou meu papel?!

– Jeff... Jeff The Killer... – escutei alguém dizer – Já li muito sobre você, já ouvi bastante sobre você. – houve um breve silêncio – Uma... “celebridade anônima” que faz sucesso mundialmente! Te garanto que se você fosse apenas um ator, você seria um dos caras mais ricos do universo!

Olhei para trás.

Aquela máscara... Jane!

– Jane se passando por mim? Jane The Killer... Nada mal. – eu disse – Mas não vejo seu sorriso. – tentei fazer cara de triste, mas não deu muito certo.

Fui me aproximando dela bem devagar. Senti que ela estava com medo, por mais que tentasse demonstrar maior coragem. Cheguei bem perto do rosto dela.

– Inacreditável, Jane The Killer, inacreditável.

Fui tirando a máscara com a faca.

– Não... Não toque em mim! – ela gritou.

– Tem medo de mostrar sua mais nova aparência? Seu rosto deve estar maravilhoso como eu! HAHAHAHAHA!

– Eu não sou como vo...!

– Shhhhhhhh... Sabe o que eu estava imaginando? Uma dupla de assassinos! Nã... Não seria per... perfeito?

Jane tentou me atacar, mas eu segurei o pulso dela.

– É, Jane... Foram dois anos de muitos assassinatos e você ainda se acha mais forte que eu? Interessante, Jane The Killer. – tirei a máscara dela, passando minha faca por centímetros de distância de seu olho.

Olhei para o rosto dela.

– Meu Deus, Jane! HAHAHAHAHA! Por que não comemoramos isso?! – quebrei um prato na cabeça dela para que ela desmaiasse e, como esperado, ela desmaiou.

Notas finais
Comentem aí o que acharam :)) Se você gostou, adiciona aos favoritos ^^ Se não gostou, adiciona aos favoritos também :DE me sigam no Instagram/Twitter: @ana_pelicerE me adicionam no Facebook: Ana Carolina PelicerE é isso aí, galera. Beijos!