Je tombé amoureux après une surprise
2 Capítulo 2 - Obrigado
Notas iniciais
E ali se encontravam os dois, calados, sem assunto. Marinette estaria demasiado tímida para prosseguir, Adrien estaria feliz, mas sem ideia como falar com a garota, afinal ela sempre agira de um jeito estranho perto dele, gaguejava, o garoto pensava que ela ainda não o teria perdoado desde o incidente da pastilha elástica causado por Chloé, porém, se ela ainda o odiasse, porque teria feito esta surpresa? Porque teria reunido toda a turma por ele?
—A-Adrien? – Marinette gaguejou o nome do garoto que estava perdido em seus pensamentos.
—Sim? – Ele sorrira para a garota, nunca teria reparado em como a mesma era fofa. A azulada tinha o cabelo apanhado num rabo-de-cavalo em vez das habituais marias-chiquinhas. Teria vestido a blusa o costume, porém não teria o casaco habitual e em vez das comuns calças rosas, Marinette tinha uma saia cor-de-rosa que ia até a meio de suas coxas e uma meia preta ¾.
— S-se quiser eu posso esperar com você, sabe? O parque é perto de minha casa posso voltar rapidamente a pé. Afinal está ficando escuro e você não pode ficar sozinho. Q-quer dizer não é que você não se saiba defender. Eu acredito em você. M-mas a-ainda é seu a-aniversário e não queria que você ficasse sozinho. – A azulada foi baixando o tom de voz e ficando cada vez mais vermelha conforme iria falando. O loiro não pode deixar de notar e sorrir de um jeito meigo.
— Se quiser fique comigo, por favor. – Ele sorriu gentil. – Mas eu não te deixarei regressar para casa sozinha, Marinette, muito menos depois do que fez por mim hoje, além disso, como você referiu está perigoso andar por aí a estas horas sozinha. – Ele passou a mão na cabeça da grota como se ela fosse um cachorrinho, deixando-a levemente confusa. – Você é muito fofa para andar por aí com essa luminosidade. – O modelo disse sem pensar duas vezes, corando imediatamente quando percebera o que teria dito.
—Ah… — A azulada estava sem reação.
— M-me desculpe – O modelo teria gaguejado. – Não foi isso que eu quis dizer. Não quer dizer que você não seja fofo, porque você é realmente fofa. Mas… — O garoto se sentia demasiado atrapalhado, porém fora interrompido com uma gargalhada meiga da garota.
— Eu percebi. – Disse a garota ainda sorrindo, afinal a garota se sentira refletida na atitude do garoto. – Eu espero com você então. – Disse a garota sem gaguear.
— Obrigado, Marinette. – Sorriu olhando para a garota que claramente era mais baixa. Nunca teria reparado. – Eu realmente não tenho como te agradecer.
— Ah eu só estou fazendo um pouco de companhia. – A garota falou se sentando num banco do lado deles, o seu rosto estava vermelho.
— Eu não estou agradecendo por isso. – Ele falou se sentando do lado dela. – Eu estou agradecendo pelo dia de hoje. – Finalizou.
— Mas não fui apenas eu… A Alya, Nino, Chloé… — A mestiça foi interrompida pelo loiro.
— Nino me falou que foi ideia sua, que você organizou tudo, eu juntou todo o mundo. Nunca vou-te poder agradecer por isso. — A garota sorriu.
— Eu fiz porque quis. – Ela falou. – Não precisa me agradecer. – Sorriu por fim.
— Preciso sim Mari. – Ambos coraram ao perceber que o garoto a teria chamado pelo apelido. – Afinal… Você fez com que esse aniversário fosse o melhor que eu tive desde que minha mãe desapareceu. – Adrien suspirou. – Eu realmente preciso de te agradecer por isso…
Marinette ganhara a coragem que nunca tivera e abraçou o loiro, não com segundas intenções, Marinette era gentil demais para isso, o certo é que ela teria ficado triste com a afirmação, não era justo. Poucos segundos depois a azulada se apercebeu do que teria feito e solto o garoto. Corara de leve.
— Me desculpe.
— Tudo bem.
Novamente o silêncio se instalara entre os dois, que teria sido quebrado pela buzina da limusine de Adrien. Gorila e Nathalie teriam chegado para levar o modelo.
— Bom… Então até amanhã. – Disse Marinette.
— Eu falei que eu te levaria a casa, certo? – Falou o garoto pegando o pulso da mestiça de um jeito meigo e andando na direção da limusine.
—A-adrien n-não é… — A garota foi novamente interrompida.
— É sim. — Falou o modelo chegando junto da limusine. – Nathalie, podemos levar Marinette a casa? Ela mora aqui perto e esperou vocês comigo. Seria injusto voltar sozinha a estas horas, certo? – Falou olhando para o vidro da janela que desceu.
— Tudo bem. – Disse a mulher. – E onde ela mora?
— Na padaria dos Dupain-Cheng, aquela onde eu peço para comprarem os Croissants.
— Certo.
— Entre. – Falou o loiro abrindo a porta para a garota, que estaria notavelmente rosada.
Marinette entrou, sem dizer uma palavra, receava voltar a gaguejar. Colocou o cinto e viu o garoto se sentar do seu lado.
— Obrigada. – A garota murmurou.
— Eu é que agradeço. – Disse o garoto sorrindo.
A viagem foi rápida e calma, o silêncio predominou, quando chegaram, Adrien rapidamente se levantou para que a azulada pudesse sair, quando a garota saiu do carro o loiro a voltou a envolver em seus braços, num abraço.
— Obrigado, outra vez. – O garoto apertou o abraço e a azulada retribuiu, corada.
— De Na-nada… — Disse ela apertando o abraço.
Uns segundos depois ambos se soltaram e sorriram um para o outro.
— A-até amanhã… — A garota disse notavelmente vermelha.
—Até – Disse o garoto sorrindo. A abraçou novamente e seguiu para o automóvel.
~*~~*~~*~
A azulada estava na cama deitada ainda atordoada pelo que acontecera. Ela abraçara Adrien, quatro vezes. O rosto dela automaticamente avermelhou assim que a garota se recordou no sucedido daquele dia. “Mas o que estou pensando? Ele apenas estava grato.” Não pode deixar de desanimar um bocado ao pensar nisso, porém não era o suficiente para terminar com a alegria da garota.
— Que dia, né Marinette? – Falou a pequena kwami da garota. Vou para perto da mesma abraçando a bochecha da portadora.
— É mesmo Tikki. – Retribuiu o abraço da vermelhinha com uma mão. – Mas sabe o que era uma boa forma de terminar o dia de hoje? – A pequena kwami fiz um olhar confuso, realmente não saberia do que a garota estaria falando. – Terminar de costurar aquele vestido em que ando trabalhando. – Terminou sorrindo para a mais pequena.
— É uma ótima ideia Marinette, mas se deite cedo hoje, por favor. – A kwami riu.
— Posso tentar. – Sorriu a maior indo na direcção de sua máquina de costura e colocando mãos à obra.
Porém, ao contrário do que a garota pensava, o seu dia não terminaria assim, na verdade, nesse preciso momento, tinha um felino andando pelas ruas de paris, em direcção a sua casa.
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