AMOR QUE DÓI

Solitário na vida estava

Vagando pela madrugada

Sem novidades

E sem vontades

Num virar de esquina

Esbarrei em teu olhar

Que de mim

Arrancou um suspiro

Pensando em ti agora estou

Como cão sem dono

Desleixado

Com o peito sofrido

Mal amado

Julgo ter eu o amor encontrado.

Simone Moura

PLENITUDE

Tão certo estava

Que meu corpo comandava

Meus desejos e ímpetos

Dominava

Até conhecer você...

Meu universo se expandiu

De paixão meu peito explodiu

E agora? O que fazer?

Morro de amores por você

Que domina o meu ser

Aumentou meus dias

De prazer!

Ah! Como você me faz plena!

Simone Moura

MUDOU MEU VIVER

Andava por aí errante

Desprezada transeunte

Sozinha na madrugada

Sem ter nenhum amante

Coração vazio e triste

Desajeitado e covarde

Sentindo muito frio

No chegar da idade

Você de repente apareceu

De forma carinhosa

Uma luz acendeu

Transformou meus dias solitários

Em prazer total

E desejos extraordinários!

Simone Moura

Notas finais
Só para avisar que se houver algum leitor de São Paulo ,que vá me prestigiar no dia do lançamento do meu livro Metanoia na Bienal Internacional,ficarei muito feliz! Um abraço!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.