James tropeça e cai de joelhos à sua frente, seu rosto aninhando entre suas canelas, lágrimas e ranho sujando suas pernas.

Apoiando-se com as pontas dos dedos no chão, ele se endireita o suficiente para abraçar a parte de trás dos seus joelhos.

Você parece assustada, com as sobrancelhas arqueadas e a boca aberta, mas James não parece perceber enquanto continua chamando você de "Mary", "Minha Mary", "minha amada", beijando sua barriga por cima da roupa.

Você sente o cheiro das pernas mortas e podres se decompondo atrás das costas dele.

Você menea a cabeça, mas não se move.

Seria choque? Ou algo mais sombrio?

Ele pede perdão com os lábios colados a você, cada palavra sentida em sua pele.

Calmando-se um pouco, ele encosta a bochecha em sua barriga. Apenas respirando devagar por alguns segundos.

"Você é minha, querida", James murmura mais tarde, com o pomo de Adão ainda encostado contra sua barriga enquanto olha para você. "Minha doce Mary, eu não consigo viver sem você. É demais." Ele balança a cabeça suavemente, fazendo beicinho e arqueando as sobrancelhas.

Ele parece quase em paz, como se não a reconhecesse.

Ele se inclina para frente novamente, beijando sua barriga com os olhos fechados.

"Eu nunca mais vou te tocar daquele jeito... Eu prometo."


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