James Sirius Potter - Desde o Começo!
2 Seleção!
Finalmente a semana mais esperada da sua vida chegara, ele iria para Hogwarts no dia seguinte e arrumava sua mala feliz da vida, e como o mesmo preverá, ele amadurecera, não tinha mais medo de dormir em outros lugares, e para perder tal medo ele dormia algumas vezes na casa de Fred e aos poucos começou a se acostumar.
Menos por Corvus este que sempre que o primo dormia ele ia de fininho e o pegava na mochila e todas as manhãs antes que o mesmo acordasse o colocava de volta na mochila, mas agora seria mais difícil levar Hogwarts, porém treinara alguns feitiços com seu pai para que nunca, NUNCA o pegassem com Corvus.
O problema é que quando ele foi arrumar a mala por um descuido dado a falta de atenção por conta da empolgação acabou por colocar Corvus na mala, e quando seu irmão entrou no quarto e viu aquela cena gargalhou aos montes e em uma atitude rápida pegou o ursinho – esse será um bom apanhador. – e saiu a correr pela casa a gritar:
– James ainda dorme com o ursinho! James ainda dorme com o ursinho E vai leva-lo a Hogwarts! – Em risadas e puxões de ar ele fraseava a conversa.
– Não durmo não, eu não ia leva-lo, me devolve Severo! – Ordenou o mais velho, porém novamente o menino correu agora para o andar de baixo e mais alto ele gritava a tal frase, logo que chegou no pé da escada parou e fez uma careta e nesse descuido Harry tirou o objeto da mão do filho e entregou a James.
– Albus que coisa horrorosa de se fazer, vá agora para seu quarto. – Era uma das únicas vezes que o Sr. Potter brigava com os filhos, quando eles se zoavam, Albus tentou contestar, mas Harry foi mais firme ao repetir a sentença.
– Obrigado pai. – Agradeceu o filho, ele podia contar com seus pais quando Albus fazia isso com ele, Lilly já não abusava muito da sua paciência por meio que entender de seu jeito maluco James, mas em outras questões eles se irritavam.
– Não por isso, todavia você tem de terminar de arrumar a mala e depois vá dormir, amanhã terá um longo dia, você vai ver vai ser muito legal, e daqui uns anos nem vai mais querer voltar para casa. – O menino sorriu tímido ele sabia que como amadureceu em cinco anos amadureceria mais e mais a cada ano.
O menino subiu de volta para o quarto e a passar pelo quarto da irmã ela já dormia, ela parecia mais ansiosa que o próprio, porém quando passou pelo do irmão que estava com a porta aberta ouviu o menino murmurar: “Não se esqueça das fraldas bebezão!”, ele fingiu não ouvir apenas trancou o maxilar e semicerrou os olhos para o nada e seguiu para o seu quarto.
Terminou de arrumar a mala ainda não totalmente pronta, deixaria o resto para amanhã de manhã quando acordasse, deitou-se e novamente puxou o urso contra seu peito e ouviu a porta abrir, seus pais viram lhe desejar boa-noite.
– Boa noite querido! – E como todas as noites deu-lhe um beijo na testa e o abraçou. – Boa sorte, sei que vai conseguir tudo o que conseguir! – E saiu para dar espaço para Harry.
– Boa noite garotão! – E o abraçou mais forte que todas as vezes que o já abraçara juntas. – Vou sentir sua falta! Divirta-se! E não esqueça: Abbafiato!
E assim que eles saíram, apagaram as luzes e fecharam a porta o menino começou a contar do seu dia para Corvus assim como seu pijama que agora não eram mais com temas, mas sim lisos, ele adormeceu normal de uma hora para outra sem sentir e sem sonhar apenas descansou.
E na manhã seguinte às nove e meia da manhã Gina bateu em sua porta para chama-lo para tomar café, o menino desceu já tomado banho e trocado, comeu bacons e tomou suco de laranja e voltou para cima para arrumar a mala, ele estava em um dilema levar ou não Corvus. O menino quando ia fechar a mala deixando o urso encima da cama sentiu uma mão segurar a mala para não se fechar.
– Talvez queira leva-lo. – Harry apareceu atrás do filho e a pegar Corvus o escondeu embaixo de tudo. – Não ligue para o que Albus diz, mas se querer conversar com ele se lembre do que lhe disse ontem, feche as cortinas da cama e lance o feitiço, e de manhã é só esconde-lo no malão. – O menino sorriu e assentiu e em um impulso abraçou o pai.
–Você e mamãe vão me escrever sempre, não é? – O pai riu e disse que com certeza escreveria para ele.
Entrar no carro pela última vez em meses o deixou desconfortável, porém ele ignorou e foi com um sorriso apenas a observar a paisagem a fora da janela, ignorar sua irmã foi fácil depois que se perdeu em pensamentos.
Ao chegar a Estação de King’s Kross ele sorriu e parou de repente com medo de atravessar, o pai deixou que os outros três fossem na frente e pousou a mão no ombro do filho para lhe passar confiança e saber que o tal não estaria sozinho, nunca. Poucos instantes depois os dois se encontravam na plataforma 9 ¾, e logo avistaram Fred com seus pais – George e Angelina – e sua irmãzinha – Roxanne- , também encontraram Ted com a sua avó, e Victoire com os gêmeos Louis e Dominique com seus pais – Gui e Fleur.
Também encontraram as irmãs Molly e Lucy com Percy e Audrey, Lucy entraria em seu terceiro ano e Molly em seu quinto, elas meio que andavam mais com Vic, porém tinham suas próprias amigas, mas como só Dominique entrara de menina e por brigas antigas não se davam apenas acenaram.
Esse era o primeiro ano de Louis, Dominique, Fred e James, porém Louis e Domi não se davam tão bem como Fred e James eram mais quietos e andavam com o filho dos Finnigan’s, todavia isso não significava que não eram amigos. Victoire e Ted que cursavam o último ano entraram e logo foram para a cabine dos monitores, Louis e Bernardo Finnigan perguntaram se queriam se sentar com eles, porém preferiram sentar em outro lugar.
Depois de andar montes e montes acharam uma cabine vazia, e para sorte dos dois a mulher dos doces passou bem na hora, compraram vários doces e guloseimas para se enfartarem na viagem, eles riram e conversaram o dia todos e de noite quando estavam quase a chegar foram se trocar e desceram do trem.
– Alunos do primeiro ano por aqui, alunos do primeiro ano por aqui! – Berrava Hagrid quando chegavam mais e mais estudante, com um abraço cumprimentaram o meio-gigante, ele e Fred foram a um barco sozinhos, pois o numero de crianças não batia certo.
Chegar ao fim da escada foi uma viagem cansativa, e quando chegaram ouviram Minerva McGonnagal falar algumas palavras e se retirar voltando alguns segundos depois com pedido que os seguissem.
– Quando chama-los deem um passo à frente. – Anunciou ela e abriu o pergaminho enrolado em sua mão. – Finnigan, Bernardo. – Alguns instantes bastaram para o chapéu se decidir, e Corvinal foi a sua decisão.
– Weasley, Fred! – Mal tocar a ponta da cabeça do menino o chapéu já havia berrado Grifinória, e o estomago do menino embrulhara totalmente, seria um dos próximos provavelmente. – Weasley, Dominique. – Isso demorou, foram no mínimo cinco minutos para o chapéu se decidir e de tanto murmurar e fazer gestos pensativos escolheu a casa da Corvinal.
Louis também parara lá, mais algumas pessoas tinha sido selecionadas, duas para Sonserina, outras três para Lufa-Lufa, mais algumas para a Grifinória, e poucas outras para Corvinal e perdido em contas e pensamentos a professora Minerva o chamou.
“Senhor Potter, que honra tê-lo aqui, se me permitir devo dizer que és muito parecido com teus pais, mas mais com o teu pai, tem a sua lealdade e ambição, e a coragem e a criatividade da sua mãe, me lembro da seleção de ambos, mas aqui tem algo meio diferente, um segredo.
Cor vus veio junto com você não? – O menino respondeu mentalmente, a essa altura já tinha fechado os olhos. – Talvez se descobrissem uma Casa leal fosse mais provável de guardar o segredo, porém, todavia, entretanto seria uma grande para...”.
– Grifinória! — Berrou o chapéu pela milésima vez aquela noite, e com um suspiro de alívio e com a mesa ainda a aplaudi-lo ele se sentou e não prestou atenção em mais nada e nem mesmo se abalou com o que o Chapéu Seletor disse.
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