Jamais Quis Ser Seu Amigo

1 Katsuya, não sou seu amigo.


Notas iniciais
Primeira vez que escrevo aqui. Não vai ser nada grandioso ou algo do gênero. Só estou escrevendo porque uma pessoa falou para eu escrever algo.

Eu me chamo Hazuki, Kuroi Hazuki. Tenho 15 anos, belos olhos castanhos e curtos cabelos negros. Não sou muito alto e posso dizer que tenho um corpo até que atraente. A família Kuroi consiste em três pessoas. Eu, minha irmã e minha mãe. Minha mãe trabalha como editora-chefe em uma revista de grande circulação, ficando fora de casa praticamente o dia todo, e não raramente, ela dorme fora. Minha irmã estuda na Universidade de Tokyo. Sim, ela é uma grande cdf e é complicado lidar com ela. E bem, meu pai... Ele deve estar morto em algum canto.

Eu estudo no Colégio Gataraki. Estou no primeiro ano do ensino médio e digamos que eu levo uma vida meio apagado. Todos parecem amar a vida colegial. Começo de amores, aventuras da juventude, perder a virgindade, seja ela qual for. Não ligo muito para isso. Não costumo conversar com ninguém e não pretendo começar a conversar. Eu apenas quero que o colegial termine logo para ir para a universidade.

Eu imaginei que poderia passar meus 3 anos do colegial em paz, apenas esperando que eles passassem logo, mas, a existência de um ser fez questão de perturbar essa paz. Seu nome? Matsuba Katsuya. Mesma idade que eu, olhos verdes e cabelos castanhos, claramente visíveis que são pintados. Normalmente chamado de Two Tsu. Trocadilho muito idiota, se é que dá para chamarmos isso de trocadilho.
O que ele faz para mim? Simplesmente ele me perturba sempre que tem uma chance. Seja nas aulas, nos intervalos, no caminho para casa. Eu devo ter feito algo muito ruim na minha vida passada, já que, curiosamente, Matsuba mora perto de mim.

Ele tem uma mania chata, que é ficar cutucando com o dedo a minha bochecha. Ou é isso, ou é ficar gritando pelo meu nome. É realmente vergonhoso ele ficar gritando meu nome no meio da sala.

Ah, e ele sempre me chama pra sair depois das aulas. E mesmo eu recusando todas as vezes, ele parece não desistir. E sempre tem aquela droga de sorriso estampado na cara todas as vezes que vem falar comigo. Eu até já falei para ele que eu não queria ser amigo dele, mas parece que não me escuta. Ignora essa parte e continua a falar comigo.

Ai ai... Eu quero a minha vida colegial calma e sem preocupações. Será que é pedir muito? O que será que eu fiz de tão grave em minha vida passada, para receber isso agora?

Notas finais
Pois é. Capítulo curto. Prometo que os próximos capítulos serão um pouco maiores.