Jack - O Macabro
7 Capítulo 7: O Segredo Final, O Fim De Jack - Último Capítulo
Notas iniciais
Maria correu para o porão e achou Douglas e Daisy. Jack chegou logo atrás.
–Como você sabia que estávamos aqui? -Perguntou Jack
–A Resposta é simples Jack, no dia em que você conversou comigo pela primeira vez eu entrei na sua casa e coloquei câmeras e escutas por todos os lados, a sua casa não tem exatamente nenhum ponto cego e você acaba de revelar tudo para nós e nós vimos que você não é normal. Desde que conheci você procurei entender esse tipo de mentes malignas de pessoas que fazem magia negra. Você foi desmascarado por alguém que você próprio conhece. Eu sinto muito Jack, mas, acabou para você, foi uma falta de honra conhecê-lo. -Falou Maria que logo sacou o revólver da cintura e apontou para o rosto de Jack.
Jack conseguiu ler o que Maria havia dito, ele teve que ler porque os barulhos da bala o atrapalhava, ela disse "Nos vemos no inferno", mas ao certo foram no máximo 5 disparos.
Jack caiu no chão, ele sangrava muito. Jack fechou os olhos.
–Vou soltar vocês, este pesadelo acabou — Disse Maria.
Quando Maria estava prestes a desatar os nós, Jack estava e pé diante de Paulus e Maria.
–Eu achei que nunca mais o veria Paulus. Achei que havia morrido naquele desastre de avião que o seu irmão havia provocado — Falou Jack.
–A magia dele é poderosa, mas a minha é mais e você sempre muito baixo, matando crianças e usando o corpo delas para sobreviver — Falou Paulus.
–Porque você não morre Jack? -Perguntou Maria.
–Escute, eu me arrependi de tudo o que eu fiz, eu me apeguei a essa família. Eu sou mais que uma possessão, eu sou uma entidade, não posso ser destruído mas posso descansar em paz. Eu tenho medo Daisy de sonhar com o meu irmão, pois ele quer que eu mate vocês este é o preço, como ele sabe que eu me arrependi ele sabe que não tenho coragem de fazer isso e por isso ele quer que eu fique aqui na terra sofrendo! — Disse Jack.
–Então você não pode morrer se atirarmos em você? -Perguntou Maria.
–Eu não quero ais ferir ninguém, eu quero apenas sair da terra, eu já matei e torturei pessoas demais.
–Então você está arrependido Jack? -Perguntou Paulus.
–Sim, eu quero deixar o corpo desta criança, ela é a marca do meu erro, do meu ódio, do meu sofrimento — Respondeu Jack.
–Eu sei de uma forma que possa fazer você retornar ao reino dos espíritos, apenas eu preciso que você colabore. Eu realmente não acredito nisso que estou prestes a fazer, creio que você tenha se tornado bastante forte Jack, ninguém do nosso nível consegue se tornar uma entidade — Disse Paulus.
–Eu prefiro morrer do que tirar a vida que você carrega em seu ventre Daisy. Vocês foram os meus verdadeiros pais, a vida errou comigo e eu errei com vocês. Me desculpem -Disse Jack — Vamos Paulus eu prometo te ajudar em tudo que você precisar, mas, eu apenas quero sair desta terra, quero descansar sem me importar para onde vou, só quero parar de fazer o mal.
–Então eu preciso isca o chão com um nanograma — Disse Paulus.
Paulus riscou um nanograma no chão e finalmente pediu que jack ficasse no meio do nanograma
–Vamos acabar com isso de Uma vez por todas — Disse Jack.
–Espere! — Disse Douglas.
Douglas puxou Jack pelo braço e o abraçou.
–Apenas eu quero que saiba que por mais estranho que possa parecer, eu te amo. Você para mim foi como um filho biológico. Nunca vou esquecer você Jack. Você é admirável. Você foi um assassino que se arrependeu e você preferiu sofrer na morte do que matar o seu irmão para continuar vivendo. Você mudou muito, não esquecerei de você. Você foi alguém muito especial para nós. Você é o meu filho o meu primeiro filho. Para sempre serás lembrado, eu te amo.
Logo Daisy se virou para mim e perguntou
–Mas porque você nos amarrou?
–Porque eu tinha certeza de que vocês não iriam acreditar em nada e eu queria apenas conversar com vocês e me despedir, este mundo não é lugar para mim. Adeus mãe, eu te amo.
Jack entrou no meio do nanograma, Jack estava chorando por nunca mais ter que ver a sua mãe nem seu pai.
–Está pronto? — Perguntou Paulus.
–Sim — Respondeu Jack.
–Adeus Jack, eu achava você um idiota, mas agora tenho alguns motivos para admirá-lo. O seu erro foi ter matado pessoas, senão você poderia ter sido um ótimo filho. Até mais — Disse Maria.
–Eu abro os portões do julgamento. Chamo quem puder me ouvir anjos ou demônios. Julguem Jack e o levem para o descanso ou o sofrimento eterno — Disse Paulos.
Num instante um rastro de sangue inundou os riscos de giz que cobriam as marcas do nanograma e assim fizeram um nanograma sombrio. Já nos espaços que restaram logo foram preenchidos pelo resto de sangue.
–Adeus pessoal!
Assim mãos negras e gosmentas saíram do chão e foram agarrando Jack que sem nenhum tipo de reação foi sendo imobilizado. Quando penas a cabeça de Jack ficou de fora houve um tempo para últimas despedidas.
–Eu te amo, meus pais...
Assim Jack foi tomado por aquelas mãos e foi puxado para o fundo do chão, debaixo do nanograma que sumiu junto com o sangue.
Jack se fora...
Alguns Meses Depois...
Douglas e Daisy estavam saindo da maternidade. O carro deles era um carro bom. nesses meses Douglas conseguira um emprego melhor e agora eles estavam vivendo muito bem depois do que passaram com Jack. Eles aprenderam que as criaturas negras são as que mais precisam de amor.
Douglas havia pego seu filho no colo. Daisy olhou para uma parede que estava marcada pelo sol que invadia o estacionamento do hospital. E naquela parede Daisy viu uma sombra. a sombra de um pequeno garoto e não havia nenhum garoto para compor a sombra e Daisy sabia quem era.
–Descanse em paz meu filho, sei que você conseguirá...
Nesses sussurros Daisy entrou no carro e pegou o seu filhinho recém-nascido no colo. Ela olhou aquele bebê de olhos verdes como o mar e de cabelos negros coo a noite, as bochechas rosadas.
–Você vai ser um homem de bem meu filho. Porque recebeste o nome do te irmão. Ele também se chamava Jack e eu quero que você nunca erre feito ele errou, você é para nós o renascer dele. você é o nosso Jack puro e que nunca matará ninguém. Amo você Jack...
E naquela tarde de um sol tão belo Daisy, Douglas e Jack foram viver uma vida pura. E Eles tinham certeza que agora eles tinham motivos para sorrir pois um novo Jack nascera, um Jack puro e bom...
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