Jack - O Macabro

6 Capítulo 6: História de Jack - Penúltimo Capítulo


Notas iniciais
Bem se você está gostando das histórias de Jack sinto muito, mas estamos chegando ao fim. Se você não gosta vou ter dar uma notícia boa: Vou voltar a escrever outras histórias de Jack e vou tentar melhorar.

–Mãe, preciso conversar com você!

–Tudo bem Jack.

Jack foi com Daisy até o porão. Jack estava frio, Jack pensava no que ele teria que fazer. Ele teria que matar Daisy e o filho dela, Jack teria que fazer isso, essa era a provação que seu irmão queria. Jack estava sendo atormentado pelo passado e Jack teria que fazer isso.

–Eu não queria fazer isso Daisy, mas sou obrigado. Sou obrigado por uma força além da compreensão humana.

Jack retirou de dentro do seu macacão um canivete e Daisy começou a ficar mais desesperada.

O suor escorria pela testa de Jack, contornava os detalhes do rosto dele. Jack estava com o seu olhar assassino, o olhar de quando matara seu irmão. Agora é parecido com aquele momento. Agora é como se as lembranças do passado estivessem retornado.

–Jack, meu filho, por favor não faça isso comigo. Se acalme!

–Você não entende Daisy. Eu tenho que fazer isso...

–Jack pare, pense no seu irmão!

Essa palavra atormentava Jack "Irmão", Jack sempre tinha medo ao ouvir essa palavra. Mas o que Jack sentia se chamava arrependimento.

Jack Chorou e continuou chorando

–Não depende de mim, eu o pouparia, mas ele quer isso eu não posso fazer nada para impedir, Daisy. Eu sempre te amei, vocês são a minha verdadeira família e eu peço que você me perdoe.

–O que está acontecendo aqui.

Douglas arrebentou a porta do porão e fixou o olhar amedrontado em Jack, Douglas olhava para o canivete e não podia fazer nada. Jack dominava várias técnicas para matar e Jack aprendera que tudo que está ao nosso redor pode ser uma arma.

–Saia daí Jack, não faça nada que não possa se arrepender depois.

Jack tinha que impedir que Douglas interferisse nos seus planos.

Jack pegou duas cadeiras e ficava sempre apontando para Daisy, para que ela não o impedisse. Jack tinha que ser rápido.

Jack colocou duas cadeiras uma atrás da outra e mandou que Daisy sentasse em uma das cadeiras.

–Pare com isso Jack!

–Se você interromper nos meus planos Douglas eu mato a Daisy...

Aquelas palavras cortaram mais do que o canivete. Jack não queri fazer isso, pois no fundo, Jack os amava.

–O que você quer que eu faça, qualquer coisa, eu faço qualquer coisa, só não mate a Daisy eu a mo Jack e quando amamos não ferimos ninguém.

–Sente-se aqui pai.

Douglas desceu o resto das escadas e se sentou na cadeira de costas para Daisy.

–Daisy, mãe, eu quero que você me desculpe eu quero pedir perdão.

–Jack o perdão tem que ser merecido e não pode ser dito da boca para fora -fala Douglas

–Não importa se você vai me perdoar ou não, eu vou pro inferno mesmo.

–Porque você pensa assim Jack? Porque você nunca dorme? Porque você estava em todas as piores cenas de crime? Porque você foi para u orfanato? Porque você quer nos matar Jack? Responda! — Gritou Daisy Desesperada.

–Você não precisa saber. — Responde Jack

–Eu exijo saber Jack, você quer tirar a minha vida, eu quero saber porque — Fala Daisy.

–Então eu vou te contar Daisy, vou te contar a minha história. A História de um ser das sombras um homem que matou o próprio irmão e a própria família.

–Como assim Jack? — Perguntou Douglas.

–Eu era um garoto que morava numa cidade onde todos eram ladrões e pobres e a minha família era a mais rica da cidade. Eu vivi sempre andando com as pessoas erradas. Foi assim que eu aprendi a usar as armas. Eu era um garoto com aprendizado rápido. Quando a minha mãe chegou com a notícia de que eu teria um irmão, eu não aguentei.

Jack fez uma pausa em sua fala e colocou a mão no coração e depois continuou.

–Eu encarei como alguém que roubaria o meu lugar, um garoto enviado pelos demônios, alguém que eu devia odiar. Eu só tinha 7 anos, não tinha ideia do que eu estava prestes a fazer. Eu fui um tolo, minha família disse que não me amava mais, meus pais,, meus tios e meus avós. Eles diziam que não me amavam porque eu era do demônio, eu era maldoso e enxergava as pessoas como galinhas que precisavam ser degoladas.

Jack fez outra pausa e começou a chorar.

–Então eu enfiei este canivete na barriga da minha mãe. Eu assimilei que o ódio que eles estavam sentindo era por causa do meu irmão que eles não me amavam mais por causa dele e por isso eu o matei entro da barriga da minha mãe. Eu não entendia nada eu achava que morrer não trazia muito sofrimento.

Jack se sentou no chão e começou a se derramar em seu leito de dor.

–Minha família só me odiou ainda mais. Eu fiz o que nunca devia ter feito. Eles diziam que queriam ver o meu irmão, queriam falar com ele estavam com saudades dele, então eu os mandei para perto dele. Toda minha família eu matei todos eu fiz todos eles sofrerem e assim eu me tornei um garoto muito solitário. Meu cachorro até me abandonou, ele tentou avançar em cima de mim e eu o matei também e brinquei com o seu cadáver no quintal.

–Você é um monstro Jack, você é uma criança malvada.

–Mas eu não sou uma criança. Eu sou um adulto tenho 50 anos de idade.

–Como assim.

–Eu tinha 21 anos.

–Mas sua mãe não seria muito velha para engravidar?

–A minha mãe se envolvia com magia negra e ela pediu dois filhos.

–Primeiro aconteceu, eu nasci. Depois de 21 anos ela teve outro filho. Uma mulher de 51 anos grávida.

–Então se você tem 51 nos de idade, porque está em um corpo de uma criança de 7 anos?

–O meu priminho pequenino estava na minha casa e todos já sabiam que eu tinha algum tipo de doença mental e sabiam que a qualquer minuto eu poderia fazer algo com minha família. Então, como eu convivia com a minha mãe e ela fazia magia negra, eu aprendi certas coisas e com isso, eu matei o meu primo e foi só passar a minha alma para a carcaça dele.

–Jack, eu achava que você era um garoto bom — Falou Douglas — A Delegada Maria vai saber de tudo.

–Não precisa. Deixe eu contar o resto da história.

–Calma, me responda. Você matou os policiais e dona Paula do Orfanato?

–Sim eu tive que os matar, eu era uma criatura corrompida pelo ódio e era muito pior. Eu mudei, eu fui mudado.

–Por quem? -pergunta Daisy.

–Por Vocês. Vocês me deram o amor que a minha família biológica não me deu. Você me perguntou por que eu não durmo. É porque meu irmão ele vem falar comigo todas as noites, o meu irmão, o pequeno Sayler.

Num instante a campainha tocou.

Jack estava com muito medo, e se alguém descobrisse que ele estava mantendo Daisy e Douglas lá para seres executados.

Quando Jack abre a porta, se coração para, seu estômago gela, seus pelos na nuca ficam eriçados e pela primeira vez na vida Jack sentiu a sua morte como nunca.

Jack é arremessado para o lado por um soco da policial Maria que trazia consigo um homem com vestes negras e um colar de nanograma.

Jack o conhecia, seu nome é Paulus Workins e ele era um dos amigos de Jack, um homem que brincava com magia negra, alguém que entendi Jack, alguém que o matara.

Notas finais
Então fiquem ligados que o próximo capítulo será o grande desfecho desta historia, não perca!