Jack - O Macabro
4 Capítulo 4: A Encruzilhada de Jack
Notas iniciais
O sol começava a invadir aquele quarto. O som dos pássaros começava a ficar mais alto e invadir a casa. Daisy e Douglas ainda estavam dormindo e é claro, Jack estava acordado.
Jack tinha a manina de falar que "Um assassino nunca morre, pois, é nos momentos em que um assassino dorme que o assassino pode morrer". Um descuido a morte de Jack aconteceria. Muitas pessoas queriam ver Jack morto, Pessoas que ele conhecera em seu passado, que sabiam da sua história como no orfanato a 7 anos atrás e as pessoas de sua antiga vida, pessoas no astral (espíritos).
Jack estava sentado em sua cama, Jack nunca dormia. Todas as noites Jack sempre relembrava como fora seu dia e também lembrava de como fora o seu passado.
Daisy acabara de acordar, uma mulher de 29 anos cabelos loiros e cachados nas pontas, seus olhos verdes eram como uma grande floresta , seus olhos eram verdes vivo, e tinha também o seu marido Douglas um jovem de 28 anos com cabelos castanhos olhos pretos, magelo, boca larga e sempre levava alegria para onde ia. Todos sabiam que Jack não era fruto desse amor, Jack era magro com cabelos preto, cabelo de cuia, tinha olhos negros como o céu da noite e não interagia muito com as pessoas, ele era sombrio e antissocial.
–Jack hoje nós vamos no doutor Norberto! — Falara Daisy alto o bastante para acordar dinossauros de seu sono eterno.
Claro, como Jack pudera se esquecer? Os médicos, homens velhos de cabelos brancos óculos, jalecos brancos com seus pirulitos e seus estetoscópios. Sempre falando com você como se você fosse um recém-nascido. Será que eles falam assim com as mãe surdas deles?
–Vamos fazer o que lá mamãe?
–Vamos ver o seu probleminha Jack, você não pode aparentar ter 7 anos a vida inteira, estamos preocupados com o seu crescimento. — Respondeu Daisy.
Mas qual será o problema disso em? Jack vive com 7 anos a muito tempo, eles que são anormais.
–Mas eu não quero ir mãe!
–Sinto muito filho mas você tem que ir, isso pode ser um problema muito sério! Você pode ter Nanismo e nós não podemos deixar você assim! — Disse Douglas que aparecera no quarto de Jack num instante — Vamos logo, se arrume!
Passado algum tempo todos estavam prontos e já iam saindo para o médico.
Chegando na porta, quando estavam saindo a campainha foi tocada. Daisy abriu a porta e uma mulher de óculos, rabo de cavalo e roupa de policia estava plantada na porta.
–Bom dia, quem é você? — Perguntara Daisy.
–Eu sou a delegada Maria, estou andando pelas casas da região a procura de um garoto que veio de um orfanato. Aqui está o retrato dele — A mulher entregou a Daisy um retrato.
Um frio percorreu a espinha de Jack, um susto repentino tomou seu coração e sentiu um frio na barriga seguido de uma intensa vontade de gritar e sair correndo.
Aquele retrato, aquele cabelo, aqueles olhos, aquele... Aquele era Jack.
–Sim é o meu filho-Disse Douglas.
–Posso ter um papo com ele só por um instante?
–Agora não dá, nós não podemos nos atrasar para o médico do Jack -Disse Daisy.
–Médico de quê se me permite saber?
–O Jack não cresce e estamos com medo de ser uma doença chamada Nanismo — Respondeu Douglas.
–É rápido num instante eu termino!
–Então tá! Vá rápido! -Disse Daisy.
–Vai lá Filho — Disse Douglas.
Jack se dirigiu para atrás da porta com a policial e Daisy e Douglas fecharam a porta e foram para dentro da casa para pegar alguns documentos que possivelmente esqueceram.
–Olá garoto!
–Oi
–Muito bem eu quero sabe, Você gostava da sua antiga família?
–Sim muito, o senhor Emmanuel a matou...
Jack começou a chorar.
–E os policiais, o que aconteceu?
–Um matou o outro e eles tentaram me matar antes mas eu fugi!
–Fala sério garoto, o que é você? Em todos os grandes assassinatos sem explicação, você está no meio!
–A senhora quer dizer que eu sou um assassino?
–Sim
–O que você quer que eu faça para te provar que eu não sou um assassino?
–Tira a camisa e me mostre a sua cicatriz.
–Tudo bem.
Jack tirara a sua camisa de botão e a cicatriz simplesmente não estava lá.
–Mas...Mas...Mas...
–Viu eu não sou um assassino senhora, sou apenas um garoto.
Jack botou a camisa novamente e batera na porta, sua mãe abrira e juntos eles foram ao médico, deixando a policial ajoelhada no chão e totalmente atordoada.
Jack sabe controlar muito mais que como matar as pessoas, Jack tinha uma mente brilhante, Jack sabia jogar um bom jogo. E seus poderes iam muito além de esconder cicatrizes debaixo da pele.
Agora Jack tinha uma policial louca que achava que ele era um assassino, ela estava certa mas Jack não podia deixar isso acontecer.
Jack estava numa encruzilhada e qualquer passo em falso poderia o levar até a morte...
Fale com o autor