It's True, I Love You
6 Capítulo VI - O Casamento
Notas iniciais
* Quebra de tempo mágica de dois meses *
– É Cake eu realmente estou ficando mais gorda, o vestido não está mais cabendo em mim.
– Não se preocupe Fionna hoje é seu grande dia, fique aqui até eu chamar.
– Tá Cake.
Cake sai e fecha a porta, e até que enfim é o casamento do Fionna (aleluia), Cake chama Fionna, mas antes que ela pudesse sair pela porta, algo a atinge na cabeça, e ela apaga.
P.O.V. Fionna
Eu acordei num lugar estranho, aparentemente um galpão. Estava tudo escuro, e eu me encontrava sentada, tentei me levantar, mas estava amarrada á cadeira. Eu sentia muita dor na minha cabeça, e fiquei gritando por ajuda no mínimo 2 horas, até que a porta do galpão se abre e uma pessoa mascarada vem até mim.
– Quem é você? – Eu perguntei realmente assustada e quase chorando.
– Mwahahahaha *cof* hahahaha *cof*, é eu tenho que parar de dar essa risada estranha. Eu sou o sequestrador.
Espera onde será que eu já ouvi essa voz? Ela não me é estranha, ah espera ai, não me dizer que...
– Príncipe Chiclete é você? – Eu realmente estava torcendo para ele dizer que sim, já que né? Era o príncipe chiclete.
– Sim sou eu! – Eu sabia ¬¬’ mas o que esse louco está querendo de mim?
– O que você quer de mim?
– Um filho. Um herdeiro. – Oooooi? Eu realmente ouvi isso? Pera, não cara você não disse isso, cala boca!
– Não, você não disse isso? Não é? Diz que não.
– Não espera você está pensando que eu? Ugh, Não. Não mesmo. – Vish, o príncipe chiclete é florzinha, ai pronto.
– Você vai carregar um filho meu, para que ele tenha a sua força, e a sua coragem. – Ai meu deus a florzinha deu a louca.
– E quem te deu esse direito de falar que eu vou e ponto final? – Tá louco? ¬¬’
– Ou você faz isso ou eu mato o seu querido vampiro. – De onde, ele tira essas ideias geniais? De algum livro ou coisa e tal?
– Nem você tentando você conseguiria. – Pera Fionna, cadê sua educação, meu deus você realmente está sendo afetada, ah mais, também não tem como ser educada com o seu sequestrador.
– Ah não? Então como você me explica isso? – Ele aponta para a parede onde há alguém acorrentado e chorando.
Não, cara, não você não fez isso, você tá pedindo pra morrer.
Eu senti algumas lágrimas caírem no meu rosto, e algo se mexendo em minha barriga, o PC veio andando em minha direção e acariciou minha barriga e aplicou uma “vacina” e logo após isso me soltou e fugiu. Eu só consegui me arrastar para onde o Marshall estava e o abraça-lo com muita força, quando soltei seu pescoço, vi que em meu braço havia uma mancha de sangue, passei a mão no pescoço de Marshall e vi que havia outra em minha mão. Não, Não, não mesmo aquilo não podia estar acontecendo, Marshall não pode estar... Morrendo.
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