It's Over

3 Capítulo 3


Notas iniciais
oioioi desculpem-me por não ter respondido nenhum comentário ainda DDD: mas é que realmente meu tempo está tenso ,____, mas né, como eu amo muito vcs eu não deixarei de responde-los u-u ♥ respondo amanhã de manha na aula HEHEHEHEHE :D e como já passou da hora de eu ir dormir ( é que eu tenho que acordar as 5:30 da madrugada D: ) eu vou deixar vcs lerem :33 q

Sebastian amassou a latinha de chá vazia que estava nas mãos. Uma coisa que eu percebi desde o inicio desta conversa, é que não vou ter a ajuda dos dois se o meu problema for o Claude. Sebastian não vai arriscar colocar Ciel na vista de Claude novamente. E Ciel não poderá fazer nada porque simplesmente não é capaz de fazer alguma coisa sem Sebastian, ainda mais que certamente Sebastian vai proibi-lo de fazer qualquer coisa que tenha o Claude no meio.

– Bom... Já está na minha hora. Desculpe ter atrapalhado vocês. — Coloquei a latinha no lixo e os dois me acompanharam até a porta da frente. – Obrigado por me ouvirem. Até. – Deixei a casa e segui o caminha de volta para a minha casa.

Desta vez estou sozinho... Na verdade, acho que sempre estive. Sebastian só concordou em seguir meu plano porque Claude queria o Ciel. Tanto desejei ficar longe daquele desgraçado que agora que eu finalmente consegui até sinto um pouco de falta dele. Não, não exatamente dele. Mas quando Claude estava por perto eu sempre tive o que fazer. Nunca fiquei como agora, “vagando”. E é até engraçado, mas também não me sentia tão sozinho.

– Mas o que diabos eu estou pensando!? — Chutei uma pedrinha que estava na rua e em seguida a chutei de novo. –Incrível como eu consigo pensar tanta besteira. -

Assim que abri a porta de casa senti meu celular vibrar no meu bolso. Na tela do aparelho estava escrito “Mãe”.

– Mãe...? — Para minha surpresa, quem me respondeu não foi minha mãe. Era um homem com a voz grave. Ele se identificou como um oficial da policia alemã. Perguntou se eu era Alois Trancy e após eu confirmar senti minhas pernas bambearem e tive que me apoiar na porta para não cair.

–... Fomos chamados até aqui pelos empregados... Seus pais estão mortos. -

Vinte minutos depois da ligação eu já estava no aeroporto esperando meu voo. Sentia meus olhos inchados e meu nariz arder de tanto fungar. Nada se passava na minha cabeça, nenhuma lembrança boa ou ruim. Tudo que eu estava fazendo era ficar sentado observando as pessoas que andavam pelo aeroporto, algumas felizes outras estressadas e algumas dormindo. Ou melhor, estava em modo automático. Não achei que voltaria tão rápido para a Alemanha. Na verdade não tinha em mente voltar...

Algumas horas depois estava em frente a minha casa, já estava escuro e as luzes dentro de casa estavam todas acesas. Na frente da casa, várias viaturas estavam estacionadas. Paguei o taxista e fiquei alguns minutos parado, olhando para minha casa e imaginando o que me aguardaria lá dentro. No telefone o policial não me deu nenhum detalhe. Mas eu já tenho uma ideia do que aconteceu... De como tudo ocorreu. Ao entrar na casa alguns dos policiais vieram falar comigo, mas eu estava apavorado com o que estava vendo. Senti meu estomago embrulhar, e senti que todo meu corpo estava mole. Á alguns metros de distancia, bem á minha frente, perto da escada. Havia uma grande poça de sangue um corpo coberto por um pano. Meu coração disparou quando vi a mão feminina, com a aliança no dedo, para fora do pano. Era minha mãe...

Após ter tido um ataque de desespero e chorado, os policiais explicaram o que

aconteceu.

“Sua mãe havia voltado de viajem, quando chegou aqui não viu sinal de nenhum dos empregados ou do seu pai. Ela subiu até o seu quarto, mas estava vazio com as coisas reviradas. No quarto deles, ela encontrou a secretária de seu pai com uma ferida na cabeça, estava morta. Ela ligou pedindo ajuda, mas a ligação caiu em seguida. Constatamos que pelo reflexo do espelho, ela tenha visto o seu pai enforcado no banheiro. Não viemos assim que ele nos ligou, achávamos que havia sido um trote, porém, vinte minutos depois uma mulher nos ligou, uma empregada.Quando chegamos aqui, sua mãe estava morta, bem ali onde ela está. Vasculhamos toda a casa a procura de algum empregado, mas não havia mais ninguém, vivo, aqui dentro. Achamos os pertences de sua mãe e ligamos para o contato que dizia “Filho”."

Não dormi aquela noite, tinha muita coisa para fazer, como eu não fazia ideia de onde todos os meus parentes moravam, ou estavam eu pedi á funerária que enterrassem meus pais no cemitério daqui mesmo, em um lugar um pouco afastado de todos. E também pedi que enterrassem a vagabunda da secretária do meu pai como indigente, mas que depois informassem a família dela, mas que não revelasse quem mandou enterrar, ela não merece nenhum tipo de reconhecimento ou mesmo um “luxo” nem depois de morta. Assim que amanheceu, falei com a seguradora da casa e pedi que tomasse as devidas providencias para que vendessem a casa. Havia muita coisa para fazer, terei que passar mais do que dois dias aqui... O problema é; onde eu vou ficar?

...

– Ah! Professor... Está doendo... -

– Tudo bem, você vai se sentir melhor assim que eu entrar em você. Eu prometo. — Á dois dias eu achei um novo brinquedinho. Era um dos meus alunos. Bernardo um garoto baixinho, loiro e inocente. A aparência de Bernardo lembra-me a de alguém quando mais novo. Mas diferente desta pessoa, Bernardo é um brinquedinho muito obediente, mas pouco interessante.

– Professor... Acho que é errado fazermos isso... Ngh! – Tirei meus dedos de Bernardo e me posicionei melhor atrás dele. Ele estava com seu rosto virado para mim. Seus olhos claros estavam cheios de lágrimas e seu rosto estava avermelhado. – Acho que... -

– Claro que é errado. – Coloquei meu membro dentro de Bernardo e ele gemeu alto e abaixou o rosto. – Já que você tem consciência disto, sabe que não deve gemer tão auto.- Sorri ao ver Bernardo morder o lábio tentando prender os gemidos. — Alguém pode nos ouvir e você não vai querer isso, não é? — Cada movimento que eu fazia dentro de Bernardo balançava o seu pequeno corpo inteiro, e mais gemidos escapavam da garganta dele. A fim de provoca-lo mais, masturbei o membro dele enquanto me movia. – E se te incomoda tanto a ideia de sermos aluno e professor. Chame-me de Claude. -

Notas finais
Continua...
KUROUDO SUA POTA! TA ABUSANDO DE OUTRO? Ò-Ó sacanagem vou arrancar teus testículos com os cascos de uma vaca marrom! ¬¬ af essa gente que não se aguenta u-u E POR-A CHIRI TINHA QUE POR MAIS DESGRAÇA NA VIDA DO ALOIS NÉ? TADINHO! T^T e agora pra onde ele vai? ini vem pra minha casa seu lindo *-* q fushdughsugshdfjsidfhsfsjf bom gente linda e sedutora, eu estarei BEM ocupada essa semana então dificil eu postar algo nessa semana, mas tentarei ^^ Então, como eu disse já passou da minha hora sdfuhsdfusdf, boa noite � obrigada por estarem lendo >< e irei responder todos ok? :33 ♥ ♥ ♥ até a próxima, ah sim, me xinguem a vontade :D