It's Over

8 Capítulo 8


Notas iniciais
OLÔ \0/ voltei. Okay, vc deve estar querendo me matar pela demora, mas vou fazer um breve resumo do que me aconteceu nesse meio tempo; fiquei de férias, quis descansar de tudo e me afastei de tudo por uns 3 dias. Meu gatinho Shizuo (tinha 4 meses, estava a dois comigo) ficou muito doente (pedra nos rins, só que ele havia caído um tombo aqui da sacada e bateu de cabeça, isso afetou a cabeça dele e por causa disso ele tinha ataques epiléticos de 10 em 10 minutos.) e todo dia eu não podia desgrudar os olhos dele, pq ele realmente estava muito mal, ele faleceu segunda feira passada... Passei uns dois dias chorando. No domingo, antes do Shizuo morrer, o lugar onde meu pai trabalha incendiou. Meu avô no momento está muito doente e não conseguiu fazer a cirurgia que ele precisava, mas agora ele está um pouco melhor. Ok resumi, foi isso, então me desculpem... Mas esses fatores travaram a minha cabeça e não consegui de forma alguma escrever. MAS ENFIM CHEGA DE TRISTEZA, VAMOS FALAR DE COISA BOA, VAMOS FALAR DA NOVA TECPIX ~~0~~ VC JÁ TEM SUA TECPIX? A CAMERA MAIS VENDIDA DO BRASIL. E A SUA IOGURTEIRA DA TOP TERM? EIN, EIN? RSRSRSRRS UAHEUAHEUAHEUAE ok, nos falamos lá embaixo x)

- AI GENTI O ALOIS FOI MORTO SERÁ? . A . -
Antes que eu me esqueça MUAHAHA vou fazer propaganda de uma fanfic liiiiiiiiiiinda e perfeita *u* que a Liv escreveu, leiam, ela é realmente MUITO BOA *0* [ http://fanfiction.com.br/historia/387007/Doce_Vinganca/ ]

A maçaneta girou lentamente e Claude entrou no quarto, andou lentamente até a cama. Senti um nó na minha garganta e comecei a mexer meus braços tentando me soltar assim que vi um faca na mão de Claude. Um sorriso serpenteou pelos lábios de Claude quando ele percebeu que eu havia notado a faca.

….

Sexta-feira – Dia do voo.

“Passageiros do voo 6346, destino Londres. Favor comparecerem ao portão de embarque.”

O dia está ensolarado, as poltronas do avião estão bem confortáveis, a comida deste serviço de bordo não é tão ruim e está tocando uma musica legal na rádio do avião. Tudo lindo e perfeito não é mesmo? Claro, lindo e perfeito como se nada tivesse acontecido ontem... De fato, para mim não aconteceu nada. Eu não sei o que essa coisa chamada Claude fez comigo ontem a noite. Não sei! Não me lembro de nada. Nada além de estar desesperado e ver ele com uma faca na mão. Não sei o que ele me fez na noite passada, mas estou com uma dor horrível na cintura. Algumas partes do meu corpo estão roxas... Ah, sim, algumas tem explicação por que ele havia me amarrado. Estou com uma dor de cabeça monstruosa e de ressaca. Não se eu bebi... Ou se ele me drogou. Bolei mil e uma opções para o que ele poderia ter feito comigo ontem, mas... Talvez eu devesse perguntar para ele.

Virei meu rosto para o lado e vi Claude sentado na poltrona ao lado da minha, estava lendo um livro. Mas aquele livro...

— Perdeu alguma coisa no meu rosto? — Claude disse, sem tirar sua atenção do livro. Meu rosto corou um pouco e me assustei com a voz dele.

— Não finja que você está prestando a atenção nisso. Se estivesse, seu livro não estria de cabeça para baixo. — Claude resmungou e fechou o livro. Sorri com isso. Algo também estava incomodando ele. Talvez fosse a nossa “proximidade” e ele não poder fazer nada. HAHA.

— O que você quer? — Claude arrumou seus óculos e cruzou os braços. Me apoiei no braço da poltrona e pensei duas vezes se eu deveria ou não perguntar a ele o que aconteceu na noite passada.

— O que você fez comigo ontem a noite? — Claude sorriu, o mesmo sorriso de hoje de manhã quando ele viu que eu não conseguia andar direito. E aquele sorriso, quer dizer que ele se deu bem, e que fez coisas que até o capeta duvida.

— Se fosse para você lembrar, você lembraria certo? — Claude soltou um risinho que, para mim, neste momento, havia vários significados. Mas logo parei de prestar a atenção nele, com a chegada de uma aeromoça. “Precisam de alguma coisa” ela disse gentilmente com uma boca cheia de dentes brancos. Esse sorriso mais direcionado para o ogro ali do meu lado do que para mim. Vadia.

— Sim eu quero. — A aeromoça se assustou com o meu tom de voz um pouco alto e ficou séria. — Quero que você não incomode mais. Se eu precisar de alguma coisa irei lhe chamar. Então por favor, vá fazer o seu trabalho e traga um água para mim. — A aeromoça abriu e fechou a boca uma vez, provavelmente pensando em responder. Mas bem, estando onde estamos ela não pode reclamar de nada. E sim eu fiz isso por que a presença dela perto da do ogro estava me incomodando. Não sei por que... Acho que o sentimento de “posse” nunca me abandonou... Mas não, eu não gosto mais dele. Assim eu espero...

Claude começou a rir assim que a aeromoça se afastou, e provavelmente comentou alguma coisa do gênero “não sabia que você ainda gostava de mim. Blá, blá, blá”, mas não escutei porque tratei de colocar os fones de ouvido e ignorar a presença de tal ser irritante. E só voltei a prestar atenção no que estava acontecendo quando a aeromoça apareceu com a minha água. “Mais alguma coisa?” Ela perguntou antes de se retirar. Tive vontade de perguntar para ela se havia alguma poltrona vaga para ela colocar o Claude. Mas eu sabia que ela não poderia fazer isso, então apenas deixei quieto e peguei no sono...

- Desculpe mas não achei uma tesoura... Então terá que ser uma faca mesmo... — Claude estava com um sorriso tenso nos lábios. Um sorriso daqueles que os psicopatas de filmes usam quando estão frente a frente com suas vítimas e vão torturá-las até a morte. Lágrimas e mais lágrimas escorriam dos meus olhos, queria nunca ter me envolvido com Claude. Queria sair dali, gritar, chorar... Estava desesperado. E agora morreria... Pelas mãos da pessoa que um dia eu amei... — Calma... Não precisa ficar com medo... — Claude se aproximava de mim devagar e a cada passo que ele dava meu coração parecia que saltaria do peito.

Claude chegou perto o suficiente de mim, ergueu a faca no alto. Fechei meus olhos e mesmo com a boca tapada, consegui soltar um grito, abafado. Seria agora... Estaria sentindo dor a qualquer momento... Haveria sangue para todos os lados em segundos... Mas, tudo que eu ouvi e senti, foram minhas roupas sendo rasgadas pela faca que Claude segurava.

Claude estava chupando e mordendo meu corpo inteiro, deixando algumas marcas por onde a boca dele passava. Eu sentia a ereção dele roçar entre as minhas pernas, vez ou outra que ele fazia movimentos obscenos com o próprio quadril... Ele estava louco... Esse desgraçado... Parece que fica mais excitado quando as coisas são assim... Não consigo sentir nada além de nojo... Nojo desse meu corpo lascivo que reage mesmo sem que eu realmente queira. Nojo dele por sempre fazer essas coisas tão baixas comigo! Eu definitivamente o odeio!

— Acho que podemos deixar as coisas mais interessantes... -Claude segurou meu membro e começou a masturbá-lo. Meus gemidos eram abafados já que minha boca estava amordaçada.

- Devo lhe falar Alois que você extremamente excitante em situações como estas... A expressão em seu rosto... Ah! De fato é a melhor! — Claude falava sorrindo enquanto aumentava os movimentos com a mão. Eu quero matá-lo eu quero que ele sofra! Eu quero que ele morra! Morra nas minhas mãos! Por minhas mãos!

Claude saiu de cima de mim e saiu de dentro do quarto. Tentei forçar para me soltar, mas não obtive sucesso nenhum com isso. Meus braços estava doloridos tanto pelas mordidas de Claude quanto por eles estarem estendidos e presos. Aquilo era vergonhoso... Vergonhoso de mais até para mim... Como eu pude aguentar isso? Como eu nunca reagi a isso? Por que eu nunca realmente reagi? “Amor Alois, amor... Você estava cego por ele e você simplesmente fechou os olhos para coisas que poderiam acontecer no futuro. Ou seja, agora.” Minha vida toda eu sempre fui... Assim... Sempre estive com homens diferentes, cada um tomando meu corpo de forma diferente... Devo dizer que nunca senti vergonha disto antes... Mas agora com tudo isso vindo a tona, depois de quatro anos... É realmente muito vergonhoso e doloroso...

“ Esses quatro anos longe de tudo não fizeram bem a você... Tivemos a ideia errada de que tudo ficaria bem se você apenas esquecesse tudo e tentasse se tornar outra pessoa... Não tem como fugir Alois. Não tem como fugir de quem você realmente é... Você nunca deveria ter esquecido quem você era, ou o que você fez. Nunca deveria ter esquecido você mesmo. É por tentar ser uma pessoa diferente que estamos aqui.”

Não demorou muito para que Claude voltasse ao quarto e agora ele tinha uma garrafa de vinho tinto nas mãos... Bebeu um pouco, direto do gargalo antes de se aproximar de mim novamente.

— Acho que tudo fica mais romântico e divertido com vinho, você não acha? — Claude sorriu e lambeu o canto da minha boca. — Mas, como eu acho que você fica melhor de boca fechada... Vou ter que arranjar outro jeito de lhe dar um pouco de vinho... — Claude sorriu malicioso e soltou meus tornozelos e imediatamente, empurrou minhas pernas contra meu corpo. Claude começou a umedecer minha entrada com a língua, fazendo alguns barulhos que pareciam gemidos, mas não gemidos de prazer, de excitação para ver onde isso iria dar... E eu já havia entendido o que ele pretendia fazer... E não seria nada bom...

Senti ele começar a forçar três dedos, não fez muitos movimentos dentro de mim, esperou um tempo e logo em seguida enfiou o gargalo da garrafa na minha entrada. Aquilo foi o pior, tanto de humilhação quanto de dor. Meus olhos estavam ardendo e eu não conseguia mais chorar...

— Quando o vinho começar a fazer efeito você vai se sentir muito bem... — Claude empinou um pouco a garrafa, garantindo que todo o liquido fosse para dentro de mim.

Assim que o vinho começou a fazer efeito Claude me soltou e mandou que eu ficasse de quatro. Eu não sabia mais o que estava acontecendo, tudo estava girando um pouco, eu nunca fui muito forte para bebidas...

Acordei com uma turbulência e demorei um pouco para me localizar... Vi Claude ao meu lado dormindo e imediatamente as imagens do meu sonho voltaram para minha cabeça... Eu havia lembrado o que aconteceu... E agora... Agora eu definitivamente irei fazer ele pagar por isso. Só não faço esse avião cair agora mesmo por que há muitas pessoas inocentes e que não merecem morrer aqui dentro... Voltar para Londres vai ser ótimo. Vai me ajudar a lembrar que eu fui, quem eu sou! E eu nunca mais vou esquecer disto... E nem deixar Claude esquecer também. “ Está planejando mais alguma coisa que dará errado. Pense primeiro, pense bem. Não deixe só a raiva te dominar... Mate ele Alois, e acabe com tudo isso de uma vez. Mas faça direito... Não deixe ninguém descobrir... Claude merece morrer. Ele não merece nada mais do que isso... Mas, faça-o sofrer antes...”

Notas finais
Continua...

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA EU VOU MATAR O CLAUDE, EU VOU!!!!!!!!!!!!! NÃO ME SEGUREM! COMO ESSE VIADO REVOLTADO FAZ ISSO! COMO ELE EMBEBEDA O ALOIS PELA BUNDA? COMO!? SEU FILHO DE UM DINOSSAURO! Ò^Ó EU VOU ENFIAR UM CABO DE VASSOURA EM TI! EU VOU! E DEPOIS MAIS UM MONTE DE COISAS! PRINCIPALMENTE UM FRASCO DE PIMENTA! Ò.Ó MORRA CLAUDE! MOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOORRA Ò.Ó

Ao menos o Alois ainda está vivo /*0*/ e aaaaaa o que será que o Alois vai planejar? D: E CARA QUE MEDO DESSA VOZINHA INTERIOR DELE KOWAI! Voz do capiroto ;A; SOCORROR! Então está tarde D: e eu estou caindo aqui... Boa noite pra você, desculpe a pouca dedicação falando aqui com vc D: mas é que hj foi um dia cansativo, bom enfim, boa noite e até o próximo ♥ ♥