It's Over
4 Capítulo 4
Notas iniciais
Dois dias depois...
- Sairei primeiro, espere uns cinco minutos para sair. — Dei o nó na gravata de Bernardo que mantinha seu rosto rubro desde que entrou nesta sala comigo. A escola ainda está cheia de alunos e professores. E como hoje não é meu dia de dar aulas extras, é melhor que ninguém nos veja juntos. —
- Mas... Você poderia dizer que está apenas me dando uma aula extra que eu pedi e... Coloquei meus óculos e sai da sala deixando Bernardo falando sozinho. Antes de ir embora preciso ir ate a secretaria e pegar alguns papeis do meu estágio, que já está quase no final. Mas antes vou passar na sala dos professores para pegar minhas coisas.
Assim que adentrei a sala notei um silencio significante. A TV estava ligada no noticiário a repórter falava algo sobre o suicídio de uma família. Não prestei muita atenção no que estava sendo dito, até que um nome dito pela repórter me chamou a atenção; Trancy.
A policia investiga o caso, mas tudo indica que o Sr. Trancy tenha matado sua secretária e amante e logo depois se suicidado. A Sr.ª Trancy havia chgado de viajem no mesmo dia do suicídio, e por relatos dos empregados, que não quiseram se identificar. A Sr.ª Trancy cometeu suicídio após encontrar o marido morto no banheiro. O único filho do casal permanece vivo, mas preferiu manter-se em silencio sobre o caso...
- Então a sem-vergonhice do Alois vem do pai dele? Falei baixinho enquanto pegava minhas pastas no meu armário. Que engraçado... — Deixei a sala sem prestar mais atenção no que passava na TV. Uma pena realmente o que aconteceu com os pais dele, imagino que agora ele deva estar mais louco do que o normal. Pergunto-me qual a expressão de tristeza ele estaria agora... Talvez se eu fosse até a casa só para brincar um pouquinho... Quer dizer, não sei onde ele mora, mas se eu perguntar a alguém na rua, com certeza vão saber dizer onde é. Ou eu poderia me fingir de bonzinho e tentar consola-lo. Uma voz bem conhecida por mim soou de dentro da sala da secretaria. Porém era uma voz seca e arrastada. E lá estava Alois sendo atendido por uma das secretárias.
- Sim... E eu gostaria de transferir a minha matricula para uma escola de lá...
Fui até a outra secretária, no balcão ao lado e vi que ele notou minha presença, com um olhar discreto de lado. Tentei ser o mais breve possível, precisava sair desta sala antes que Alois saia. Mas a imprestável que estava me atendendo conseguia ser mais lerda que uma lesma. E tão escrota quanto uma. Contudo, Alois acabou saindo primeiro e saiu rápido.
- Merda!- Falei baixo.
- Desculpe. O que? Mas não tão baixo para que a inútil a minha frente deixasse de ouvir. Apenas lhe lancei um olhar de indiferença para que continuasse a procurar meus papéis. Assim que a secretária me alcançou os papeis sai o mais rápido que pude. Meu sangue pulsava nas minhas veias de ansiedade. Queria ver como ele estava, queria vê-lo sofrendo e chorando se possível. Só em imaginar eu torturando Alois com a morte dos pais dele já me da uma grande onda de felicidade.
Para minha sorte ele havia parado em uma cafeteria. O vi pela vidraça, estava em uma mesa no fundo, mantinha uma xicara entre as duas mãos e olhava para a xicara.
- Perfeito. Entrei na cafeteria e me sentei na cadeira vazia à frente de Alois. Ele não se moveu e nem mesmo falou nada. Como vai? Perguntei irônico. Alois levantou seu rosto até seus olhos encararem os meus. Estava pálido, parecia que não havia dormido e que a pouco estava chorando. A visão de Alois assim me surpreendeu e fez com que alguns de meus sentimentos recuassem naquele momento.
- Não tenho tempo para você. A voz de Alois soou rouca. Ele se levantou pronto para sair dali.
- Não fuja de mim quando você nem ao menos tem para onde ir.- Virei meu rosto na direção em que Alois estava, parado ao meu lado. Já fiquei sabendo sobre seus pais. Alois se virou para mim com os olhos cheios de lágrimas. Seu pai era bem canalha não é mesmo? Ri e vi a expressão de Alois mudar drasticamente, suas sobrancelhas se curvaram m sinal de raiva. É... Você herdou muito da canalhice dele não é mesmo? —
Rapidamente Alois alcançou a xicara que antes estava entre as mãos, e jogou o conteúdo da xicara em mim. O que chamou a atenção das poucas, pessoas que estavam ali. Por sorte o chá que Alois jogou já estava frio.
- Espero que aproveite bem o seu chá. —
Sai da cafeteria o mais rápido que pude e chamei um taxi para me levar para casa. Como ele pode ser tão... Tão como ele sempre foi. Pare de agir como uma criança chorona e também pare de achar que as pessoas vão ter pena de você só porque seus pais morreram. O mundo não gira em torno do seu umbigo! E então minha história faz uma pausa aqui. E eu percebo que sou o mesmo pirralho de antes, quando minha consciência fala comigo novamente.
Pedi ao motorista para parar em uma praça que ficava uma rua antes da minha casa, ficaria ali um tempo. Quanto menos tempo eu passasse dentro daquela casa melhor... Por que eu não vou embora? Porque a vida não é um morango e menos ainda fácil. Tenho que esperar alguns documentos serem validados e... Ah... Muita coisa ainda para fazer...
Três dias depois Quinta Feira
Acordei com a seguradora dos meus pais me ligando e dando-me uma ótima noticia, que ela conseguira encaminhar o que faltava e que os papeis da casa finalmente estavam todos certos na imobiliária. E claro, que eu já poderia ir embora! E neste exato momento estou no aeroporto comprando minha passagem de volta. Porém a vida não é bela e nem as flores floresceram na minha janela e quem eu encontro aqui no aeroporto? Sim o Batman. Que? Não, o Claude. Para variar ele estava atrás de mim na fila (que está lindamente quilométrica esta manhã.) e obvio que ele não conseguiu conter-se em ficar calado e me fez umas dez perguntas, mas eu fingi que não estava o escutando.
- Deixe de ser criança e me responda logo! Claude estava me perguntando o que eu estava fazendo ali e se eu iria voltar para Londres, também me fazia a mesma pergunta quanto a ele.
- Você é o único aqui que está agindo feito criança insistindo em uma pergunta. Virei meu rosto para Claude e me surpreendi ao ver o quão perto os nossos rostos estavam agora. Óh veja, depois de tanto tempo seu coração ainda bate por ele aawn... Que ridículo!
Notas finais
EU LI BATMAN? FIHJSDIGHSDGUIHSDIGHSIGJSDHFUASHDASGRF7AGTRQURASHFASGFASUFJASGFIASGUASDIGJSGHJSDGJSDKFSAFIJASHFASFUHASFUNZVZ CVXZYCVASYDGASUGFASUFH EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE ENTÃO QUEM CURTIU O BANHO DE CHÁ DO CLAUDE? )*0*) RSRSRSRS bem que mereceu u-u CANALHA É TU SEU FELHO DO PIOLHO U-U o Alois tem nada a ver com aquele bicho que se dizia pai dele ok? ok! Ele ficou assim por que... Ahm... Porque ele tomou agua da privada quando tinha 3 anos, blz? é blz.
Na boa, acho que quem tomou agua da privada fui eu e_e não posso e não sou nenhum pouco normal ;A; enfim, enfim, espero os xingamentos de vcs mas se preferirem apenas ler e n falar nada por mim tudo bem, fiquem a vontade para fazer o que vcs quiserem usdjfhsduhsdf enfim até o próximo e obrigada por estarem lendo! *-*
Fale com o autor