It's Over

10 Capítulo 10


Notas iniciais
CHEGAAAAAAAAAY ~0~ *sendo apedrejada* CALMA ;A; EU SEI QUE DEMOREI e_e' mas, francamente a minha preguiça e a faculdade não estavam deixando eu vir até aqui e dizer pra você que o Alois morre nesse cap :l Poisé... Infelizmente eu tive que matar ele *apedrejada novamente* AI MDS CALMA ;A; É BRINCADEIRA EU NÃO MATEI ELE, EU JURO ;A; ainda rsrsrs. IJFISDGIJG mas então, como vc está? :3

Me desculpe pela demora excessiva, foi mal mesmo ;-; mas pra me redimir eu coloquei um lemon nesse cap. :3 ifjgisjgidg espero que goste e obrigada por não desistir dessa fanfic, e se quiser me xingar, sinta-se a vontade ^^

Acho que eu nunca havia visto o amanhecer do Sol, e agora estou vendo da enorme janela do meu quarto... A maneira como o dia amanhece, só me mostra mais como a luz do dia pode ser destrutiva, para quem passou a noite em claro.

— Ah! Mas que droga de vida! E pra variar Claude estava com a Hannah hoje... — Fechei as janelas com força, pouco ligando para o estrondoso barulho que fiz, e me joguei na cama.

— Será que eles tem um caso ou algo do tipo? — Rolei na cama até ficar de barriga para baixo e fechei meus olhos por alguns segundos.

— Obviamente eles tem alguma coisa! E de fato esse “casinho” não deve ser de agora... -

— Mas é claro que isso não é de agora! Deixe de ser besta! Você se esquece que não conhece o Claude tão bem quanto acha que conhece. E também, você não se pergunta do que pode ter acontecido aqui durando o tempo em que estivemos fora? — Suspirei lentamente e vire-me novamente.

— Você podia ser uma boa consciência, parar de me lembrar essas coisas e me deixar dormir um pouco. -

— Sim, eu poderia, mas infelizmente eu sou você e você não faz o tipo bonzinho também. E claro, eu também não judo nisso. -

— Unf... Hannah certamente será um problema, como sempre foi... Então se nós fizermos aquilo com Claude ela certamente vai dar falta dele... Vamos matá-la então? -

— Não... Prefiro comer alguma coisa primeiro. -

Mais tarde

-Claaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaauuudeeeeeeeeee! -

Uma voz irritante me chamava e parecia estar distante... Essa voz... Essa voz é familiar... Alois...

— Seu namoradinho está chamando, por que não vai atendê-lo? — Abri um do olhos e vi Hannah deitada do meu lado.

— Achei que tivesse te mandado embora ontem. — Rolei para o outro lado e ouvi ela resmungar alguma coisa e em seguida se levantou da cama.

— Claude! — A voz de Alois voltou a soar, desta vez mais alta do que na última vez. Pergunto-me se eu ignorá-lo ele irá embora? Não... Estamos falando de Alois Trancy, seja lá o que for ele não vai desistir até conseguir. Levantei da cama e mais uma vez a voz de Alois me chamou.

— Mas que porra! Hannah não quero você aqui por mais de cinco minutos, então pegue a suas coisas e vá embora logo. -

Hannah saiu do banheiro, me encarou torto e começou a organizar tudo o que era dela.

— Trate de não deixar nada seu aqui. Como eu lhe disse ontem; não preciso de você pra ficar me lembrando do passado. -

Deixei o quarto e desci as escadas rapidamente para atender aquele puto que não parava de gritar.

— O que diabos você acha que está fazendo?- Abri a porta rapidamente e Alois já estava se preparando para gritar novamente.

— Oh! Resolveu me atender! — Alois estava sorridente, diferente dos últimos dias que o vi.

— Bom, primeira mente, eu quero entrar. -

— Espera. Quem disse que você pode? — No mesmo momento em que acabei de falar, e de impedir que Alois entrasse, Hannah resolveu sair... Com a cara de mal-amada de sempre.

— É bom que você não volte. — Disse alto o suficiente pra ela ouvir enquanto batia fortemente o portão da frente.

— Hum... Que interessante, Hannah por aqui. É quase como nos velhos tempo, não acha? — Alois sorriu de orelha á orelha e isso me enjoou profundamente.

Suspirei derrotado e deixei que ele entrasse. Seja lá o que ele quer, é melhor dar-lhe logo, por que sei que ele vai insistir e choramingar se eu não der, seja o que for. Mas, de fato as atitudes dele estão estranhas, depois de sair correndo do aeroporto e de me dizer tantas coisas enquanto estávamos na Alemanha, não achei que ele viria atrás de mim tão depressa. Ora! Mas estamos falando de Alois Trancy, vai ver o ar de Londres faz com que ele seja o que ele sempre foi.

— E então qual desgraçado motivo que lhe traz aqui? Achei que queria me ver morto, ou algo do tipo, e não que viria atrás de mim tão rápido. — Estávamos na sala. Sentei-me no sofá maior e cruzei meus braços esperando a “gloriosa” resposta que Alois me daria.

— Não consegui dormir a noite passada... — Alois estava vendo os porta-retratos da minha família que ficavam na parede, perto dos sofás, logo depois da porta da frente.

— E o que eu tenho haver com isso? -

— Se você esperar eu terminar de falar eu lhe digo... — Alois saiu de perto da parede e andou lentamente por trás do sofá, com um sorrisinho no rosto. Parou atrás de mim e suas mãos frias escorregaram até meus ombros, me fazendo uma massagem.

— Eu preciso de alguém para fazer eu sentir sono... Se é que você me entende. -

Alois fez questão de pronunciar as últimas palavras bem perto de minha orelha. Senti vontade de rir com a tentativa dele de me seduzir, fracamente, não achei que ele desceria tão baixo. Mas até onde ele vai aguentar desta vez?

— Oh, desistiu de me odiar? — Virei meu rosto para encarar o dele e me surpreendi com a proximidade dos nossos rostos.

— Quem sabe... — Alois se afastou, deslizando seu braço direito no encosto do sofá e em seguida sentou-se ao meu lado.

— Não estou mais afim de brincar. Só quero que você me foda. Sem mais cobranças de seus sentimentos, só quero que você me use, que me toque... Quero sentir você dentro de mim, me preenchendo... Quero ter a chance de fazer você enlouquecer... -

Nunca duvidei da loucura/bipolaridade de Alois mas devo admitir que esta mudança repentina está me dando um pouco de medo. Duvido muito que não haja nenhuma segunda intenção dentro de todos estes pedidos. Nada é de se duvidar quando vem de Alois.

— E o que te leva a acreditar que eu vou acreditar em você, ou mesmo que eu vou lhe dar o que você quer assim tão fácil?-

Senti minha boca se curvar em um sorriso involuntário ao ver a expressão de desgosto dele. Alois recuou um pouco.Suspirou e levantou-se ficando de joelhos no meio das minhas pernas. Fiquei observando abobadamente, enquanto ele se masturbava na minha frente. Os olhos dele haviam parcialmente fechado e o rosto ficado corado. Alguns gemidos fraquinhos saiam de sua garganta.

— Claude... Ahm... Claude...-

Cada vez que ele chamava meu nome os gemidos aumentavam, e mais ele tentava prendê-los... Em todas as vezes que transamos, Alois só me mostrou essa expressão de prazer apenas uma vez. Queria virá-lo de quatro agora mesmo e fazer ele se arrepender de ter me provocado assim. Mas eu realmente quero ver até onde ele consegue me provocar. O quão longe você consegue ir Alois?

Claude... Toque-me ... -

Alois fechou seus olhos fortemente e a velocidade de sua mão aumentou. Sua mão esquerda segurava fortemente nas calças de moletom que eu usava. Sentia que eu estava ficando duro, as “brincadeirinhas” de Alois estavam fazendo minha mente trabalhar e imaginar coisas que seriam de fato boas. Virei meu rosto para o lado oposto, mas, infelizmente, deste lado há um armário... Com portas de vidro onde eu posso ver com perfeita clareza o que Alois está fazendo.

Ele jogou sua cabeça para trás, sua boca estava entre aberta e meu nome não parava de sair de dentro dela, acompanhado de alguns gemidos.

— Quero sentir você dentro de mim Claude! -

Vi pelo reflexo Alois parar de mover sua mão e olhar para mim e em seguida virar o rosto para onde eu estava olhando. Não demorou muito para que ele tirasse a própria camiseta e abaixasse as calças. E então ficar de quatro na minha frente... Voltei a olhar para ele e vi que ele estava sugando dois de seus dedos e em seguida, com seus dedos umedecidos ele massageou a própria entrada.

— Hm... Ahm...-

Alois penetrou seus dois dedos e começou a movimentá-los rapidamente. Minha respiração estava ficando um tanto acelerada, e meu corpo esquentando gradativamente. Minhas calças se tornaram um incomodo.

— Cla-Claude... Mais... Fundo... — Alois já começara a dizer palavras sem nexo e empinar mais seus quadris. Conseguia ouvir sua respiração arfando junto com a voz melosa que chamava por mim...

— Claude eu não vou conseguir gozar só assim... Por favor... Coloque... -

Não consegui resistir e acabei caindo de joelhos atrás dele o puxando para perto de mim. Explorei o corpo de Alois com uma de minhas mãos enquanto a outra segurava o rosto dele em direção ao meu para que eu pudesse beijá-lo. Ao acariciar a ponta de seu membro Alois soltou um pequeno gritinho de prazer e sua expressão mudou; como se tivesse tentando se segurar para não gozar.

— Pare de brincar... Faça logo! — Não evitei de sorrir ao ouvir ele dizer isso... Ele estava tão... Adorável... O virei para mim, e o deitei por cima de mim.

— Se você quer, você vai ter que prepará-lo. -

Alois pareceu insatisfeito com o que ouviu, mas não relutou... Consegui ver meu sorriso maldoso pelo reflexo dos olhos azuis de Alois, antes que ele se sentasse entre minhas pernas e abaixasse minha calça. Fiquei admirando a forma como ele massageava meu membro, devagar... E as mãos macias dele dava uma sensação gostosa.

Alois “juntou” nossos membros e os massageou lentamente. Podia sentir o membro dele pulsar contra o meu. Mordi meu lábio, mas, mesmo assim, um gemido escapou. Alois me encarou surpreso e pareceu mais surpreso ao ver minha expressão. Puxei Alois pela nuca e beijei-lhe o pescoço; certamente ficariam marcas, mas isso pouco me importa. Posicionei Alois sobre mim e pouco a pouco ele foi me “sugando”

— Mecha-se. — Afastei-me um pouco para poder ver o rosto dele e ver que tipo de expressão ele faria... Acho que nunca fizemos assim... E se já fizemos, eu não me lembro e isso pouco importa agora.

— Ahm... Dói. — Segurei forte na cintura de Alois ao sentir ele rebolar seus quadris em cima de meu membro. Alois parecia extremamente inocente dizendo isso, e sua expressão também, transparecia isso. Quem não o conhece, diria que ele realmente é virgem.

— Como pode doer se você já está mais que acostumado com isso?!- Alois gemia mais e mais a cada movimento que fazia, e não eram simples movimentos de “ir e vir”, era como se ele realmente quisesse sentir que eu estava dentro dele.

— Ou você só está tentando me seduzir com essa sua carinha meiga de “virgem”?- Sorri malicioso e quando Alois “desceu” novamente, dei um impulso e fui mais fundo nele.

— Ahm... Claude... Faça mais...- Alois mantinha seus olhos semiabertos e vezes ou outra, seus dedos emaranhavam seus cabelos enquanto ele aumentava seus movimentos. Sabia que ele não aguentaria mais muito tempo, pois estava me sugando cada vez mais e estava ficando mais apertado.

Deitei as cosas de Alois no chão e ergue suas pernas, me posicionei atrás delas e continuei com os movimentos, até o sentir cada vez mais apertado. Era inevitável não gemer, tanto que eu mesmo não conseguia conter os meus gemidos, só de sentir nossos corpos tão próximos eu conseguia ficar mais excitado e querer ir mais e mais fundo nisso. Talvez Alois não fosse uma criatura assim tão desprezível... Talvez ele só precise de alguém que queira amá-lo...

— Claude... Eu... Eu... Ahm!- O orgasmo já estava bem perto para Alois, mas eu não queria terminar tudo ali. Ainda não.

— Ah! Claude! Claude!-

— Espere mais um pouco, você não é criança. — Segurei a ponta do membro de Alois e tapei o pequeno furo com o polegar evitando de deixar ele gozar.

— Hum, não Claude... Ahm... Deixe-me gozar... E-eu... Hum...-

Alois se contorcia de prazer abaixo de mim, e podia sentir que algo estava pedindo passagem no membro dele. Ah Alois... Se você tivesse me mostrado o quão “frágil” você aparenta ser antes de tudo... Talvez... Não, nunca ia dar certo. E não posso negar que eu gosto de ver você sentir dor quando fazemos isso do jeito que estamos acostumados.

— Alois... — Soltei o membro dele ao mesmo tempo em que eu sentia que ele estava sendo preenchido por mim... A respiração descontrolada dele... Seus olhos fechados... O rosto parcialmente corado... Os cabelos bagunçados e sua boca entreaberta. Buscando a maior quantidade de ar possível... É quase impossível resistir á ele...

Com meus olhos fechados busquei a boca dele, não nos beijamos apenas ficamos com nossas bocas seladas esperando até que a respiração se estabilizasse. Mas, é possível resistir á ele.

Notas finais
Continua...

AI MEU CORAÇAUN, CHAMA A SAMU! QUEIÇO CLAUDE? TA APAIXONADO? QAQ ok, estamos falando de Claude Faustus Chiri, Claude Faustus é gayzaun e não se apaixona u.u Só pelo sem sal do caolho lá u3u OAJEIAJEAOEK EE MEU DEUS ALGUÉM AI ALÉM DE MIM PERCEBEU O GRAU DE LOUCURA ELEVADO DO ALOIS? ;A; alguém interna esse menino antes que ele faça alguma merda! .A. e Hannah sua leanda, vai pro inferno ta bom? ♥
UHSDGUSHJIGJSDIGSJD Então era isso, espero que tenha gostado desse cap! Mais uma vez me desculpem pela demora ;A; e bom, não sei quando eu vou atualizar de novo, mas se eu demorar mt me cobrem certo? :3 Sintam-se a vontade para me criticar e etc, até o próximo e obrigada por estarem lendo ♥ ♥ ♥