It's An Heroic Time!

1 Capítulo I - Um Anjo Caído?!


Era um dia comum na cidade Esmeralda. Em que Algumas pessoas de personalidades diferentes atualmente vivem nela. ajudando a constituir o frágil equilíbrio que mantêm o bairro, a cidade, o município , o estado, o país, o continente, o planeta, o sistema solar, a galáxia e assim sucessivamente, estável. Acredita-se em diversas vertentes que há diversos mundo paralelos , que foram criados simultaneamente com a criação do universo. Nesses Multiversos é possível encontrar um outro você , à grosso modo, com outra possibilidade de acontecimento de "vida". O que não se sabe se há algo que conecte esses multiverso, se há algo que dê passar para o outro, se dá para controlar...


Por acaso havia um Físico PhD em Física de partículas que estava estudando mais sobre o assunto até mesmo para compreender até onde o seu poder poderia influenciar em maior escala caso pudesse explora-lo.

Ele sabia que teoricamente era impossível até mesmo a viagem no tempo, mas talvez.... acreditasse que poderia haver uma outra maneira que vai além da física... conseguir ir até lá. Cansado de ler sobre o assunto Sebastian Gardner Ligou a Televisão e observou que havia um Arqueólogo sendo entrevistado ele era famoso pela sua tara em objetos místicos e o assunto da entrevista era se algum destes objetos poderiam ser a prova de que extraterrestres já visitaram o planeta e outras dúvidas que atormentam a séculos a mente humana.

– Estou aqui com o Charles Dewin. O arqueólogo. Então... o que trouxe o senhor aqui até esta cidade? — Disse a Repórter Alicia MacBird, ela era uma mulher bastante bonita um dos rostos mais bonitos da televisão e no mundo jornalísticos. Tem olhos azuis, cabelos longos e loiros.


– Eu vim para a exposição sobre o misticismo no mundo em um antigo no museu, eu não tinha certeza que a viagem valeria a pena até ver seus lindos olhos — Respondeu Charles com um olhar sedutor e de quebra um sorrisinho.


A jornalista manteve a postura profissional e continuou a entrevista. – Então uma exposição. o que há demais nessa exposição?


O arqueólogo galanteador notou que a jornalista estava se fazendo de difícil, logo teria que mudar de estratégia caso quisesse alguma companhia àquela noite. – Ela foca nas diversas crenças de diversos povos e seus misticismos, xamanismo, magia, druidismos e suas semelhanças e diferenças. — Respondeu com a mesma energia da reposta anterior.


– pode citar uma dessas diferenças e semelhanças? — Disse a Repórter já recuperada da investida de Dewin.


– Claro, algumas semelhanças seriam, por exemplo, a suástica que aparece em diversas civilizações em lugares extremamente remotos e sem conexão, além do que, todas as civilizações que já estudei concordariam que você é fabulosamente linda. — falou, mandando outro sorriso galante para moça.

Enquanto isso... Professor Gardner estava organizando mentalmente as informações que ele acabava de receber enquanto assistia a entrevista. E este pensamento consistia na idéia que existe uma linha tênue entre magia e ciência. E essa linha se chama o desconhecido, inexplicável. Tão inexplicável quanto o que acontece em uma singularidade do espaço-tempo... — Porém não teve muito tempo para continuar a divagar em seus pensamentos pois a reação da jornalista em relação as cantadas de Dewin, chamou a sua atenção de volta à entrevista.

Visivelmente a jornalista ignora o comentário, mesmo bastante incomodada com a situação ela continua a entrevista – Ah sim... Mas não parece que esteja apenas aqui para isso. Pois há um boato que um objeto vindo dos céus caiu na cidade. Na parte isolada dela. Há alguns relatos que um "anjo" estava dentro deste objeto. E que já andou fazendo algumas aparições voando por ai... Teria alguma ligação com a tua área? — Manda um olhar desconfiado. – Tem ou não ligação? Ou devo achar que tem? — Olha com mais desconfiança ao entrevistado.

O arqueólogo faz uma expressão séria brevemente, porém abre um leve sorriso. De certa forma, ele estava para averiguar esta história, mas precisava de um pretexto para ir naquela cidade ou seja, a palestra.– Eu só teria interesse em estudar um anjo se ele se parecesse com você... E não, não tem ligação eu estudo objetos místicos, não casos ufológicos, e esse "Anjo" deve ser só alguns jovens se aproveitando desse relato, ufológico. Isso é típico em casos como esse, não creio que nem a queda ou as aparições sejam verdade.

Sebastian ainda assistia a Televisão quando demonstrou um nítido sinal de descontentamento até disse distraídamente para si mesmo. – Pff... quedas são bastantes comuns, meu caro... Mas de fato é estranho saber de tal fenômeno por um programa televisivo... Não acredito que esse tal Anjo possa existir, mas um objeto ter caído na superfície da cidade e não ter tido qualquer forte impacto é estranho...


A jornalista continua a entrevista. – Mas os objetos que você encontra, não poderia ser o sinal de existência?

– Até hoje, nunca testemunhei nenhum evento que possa ser considerado como magia ou atividade extraterrestre, os objetos apenas confirmariam que algumas civilizações antigas acreditavam em "deuses" que vinham do espaço e em magia, que por si só não passava de religião, charlatanismo e algum conhecimento sobre ervas medicinais.


Sebastian, já demonstrava que estava começando a ficar irritado com o que estava assistindo: – Esses programas sensacionalistas... o que não fazem para conseguir alguma audiência. Creio que programas científicos, e incentivos a pesquisa seriam bem mais úteis a sociedade...

Ao mesmo tempo estavam assistindo a entrevista em outro local... Dois homens. Um deles estava no hospital esperando para ser liberado e outro estava esperando seus alunos chegarem para aula...

– Será que é isso que sou? Um anjo? — Disse um homem, confuso. Enquanto esperava seus alunos chegarem na aula.


– mas se testemunhasse? — Pergunto, Alicia. Bastante cética para Dewin.

– SE e somente se eu testemunhasse, eu trabalharia para provar ao mundo sua existência. Mas até agora, não posso dizer que extraterrestres existem, nem, é claro, que não existem. Só posso dizer que não acredito. — Respondeu Dewin, demonstrando um leve ar de irritação.

O primeiro homem também assistia a televisão. Ele estava sentado em seu leito, já se passaram alguns dias desde que foi dada a entrada
no hospital, o ferimento em seu braço direito fora profundo e fizera com que perdesse muito sangue. Já estava recuperado, mas apesar de ter um certo desconforto nos movimentos com o braço, apenas esperava por sua liberação, e enquanto isso assistia televisão que passava uma reportagem sobre um objeto que caiu do céu, possivelmente um OVNI. – Ah sim... Um anjo. Se existem anjos, onde estava o meu naquela noite? Ou mesmo o daquela mulher? Justiça divina? É uma palhaçada. -Pensara em trocar de canal, mas alguma coisa o prendia naquele programa.


Voltando para Sebastian. Ele continuava a pensar no que estava assistindo que anjos, magia, OVNIS. Tantos fenômenos mais interessantes para serem explicados, mas as pessoas continuam focando suas atenções a coisas mitológicas... talvez esse seja um bom momento para retornar ao seu estudo de universos formados por anti-partículas. No entanto, antes de desligara televisão pode presenciar uma informação que não foi de seu agrado.


– Bom, nosso tempo é curto. Então você fará uma palestra na Universidade Esmeralda certo? Quando e que horas?

– Será na quinta-feira agora às 14 horas. Mas para você, posso dar uma aula particular a qualquer hora — e novamente ele deu outro sorriso galante para a moça que já estava cansada das investidas do mesmo.


Antes de desligar a TV. O professor Gardner ainda consegue ouvir sobre o horário da palestra, então enfim desliga a TV e começa a resmungar, incrédulo : –Quinta?? Não acredito nisso. Então foi por conta disso que decidiram cancelar meu seminário sobre buracos negros primordiais?! Não acredito, preciso ter uma conversa com o diretor do Departamento.

No mesmo dia, um pouco distante dali na parte mais obscura da cidade até mesmo de dia. Havia um alguém que tentava limpar a cidade de qualquer ameaça... Ele era conhecido como: O Manto. Corria boatos por ai pós entrevista do respeitado arqueólogo Charles Dewin que provavelmente era real o boato de algo ter caído na cidade. Então, O Manto foi checar se isso era uma possível ameaça para sua amada cidade.

O mesmo estava pulando de prédio em prédio, procurando sempre se manter nas sombras e observando tudo de um terreno alto. – Então... é em Shadowstreet que veio tal boato... — disse para si mesmo. –Vejamos se os vagabundos daqui tem algo a vomitar mais do que seu palavreado tradicional. Ou eles não voltarão andando para casa. — falou esta última frase um pouco mais alto e com animação na voz enquanto pulava em um beco e espera a passagem de algum traficante ou alguém que pudesse ajudá-lo.

Era incomum a luz do dia acontecer algo mas por acaso havia um homem — provavelmente um cafetão- tratando de uma maneira grosseira uma mulher — A mulher, em questão, tinha um aspecto masculino provável de ser um travesti.

Finalmente, o guardião das trevas aparecia das sombras, envolvendo ele/ela e puxando-o/a para as sombras. E comentou: – Ninguém sente falta de um criminoso ou prostituta.

Depois que envolveu ele para as sombras começou o ritual nem um pouco convencional de interrogação do Manto. Ele fez um disparo de sua arma de gancho, subiu junto ao travesti no topo do edifício de onde saiu do beco. – Candy, o que há de novo?


– Aiiêê... na próxima vez seja mais gentil!- disse se ajeitando.


O Manto olha para o travesti e diz demonstrando irritação na voz: –Não estou aqui para conversa mole! — Depois volta ao tom de voz normal. – Quem é esse tal 'anjo' que estão falando nas ruas?


Candy fica um tempo pensando no que dizer. Afinal não tinha muitas informações sobre. – "Anjo" ? Pois bem meu querido... Dizem por ai... que ele veio junto com o objeto esquisito que caiu na parte mais isolada da cidade. Quem o viu... diz que ele é tipo um anjo negro. sabe? — Depois de falar o que sabia começou a ajeitar o cabelo e olhar para as unhas.

– E que parte isolada da cidade é essa? Redmond? Dê-me algo! — Respondeu insatisfeito com a informação que acabara de receber.


A prostituta se aproxima do misterioso mascarado com um leve sorriso no rosto. – Cuidado com o que pede... sabe que to louquinha pra isssssso... Mas indo ao que interessa. É em Redmond mesmo.


Irritado segura o braço dela com força pelo comentário e mantém uma voz autoritária. – É melhor que sua informação esteja certa, ou eu vou voltar... e não serei nada gentil!. — Enquanto falava largava o braço e plantava o dinheiro, sem que Candy percebesse, como agradecimento pela informação.


– Aie... você sabe que adoro uma violência... Mas sabe... torço um pouco para estar errada... pois assim poderei te ver de novo. — disse, candy, enquanto jogava o cabelo como um charme.


Enquanto Candy terminava de falar o vigilante se prepara para sair de cena ao pular no batente do edifício e logo em seguida olhar para Candy e continuar com uma postura autoritária. Ignorando o último comentário da mesma – Você pode pegar as escadas! — disse apontando para a escada e quando ela se distrai ao olhar onde estava a escada, ele desapareceu nas sombras.


– Ele sempre faz isso... — disse indiferente, andando em direção da escada e antes de descer nota que há uma nota de 50 presa na roupa dela. Ela a ajeita no corpo para que não ficasse visível e vai embora.

Enquanto o Manto ia até Redmond atrás da verdade. Nout depois que deu aula para seus alunos, lembrou que não tinha sumido com os restos da aeronave que o trouxera até a Terra. A fim de sumir com pistas que poderiam levar até ele. Mas ele não contava que no local teria já alguém observando os destroços.

Charles Dewin, logo após a entrevista foi atrás de pistas sobre o tal "anjo". O mesmo olhava para o local. Estava procurando por algum sinal de atividade mística no lugar onde as pistas o indicaram, foi de carro alugado, já que o dele está em Londres. Ao chegar próximo à cratera olhou para sua mão direita, onde havia um anel, mas não era um anel qualquer, para fazer a conexão mental com o seu mestre.

"Mestre Námo, eu cheguei até o lugar, claramente ocorreu uma queda aqui, mas não posso dizer se foi atividade mística ou cósmica. Parece que tentaram acobertar as coisas aqui, acho melhor ficar esperando até ele ou ela aparecer para terminar de esconder seu rastro, o que acha?"

"Hm... O que você está vendo, como está o local?"


"Uma grande cratera com alguns destroços do que parece ser um cometa, vou fazer uma varredura mística para determinar se o meteoro é de origem mística ou não" — Enquanto isso, Charles utilizava seus super-sentidos: percepção mágica.

Charles conseguiu perceber sem esforço que a cratera não tem origem mística.

Nout estava observando tudo de uma distancia considerável para não ser notado pelo estranho que olhava sua cratera.

"Mestre, o evento não tem origem mística, foi só um meteoro comum, ou um evento cósmico, não é nossa área, devo continuar a investigar?"


"hm... Não tem nenhum destroço, nada?? "


"Tem sim, mas não é nada místico. Se isso tem conexão com essa lenda urbana do anjo. É um evento cósmico. Um extraterrestre comum não-místico."

Enquanto Charles conversava com seu mestre. Nout estava pensando no que fazer, vendo que alguém já estava ali vendo as provas que de algo não humano tinha caído ali. Em paralelo O Manto estava se aproximando do local, sempre andando pelas sombras para não ser notado e tendo pequenos contratempos como pequenos ladrões roubando bolsas de velhinhas, estupradores tentando violentar colegiais e todo tipo de horror que a cidade esconde.

O extraterrestre sem muitas opções decidiu se aproximar de Charles . Enquanto pensava em algum plano alternativo. – Isso não acontece todos os dias, não é? — disse em um tom de voz amigável e sem demonstrar medo.


– Na verdade, no meu ramo, isso é mais comum do que imagina. Na verdade eu estava esperando um demônio assustador ou algo assim. Está se adaptando bem a Terra? — Respondeu indiferente, porém amigável e estendendo a mão.


O ilustre visitante estendeu a mão em comprimento. – E que ramo seria esse? — disse enquanto olhava envolta e caso não tivesse
ninguém olhando voltaria a sua forma normal. – Melhor assim.


– Ah, digamos assim... — disse enquanto olhava para a forma verdadeira de Nout e sem demonstrar surpresa ao que via continuou. – Eu evito que as pessoas saibam que existem coisas sinistras que fariam elas terem medo de dormir de noite. Nada demais. — deu um leve sorriso amistoso. – E você, o que faz por aqui?


– Eu? Tento descobrir algo sobre meu passado e o motivo de estar aqui. Durante à noite ou quando possível ajudo as pessoas. — Respondeu Nout com um leve ar de confusão na voz. Afinal era a primeira vez que algum humano estava olhando de perto sua verdadeira forma e não estava surpreso ou assustado com aquilo, algo dizia que não era uma boa ideia ficar com a sua verdadeira forma exposta, logo decide voltar a forma humana.

– Entendo... — respondeu enquanto coça a barba. – Então... você não lembra nada de onde veio? Talvez eu possa te ajudar a descobrir. Eu tenho boas fontes. Como é mesmo o seu nome?


– Eu aceito a ajuda, não faço muita coisa apenas dou aulas... Meu nome é Nout e o seu?


– Aulas... que interessante. Vou falar com meu Mestre assim que possível. Eu me chamo Charles.


Cansado de observar tudo de longe, decidiu se aproximar ao local, já tinha visto o suficiente. Chegando próximo a cratera cobrindo a luz do sol, chegou pairando com o manto, pousando rapidamente próximo aos dois. – Esta tarde está cheia de surpresas... esperava um anjo, não dois homens papeando em cima de uma cratera gigantesca.


– Um anjo? — Perguntou Nout surpreso. Fingindo saber de nada.


– E você quem seria? Um pirado querendo pagar de herói? — Disse Charles com um tom hostil.

Manto ignorou os dois e se aproximou da cratera. – Nada que lhe interessa. Comentou enquanto virava-se encarando-o. – Fiquem fora do meu caminho que eu ficarei do de vocês. Puxou um frasco do cinto e começou a preencher com amostras de terra da cratera e guardou frasco no cinto. – Era só o que me faltava. Agora tenho que me preocupar com vagabundos, gangsters e aliens. O que falta agora? Papai Noel? — Disse enquanto fechava o manto.


– Sua educação é cativante, me pergunto o que estaria procurando além do que está diante dos seus olhos. — Disse Charles bastante incomodado com a presença daquele homem misterioso vestido totalmente de preto. Enquanto o observava pensou de como era incrível, como as pessoas sempre acham que o seu mundinho é tudo que existe.


– É uma simples cratera... O que pode sair de um meteoro? — Disse Nout, ainda tentando se fazer de desentendido.


– Caras como você. Vou pergunta só uma vez, senhor, você vai me dar algum problema? — Disse o Manto secamente. – Por que eu já estou com as mãos cheias de traficantes e mafiosos.


– Homens pequenos não reconhecem sua insignificância mesmo quando ela está diante de seus olhos. — Disse Charles se referindo a situação.


– Eu? Não, pretendo apenas ajudar, eliminar os malfeitores das ruas, mesmo aqui não sendo minha cidade. É onde eu moro então... tenho que cuidar. — Respondeu Nout. Com firmeza na voz, mesmo demonstrando um pouco de hesitação na mesma por estar sendo diretamente ameaçado por aquele homem misterioso.


– É por isso que você ainda está confuso. — Disse olhando para Charles e por fim ao Nout. – Você tem boas intenções, mas estarei de olho. — Aponta para o mesmo. – Não é a primeira vez que alguém mente sobre suas futuras ações. — Começou a andar, saindo do local.


– Não estou mentindo! — Exclamou Nout.

– Veremos. — Disse Manto, ainda de costas.


– Meu caro, deixe o homem fazer seu trabalho. Um 'herói' deve fazer perguntas. — Disse Charles com um leve sorriso no rosto.


O manto continuou a caminhar ignorando o último comentário de Charles. Ele estava mais concentrado em levar as amostras para o laboratório para saber com o que tipo de problema ele teria futuramente. No entanto, Charles não deixaria aquela atitude de Manto barato. Ele começou a gesticular e sua expressão modificou para algo severo. O vigilante misterioso tinha visto demais, pensou. Logo teria que usar um de seus feitiços para apagar a memória do mesmo sobre o assunto. – Brumas de Avalon!

Notas finais

O que será que acontecerá com o Manto? Charles apagará a memória dele sobre o encontro com êxito?