It's An Heroic Time!
9 Capítulo VI - Novos Horizontes
Era uma Segunda feira. A mesma em que Smiley, o Azarado-sorridente deu as caras para a entrevista de emprego. Tudo ia muito bem quando o mesmo fez uma espécie de arma que explodira em sua mão danificando um pouco o laboratório em que Professor Gardner costuma trabalhar. Ele e Mary passaram a tarde organizando as coisas do laboratório até um pouco além do expediente para amenizar o tempo em que o mesmo ficou parado pois tiveram que suspender todas as aulas práticas por causa do incidente.
Sebastian: * Ainda impressionado com o aparato tecnológico que o jovem garoto, aparentemente sem qualquer conhecimento sobre engenharia, foi capaz de fazer, Sebastian organiza silenciosamente os equipamentos de volta ao lugar, após ter retirado tudo do lugar para fazer uma limpeza... * "Ainda não entendo como ele foi capaz de fazer uma arma daquele tipo, sem qualquer experiência. Será que ele mentiu para mim? De qualquer modo, preciso ter uma conversa mais SÉRIA com ele..."
Mary Barrett: *Ajudando Sebastian a organizar as coisas e um pouco incomodada com o silêncio pesado que estava no ambiente por causa da expressão séria do Professor* -- É... é... Está tudo bem c-c-com você? É que... desde o incidente aqui no laboratório com o Smiley... você está tão... ca-calado. *disse com um leve tom vermelho no rosto*
Sebastian: * Percebendo que Mary ainda estava no laboratório, sente-se um pouco envergonhado por ter esquecido de sua presença, então vira-se para ela * -- Ahn me desculpe Mary... está tudo bem sim, obrigado! * retribui com um sorriso * -- É que estou refletindo sobre quem eu deveria escolher para ser meu novo auxiliar. Os outros estudantes foram muito bem nas avaliações, mas devo dizer que Smiley, apesar do incidente, chamou minha atenção mais do que os outros...
Sebastian: -- Diga-me, o que pensa sobre ele?? Acha que ele é ... confiável?
Mary Barrett: *Com o rosto ainda levemente avermelhado principalmente depois do sorriso de Sebastian logo após de ter se desculpado, respondeu um pouco pensativa* -- Bem... Acho.... ele interessante. Parece ter bastante potencial. Não sabia que ele tinha conhecimento nessa área.
Sebastian: -- Realmente, ele parece ter bastante potencial... de qualquer modo, não quero tomar uma decisão precipitada. Vou ponderar com mais calma em casa, antes de dormir... * vira-se para terminar de reunir as fontes de energia na prateleira * -- Então Mary, tem algum plano para hoje a noite? * pergunta, de forma bem casual *
Mary Barrett: *(Preciso dizer que ela estava vermelha?) E surpresa com a pergunta respondeu* -- Bom, n-não... é... Eu estava pensando em ir ao teatro... Está-tá em cartaz uma pe-peça interessante.
Sebastian: * Parando por um minuto de realizar a atividade de organização agora dos cabos de força, diz * -- Teatro... faz tempo que não vou a um, que peça seria essa??
Mary Barrett: *Organizando os tubos de ensaio com um certo descuido* -- Bom... é um mu-musical. Baseado no filme, que tam-também é um musical, Can-cantando na Chuva.
Sebastian: * Enquanto termina de organizar os últimos apetrechos, volta-se de novo para Mary * -- Bem, parece muito interessante. Se não se incomodar, será que eu poderia lhe acompanhar? Poderíamos jantar depois, já que está tarde; é o mínimo que posso fazer por ter ficado me ajudando até esta hora...
Mary Barrett: *Com as mãos vazias, pois terminara de organizar o que faltava no laboratório* -- Tu-tudo Be-bem. Va-vamos? * deu um leve sorriso*
Sebastian: -- Vamos... * reúne suas coisas na maleta, fecha o laboratório e acompanha Mary até sua sala, onde ela aguarda ela pegar suas coisas também. Em seguida, dirige-se ao carro*
Sebastian e Mary foram de carro até o teatro, mas Sebastian teve que deixar o carro um pouco distante pois o estacionamento do Teatro da Cidade estava lotado. Os dois assistiram a peça atentamente. Riram, trocaram pequenos comentário sobre a peça entre si. Depois foram caminhando para um dos melhores Restaurantes da Cidade que era próximo ao Teatro, não havendo a necessidade de ir até o carro. Comeram, conversaram novamente sobre diversas coisas. Era tarde, estavam caminhando até onde o carro fora deixado. A rua era um pouco deserta e mal iluminada. O que favorecia o aparecimento de pessoas mal intencionadas — E foi o que aconteceu. O casal foi surpreendido por um grupo de 5 homens que estavam pedindo dinheiro, outros itens de valor e sabe-se lá o que mais.
Sebastian: * enquanto observa os homens se aproximando, começa a pensar em uma forma de tirar Mary em segurança dali... * — Mary, fique atrás de mim... * Coloca-se entre ela e os homens * -- Escutem, acho que podemos resolver isso de uma forma civilizada... mantenham a calma! (Enquanto isso, observo o que eles carregam nas mãos. Também começo a pensar em uma estratégia, ou seja, uso o feito Plano Genial)
Homem Malvado 1: -- Quem está nervoso aqui? Acho que é cê burguesinho. *disse com tom de deboche*
Os homens carregam diversos tipos de armas: Brancas, de fogo, Pedaços de metal, cacos de vidro.
Sebastian: * Vendo que será difícil resolver o problema com Mary ao lado, decide dialogar com os homens * -- Tudo bem, vamos entregar nossas coisas, mas não façam nada com ela... * Sussurrando para Mary, diz * -- Acho que o melhor é entregar nossas coisas...
Mary Barrett: *Um pouco nervosa com a situação diz* — N-n-não posso entregar tudo. Tenho a única lembrança de minha família, uma espécie de amuleto. Não posso! Entrego tudo, menos isso.
Sebastian: * Jogando a carteira e o relógio na direção dos homens, diz para Mary * — Tudo bem, fique com o amuleto, mas entregue o resto, okay?
Homem Malvado 2: -- O que cês tanto falam? Entregam tudo logo!
Mary Barrett: *Nervosa, começa a jogar os brincos, cordão, pulseira, dinheiro, relógio tirando tudo da bolsa menos o amuleto* — pr-pr-pronto.
Homem Malvado 4: --- WHOA! A BOLSA TAMBÉM! PASSA TUDO, ESTÁ ESCONDENDO O QUE AI?!
Homem Malvado 4 ameaça se aproximar de Mary. Informações: Altura: 1,80. Porte físico: Atlético Arma: Barra de ferro.
Sebastian: * Interpondo-se entre o homem e Mary, ele exclama para o homem * -- Hey, ela já entregou tudo não?? * De forma bem sutil fala para Mary * — Você tem que correr para o restaurante...
Mary tentou fugir correndo em direção ao Restaurante porém por causa do calor do momento acabou tropeçando nos seus próprios pés e caindo no chão. Dois homens foram logo em seguida atrás dela tentando tirar a bolsa da mesma que estava no chão abraçada a bolsa.
Mary Barrett: *Caída no chão* --- AAAAAh! Nãão! Sebastian! AAAAAAAAAAAh!
Sebastian: * Vendo que Mary está correndo perigo, e que não pode arriscar a vida dela ali, Sebastian decide abdicar de sua proteção individual para o bem dela * --- DEIXEM-NA!!!! * Estendendo a mão na direção dos criminosos que se aproximam de Mary, ele manipula a gravidade ao redor deles aumentando-a até que eles caiam ao chão e não consigam nem ao menos se mover * (Uso Controle Gravitacional, graduação máxima)
Homem Malvado 3: --- Whoooa!
Sebastian conseguiu derrubar todos os homens malvados deixando-os no chão imobilizados.
Sebastian: * Vendo todos os homens, que antes estavam o ameaçando, agora caído sobre seus pés, ele percebe o incrível poder que agora tem em mãos... mas então, caminha na direção de Mary, abaixando-se em sua direção * -- Você está bem?? Se machucou? * Fala, com uma voz um pouco mais pesada *
Mary Barrett: *Em pânico, pálida, confusa* -- E-e-e-e-e-e-e-e-estou, N-n-n-não sei. *Tenta se levantar, mas sente uma fisgada no tornozelo* -- Aaaai! *caindo no chão* *iniciando um leve choro*
Sebastian: * Vendo que ela possivelmente pode ter se machucado da queda, Sebastian a pega pelos braços, diminuindo o peso aparente dela até ficar tão leve quanto um livro... * --Não se preocupe, ficará tudo bem, vou lhe levar em um hospital... * Olhando agora na direção dos bandidos, diz * -- Mas já não posso dizer o mesmo de vocês... (Usa a habilidade de ataque de telecinesia, para desmaia-los)
Mary Barrett: *bastante sem graça com a situação, porém pálida demais para deixar qualquer tom de vermelho ser visível* -- S-s-s-seu cabelo está branco?! *disse quando a luz bateu no rosto de Sebastian deixando-o visível. Olhos azuis que estavam bem diferentes do normal, estavam vívidos e fazendo um contraste diferente com o cabelo branco/prateado que o tom normal de seu cabelo, preto azulado*
Sebastian: * Olhando na direção de alguma superfície refletora, observa por um instante os cabelos cujas cores sumiram... * -- Pois é, parece que a luz desvia dos meus cabelos quando estou assim... * Após os bandidos desmaiarem, resolve usar por último seus poderes de telecinesia gravitacional para recolher todos os bens que haviam sido tomados. *
Mary Barrett: *no mesmo estado que antes* -- C-c-c-como assim? Des-des-desviam a luz?
Sebastian: * Após os bens serem recolhidos, decide voltar com Mary até o carro * -- Sim, acredito que deva ser algum efeito do campo gravitacional ao redor do meu cérebro, quando manifesto ... * Percebe que ela ainda não se deu conta de tudo o que aconteceu, então diminui gradativamente os seus poderes.... até não estarem mais ativos *
Mary Barrett: *um pouco mais calma* -- Mas, não entendo... *porém confusa*
Sebastian;* Preocupado com o quanto ela está ciente de suas capacidades, decide tentar uma estrategia para confundi-la um pouco... * -- Bem, acho que não tenho escolha. É um projeto novo que estava trabalhando, não pretendia testar agora, mas foi o jeito ter que usar... acho que se eu explicar agora não fará muito sentido. Você ainda está bastante abalada, é melhor cuidarmos desse seu ferimento...
Mary Barrett:*Voltando ao estado normal* -- Q-q-q-que projeto?
Sebastian:" Preciso ganhar tempo..." -- Bem, era um projeto para ajudar no combate contra o crime... algo que envolve-se campos gravitacionais. Você sabe como sou fascinado nesses assuntos. E, consegui ter um vislumbre das "ferramentas" necessárias quando estava de cama, em Zurich... Mas podemos deixar os principais detalhes de lado no momento. Como você viu, ainda não está funcionando como deveria... * Aproximando-se do carro, abre a porta e coloca Mary numa posição confortável *
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Enquanto isso... Smiley e seu cão logo após ter fugido do louco do Dominique estavam procurando um local para morar.
Smiley: -- É Tyziu, graças a você temos de achar outro local para residir. O problema é que eu nem tenho dinheiro para pagar aluguel. A vizinha lá era chata demais, mas pelo menos o dono me dava um desconto. Espero que consiga o emprego com o Professor Gardner, senão teria de roubar pra viver... * Riu enquanto se aproximava de uma banca de revista para comprar um jornal e ler os classificados. *
Tyziu deu uma leve risada sarcástica e continuou sem falar nada desde o incidente. Smiley seguiu lendo o Jornal.
Smiley: -- Agora você fica calado, né sardento? * Pagou pelo jornal e encostou-se na parede externa da banca, procurando um imóvel barato para o aluguel. *
Pessoas estavam indo e vindo pelo local mas algo aconteceu. E Smiley percebeu o que era. Havia uma carteira no chão. Obviamente não era dele e o fluxo de pessoas passando por ali tinha reduzido provavelmente o dono não estava mais por perto.
Smiley: * Um pouco desconfiado, aproximou-se do objeto e o abriu para ver se tinha algum documento de identificação. *
A carteira não tinha documento de identificação o que era estranho, mas tinha uma boa quantia de dinheiro. O suficiente para se virar durante 5 dias.
Smiley: * Sussurrou para si. * — Parece que a vida decide sorrir para mim, ao menos uma vez, sem ser sarcasticamente. * Mostrando a carteira para Tyziu. * -- E você, cão. Acha que teria algum problema de ficarmos com ela?
O cão olha atentamente para o Jovem — não tão azarado — por enquanto- e faz um movimento com cabeça que poderia ser interpretado como: "Não, não há problemas"
Smiley: "Afinal, ele entende. Agora não há como negar isso... Mas o jogo é pra dois." * Dá um sorriso de canto. * — Aqui há uma quantidade razoável, alugando um apartamento barato, conseguirei sobreviver até arrumar um emprego. * Continua procurando um imóvel no jornal. *
Depois de ficar olhando o jornal por 20 minutos finalmente encontrou um local para alugar que estivesse dentro de seu planejamento.
Smiley: -- É esse aqui! Vamos! Temos de ir ao bairro Anthony Dawn. É longe pra caramba, pena que não podemos pegar um ônibus por você ser um cachorro... * Um sorriso sarcástico brilhou em seu rosto enquanto se aproximava do cão para sussurra-lhe. * — Ou você poderia ficar invisível e entrar sem ser notado...
O cão prontamente ficou invisível dando umas batidinhas de leve na perna do Smiley para informar que ele ainda estava ali. Eles pegaram o ônibus e seguiram para o tal bairro. A viagem demorou mais ou menos 2h. Era um apartamento que ele iriam alugar, era pequeno é verdade. tinha apenas dois andares. Ele ficaria com o segundo. O vizinho debaixo raramente estava em casa, mas o dono do imóvel disse que se tratava de um rapaz muito tímido que morava com o pai.
Smiley: * Com o dinheiro que achara na carteira, passou numa loja de departamentos e comprou um saco de dormir para ele e uma almofada relativamente grande para Tyziu. Entrou no apartamento e "ajeitou-o". * -- Belo lar, o nosso, hein...?
Smiley: -- Agora estou curioso, Tyziu... Porque diabos aquele místico estava atrás de você?
Tyziu ficou quieto mas depois começou a tagarelar, explico que aquele místico tinha o invocado para este plano para por em prática algum plano maligno porém ele errou a runa de invocação, o invocando-o mas não tendo o controle no mesmo. E por causa disso iria matá-lo porém ao entrar uma borboleta no cômodo ele ficou curioso e maravilhado com este mundo e decidiu deixar o mago viver e saiu por ai conhecendo tudo.
Smiley: * Prestou atenção na história do cão até quando ele começou a falar de tudo aquilo que conheceu pela sua caminhada pelo mundo. Achava aquilo uma chatice sem tamanho e acabou adormecendo no seu saco de dormir, enquanto Tyziu conversava sozinho sem parar. *
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Um tanto distante dali, Sebastian dirigia seu carro em direção ao hospital para verificar se a lesão no tornozelo de Mary era grave. Felizmente não era, foi apenas uma leve torção no tornozelo. Eles foram liberados. E Sebastian estava dirigindo para casa quando Mary puxou assunto:
Mary Barrett: -- É... p-posso fazer algumas perguntas? *disse um pouco hesitante e cansada pelo ocorrido*
Sebastian: * Um pouco apreensivo com as perguntas que ela pode vir a fazer, ele decide ser honesto * -- Bem... claro.
Mary Barrett: *nitidamente cansada evitaria fazer rodeios* -- O-o que acon-aconteceu exatamente?
Sebastian: * Observa um pouco o ambiente, então diz * -- Bem, acho que não fui muito sincero com você nos últimos tempos... Há uma coisa que não lhe contei, após o incidente no acelerador no CERN...
Mary Barrett: *Desviando o olhar da janela* -- O que... *pausa demorada* aconteceu?
Sebastian: -- Você não achou estranho, após aquela explosão enorme, eu ter saído ileso?? * Questiona a Mary *
Mary Barrett: *Espantada por não ter percebido este detalhe antes* -- Ver-verdade... como isso poderia ser possível? O local ficou praticamente destruído.
Sebastian: * Decidido a abrir o jogo, Sebastian responde a questão intrigante * -- Eu não sei bem até onde estou certo, mas tudo aconteceu porque EU fui o motivo da explosão. Não estou totalmente certo, mas acredito que a razão para isso é que no local dos canhões, o ar deveria estar cheio de anti-partículas, que se uniram então ao meu corpo, liberando aquela energia toda. Por isso, ter sido a origem dela, não sofri qualquer dano muito grave. O que estranho, pois eu deveria ter morrido de qualquer forma, por conta das anti-particulas...
Mary Barrett: *Bastante surpresa com a informação* -- Bom... então... você... ganhou algo parecido como super poderes? M-mas por que não me-me contou antes?
Sebastian: * Um pouco aliviado por poder dizer aquilo a alguém, ele novamente começa a se preocupar * -- Bem, eu não sabia como você iria reagir... além disso, não sabia se era algo permanente ou temporário. Mas hoje vejo que isso agora faz parte de quem eu sou.
Mary Barrett: *Ficou um tempo calada olhando para o rosto de Sebastian, com um leve tom de vermelho no rosto, até que...* -- F-fico feliz, que tenha confiado em mim *Sorriu* Prometo que guardarei o segredo *sorriu novamente*
Sebastian: * Apesar de estar contente em relação a reação de Mary a suas capacidades, ele fica um pouco preocupado e diz. * --Mary, você entende o perigo que isso representa não é? Você viu o que fui capaz de fazer, por ver você em perigo... tenho medo que pessoas de más intenções usem isso para me obrigar a fazer coisas terríveis. Esse segredo não pode escapar para ninguém, pelo menos não por enquanto...
Mary fez sinal de afirmativo com a cabeça. Completou dizendo que poderia confiar nela, pois ela sabia do quão perigoso era caso essa informação caísse em mãos erradas como o Reitor da Universidade por exemplo que está apenas interessado em lucrar. Eles ficaram calados por um tempo, Mary acabou caindo no sono. E sebastian continuou a pensar consigo sobre o assunto e sobre a conversa que teve com Mary semanas atrás sobre usar um dom para o bem das pessoas.
Sebastian: "Acho que está na hora de assumir a responsabilidade que tenho em mãos, mas como fazer isso?? Será que há outros como eu?" * A pergunta ficava martelando na cabeça de Sebastian. Ele então lembra da reportagem que assistiu alguns dias atrás na televisão e pensa * "Bem, se existirem, eles logo saberão sobre mim... preciso estar preparado dessa vez..."
Quando chegaram finalmente em casa. Sebastian não quis acordar Mary, como estava de madrugada, não viu problema em usar seus poderes novamente para levá-la até dentro de casa e acomodá-la.
Sebastian: * Após colocar Mary na sua cama, e deixá-la confortável, Sebastian dá uma última olhada em seu lindo rosto e sussurra * — Vou te proteger deste mundo Mary, não importa o que eu precise fazer... * Sebastian então dá um beijo em sua bochecha, e volta para a sala com uma ideia crescendo em sua cabeça, uma ideia grande, que poderá mudar a rotina de todos os habitantes da cidade... *
Era uma Segunda feira. A mesma em que Smiley, o Azarado-sorridente deu as caras para a entrevista de emprego. Tudo ia muito bem quando o mesmo fez uma espécie de arma que explodira em sua mão danificando um pouco o laboratório em que Professor Gardner costuma trabalhar. Ele e Mary passaram a tarde organizando as coisas do laboratório até um pouco além do expediente para amenizar o tempo em que o mesmo ficou parado pois tiveram que suspender todas as aulas práticas por causa do incidente.
Sebastian ainda impressionado com o aparato tecnológico que o jovem garoto, aparentemente sem qualquer conhecimento sobre engenharia, foi capaz de fazer, Sebastian organiza silenciosamente os equipamentos de volta ao lugar, após ter retirado tudo do lugar para fazer uma limpeza... "Ainda não entendo como ele foi capaz de fazer uma arma daquele tipo, sem qualquer experiência. Será que ele mentiu para mim? De qualquer modo, preciso ter uma conversa mais SÉRIA com ele..."
Mary Barrett estava ajudando Sebastian a organizar as coisas e um pouco incomodada com o silêncio pesado que estava no ambiente por causa da expressão séria do Professor. – É... é... Está tudo bem c-c-com você? É que... desde o incidente aqui no laboratório com o Smiley... você está tão... ca-calado. — disse com um leve tom vermelho no rosto.
Percebendo que Mary ainda estava no laboratório, sente-se um pouco envergonhado por ter esquecido de sua presença, então vira-se para ela.– Ahn me desculpe Mary... está tudo bem sim, obrigado! — retribui com um sorriso. – É que estou refletindo sobre quem eu deveria escolher para ser meu novo auxiliar. Os outros estudantes foram muito bem nas avaliações, mas devo dizer que Smiley, apesar do incidente, chamou minha atenção mais do que os outros... Diga-me, o que pensa sobre ele?? Acha que ele é ... confiável?
Com o rosto ainda levemente avermelhado principalmente depois do sorriso de Sebastian logo após de ter se desculpado, respondeu um pouco pensativa. – Bem... Acho.... ele interessante. Parece ter bastante potencial. Não sabia que ele tinha conhecimento nessa área.
–Realmente, ele parece ter bastante potencial... de qualquer modo, não quero tomar uma decisão precipitada. Vou ponderar com mais calma em casa, antes de dormir... — vira-se para terminar de reunir as fontes de energia na prateleira. – Então Mary, tem algum plano para hoje a noite? — pergunta, de forma bem casual.
Surpresa com a pergunta respondeu. – Bom, n-não... é... Eu estava pensando em ir ao teatro... Está-tá em cartaz uma pe-peça interessante.
Parando por um minuto de realizar a atividade de organização agora dos cabos de força, diz . – Teatro... faz tempo que não vou a um, que peça seria essa??
Organizando os tubos de ensaio com um certo descuido. – Bom... é um mu-musical. Baseado no filme, que tam-também é um musical, Can-cantando na Chuva.
Enquanto termina de organizar os últimos apetrechos, volta-se de novo para Mary.– Bem, parece muito interessante. Se não se incomodar, será que eu poderia lhe acompanhar? Poderíamos jantar depois, já que está tarde; é o mínimo que posso fazer por ter ficado me ajudando até esta hora...
Com as mãos vazias, pois terminara de organizar o que faltava no laboratório. – Tu-tudo Be-bem. Va-vamos? — deu um leve sorriso.
– Vamos... — reúne suas coisas na maleta, fecha o laboratório e acompanha Mary até sua sala, onde ela aguarda ela pegar suas coisas também. Em seguida, dirige-se ao carro.
Sebastian e Mary foram de carro até o teatro, mas Sebastian teve que deixar o carro um pouco distante pois o estacionamento do Teatro da Cidade estava lotado. Os dois assistiram a peça atentamente. Riram, trocaram pequenos comentário sobre a peça entre si. Depois foram caminhando para um dos melhores Restaurantes da Cidade que era próximo ao Teatro, não havendo a necessidade de ir até o carro. Comeram, conversaram novamente sobre diversas coisas. Era tarde, estavam caminhando até onde o carro fora deixado. A rua era um pouco deserta e mal iluminada. O que favorecia o aparecimento de pessoas mal intencionadas — E foi o que aconteceu. O casal foi surpreendido por um grupo de 5 homens que estavam pedindo dinheiro, outros itens de valor e sabe-se lá o que mais.
Sebastian enquanto observava os homens se aproximando, começa a pensar em uma forma de tirar Mary em segurança dali.– Mary, fique atrás de mim... — Coloca-se entre ela e os homens. – Escutem, acho que podemos resolver isso de uma forma civilizada... mantenham a calma! (Enquanto isso. ele observa o que eles carregam nas mãos. Também começa a pensar em uma estratégia, ou seja, usa o feito Plano Genial, graças a sua capcidade )
– Quem está nervoso aqui? Acho que é cê burguesinho. -disse com tom de deboche o primeiro homem.
Os homens carregam diversos tipos de armas: Brancas, de fogo, Pedaços de metal, cacos de vidro.
Vendo que será difícil resolver o problema com Mary ao lado, decide dialogar com os homens – Tudo bem, vamos entregar nossas coisas, mas não façam nada com ela. — Sussurrando para Mary, diz. – Acho que o melhor é entregar nossas coisas...
Um pouco nervosa com a situação diz. – N-n-não posso entregar tudo. Tenho a única lembrança de minha família, uma espécie de amuleto. Não posso! Entrego tudo, menos isso.
Jogando a carteira e o relógio na direção dos homens, diz para Mary. – Tudo bem, fique com o amuleto, mas entregue o resto, okay?
–O que cês tanto falam? Entregam tudo logo! — disse o outro homem, impaciente com a demora dos dois ao entregar os pertences.
Nervosa, começa a jogar os brincos, cordão, pulseira, dinheiro, relógio tirando tudo da bolsa menos o amuleto.– pr-pr-pronto.
– WHOA! A BOLSA TAMBÉM! PASSA TUDO, ESTÁ ESCONDENDO O QUE AI?! — Disse o homem que estava logo atrás de Mary.
O Homem ameaça se aproximar de Mary. Era alto, tinha o porte físico atlético e estava segurando uma barra de ferro.
Interpondo-se entre o homem e Mary, Sebastian exclama para o homem. – Hey, ela já entregou tudo não?? — De forma bem sutil fala para Mary. – Você tem que correr para o restaurante...
Mary tentou fugir correndo em direção ao Restaurante porém por causa do calor do momento acabou tropeçando nos seus próprios pés e caindo no chão. Dois homens foram logo em seguida atrás dela tentando tirar a bolsa da mesma que estava no chão abraçada a bolsa.
Caída no chão, Mary solta um grito agudo e chama por Sebastian. Vendo que Mary está correndo perigo, e que não pode arriscar a vida dela ali, ele decide abdicar de sua proteção individual para o bem dela . – DEIXEM-NA!!!! — Estendendo a mão na direção dos criminosos que se aproximam de Mary, ele manipula a gravidade ao redor deles aumentando-a até que eles caiam ao chão e não consigam nem ao menos se mover. (Utilizando Controle Gravitacional)
Sebastian conseguiu derrubar todos os homens malvados deixando-os no chão imobilizados. Vendo todos os homens, que antes estavam o ameaçando, agora caído sobre seus pés, ele percebe o incrível poder que agora tem em mãos... mas então, caminha na direção de Mary, abaixando-se em sua direção. – Você está bem?? Se machucou? * Fala, com uma voz um pouco mais pesada.
Mary estava em pânico, pálida e bastante confusa. – E-e-e-e-e-e-e-e-estou, N-n-n-não sei. -Tenta se levantar, mas sente uma fisgada no tornozelo. – Aaaai! -caindo no chão e iniciando um leve choro.
Vendo que ela possivelmente pode ter se machucado da queda, Sebastian a pega pelos braços, diminuindo o peso aparente dela até ficar tão leve quanto um livro. –Não se preocupe, ficará tudo bem, vou lhe levar em um hospital... — Olhando agora na direção dos bandidos, diz .– Mas já não posso dizer o mesmo de vocês... (Usa a habilidade de ataque de telecinesia, para desmaia-los)
Bastante sem graça com a situação, porém pálida demais para deixar qualquer tom de vermelho ser visível. – S-s-s-seu cabelo está branco?! — disse quando a luz bateu no rosto de Sebastian deixando-o visível. Olhos azuis que estavam bem diferentes do normal, estavam vívidos e fazendo um contraste diferente com o cabelo branco/prateado que o tom normal de seu cabelo, preto azulado. Sebastian era bastante bonito na visão de Mary, mesmo sendo um pouco desligado com a sua aparência. Antes do acidente ele costumava a usar o cabelo desarrumado com a presença de Mary e convivência, começou a se cuidar.
Olhando na direção de alguma superfície refletora, observa por um instante os cabelos cujas cores sumiram. – Pois é, parece que a luz desvia dos meus cabelos quando estou assim... — Após os bandidos desmaiarem, resolve usar por último seus poderes de telecinesia gravitacional para recolher todos os bens que haviam sido tomados.
No mesmo estado que antes. – C-c-c-como assim? Des-des-desviam a luz?
Após os bens serem recolhidos, decide voltar com Mary até o carro . – Sim, acredito que deva ser algum efeito do campo gravitacional ao redor do meu cérebro, quando manifesto. — Percebe que ela ainda não se deu conta de tudo o que aconteceu, então diminui gradativamente os seus poderes até não estarem mais ativos.
Um pouco mais calma. – Mas, não entendo... -porém confusa.
Preocupado com o quanto ela está ciente de suas capacidades, decide tentar uma estrategia para confundi-la um pouco... – Bem, acho que não tenho escolha. É um projeto novo que estava trabalhando, não pretendia testar agora, mas foi o jeito ter que usar... acho que se eu explicar agora não fará muito sentido. Você ainda está bastante abalada, é melhor cuidarmos desse seu ferimento...
– Q-q-q-que projeto?
Sebastian Precisava ganhar tempo. – Bem, era um projeto para ajudar no combate contra o crime... algo que envolve-se campos gravitacionais. Você sabe como sou fascinado nesses assuntos. E, consegui ter um vislumbre das "ferramentas" necessárias quando estava de cama, em Zurich... Mas podemos deixar os principais detalhes de lado no momento. Como você viu, ainda não está funcionando como deveria... -Aproximando-se do carro, abre a porta e coloca Mary numa posição confortável.
Enquanto isso, um pouco mais cedo... Smiley e seu cão logo após ter fugido do louco do Dominique estavam procurando um local para morar.
– É Tyziu, graças a você temos de achar outro local para residir. O problema é que eu nem tenho dinheiro para pagar aluguel. A vizinha lá era chata demais, mas pelo menos o dono me dava um desconto. Espero que consiga o emprego com o Professor Gardner, senão teria de roubar pra viver... — Riu enquanto se aproximava de uma banca de revista para comprar um jornal e ler os classificados.
Tyziu deu uma leve risada sarcástica e continuou sem falar nada desde o incidente. Smiley seguiu lendo o Jornal.
– Agora você fica calado, né sardento? — Pagou pelo jornal e encostou-se na parede externa da banca, procurando um imóvel barato para o aluguel.
Pessoas estavam indo e vindo pelo local mas algo aconteceu. E Smiley percebeu o que era. Havia uma carteira no chão. Obviamente não era dele e o fluxo de pessoas passando por ali tinha reduzido provavelmente o dono não estava mais por perto.
Um pouco desconfiado, aproximou-se do objeto e o abriu para ver se tinha algum documento de identificação.
A carteira não tinha documento de identificação o que era estranho, mas tinha uma boa quantia de dinheiro. O suficiente para se virar durante 5 dias.
Smiley sussurrou para si. – Parece que a vida decide sorrir para mim, ao menos uma vez, sem ser sarcasticamente. — Mostrando a carteira para Tyziu. – E você, cão. Acha que teria algum problema de ficarmos com ela?
O cão olha atentamente para o Jovem — não tão azarado — por enquanto- e faz um movimento com cabeça que poderia ser interpretado como: "Não, não há problemas"
Smiley pensa: "Afinal, ele entende. Agora não há como negar isso... Mas o jogo é pra dois." -Dá um sorriso de canto. – Aqui há uma quantidade razoável, alugando um apartamento barato, conseguirei sobreviver até arrumar um emprego. — Continua procurando um imóvel no jornal.
Depois de ficar olhando o jornal por 20 minutos finalmente encontrou um local para alugar que estivesse dentro de seu planejamento.
– É esse aqui! Vamos! Temos de ir ao bairro Anthony Dawn. É longe pra caramba, pena que não podemos pegar um ônibus por você ser um cachorro... =Um sorriso sarcástico brilhou em seu rosto enquanto se aproximava do cão para sussurra-lhe. – Ou você poderia ficar invisível e entrar sem ser notado...
O cão prontamente ficou invisível dando umas batidinhas de leve na perna do Smiley para informar que ele ainda estava ali. Eles pegaram o ônibus e seguiram para o tal bairro. A viagem demorou mais ou menos 2 horas. Era um apartamento que ele iriam alugar, era pequeno é verdade. tinha apenas dois andares. Ele ficaria com o segundo. O vizinho debaixo raramente estava em casa, mas o dono do imóvel disse que se tratava de um rapaz muito tímido que morava com o pai.
Com o dinheiro que achara na carteira, passou numa loja de departamentos e comprou um saco de dormir para ele e uma almofada relativamente grande para Tyziu. Entrou no apartamento e "ajeitou-o". – Belo lar, o nosso, hein...?
– Agora estou curioso, Tyziu... Porque diabos aquele místico estava atrás de você?
Tyziu ficou quieto mas depois começou a tagarelar, explico que aquele místico tinha o invocado para este plano para por em prática algum plano maligno porém ele errou a runa de invocação, o invocando-o mas não tendo o controle no mesmo. E por causa disso iria matá-lo porém ao entrar uma borboleta no cômodo ele ficou curioso e maravilhado com este mundo e decidiu deixar o mago viver e saiu por ai conhecendo tudo.
Smiley prestou atenção na história do cão até quando ele começou a falar de tudo aquilo que conheceu pela sua caminhada pelo mundo. Achava aquilo uma chatice sem tamanho e acabou adormecendo no seu saco de dormir, enquanto Tyziu conversava sozinho sem parar.
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Um tanto distante dali, Sebastian dirigia seu carro em direção ao hospital para verificar se a lesão no tornozelo de Mary era grave. Felizmente não era, foi apenas uma leve torção no tornozelo. Eles foram liberados. E Sebastian estava dirigindo para casa quando Mary puxou assunto:
– É... p-posso fazer algumas perguntas? -disse um pouco hesitante e cansada pelo ocorrido.
Um pouco apreensivo com as perguntas que ela pode vir a fazer, ele decide ser honesto. –Bem... claro.
Nitidamente cansada evitaria fazer rodeios. – O-o que acon-aconteceu exatamente?
Observa um pouco o ambiente, então diz. –Bem, acho que não fui muito sincero com você nos últimos tempos... Há uma coisa que não lhe contei, após o incidente no acelerador no CERN...
Desviando o olhar da janela– O que... — fez uma pausa demorada- aconteceu?
– Você não achou estranho, após aquela explosão enorme, eu ter saído ileso?? — Questiona a Mary.
Espantada por não ter percebido este detalhe antes. – Ver-verdade... como isso poderia ser possível? O local ficou praticamente destruído.
Decidido a abrir o jogo, Sebastian responde a questão intrigante – Eu não sei bem até onde estou certo, mas tudo aconteceu porque EU fui o motivo da explosão. Não estou totalmente certo, mas acredito que a razão para isso é que no local dos canhões, o ar deveria estar cheio de anti-partículas, que se uniram então ao meu corpo, liberando aquela energia toda. Por isso, ter sido a origem dela, não sofri qualquer dano muito grave. O que estranho, pois eu deveria ter morrido de qualquer forma, por conta das anti-particulas...
Bastante surpresa com a informação.– Bom... então... você... ganhou algo parecido como super poderes? M-mas por que não me-me contou antes?
Um pouco aliviado por poder dizer aquilo a alguém, ele novamente começa a se preocupar. – Bem, eu não sabia como você iria reagir... além disso, não sabia se era algo permanente ou temporário. Mas hoje vejo que isso agora faz parte de quem eu sou.
Ficou um tempo calada olhando para o rosto de Sebastian, com um leve tom de vermelho no rosto, até que...– F-fico feliz, que tenha confiado em mim — Sorriu. – Prometo que guardarei o segredo — sorriu novamente.
Apesar de estar contente em relação a reação de Mary a suas capacidades, ele fica um pouco preocupado e diz.. – Mary, você entende o perigo que isso representa não é? Você viu o que fui capaz de fazer, por ver você em perigo... tenho medo que pessoas de más intenções usem isso para me obrigar a fazer coisas terríveis. Esse segredo não pode escapar para ninguém, pelo menos não por enquanto...
Mary fez sinal de afirmativo com a cabeça. Completou dizendo que poderia confiar nela, pois ela sabia do quão perigoso era caso essa informação caísse em mãos erradas como o Reitor da Universidade por exemplo que está apenas interessado em lucrar. Eles ficaram calados por um tempo, Mary acabou caindo no sono. E sebastian continuou a pensar consigo sobre o assunto e sobre a conversa que teve com Mary semanas atrás sobre usar um dom para o bem das pessoas.
"Acho que está na hora de assumir a responsabilidade que tenho em mãos, mas como fazer isso?? Será que há outros como eu?" — A pergunta ficava martelando na cabeça de Sebastian. Ele então lembra da reportagem que assistiu alguns dias atrás na televisão e pensa — "Bem, se existirem, eles logo saberão sobre mim... preciso estar preparado dessa vez..."
Quando chegaram finalmente em casa. Sebastian não quis acordar Mary, como estava de madrugada, não viu problema em usar seus poderes novamente para levá-la até dentro de casa e acomodá-la.
Após colocar Mary na sua cama, e deixá-la confortável, Sebastian dá uma última olhada em seu lindo rosto e sussurra.– Vou te proteger deste mundo Mary, não importa o que eu precise fazer... — Sebastian então dá um beijo em sua bochecha, e volta para a sala com uma ideia crescendo em sua cabeça, uma ideia grande, que poderá mudar a rotina de todos os habitantes da cidade.
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