Notas iniciais
Ei, pessoal! Hum, vou deixar vocês lerem, mas deem atenção às notas finais, ok?
Boa leitura!

Isabella Swan.


Sonhos são feitos ao longo da vida, desde quando somos pequenos. Eu tinha os meus, como qualquer outra adolescente.

E eles foram tirados de mim aos quatorze anos.

Quando conheci Riley, achei que estivesse vivendo um conto de fadas – até certo ponto, foi assim. Ele me conhecia como ninguém, e eu tinha certeza de saber tudo sobre ele também.

Não, não tudo.

Quantos começaram a namorar, eu não pensei que ele fosse o tipo de cara possessivo, mas era de se esperar de um cara de vinte anos. Mesmo porque, Mary sempre disse que homens com namoradas muito mais novas eram mais possessivos.

Mas tudo bem, eu podia lidar com isso. Não era algo que me incomodasse, porque eu gostava quando ele falava que eu era somente dele.

Só que eu não entendia o verdadeiro sentido dessas palavras e nós terminamos, depois de várias discussões sobre liberdade.

Eu apenas não esperava pelo o que viria a seguir.

E foi isso que me transformou no monstro consumidor de drogas. Uma pessoa fria, sarcástica, irônica e sem amor nem a mim mesma.

Eu sabia que iria melhorar quando frequentasse psicólogos. Pelo menos, eu precisava. Por um tempo, eu pensei que fosse mesmo, mas desisti quando descobri que as drogas eram um caminho muito mais fácil.

Não havia nenhuma morfina ou religião que pudesse me salvar. Entretanto, havia ele. Edward era a minha nova droga. Sem ele, eu não era absolutamente nada. E a cada vez que eu via que nosso relacionamento podia falhar a qualquer hora, um desespero tomava conta do meu ser.

Eu sabia que não era boa para ele. E ele sabia que Renée e Charlie jamais aceitariam nosso relacionamento. Mas eu iria tentar, porque depois de três anos, ele me fez viver novamente.

E eu pensava que uma criança não tinha sentimentos! Eu não tinha sentimentos. Noah era uma das minhas melhores partes, e eu sentia que estava perdendo-a aos poucos, assim como Alice e Rosalie.

Nessas horas, eu sabia o que era o amor verdadeiro. O amor de amigos, irmãos, namorados... Mas eu não sabia o significado do amor dos pais. Quando eu mais precisei, meus pais não estavam presentes e nunca estariam.

Acabei guardando ódio por isso, e alimentando cada vez mais o meu rancor. As pessoas pensam que o dinheiro resolve tudo; eu tenho dinheiro, sempre tive. E nunca resolveu nada.

Eu fizera Edward prometer que nunca me deixaria, assim como eu não faria isso com ele; mas existia um amor que resistisse a tudo isso?

Se um dia ele me deixasse, uma tempestade desabaria sobre minha vida – então, choveria, com nuvens preenchendo o céu.

E eu não iria suportar. Eu preferia morrer.


Notas finais
Então, é um prólogo pequeno, mas posso garantir que o primeiro capítulo está enorme, porque eu já escrevi e peço apenas alguns reviews para postá-lo.
Por favor, a opinião de vocês é muito importante! Prometo que se gostarem, trago o primeiro capítulo até amanhã.
É isso. Comentem muito!
Beijos :*