Isso É Real?
13 Surto, Visitas Nada Agradavéis e Desabafo
Notas iniciais
Danny “on”
Depois da discussão todos foram para seus quartos, nós teríamos que dividir os quartos. Eu divido com o Tom F, e o Harry com o Dougie, mas estávamos todos no quarto do Harry e do Dougie conversando.
Danny: – O que vocês estão achando daqui?
Harry: — Legal até.
Dougie: — Um inferno.
Tom F: — Chato.
Dougie: — Nenhum de nós quer ficar aqui, principalmente por causa daqueles emos.
Harry: — E uma bicha. Hahaha.
Danny: — Nem tem mulher aqui.
Outros: *Cara de espanto*.·.
Tom F: — Como assim Dude? Tem umas cinco aqui...
Dougie: — Mas tem outros seis cara e tipo só são cinco...
Harry: — Verdade, mas quem liga? Eu não gostei de nenhuma delas, tipo, nesse sentido.
Danny: — É...
Tom F: - Tá chega de discutir. Fico decidido e nós vamos ficar aqui e ponto.
Outros: — Tá...
Depois disso eu e o Tom fomos para o nosso quarto e ficamos nos encarando até eu dormir. Eu sou um fraco já me disseram isso.
No outro dia acordei com o telefone de algum tocando
Fone “on”
Piri-rim piri-rim alguém ligou para mim. Quem é...
Fone “off”
Ainda bem que atenderam, porque já não aguentava mais essa musiquinha. Eu hein. Quem me acorda às... 13h50!!?? Que tarde, sério. Agora que percebi que o Tom não restava na cama.
Vou desce... Quando estava chegando ao último degrau eu finalmente acordei com um berro.
Cris: — AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHH!!!!
Carol: — Que foi isso?
Cris: — Olha!!
Falou ela apontando para mim. Foi ai que reparei que estava só de calça.
Carol: — Aff Cris, não é ‘pra’ tanto.
Cris: — Chata e sai da minha frente que eu quero ver o Danny.
Danny: (Cara de apavorado).
Carol: — Quer que ele tire as calças para a visão ficar melhor?
Danny: (Medo eterno) (vou fugir antes eu seja atacado por essa louca). – acho que eu vou lá “pro” meu quarto. Quando terminei de falar subi as escadas correndo com medo de que aquela louca fosse atrás de mim. Chegando ao quarto o Tommy pergunta:
Tom F: — O que houve?
Danny: — Aquela fã tarada quase me atacou!!
Tom: — Também né, quem desce só de calça numa casa com cinco garotas malucas só pode querer ser atacado.
Danny: — Eu nunca imaginei isso.
Tom: — Isso o que?
Danny: — Que eu iria ter que viver na mesma casa de uma fã tarada louca para me pegar.
Tom: — Trágico.
Depois desse “desabafo” coloquei uma camiseta e descemos para sala. Lá olhei em volta para me certificar que a tal de Cris não estaria presente. Para minha felicidade ela não estava, mas o pessoal do TH sim. Antes que algum de nós pudesse falar algo à campainha toca.
Danny “off”
Luiza “on”
Chegamos à pensão da nossa tia, iriamos passar fim de semana lá. A Ana não falou nada o caminho inteiro, só ficava escutando música no seu Ipod. Devia estar escutando Mcfly, oh meu Deus, ela está chorando. O que será que aconteceu? Tipo eu sei que ela veio obrigada, mas né.
Luiza: — Ana o que aconteceu?
Ana: — Nada, nada, nadinha.
Peguei o Ipod dela e vi que ela estava escutando Wish You Here da Avril Lavigne, em quem ela estava pensando...
CALEI! Haha.
Eu acho que esse “findi” pode ser legal...
Chegamos....
Din Don...
Luiza “off”
Cris “on”
Cris: — Eu atendo.
Todos: — Ok.
Cris: É... oi...
Luiza: — Oi, aqui é a casa da Lurdes né?
Cris:- Sim e vocês são...
Luiza: — Somos as sobrinhas dela, viemos passar o fim de semana com ela.
Cris: — Ok, podem entrar.
O que aquela pirralha pensa que está fazendo usando uma camiseta da MINHA banda preferida? Hein? Não vou fazer nada porque ultimamente tenho dado muito “piti”.
Cris: — Dona Lurdes!! Berrei.
D. Lurdes: — Sim Cris...
Cris: — Suas Sobrinhas.
D Lurdes: -Ah, Lulu e Aninha sejam bem vindas!
Luiza: — Oi tia. Ana não seja mal educada.
Ana: — Hã? Oi tia e desculpe, eu estava com os fones...
D. Lurdes: — Tudo bem. Deixe-me mostrar seus quartos.
Luiza e Ana: — ok.
Ótimo, elas foram conhecer os quartos e essa era minha chance de desabafar com a Carol.
Cris: — Carol, cadê tu mulher?!?
Carol: — “Tô” aqui. Berrou lá da cozinha.
Cris: — Vem cá!
Carol: — Vem tu aqui. É tu que quer falar comigo.
Cris: — Chata.
Carol: — Eu ouvi.
Fui resmungando baixinho até a cozinha, porque não haveria Cristo que fizesse a Carol sair daquela cozinha. Coitado dos meus bebês e do pessoal do TH, eles devem estar confusos com essa gritaria toda.
Chegando à cozinha...
Carol: — o que tu quer?
Cris: — Falar contigo.
Carol: — Jura? Falou ironicamente.
Cris: — É sério criatura, estou desesperada.
Carol: O que houve?
Cris: — As sobrinhas da dona Lurdes vão ficar um tempo aqui.
Carol: — Só isso?
Cris: Não, uma delas é fã dos meus bebês e eu estou com medo de perder o Danny.
Carol: — O que tu quer que eu faça?
Cris: — Me ajude! Que pergunta obvia.
Carol: — Primeiro tu tem que parar de surtar toda vez que ver ele.
Cris: — “Ain”, a ultima vez que eu surtei foi porque ele só estava de calça. E tu faria o mesmo se fosse o Bill.
Carol: — EPA, não mete o Bill no meio!! Falou quase que berrando.
Cris: — Te acalma mulher, você está pior que eu.
Antes que ela pudesse retrucar, Georg apareceu na cozinha,
Georg: — Oi meninas.
Cris e Carol: — Oi.
Carol: — Como é que está o clima lá na sala?
Georg: — Até que está calmo pelo menos por enquanto. Disse pegando uma maça.
Cris: — Carol a gente se fala mais tarde, agora eu vou “catar” a Tatá.
Carol: — ok.
Cris “off”
Fale com o autor