Notas iniciais
KAMI-SAMA! QUASE QUE ESSE CAP NÃO SAI! *limpa suor da testa* gente, realmente sinto muito pelos caps dessa fic demorarem tanto. '-' É frustrante, enquanto a de K.N.B atualiza três a quatro vezes por semana essa aqui tá o O. Vou me esforçar para postar semanalmente, ok? Queria poder postar mais, só que eu só posso escrever no fim de semana! E minha prioridade é a fic de K.N.B, e como essa aqui têm caps maiores difículta. *---* MAS CHEGA DISSO QUE CÊS QUEREM É LER O CAP E NÃO FALAR COM ESSA AUTORA SEM NOÇÃO AQUI *O*/

“Eu sei como é chorar no meio da noite

Mas ninguém do meu lado sabe, sabe

Se você precisa escapar do escuro, deixe-me ser sua luz

Então, sei que você não tem que ficar sozinha nesta luta, não”

On. Pov Nanami

Alguém me diz como é que eu vim parar aqui?

– CANTA! CANTA! CANTA! – gritava a plateia.

O microfone quase saltava de minhas mãos do tanto que elas tremiam. Eu abri a boca, mas nenhum som saiu.

A plateia continuava a gritar histericamente e o dono do estabelecimento (um restaurante bastante famoso por sinal) me encarava esperando alguma reação de minha parte.

O sangue parecia abandonar todo o meu corpo e paralisei ali na frente. AQUILO ERA UM ENGANO! EU NÃO DEVERIA ESTAR ALI! OH, KAMI, COMO ISSO FOI ACONTECER?

Inicio do Flash Back

“Oh, eu sei, porque eu já estive lá

Ohh, então quando você estiver indo a lugar algum, não

Não se atreva a desistir, eu peço, eu peço, eu peço

Diz que você vai lutar por amor, prometa, prometa, prometa”

– Vocês entram em cinco minutos! – avisei.

Os garotos se entreolharam e começaram a comentar entre si, ignorando-me por completo. Suspirei pesadamente e sentei-me no pequeno sofá ao lado de Syo.

Digamos que eu tinha alguns contatos... Na cidade no qual estávamos havia um restaurante chamado VITTALE, já havia ido naquela cidade de vez em quando, e quando estava realmente necessitada de grana lavava uns pratos naquele restaurante. O dono do lugar sempre contratava músicos para se apresentarem na sexta-feira a noite. E eu, como linda-diva-perfeita e humilde que sou, mexi uns pauzinhos e o fiz topar apresentar os garotos com a MINHA melodia, que, diga-se de passagem, ficou perfeita!

E agora estávamos ali, no “camarim” que não passava duma sala que só continha um sofá e um banheiro, esperando a hora do show!

Olhei para o lado, Syo estava meio...

Verde?

– Está tudo bem? – perguntei.

Ele olhou para mim, ia dizer algo, mas tapou a boca e correu para o banheiro, vomitando escandalosamente logo em seguida.

– SYO-CHAN! – gritou Natsuki.

Todos pararam para observar o menor que vomitava sem parar dentro da privada.

– Lady, me diga que ele não estava comendo camarão... – disse Ren.

Olhei para o sofá. Havia um pequeno pratinho de plástico com uma espécie de salgadinho nele, provavelmente as amostras grátis que ficavam na recepção do restaurante. Peguei-o e comi um.

– Sim... É camarão... – falei.

Ren suspirou e olhou nervosamente para Syo.

– Natsuki, ele é alérgico a camarão, não é?

– É! – Natsuki arrancava os próprios cabelos. – precisamos leva-lo ao hospital antes que pare de respirar!

Desesperadamente, arrancou a sacola que estava na lixeira (que por sinal estava vazia) e entregou a Syo, logo o jogou nos ombros e o menor levou o saco à boca, segurando outra crise de vômitos.

Logo Natsuki saiu correndo, sendo seguido pelos outros e eu fiquei SOZINHA naquela sala.

– Está na hora de entrar. – uma mulher sorridente apareceu, tinha fone num ouvido e uma prancheta na mão.

– Mas eu...

Ela segurou meu pulso e me arrastou alguém me entregou um microfone e olhei confusa para os lados.

Por que estava tudo escuro?

Então uma luz forte me cegou e percebi que estava no palco.

EU ESTAVA NA PORRA DO PALCO! COM CENTENAS DE PESSOAS ME OBSERVANDO!

EU VOU MATAR AQUELES IDIOTAS!

Fim do Flash Back

“Eu vou ser forte para você, quando os dias ficarem difíceis

Não atreva a desistir, juntos podemos conquistar o mundo

Ohh, juntos, podemos conquistar o mundo.”

E agora vocês sabem como essa belíssima garota que vos fala veio para aqui.

TUDO POR CAUSA DAQUELES *************censurado****************.

Depois de mais ou menos uns três minutos em estado de choque, o dono do estabelecimento fez uma careta, falou com alguém o canhão de luz que estava apontado em minha direção apagou.

A plateia vaiou e eu me encolhi na escuridão do palco, até ouvir uma voz suave cantando.

Kono hiroi hoshi no naka (Dentro daquela grande estrela)...

E logo em seguida uma mais grave:

Bokura wa naze deatte (Está a razão por termos nos conhecido­)...

Logo ambas estavam entrelaçadas numa mesma sintonia.

Sora wo miageterun darou? (Você estava olhando para o céu, não é?)...

Agora todo o restaurante estava em silencio, apreciando as duas vozes que pareciam ter sido feitas uma para a outra.

– Demoramos Nanami? – a voz alegre de Otoya me fez despertar de meu transe.

Ele agilmente saltou para cima do palco e pegou o microfone de minha mão.

– Desculpe-nos pelo o que aconteceu... Os outros não puderam vir, apenas eu e Toki...

– VOCÊS TÃO TENTANDO ME MATAR?! – explodi.

Ele se assustou com minha súbita fúria, mas logo sorri, afastando-me no momento em que Tokiya saltou para cima do palco.

– Honrem a minha melodia. – falei acertando uma tapa bem forte nas costas do moreno.

Tokiya fez uma careta e sorriu de canto, o que era um grande progresso em relação a mim!

– Desculpe esse atraso terrível! – disse Otoya sorrindo para a plateia.

O canhão de luz acendeu novamente, iluminando seu rosto alegre e a expressão séria de Tokiya.

Vi o dono do estabelecimento (o qual eu nunca lembro o nome) erguer uma sobrancelha, tentando compreender o que diabos estava acontecendo ali.

– Infelizmente, a banda toda não pode comparecer. – disse Tokiya pegando cuidadosamente o microfone das mãos de Otoya. – devido à alguns problemas de saúde. Me chamo Tokiya, e este aqui é o Otoya. – colocou uma mão sobre o ombro do ruivo. – somos iniciantes, então peguem leve. – ele deu aquilo que julgava ser um sorriso e Otoya tornou a pegar o microfone dele.

Em algum lugar nos bastidores alguém deve ter percebido que só um microfone não daria certo, pois assobiaram e arremessaram outro para Tokiya.

– Essa música se chama Mirai Chizu! – disse Otoya com o mais belo dos sorrisos. – originalmente era para todos os seis membros cantarem, mas daremos uma improvisada! – coçou a nuca, fazendo a plateia rir, divertindo-se com a dupla.

Otoya pegou um violão que estava no canto do palco, sentou-se no chão. ISSO MESMO, NO CHÃO DO PALCO! E Tokiya sentou junto a ele.

– Podem repetir conosco? – o ruivo sorriu, recebendo um “SIM” da plateia.

Tokiya aconchegou-se ao lado dele e o ruivo começou a dedilhar o instrumento.

– Iku sen no toki wo koete… Hitotsu no melody… Kyou wo shitteta youna… (Mesmo se acontecer mil vezes... Será sempre como uma melodia...Que eu aprendi hoje...).

A plateia repetiu animadamente. O sorriso do ruivo parecia ser contagiante.

Logo Tokiya cantava também, e o filho duma mãe era muito bom! Bom até demais!

Eles possuíam vozes completamente opostas, que, de alguma maneira, se encaixavam perfeitamente. Uma harmonia gostosa de ouvir.

Era lindo.

Fechei os olhos e me encostei a parede, fechei os olhos e apreciei a deliciosa melodia.

“Vovó” pensei “a senhora teria orgulho de mim se os ouvisse agora...”

Off. Pov Nanami

“Eu sei como é gritar porque ninguém acredita

Eles estão dizendo a você para pegar seus sonhos yeah,

Não deixe que isso o derrube, eu nunca quero ver

Você desistir jamais porque você me tem, yeah”

On. Pov Tokiya

Como ele podia ser tão lindo? Como sua presença podia me afetar tanto?

– Obrigada por sua atenção! – disse Otoya ainda sorrindo abertamente, Kami, como é belo esse sorriso. – não se esqueçam de nós!

Colocou-se de pé e desligou o microfone. Logo a plateia voltou a se concentrar apenas nas suas conversas e comidas. O canhão de luz apagou e Otoya olhou para mim.

– Vamos? – estendeu a mão.

Seus dedos eram um pouco longos e as unhas curtas, a pele num rosado levemente bronzeado, se eu apertasse-a com força, acho que quebraria.

Segurei cuidadosamente sua mão e deixei-o pensar que me levantou, já que não deixei nem dez por cento de meu peso ser um fardo para o mesmo.

Depois que descemos do palco, um homem de uns quarenta e poucos anos nos cumprimentou e disse que há muito tempo ninguém havia conseguido prender a atenção da plateia como nos fizemos. Otoya só faltou desmaiar de tanta alegria, e Nanami deu aquele sorriso de “Eu-sei-que-sou-uma-diva”. Limitei-me a curvar meus lábios levemente para cima ao ver os olhos brilhantes de Otoya. Não que eu não quisesse ser cantor, não era um sonho. Mas, para estar ao lado dele... Queria realizar todos os seus sonhos. E assim poderia ficar ao lado dele.

Pra sempre.

Off. Pov Tokiya

“Oh, eu sei, porque eu já estive lá

Ohh, então nós não vamos a lugar algum, não

Não se atreva a desistir, eu peço, eu peço, eu peço

Diz que você vai lutar por amor, prometa, prometa, prometa”

On. Pov Cecil

Esqueceram-se de mim né?

Ah, claro, por que ninguém sentiu minha falta ao me abandonar aqui!

Veja só como tive um dia agradável:

Acordei num motel.

A pessoa que me acordou era uma prostituta que se esfregava libidinosamente em mim.

Saí correndo do lugar, sem escutar os apelos desesperados e os gemidos nada castos que vinham dos outros quartos.

Fui quase assassinado.

Fui estuprado.

Agora querem saber como essas MARAVILHAS aconteceram? Não se preocupem! Começarei esse tedioso Flash Back a partir do momento que estava fora do Motel!

E aí vamos nós...

Inicio do Flash Back (ah, vá?)

“Eu vou ser forte por você, quando os dias ficarem difíceis

Não atreva a desistir, juntos podemos conquistar o mundo

Ohh, juntos, podemos conquistar o mundo.”

Depois de correr quase cinco quarteirões havia perdido o Motel de vista.

NUNCA MAIS VOU VOLTAR NUM LUGAR DESSES!

Tentei regular minha respiração e olhei em volta.

Merda, onde eu estava?

Aliais, onde estava todo mundo?

Já era final de tarde, as ruas estava estranhamente desertas e nenhum sinal de Nanami ou dos outros. ALIAIS, POR QUE ESSE DESGRAÇADOS NÃO ME ACORDARAM?!

Olhei em volta, procurando qualquer sinal de vida, mas os únicos seres eram eu e um pombo que pousou ao meu lado e ficou me encarando.

Encarando...

Encarando...

Encaran-

– PARA DE OLHAR PRA MIM! – gritei.

A ave balançou furiosamente as asas e avançou para cima de mim.

– ME ERRA! SAÍ ANIMAL POSSUÍDO! – gritei tentando afastar o pombo.

Ele tentou me arranhar com as patinhas (aves têm patas né?) e eu tentei afasta-lo mais uma vez, sem obter sucesso. Até que ouvi um barulho alto e o pombo caiu aos meus pés.

Olhei para a pequena ave branca que pouco a pouco se tornava vermelha, manchada de sangue.

MAS QUE PORRA...

Outro barulho, e dessa vez um buraco se abriu no poste ao meu lado.

TIROS?

Comecei a correr, vez ou outra alguma bala quase me acertava, três passaram de raspão por meus braços, abrindo uma leve ferida, mas o sangue começou a escorrer insecavelmente por meu braço. Escondi-me atrás de um muro e olhei para os ferimentos, nada grave. Mas precisava pressionar para reter o sangramento.

Que droga! Como nos encontraram tão rápido?!

Tsk. Eu precisava avisar a Nanami o mais rápido possível.

– Senti sua falta, Aijima. – sussurrou uma voz extremamente rouca que eu conhecia bem.

Meu coração falhou uma batida e olhei par ao lado, encarando meu assassino.

– Camus...

“Ouça

Quando ninguém está lá para ajudar

Eu estarei lá, sim”

O rapaz de olhos claros sorriu, apontando uma pistola para meu rosto.

– As coisas estão bem chatas desde que vocês dois fugiram. – disse sorrindo maldosamente.

– Desgraçado... – murmurei.

Camus aproximou-se e me encolhi contra o muro, era um beco sem saída, não havia como escapar. O sol já se punha e a maior luminosidade vinha da lua, já que aquele era um bairro pobre em que até os postes eram quebrados.

Eu havia me esquecido que dia era hoje.

Não me lembrava o nome, mas nesse bairro (sim, eu já havia vindo aqui antes) havia uma tradição, a cada mais ou menos vinte dias a população se dirigia ao cemitério local e orava por seus mortos.

Ok. Péssima hora pra falar sobre rituais funerários.

Camus aproximou-se ainda mais, encurralando-me contra a parede. Encostou o cano da arma em minha cabeça e acariciou meu rosto com a mão livre.

– Têm ideia do quanto é difícil encontrar mestiço como você? – sussurrou sensualmente o maior passando o polegar por meu lábio inferior.

Senti meu rosto corar violentamente e fechei os olhos com força.

– Deixe-me ir... – murmurei desesperado, o metal gélido da arma ainda estava encostado a minha cabeça.

– Desculpe-me. – ele guardou a pistola em seu encaixe. – esqueci que não gosta disso.

Eu quase chorei de alivio, mas ele continuou me prensado contra a parede.

– Senti sua falta... – murmurou contra a pele de meu pescoço. – Aaah... Ninguém tem esse cheiro... – acariciou suavemente com a ponta do nariz. – ninguém tem esse gosto... – lambeu sensualmente o local, deixando a pele úmida. – e principalmente... Nenhum deles consegue me satisfazer aqui... – empurrou sua ereção ainda coberta contra minha cintura.

– C-Camus... Não... – tentei empurra-lo.

O problema é que ele era BEM MAIS FORTE do que eu. Se brincasse, o muro era mais fácil de afastar.

– Quietinho... – sussurrou mordendo lentamente meu lóbulo. – se for comportado, não vou te machucar. Você não quer ser punido novamente, quer?

Meu corpo gelou ao lembrar-me das punições.

Aquelas malditas punições.

Fim que sim com a cabeça, o maior não fez cerimonias e logo arrancou minha camisa, quase rasgando-a. Suas mãos famintas logo explorava todo o meu peitoral, apertando-o com força. Apertou sem nenhuma delicadeza meus mamilos entre o polegar e o indicador. Mordi o lábio, inferior, envergonhado por estar sentindo prazer numa situação como essa.

Eu sou um lixo.

O mais velho desabotoou minha calça, puxando-a para baixo e agarrou meu membro por cima da box, mesmo mordendo o lábio, não contive um gemido realmente alto, o gosto metálico de meu sangue tocava minha língua, dando um ar enjoativo.

– Aijima, seu corpo pertence apenas a mim. – sussurrou Camus abaixando as próprias roupas. – tomou meus lábios num beijo desesperado, afastando-os brevemente ainda conectado por um fino fio de saliva. – não se esqueça disso.

Sem nenhuma preparação, me penetrou.

E ESSA PORRA ARDIA COMO O INFERNO.

“Oh, eu sei, porque eu estive lá

Ohh, por isso não vai a lugar nenhum sem

Não se atreva a desistir, eu peço, eu peço, eu peço

Diz que você vai lutar por amor, prometa, prometa, prometa”

Camus tapou meus lábios com uma mão, impedindo meu grito.

FILHO DA PUTA.

Lagrimas escorreram por meus olhos, o maior agarrou minhas coxas, erguendo-me do chão e colando completamente seu corpo ao meu. Meus braços foram presos por sua outra mão acima de minha cabeça enquanto a outra continuava a tapar minha boca.

Ele começou a estocar, sem esperar eu me acostumar, e aquela maldita ardência piorava, a dor era insuportável.

DESGRAÇADO.

Uma, duas, três... Encostáveis vezes acertando violentamente minha próstata.

E o pior de tudo:

Eu estava gostando.

Sim. Eu gostava da dor. Da adrenalina. Do prazer misturado ao sofrimento. Tudo isso me enlouquecia. E Camus sabia disso.

E como sabia.

“Eu vou ser forte por você, quando os dias ficarem difíceis

Então, não se atreva a desistir,

juntos podemos conquistar o mundo”

Depois de alguns minutos naquela deliciosa tortura, alcancei o maldito orgasmo, Camus parou de respirar e logo me preencheu. Largou-me em pé, mas minhas pernas estavam frágeis pela sensação pós-orgasmo e cai no chão, sem consegui me levantar novamente.

Camus sorriu e segurou meu queixo, puxando-o violentamente para cima.

– Eu sabia, não há ninguém que me de uma foda tão boa quanto você.

“Ohh, juntos, podemos conquistar o mundo. (x3)”

Meu rosto ainda estava banhado de lagrimas. Olhei irritado para ele e afastei-me de seu toque. Como depois de tudo que aconteceu esse desgraçado ainda têm todo esse efeito sobre mim?

O odeio!

“Juntos, podemos conquistar yeah

Juntos, podemos conquistar o mundo.

Juntos”

Foi muito rápido.

Num minuto, Camus tentava agarrar-me novamente.

No outro, ouvi um barulho alto de pancada e ele caiu.

Simplesmente caiu aos meus pés.

Olhei para frente.

– NANAMI?!

Ela segurava uma barra de ferro e seus olhos estavam aterrorizados.

– Eu... Voltei para te buscar... M-Mas você não estava lá...

Consegui me por de pé, vestindo novamente minhas roupas e suspirei.

– Largue isso. – retirei delicadamente o metal das mãos dela.

– Eu devia mata-lo... Mata-lo por tudo o que já te fez... – murmurou encarando o corpo inerte de Camus no chão.

– Não. – pûs uma mão sobre seus ombros. – seriamos piores do que eles.

– Quer ajuda para andar? – perguntou segurando meu braço sobre seus ombros.

– Sim... Por favor.

Ela apoiou grande parte de meu peso em si enquanto eu mancava.

Olhei para trás.

Camus continuava desacordado, provavelmente ficaria ali por um bom tempo. Tornei a olhar para Nanami ao meu lado.

Ela estava sempre ali.

E espero que nunca saia.

“Juntos”

Fim do Flash Back — Off. Pov Cecil

Notas finais
Passados... *música dramática de fundo* HIA-HIA-HIA, muita coisa ainda estar por vir...