Notas iniciais
Gente desculpem pela demora!
Leiam as notas finais.

Pov’s Sakura On~

Eu estava tendo um sonho normal, porém não sei por que eu acordei repentinamente.

Olhei para todos os lados, reparei que estava em um quarto normal, esse quarto me era um pouco familiar... Mas porque estou aqui, minha cabeça está doendo. Será que batia a cabeça?

Me surpreendi quando uma velha senhora adentra o local, ela olhou para mim e se encaminhou a minha direção.

– Oi... Minha filha... – Dizia a velha senhora se sentando ao meu lado. Mas porque ela tinha essa certa intimidade comigo? Será que ela me conhecia?

– Hum? – Disse tentando saber de alguma informação, de por que estou ali.

Reparei que ainda sentia dores, algumas pontadas na cabeça, e uma dor no estomago, como se alguém tive-se enfiado uma faca em mim.

Arregalei meus olhos ao lembrar de Gaara me enfiando a faca e rindo cinicamente de mim.

– Deite... Relaxe, Saky-san... – Disse a senhora me deitando na cama, quando ela fez isso eu despertei de meus devaneios.

– Como à senhora sabe meu apelido? – Tive que perguntar não aguentei.

– Não é seu apelido, é seu nome... – Disse a senhora com um bom e doce sorriso.

Não sei por que mais ela me lembrava de alguém...

Mas péra aí, ela falou que Saky é meu nome? Ela enlouqueceu?

– Não meu nome é Sakura. – Disse com toda certeza.

Reparei que a velha senhora arregala os olhos ao ver que eu a questionei, ela me mandou espera-la.

Não entendi o motivo de eu só conseguir se lembrar de Gaara... Só em pensar nele minha cabeça doía.

A imagem dele me enfiando uma faca era vaga, ia e vinha, parecia que meu subconsciente queria apagar essa lembrança, porém meu coração não.

Eu como sou curiosa, e queria saber logo, o motivo de estar ali, me pus de pé e me encaminhei até a porta, e ouvi a voz da senhora. Encostei meu ouvido à porta para ouvir melhor, para saber o que ela falava e com quem. Eu sei que provavelmente ela esta a falar de mim, então eu quero saber o que ela está falando.

– Não consigo entender... Ela teima dizendo que não é ela... – Dizia a senhora.

Eu não ouvi nenhuma resposta, achei que talvez a pessoa esteja falando baixo, ou algo do gênero, a já sei ela pode esta falando no telefone.

– Teremos que mata-la...? – Perguntou à senhora.

Arregalei os olhos, não podia acreditar no que estava ouvindo, abri um pouco a porta, a deixando entreaberta, avistei a senhora conversando com um homem.

Porém fiquei pasma ao ver que ele não tinha um rosto, onde raios eu estou? Arregalei os olhos ao ver que ele saia e ela viria aqui, fechei a porta lentamente, para não deixa-la desconfiar que eu estava ouvindo sua conversa.

Ouvi ela pela porta dizer.

– Então primeiro vou ver como ela vai agir, se ela continuar assim, serei obrigada a mata-la. – Dizia a senhora.

Entrei em pânico, eu não posso morrer, eu tenho que fugir.

Sentei na cama, tinha que relaxar, não podia dar na pinta que sabia que ela pretendia fazer, pelo que percebi ela só irar me matar se eu ficar achando que eu sou eu mesma.

Ai que confuso!

Levantei e resolvi espera-la atrás da porta, irei pega-la desprevenida, e a farei dizer o que ela sabe, e irei fugir logo em seguida.

Pois como ela é uma senhora não será difícil.

Esperei na porta alguns segundos e logo ela abriu a porta. A surpreendi por trás e antes que conseguisse segura-la senti meu corpo paralisar, parecia que tinha varias linhas me segurando, depois notei que estava presa.

Ela se virou para mim e deu um sorrisinho.

Droga vou morrer.

– O que você quer comigo? Como sabe meu apelido? Quem era aquele cara? – Perguntei o máximo possível, com a esperança que era responde-se.

Ela tampou minha boca e com a outra mão mandou-me ficar quieta, colocando o dedo indicador na própria boca.

Na realidade o que ela queria?

– Quieta ele pode te ouvir. – Dizia ela.

Eu parei e fiquei a olhando sem intender.

Ela mexeu os dedos e senti ser solta.

Logo vi o Cara sem face nos olhando pela janela. Em um movimento rápido o cara entrou quebrando a janela, o vidro da janela fez um corte pequeno em sua bochecha, eu pensei que iria revelar uma mascara, porém começou a sangrar. Aquilo não era uma mascara, era realmente o rosto dele.

– Você não irar encostar nenhum dedo dela. – Disse a velha senhora entrando na minha frente.

Ele não disse nada, porém senti ela ficar tensa, parecia que ela o intendia.

Ele começou a caminhar em nossa direção.

– Desculpe Sasori... Desculpe Sakura... – Murmurou à velha.

Agora eu havia lembrado, aquela era a avó de Sasori! Agora entendi porque achei o quarto familiar, era o quarto de Sasori.

– Chiyo-obaa-chan? – Disse.

– Você lembrou? – Perguntou ela.

Percebi que havia a animado.

O cara vendo que eu havia feito veio em nossa direção.

Logo vi fios parecendo de náilon o segurarem e vi que ele ficou preso.

Chiyo veio e me puxou pelo pulso.

Eu comecei a chorar, ela corria comigo e eu chorando, limpando minhas lagrimas.

Depois de corremos bastante ela parou e me abraçou.

– Sakura que saudade... – Disse ela.

Eu nada disse apenas chorava que nem uma criança de 5 anos de idade.

Ela limpou minhas lagrimas e falou que a gente precisava se esconder.

– Mas o que ele era? – Perguntei curiosa em saber.

– Ele é um sem rosto, ele é responsável por fazer com que as pessoas que são mandadas para o submundo tenham famílias, e se as pessoas se recordarem de algo e insistirem, nos somos obrigados a mata-los.

Corremos até uma praça não muito distante dali. E quando dei por mim ele vinha correndo atrás da gente.

Ele vinha com muita gente atrás dele.

Todos estavam sem rosto, parecia um grupo apropriado, todos vestiam a mesma roupa, só mudava um pouco o físico.

Reparei que a praça estava começando a ser ataca.

– Sakura eu preciso de sua ajuda... – Disse Chiyo.

Pov's Sakura Off ~

Notas finais
E ai gostaram?
Gente desculpem pela demora vcs sabem que estou meio desanimada
Pois muitos leitores desanimaram =(
Nem comentarios estou recebendo direito.
Agradeço por quem ja recomendou e por quem comentou ate agora.
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Alias quem gostar de poesia, eu queria indicar a Maratona de Poesias, é um lugar aonde eu e a Nanda (a Co-autora dessa fic) postamos nossas poesias.
Bjuus Ja Nee!