Notas iniciais
Hey Gentee! Aqui está o segundo cap! Mt obrigada mesmo pelos comentários, fico feliz que tenham gostado!

— Obrigada — Ela me olhou e estávamos tão próximos. Foi impossível resistir. Acariciei seu rosto e a vi fechar os olhos e suspirar, passei os dedos levemente em seus lábios rosados e finalmente a beijei. A envolvi pela cintura com uma mão e passei a outra em seus cabelos castanhos, colando ainda mais nossos corpos, enquanto suas mãos passeavam pelas minhas costas. Nossas línguas dançavam em sintonia e exploravam cada canto de nossas bocas. O beijo foi ficando mais intenso, e nos separamos apenas pela maldita falta de ar.

— Eu... Er... Me... Me desculpe Em – me afastei, não devia ter feito isso. Droga!

— Não... Tem problema. Foi bom. Quer dizer, foi... — ela se embaralhou nas palavras enquanto dava um sorriso tímido.

— Eu sei, também achei. Melhor voltarmos. – sorri.

— Tudo bem. — pegamos as bebidas e seguimos para o celeiro, o pessoal nem reparou, mas sempre que nossos olhares se cruzavam, corávamos e desviávamos o olhar.

Pov Spencer

Jay e Em voltaram trazendo as latinhas de refrigerante, água e vinho que pegamos escondido. Bebíamos e conversávamos sobre tudo, tipo tudo mesmo.

— Jay, você lembra do dia em que a Spence foi entrar no banheiro pra tomar banho e do nada começou a gritar dizendo que tinha uma barata no box do chuveiro? – minha querida e amada irmã começou a zombar de mim. Quando dizem que família serve pra tudo, é tudo mesmo.

— Lembro – ele começou a rir – ela pulou nas costas da Ali e eu tive que matar a barata – todos começaram a gargalhar – e ela ainda me fez procurar pelo banheiro e o quarto dela inteiro pra ver se achava mais alguma.

— É, eu tive que ficar com ela de cavalinho até o Jason acabar! – Ali me encarou rindo – Spence, eu queria saber pra onde vai todo seu peso, porque você é pesada pra caramba viu!

— Vocês ficam rindo, mas quando aparece uma barata voadora todo mundo corre com medo! – falei revíamos os olhos.

— Ah, Spence, não existe ateu quando a barata é voadora – Hanna disse e todos começamos a rir.

— E vocês lembram daquela vez, no sexto ano, onde a Hanna não tinha estudado pra prova e anotou a cola na mesa e... – Aria falou e começou a rir.

— Eu lembro! – disse Emily rindo também.

— O que aconteceu nesse dia? – Ezra perguntou confuso.

— Como você não lembra desse dia Ezra? – Ali gargalhou e todo mundo acompanhou.

— Da pra alguém me explicar o que a Hanna fez? – ele perguntou estressado.

— A Hanna anotou a cola na mesa, mas ai a professora mandou ela mudar de lugar e ir pra primeira carteira. Só que ela tentou levar à mesa junto – Aria explicou rindo. Ezra olhou pra Hanna com uma cara de “não acredito que você fez isso” e ela apenas olhou pra baixo corando de leve.

— Tá bom, não precisam me lembrar desse dia! – disse ela fingindo estar brava, mas acabou se rendendo e rindo conosco.

— Ainda bem que suas táticas te cola melhoraram Hanna – comentei.

— Então, vamos mudar de assunto, né – falou ela – que tal jogarmos um jogo?

— Pode ser – Falou Toby.

— Qual jogo? — Perguntou meu irmão.

— Banco imobiliário – ela disse animada, e Noel a olhou incrédulo.

— Banco imobiliário? Sério Hanna? Isso é jogo de criança – ele disse.

— Então, é perfeito pra você – falou Ali com um sorriso zombeteiro o fazendo revirar os olhos.

— Eu topo, mas tem que ser em duplas – comentei e todos concordaram – eu fico com o Toby – o abracei.

— Eu não tô muito afim de jogar gente. Além de que eu ia ficar sem dupla – Emily falou dando de ombros.

— Então você vai ser a bancária – Caleb disse e todos concordamos.

Os pares ficaram: Caleb e Jason, Hanna e Aria, Ezra e Caleb, Toby e eu e...

— Ah não! Eu não quero fazer dupla com ele! – Ali disse raivosa.

— Também não gostei disso loira, mas fomos os únicos que sobraram. Então para de birra e aceita logo – Noel revirou os olhos. Eu sei que o pessoal fez isso de propósito, apenas para irritar os dois.

— Tá bom! Eu me rendo – ela levou as mãos pra cima em sinal de rendição.

(...)

— Tira seis, vai dadinho. Me da um seis por favor! – eu torcia para o dado cair no seis, pois eu iria para a casa do sorte ou revés, e eu sempre tenho sorte... Bem, mais ou menos. Já que no momento eu estou com pouco dinheiro e perdi minhas propriedades. Todos os outros já saíram, porque faliram no jogo... E deu.... Cinco?! Droga!

— Isso! Cinco! Uhuuuuu – Noel gritou. Droga, cai justamente na propriedade mais cara deles, o que gastou todo meu dinheiro.

— Uhuu, ganhamos – Ali berrou. Isso mesmo, esse projeto de gente ganhou de mim! – ganhamos de Spencer Hastings! – Ela e Noel se abraçaram animados, mas logo se separaram envergonhados e sem jeito. Eu até riria disso se não estivesse brava.

— Mas foi por pouco – comentei irritada e Toby se afastou de mim. Todos sabem que eu odeio, com todas as minhas forças perder.

— Não, não foi. Ganhamos de lavada – Noel e Ali bateram as mãos animados e debochavam da minha cara.

— Eu quero revan... – comecei mas fui interrompida

— E que tal assistirmos um filme de terror? – Caleb sugeriu, tentando quebrar o clima tenso. Hanna olhou pra ele com raiva, ela morre de medo de filme de terror.

— Droga, Caleb! Você sabe que eu morro de medo desses filmes – ela choramingou.

— Eu te protejo Hanna – disse ele, e ela sorriu. Serio, como ela não percebe que ele é afim dela! Até um cego perceberia!

— Qual filme a gente vai ver? – perguntei.

— Anabelle – Ali disse com um sorriso misterioso.

— Fica tranquila Han, esse filme só dá susto – falou Jay

— Nossa, agora sim eu estou mais calma – Hanna disse ironicamente fazendo Jason revirar os olhos.
Nos acomodamos nos sofás. Ezra e Aria fizeram as pipocas e Jay colocou o filme.

Pov Alison

Impressionante como nos filmes de terror, as pessoas são tão burras, tipo, tem um demônio na casa e ao invés de todos ficarem juntos, não! Todo mundo se separa, anda nos cômodos da casa sozinhos e etc...

— Não, não deixa a bebê sozinha! Não sua burra! Não desce sozinha! – eu gritava desesperada. Como se fosse os personagens pudessem me ouvir.

— Você pode por favor parar de berrar, ela não tá te ouvindo — disse Caleb revirando os olhos.

— Eu sei, é que isso me irrita – Respondi.

— Então se irrite em silêncio – Retrucou.

Até que de repente todos nós tomamos um susto e sinto alguém agarrar minha mão e esconder o rosto no meu pescoço. Comecei a rir feito uma louca ao perceber quem é.

— Larga a mão de ser medroso Noel! – disse rindo da cara dele, que soltou minha mão, se ajeitou e revirou os olhos.

— Não estou com medo! Não tem ninguém com medo aqui – revirei os olhos com essa afirmação e ri pelo nariz.

— Não é claro que não – perceberam a ironia? Pois é!

Porém, pouco tempo depois. Todos nós tomamos outro susto e foi minha vez de segurar a mão de Noel e esconder meu rosto em seu peito.

— Quem é a medrosa agora? – ele zombou de mim. Idiota.

— Continua sendo você! – retruquei e me ajeitei no sofá.

— Da pra vocês dois calarem a boca e prestarem atenção no filme! – Emily gritou, tacando uma almofada em mim. Revirei os olhos. Que delicadeza hein.

— Eu vou ao banheiro – falou Noel e ele se levantou.

Continuei vendo o filme. Hanna, a cada cinco minutos abraçava o Caleb. Principalmente quando começou chover e ouvimos um alto barulho de um trovão, que fez a loira pular no colo do meu primo.

De repente alguém abre a porta fazendo um estrondo. Obviamente todos nós nos assustamos. Foco meus olhos nessa pessoa e logo me arrependo. Ela está usando uma máscara de palhaço! Não, isso não!

Pov Noel

Eu sabia que hoje provavelmente cairia uma tempestade. Valeu celular! Então decidi que assustaria eles. Eu tenho uma máscara assustadora de palhaço, tipo, bem assustadora mesmo.

Fui ao banheiro coloquei a máscara, olhei rapidamente pela janela e decidi me vingar da Alison. Abri a porta do celeiro fazendo todos se assustarem, corri até a loira, pulei em cima dela e a prendi em meus braços.

Comecei a rir descontroladamente. Parece que minha vingança teve mais efeito do que eu esperava, ela está gritando para eu soltá-la e tentando me tirar desesperadamente de cima dela. Sinto minha blusa ficando molhada... Ela está chorando? Que merda tá acontecendo?

A soltei e rapidamente ela pulou do sofá, andando pra trás, na tentativa de se afastar de mim, até chegar na parede. Ela estava em prantos.

— Não chega perto de mim, por favor! Sai daqui! Socorro! – ela gritava desesperadamente. Olhei em volta e o pessoal estava paralisado, sem saber o que fazer. Tentei me aproximar da Ali mas ela se desesperou ainda mais... Acho que fiz merda!

Tirei a máscara e corri até ela.

— Calma – a abracei colocando sua cabeça em meu peito. Ela tentou se soltar de mim, mas depois de um tempo acabou desistindo de tal ato – calma, sou eu, Noel. Seu amigo, está tudo bem – eu dizia em quanto a prensava ainda mais contra meu peito e com a outra mão, acariciava seus lindos e cheirosos cabelos loiros – nada vai acontecer com você. Você está segura.

Aos poucos ela foi se acalmando, mas ainda chorava bastante. A guiei até o sofá, fazendo-a sentar, ela agarrou minha camisa como se assim ela conseguisse diminuir seu medo. Eu só faço merda, não é possível!

— Não deixe nada acontecer, por favor, não me solta! — ela implorou e eu percebi que aquela não era a Ali que eu conhecia, ela estava tão... Tão vulnerável.

— Não vou. Não vou te soltar. Me perdoa! – implorei, vê-la sofrendo assim, por minha culpa, dava um aperto no meu coração.

— Não me solta... Não... Me... Solta – ela estava se acalmando. Encarei Spencer pedindo que ela me explicasse isso, então ela fez um movimento com a mão, pedindo que eu lhe seguisse. Alison ainda estava em meus braços tentando se acalmar.

Olhei para Caleb, que logo entendeu o recado e abraçou a loira.

Segui com Spencer até a cozinha e ela começou.

— Tínhamos seis anos quando aconteceu:

(Flashback on)

Ano de 2005

Pov 3 pessoa

Era uma manhã de sábado ensolarado. A mansão dos Hastings estava totalmente silenciosa. Todos os integrantes da família estavam em um sono tranquilo... Exceto por uma pessoa.

A filha mais velha de Peter e Veronica, Melissa, com seus nove anos de idade andava na ponta dos pés na direção do quarto de sua irmã mais nova, Alison. Ela carregava em suas pequenas mãos um facão coberto de ketchup, e duas máscaras assustadoras de palhaço.

Ela sabia que a irmã sempre acordava por volta das dez horas da manhã, então se preparou. Cuidadosamente colocou uma das máscaras ao lado da cabeça da irmã e vestiu a outra, e esperou que ela acordasse.

Cinco minutos depois a garota abriu seus olhos azuis escuros, e deu de cara com a imagem do rosto de um palhaço ao seu lado. Ela imediatamente gritou e viu sua irmã também vestida com uma máscara, segurando uma faca que estava coberta por um líquido vermelho que a garotinha julgou ser sangue.

Melissa foi se aproximando de Alison, apontando o facão pra ela, que imediatamente se desesperou e tentou fugir, sem sucesso. Ela gritava e chorava desesperadamente até acordar o restante da família.

Spencer, a irmã gêmea de Alison, entrou correndo pelo closet, que liga seu quarto com o da irmã, e correu para a abraçá-la. Jason, também entrou pela porta do quarto sendo seguido pelos pais.

Veronica entrou no cômodo, terminando de fechar seu roupão cor de vinho, e encarava a filha mais nova com um olhar severo.

— Que diabos está acontecendo aqui?! – Peter perguntou nervoso. Alison não parava de chorar e isso estava estressando o pai – pare de chorar agora Alison! – a garotinha nem escutava, tamanha era seu pavor.

Melissa retirou a mascara de palhaço e ria descontroladamente da cena.

— Eu apenas dei um pequeno susto na Alison e ela fez esse escândalo todo. Aposto que é pra chamar atenção! – disse Melissa com um tom de desprezo.

— Um pequeno susto?! – Gritou Jason – olha o estado que a Ali está. Como você queria que ela ficasse?

— Jason, abaixe o tom agora! – Veronica repreendeu o filho – Melissa, não quero que você faça esses tipos de brincadeira logo de manhã cedo. Se for pra brincar com seus irmãos, faça isso de tarde, ou em um horário em que não estivermos dormindo.

— Sim, mamãe – a morena disse fingindo culpa.

— O que?! – Jay gritou inconformado – vocês estão de brincadeira? Isso que ela fez com a Ali é uma brincadeira de muito mal gosto! Se um de nós três tivéssemos feito isso com a Melissa, vocês nos dariam uma bronca, nos bateriam e nos deixariam de castigo. Porque com ela não é assim?! – seus olhos ficaram marejados. Tamanha era a raiva que ele sentia nesse momento.

Peter sem dizer nada saiu do quarto e rapidamente voltou com um de seus cintos de couro. Ele pegou Jason pelo braço e lhe deu uma pancada com o objeto, que pegou em sua perna direita, deixando uma grande marca vermelha.

Jason sentiu a pancada queimar sua pele. Tamanha era a dor que estava sentindo. Ele queria chorar e tentar parar, de alguma forma, a dor em sua perna. Mas foi forte. Não iria chorar na frente dos pais e de Melissa e dar aquele gostinho pra eles, e além disso, ele tinha que ser forte por sua irmã também.

— Nunca mais levante seu tom de voz comigo Jason! – Gritou Peter apontando o dedo ameaçadoramente no rosto do filho, que tentava a todo custo segurar seu choro – você vai ficar de... Cale a boca Alison! Não estou conseguindo pensar direito!

Alison não parou de chorar. Peter se aproximou da filha mais nova e lhe deu um forte tapa no braço, fazendo-a dar um grito agudo e tentar ao máximo abafar o som do choro. O tapa não foi tão forte quanto o que Jason levou, mas mesmo assim, ficou marcado em sua pele bronzeada.

— Você, Jason, ficará de castigo por levantar o tom de voz comigo e me enfrentar – ele disse autoritário – e Alison, por acordar a casa inteira com seu choro desnecessário – disse ele, e saiu do quarto sem dizer mais nenhuma palavra, sendo acompanhado por Verônica e Melissa, que deu um sorriso maldoso em direção aos irmãos.

(...)

(Flashback of)

Pov Noel

Spence terminou de contar a história e fiquei de boca aberta. Todos nós já sabíamos como os pais da Ali, Spence e Jay os tratavam, mas dessa vez foi mais um absurdo! Acho que nunca fiquei com tanta pena da Alison.

— Porque nunca me contou isso? – perguntei, afinal, todos que estavam presentes na sala pareciam saber dessa história.

— Não sei... Nunca tocamos muito nesse assunto. Só da Ali ouvir a palavra palhaço, ela fica assustada.

— Por isso que ela nunca ia no circo com a gente – lembrei. Um dia, o melhor circo estava na cidade, todos nós estávamos animados para assistir... Menos a Alison.

— É. Foi assim que o pessoal descobriu. Lembra no dia que um circo estava na cidade, mas você estava doente e não pode ir com a gente? – ela falou e eu assenti – então, eles descobriram nesse dia... Acho que não preciso falar o que aconteceu.

— Ela teve um ataque desses no circo?

— Não. Quando a Hanna falou que adora palhaços, a Ali surtou. Ela começou a chorar e surtar, mas não como hoje, foi bem mais leve. Aí a tia Helena conseguiu acalmar ela – Spence suspirou.

Nos levantamos para voltarmos para sala, mas antes, Spencer pegou um copo d’água.

— A Ali vai precisar – ela respondeu quando eu olhei pra ela com um olhar confuso. Dei de ombros.

Quando voltamos pra sala, Ali já não chorava mais, estava bem mais calma. Ela estava com a cabeça encostada no ombro de Caleb, enquanto o mesmo acariciava seus cabelos. Assim que entramos, todos olharam para nós dois.

— Obrigada Spence – Ali falou com uma voz fraca pegando o copo d’agua. Assim que ela terminou, seus olhos vermelhos e inchados se encontraram com os meus e ela veio até mim – obrigada Noel – ela falou e me deu um abraço forte, e eu retribui na mesma intensidade.

O barulho alto do trovão nos fez separar do abraço e tudo ficou escuro. Droga, acabou a luz...

— Porcaria. Alguém vai ter que ir lá no porão e ligar o gerador – Jason falou, e foi tateando até pegar uma lanterna e iluminar a sala.

— Eu vou – Hanna falou suspirando, vendo que ninguém ia se oferecer.

— Eu vou com você – Caleb falou e ela deu um sorriso. Esses dois, sozinhos no escurinho, hein... Sei não...

Pov Caleb

Depois do acidente do palhaço, finalmente acalmamos a loira que estava em prantos. Logo depois que Noel e Spence voltaram da cozinha a luz acabou por conta da tempestade que caia lá fora.

Me ofereci para ir com Hanna, pois já sabia que a loira morria de medo de ficar sozinha no escuro. Para vocês terem uma ideia ela só foi deixar de dormir com a luz do corredor perto de seu quarto acesa, no mês passado...

Peguei mais duas lanternas, uma pra mim e outra pra Hanna, e seguimos pelos corredores escuros até o porão. A cada barulho que ouvíamos, a loira se abraçava em mim ( o que eu gostei muito).

Chegamos no porão segurei a porta para Hanna passar e iluminei o caminho. Deixei a porta totalmente aberta, pois se ela fechasse, só poderia ser aberta do lado de fora, o que é muita burrice, mas fazer o que.

— Eu não to achando, me ajuda aqui Caleb – ela me chamou. Fui até ela é iluminei mais, achando o gerador, porém, quando eu ia liga-lo, um vento forte fez a porta bater. Merda.

— Droga Caleb! Olha o que você fez – Hanna gritou – agora estamos presos aqui!

Notas finais
Espero que tenham gostado, comentem o que acharam, isso mostra se estão realmente gostando da fic :). Acho que perceberam que os capítulos serão grandes assim é espero que não se importem. Até a próxima